Categorias
Como usar as redes sociais

7 Vantagens do Marketing em Mídias Sociais que Você Não Pode Ignorar

Então você decidiu que vai começar a investir mais em marketing digital. Foi fazer sua pesquisa para decidir onde depositar seu dinheiro e descobriu que há várias opções e muitas fórmulas mágicas que te prometem alcançar fama, glória e riqueza em poucos meses. Antes de mais nada preciso te dizer que não é assim que funciona. As fórmulas mágicas, templates prontos e outras invencionices servem um único propósito: enriquecer quem as vende.

Dentro do universo do marketing digital você pode fazer campanhas pagas em rede de pesquisa, pode alcançar clientes em potencial por meio de newsletters, pode atrair visitantes para seu site publicando um blog, e pode construir a presença da sua marca em mídias sociais. É sobre esse tópico que eu vou falar.

Depois de mais de uma década trabalhando com a presença de marcas em mídias sociais o que eu aprendi é que: a) sempre vai ter alguém para te dizer que qualquer um pode fazer mídias sociais; b) sempre vai ter alguém para te dizer que existe outra opção melhor; e c) se você não conhecer bem o mercado, vai acabar jogando dinheiro fora.

Para que nada disso aconteça com você, aqui vão 7 benefícios das mídias sociais que você não pode ignorar:

1) O custo-benefício

Nas mídias sociais você pode publicar quando quiser ou precisar, as plataformas são gratuitas não só para publicar, mas também para trocar mensagens com pessoas interessadas no seu produto, criar relacionamento com seus clientes e mostrar o dia a dia da sua empresa. E, quando você for usar os recursos de campanhas pagas, o retorno por cada R$1 investido tem potencial para ser muito maior que em outras plataformas.

2) A autenticidade

Como você pode publicar sem custos exorbitantes, abre-se aqui a possibilidade de contar sobre sua marca, sua história e os principais diferenciais dos seus produtos. Isso tudo, além de ajudar na construção do relacionamento, faz com que as pessoas impactadas por suas campanhas pagas possam confiar na sua entrega ao fazer uma compra, mesmo que elas nunca tenham tido contato com seus produtos anteriormente. Está tudo ali no seu perfil, fácil de acessar e de conhecer você.

3) O apoio às ações em outras plataformas

Se sua marca está presente em campanhas de rádio, TV, mídia impressa, redes de display, e etc., há grandes chances de que uma pessoa interessada vá buscar por você nas mídias sociais para saber mais sobre o produto ou serviço anunciado ou abrir uma conversa para tirar dúvidas. Neste momento é fundamental ter uma presença consolidada por meio de publicações no seu feed e stories.

4) O espaço aberto para expor sua criatividade

Os dados que você pode coletar por meio das mídias sociais podem ajudar você a entender o que funciona melhor com seu público, e o melhor é poder testar diferentes abordagens criativas sem grandes custos e medo. Um bom exemplo é o recurso de stories, um espaço em que você pode criar e inventar e tudo vai embora em 24 horas.

5) O atendimento ao cliente

Esqueça aquela plataforma caríssima e difícil de usar e aproveite que 63% dos consumidores esperam encontrar um SAC via mídias sociais para estar em contato direto com as pessoas. Essa é, talvez, um dos pontos mais interessantes de marcas em mídias sociais: seu consumidor não precisa sair de onde já está para solicitar um atendimento, e as marcas passam a fazer parte do dia a dia das pessoas de uma forma que nunca antes foi possível.

6) A comunidade

Quando sua empresa está ativa nas mídias sociais, publicando conteúdos de alto valor e criando conversar significativas com as pessoas, cada consumidor que comente ou compartilhe uma de suas publicações automaticamente é uma pessoa a mais endossando a sua marca. O retorno de ter uma comunidade engajada e ativa? Pode ter certeza de que é muito maior do que podemos alcançar via campanhas, além de facilitar o processo de vendas.

7) O posicionamento mais alto nas pesquisas

De que adianta você ter um site bonitão e um blog super bem escrito se ninguém vê o que você publica? Um dos fatores que ajudam sites a terem melhor posição nos resultados do Google (ou Bing, etc.) é o tráfego que aquele site atrai e as origens desse tráfego. Assim, se você compartilhar cada nova publicação do blog com sua comunidade engajada e criar uma campanha com uma verba acessível, seu site ganhará relevância com o passar do tempo.

Dados via e via.

Categorias
Como usar as redes sociais SEO

Vale a pena ter um blog em 2020 / 2021? Veja o que os dados indicam

Confesso que sou suspeita para falar sobre blogs. E invariavelmente responderei que sim, vale a pena ter um blog em 2020, 2021 e a qualquer momento. Foi por meio de um Blogger (ou Blogspot? nem lembro ao certo) que tive uma das minhas primeiras experiências com publicações online e edição de HTML em 2000 (abafa que já se passaram 20 anos!).

De lá pra cá muita coisa mudou, mas o que não mudou é que um blog pode ser decisivo nas suas vendas e no investimento necessário para ter retorno com campanhas pagas. E é por isso que decidi traduzir para o bom e velho português os resultados da 7° Pesquisa Anual sobre Blogs, desenvolvida pela Orbit Media.

Vamos aos dados para entender porque ainda vale a pena ter um blog (e se você ainda não tem um, porque deveria repensar essa decisão).

Qual é o tamanho da concorrência?

Apenas a título de curiosidade, saiba que no mundo existem mais de 600 milhões de blogs em mais de 1,7 bilhões de sites. Mais de 2 bilhões de posts são publicados em blogs todos os anos, o que dá algo em torno de 4000 novos posts por minuto.

Em uma pesquisa de 2018, observou-se que 85% das empresas B2C (business-to-consumer, ou que vendem direto ao consumidor final) usam blogs nas suas estratégias de conteúdo e marketing digital, enquanto que 91% das empresas B2B (business-to-business, ou que fornecem para outras empresas) investem neste formato como parte da estratégia de conteúdo digital.

O Brasil é o 4° país com mais publicações em blogs.

Mas, quando analisamos a proporção entre o número de posts publicados e o tamanho da população, o Brasil fica com a 13° posição.

O que podemos aprender desses dados? Que há espaço para blogs no mercado brasileiro. Mas calma aí que eu tenho mais dados e insights para ajudar você a entender o que fazer para ativar um blog de sucesso para sua empresa ou para as empresas dos seus clientes.

Desse universo todo de publicações, 10% dos blogs acabam ficando com a maior parte do tráfego de um determinado tema. Mas o que é que os 10% melhores fazem que você ainda não faz no seu blog? Olha a lista:

  • Seus posts têm mais de 2000 palavras;
  • Cada post tem mais que 7 imagens;
  • Cada post tem, em média, 7 variações do título para compartilhamento em diferentes plataformas e momentos;
  • Contam com a colaboração de editores e outros criadores.

Além dos 10% melhores, podemos observar também o que os 5% melhores blogs fazem de diferente:

  • Investem mais de 6 horas escrevendo cada post;
  • Adicionam vídeo ao conteúdo;
  • Publicam mais de uma vez por semana.

Quanto tempo leva para escrever um bom post de blog?

A média é de 3 horas e 55 minutos atualmente. Esse dado pode ajudar, inclusive, na hora de fornecer uma proposta comercial para criação de conteúdo. Considere 4 horas de serviço por post de blog.

O mais interessante dessa linha do tempo é observar como o tempo de dedicação a cada post aumentou de 2014 para cá.

Aproveitei para perguntar lá no Instagram da Petit sobre essa questão do tempo. Aqui estão algumas das respostas que recebemos.

Samantha Schreiber, do Burnoutizadas
Como jornalista, eu herdei alguns processos de construção de texto da minha experiência em redação. Sempre faço a pesquisa antes, que é a parte do meu processo que mais varia – de duas horas a dois dias -, dependendo da complexidade do tema, se tem entrevistas ou se preciso compilar e traduzir muitos dados. Depois disso, a escrita em si leva até 2 horas.


Carol Kirsch, do gengibre.cc
Depende muito do assunto, da familiaridade que tenho com ele e do nível de profundidade que o blog se propõe a ter. Pode ser meia hora e pode ser 6 horas!


Marcia Breda, do Adoro Home Office
Eu diria que levo, em média, 3 horas para escrever um post de blog. Mas esse número de horas pode variar bastante, já que é uma construção com muitas variáveis. Por exemplo, se eu quero ouvir a opinião de entrevistados e especialistas, já sei que esse processo vai ser bem mais longo, por envolver uma produção anterior. Nesses casos posso levar dias para terminar um texto. Se vou falar sobre um assunto novo, a pesquisa prévia toma um tempo também. O contrário também acontece, quando faço textos sobre assuntos que estou muito acostumada. Nesses casos posso levar menos de 3 horas.

Qual é o tamanho ideal de um post de blog?

Em média, um post de blog em 2020 tem 1269 palavras. Mas esse número já foi bem menor, como em 2014 com a média e 808 palavras.

Apesar da média, lembre que os posts com mais de 2000 palavras acabam se destacando entre os 10% dos melhores resultados!

Com que frequência devo publicar no blog?

A questão até não é mais a frequência, que acabou diminuindo conforme as publicações foram ficando mais longas. O que importa atualmente é manter a recorrência ao mesmo tempo em que se mantém a alta qualidade.

De nada adianta publicar 2000 palavras diariamente se elas não agregam nada ao seu leitor. É melhor encontrar um equilíbrio entre frequência e tempo de dedicação ao blog, com o objetivo sempre de criar o melhor conteúdo possível.

Que tipo de conteúdo devo publicar no blog?

Não é nada surpreendente, mas os posts no formato how-to (como fazer) são os mais populares. Afinal, qual é o leitor que não gosta de aprender a fazer alguma coisa nova e qual é a empresa que não tem nada para ensinar?

Depois dos posts educativos (77% das publicações), temos na sequência as listas (57%); notícias e tendências (47%), guias e e-books (43%); artigos de opinião (43%); entrevistas (39%); conteúdo pago ou com paywall (30%); webinários (29%); infográficos (29%) e posts roundup que incluem dicas de especialistas, por exemplo (23%).

Em relação ao retorno (vendas, tráfego, etc.) das publicações, os produtores de conteúdo entrevistados na pesquisa indicam que os melhores formatos são conteúdo pago; entrevistas; guias e e-books; roundups; webinários; seguidos por infográficos; listas; posts como-fazer; notícias e tendências; e artigos de opinião.

O que não pode faltar no seu post?

Em geral, posts têm imagens (90%), mas também é comum encontrar estatísticas; citações de outros profissionais; vídeo e áudio.

O interessante neste ponto é observar como os blogs são visuais, e que poucos usam o recurso de trazer uma citação, que é uma opção de baixo custo e que aumenta o tráfego de forma orgânica. Tanto que, observando os relatos de resultado, posts com vídeo; citações e estatísticas são os que têm melhor performance.

O crescimento do conteúdo autoral

Quando se pensa em fontes de conteúdo, os dados e as informações podem vir de outros blogs, sites, revistas, livros, etc. ou podem ser coletadas pelo próprio autor do post. Essa segunda opção tem aparecido cada vez mais nas publicações.

O que se observa enquanto tendência é a publicação de dados de uma pesquisa própria pelo menos uma vez ao ano.

Como promover e gerar tráfego para seu blog?

Com uma certa frequência vejo que as pessoas insistem em acreditar que basta publicar conteúdo de alto valor e o Google vai fazer o resto. Não é assim (seria bom se fosse!), definitivamente. E você precisa de divulgação para que seu esforço de criação de conteúdo dê resultados.

O que mais chama a atenção é um crescimento contínuo do uso do e-mail marketing como forma de geração de tráfego, enquanto o uso das demais plataformas (mídias sociais, SEO, compartilhamento por influenciadores e campanhas pagas) apresenta queda.

De acordo com os produtores de conteúdo entrevistados, os melhores resultados são obtidos por meio de campanhas pagas e compartilhamento por influenciadores.

Preciso fazer SEO para meu blog?

Sim, sim e sim. Tudo bem que nem todos os temas interessantes correspondem a palavras-chave com alta procura e pouca concorrência, mas é importante estar sempre de olho nos dados de otimização do conteúdo para as plataformas de pesquisa.

Apenas 17% dos produtores de conteúdo entrevistados não se preocupam com SEO, o restante dos criadores faz pesquisa de palavras-chave para pelo menos parte das suas publicações.

Com que frequência devo atualizar meus posts?

Se você faz sua tarefa de casa e analisa os dados do seu blog, você sabe que muitas vezes são as publicações mais antigas que trazem a maior parte do tráfego orgânico para seu blog. E é por isso que a atualização de conteúdo precisa fazer parte da sua rotina de criação de conteúdo.

De acordo com os dados da pesquisa, 70% dos criadores entrevistados atualizam posts antigos como parte da rotina de criação de conteúdo e estratégia de conteúdo.

E, para concluir, quais são as melhores práticas para blogs em 2020 e 2021?

Quem sabe você já inclui algumas novas estratégias para seu blog em 2021? E depois conta pra gente o que deu certo!

Categorias
Como usar as redes sociais Empreender em Social Media Facebook Instagram

O Que Mudou no Comportamento Digital do Consumidor Durante a Pandemia?

Muita coisa mudou em 2020, né? Algumas empresas descobriram que dá para vender online e ter bons resultados, outras fecharam, algumas pessoas se redescobriram no isolamento e muita gente aprendeu a fazer pão.

E tudo isso foi compartilhado em tempo real nas redes sociais, então o Twitter compilou uma série de dados da pandemia que nos ajudam a entender o que mudou na vida das pessoas desde março de 2020.

Aqui estão os dados que considerei mais interessantes para compartilhar com você:

– O termo ‘Live’ foi o mais usado nas conversas sobre música de março a abril;

– 17 de março de 2020 foi o dia mais triste da história do Twitter desde que as emoções dos tweets começaram a ser monitoradas em 2009;

– As conversas sobre saúde mental aumentaram 41% no Twitter desde março;

– A maioria das pessoas acredita que as marcas agora devem ser solidárias, positivas, informativas e atenciosas;

– Só 7% acreditam que o tom da comunicação das marcas não precisa mudar;

– As pessoas estão publicando 50% mais na rede social;

– 59% das pessoas se sentem inseguras em relação às suas finanças pessoais;

– As menções diárias sobre pão cresceram 37%.

E o que nós, enquanto profissionais das mídias sociais, devemos fazer neste momento?

  1. Procurar formas de se conectar virtualmente com os seguidores abraçando um pouco mais as imperfeições. O importante é transmitir sua mensagem, não precisa ser uma megaprodução.
  2. Nos adaptar às mudanças de emoção do público e entender que o tom de voz das marcas precisa estar em constante evolução.
  3. Buscar formas mais sustentáveis de trabalhar, permitindo que nossa saúde mental seja protagonista da história e não um incômodo.
  4. Ser realmente honesto, se responsabilizar pelos posicionamentos da marca e não só falar sobre os temas do momento por falar.
  5. Entender como as conversas da sua marca podem trazer conhecimento e dicas para as pessoas, com conteúdos autênticos e engajados com todos os grupos.
  6. Incentivar a desaceleração.

Se interessou pelo assunto?

Então baixe o estudo completo do Twitter para ver todos os detalhes (é maravilhoso, recomendo): NovasConversas_Analise_de_Comportamentos_Twitter (2).

Categorias
Como usar as redes sociais Empreender em Social Media Facebook Instagram Métricas SEO

4 Coisas que Você Deve Fazer Depois de Publicar um Novo Post no Seu Blog

Manter um blog atualizado é, possivelmente, a melhor forma de gerar tráfego para seu site, e isso vale para qualquer área de atuação. Mas depois de publicar no seu blog há 4 coisas que você precisa fazer ou seu post acabará se perdendo por falta de tráfego.

Um bom blog é importante para melhorar a posição do seu site no Google ou Bing, e ainda, para gerar tráfego de pessoas interessadas nas palavras-chave relacionadas ao seu negócio. E leitores podem virar consumidores, então continue a ler para ver como começar com o pé direito depois de clicar em ‘Publicar’.

1. Solicite a indexação do seu novo post no Google

Se a ideia é ter um blog que gere tráfego, a primeira coisa que você precisa fazer é garantir que o Google faça a indexação do seu post. Para isso, você precisa acessar a guia de Inspeção de URL do Google Search Console, colar a URL do seu post e aguardar a inspeção. Ao terminar, você verá um aviso de que esta página ainda não aparece nos resultados de pesquisa do Google, então clique em Solicitar Indexação.

O Google Search Console verificará se a nova página tem algum problema e, se estiver tudo certo, fará a indexação dela e você verá todos os elementos cinza ficarem verdes.

Pronto, seu post está ao vivo e disponível para o mundo. Vamos ao próximo passo?

2. Compartilhe nas redes sociais.

Parece até bobo dizer isso, mas se você precisa gerar tráfego a melhor forma de fazer isso é compartilhar seu link com o público que já conversa com sua marca nas redes sociais.

Antes de compartilhar seu post no Facebook, lembre de inspecionar sua URL no Depurador de Compartilhamento para ter certeza de que a imagem e o título corretos serão exibidos na sua publicação.

No Instagram você não pode usar um link no texto de descrição do seu post (bem, você até pode, mas ele não será clicável e acaba mais atrapalhando que ajudando), então lembre de pedir aos seus seguidores que cliquem no link que está no seu perfil.

Aproveite para ver nosso post sobre as 6 formas de compartilhar links no Instagram.

Se sua empresa está presente também em Twitter, LinkedIn e outras plataformas de redes sociais, compartilhe seu post por lá também e não esqueça do Pinterest.

O Pinterest  é plataforma muitas vezes deixadas de lado, mas se usado direitinho pode trazer resultados expressivos em Alcance para a marca (especialmente se sua marca estiver dentre as 10 categorias mais pesquisadas no Pinterest – Alimentos e bebidas; Decoração; Turismo; Saúde e Bem-Estar; Moda; Cabelo e Beleza; Faça-Você-Mesmo e Artesanato; Entretenimento; Casamentos; Eventos e Feriados).

Nosso desempenho recente no Pinterest. E o melhor: 100% orgânico.

3. Divulgue o post para seus assinantes

Você tem uma lista de assinantes, pessoas que já indicaram que gostariam de receber novidades sobre sua marca? Este é um bom momento para conversar com elas, mas lembre que não pode ser a única ocasião em que você conversa com as pessoas. Dê uma olhada no nosso post sobre Funil de Marketing para entender melhor como o e-mail entra na sua relação digital com consumidores.

4. Mantenha seu post atualizado

Se você pensa que seu trabalho termina no momento em que o post vai ao ar, está se enganando. Para que seu blog seja uma fonte de tráfego você precisará ter atenção aos sinais que indicam que seu conteúdo precisa ser atualizado.

O próprio Google Search Console pode ajudar você com isso, mas também o Google Analytics e outras ferramentas, como Ubersuggest (quem já fez nosso curso de mídias sociais sabe o quanto essa é uma ferramenta útil) e ClickFlow.

Anotou os 4 passos? Então agora é hora de criar seu novo post e colocá-los em prática!

Categorias
Como usar as redes sociais Instagram

Como usar os stories do Instagram para conquistar seguidores?

Você usa os stories do Instagram na sua estratégia de mídias sociais? Se a resposta for sim, este post é um checklist para você ter certeza de que está usando todos os recursos da plataforma corretamente. Se sua resposta for não, este post vai ajudar você a entender como fazer o melhor uso dos stories do Instagram para conquistar seguidores.

Para começar, alguns dados interessantes. De todas as visualizações de stories de Instagram diariamente, 1/3 são de empresas. E os stories são usados por 500 milhões de pessoas diariamente ao redor do mundo. Ou seja, os usuários da plataforma não apenas publicam stories como também visualizam eles e isso abre uma oportunidade para você que está querendo conquistar seguidores do Instagram.

O que são os stories do Instagram?

Os stories são publicações em formato vertical que ficam disponíveis por 24 horas e depois desaparecem, a não ser que você crie Destaques para salvá-los no seu perfil (Clique aqui para ver como criar e usar os Destaques do Instagram).

Como usar os stories do Instagram?

  1. Abra o aplicativo do Instagram e clique na câmera, no canto superior esquerdo da tela;
  2. Toque no círculo branco na parte inferior da tela para tirar uma foto;
  3. Ou toque e segure este mesmo botão para gravar um vídeo;
  4. Ou clique no botão à esquerda do círculo branco para selecionar fotos e vídeos salvos no seu celular.

Como saber quantas pessoas visualizaram seus stories do Instagram?

Para acompanhar os dados de análise das publicações em tempo real, siga os seguintes passos:

  1. Abra o aplicativo do Instagram e clique no botão ‘Seu Story’, no canto superior esquerdo da tela;
  2. Ao abrir o seu story publicado você verá uma contagem de visualizações na parte inferior da tela;
  3. Clique nele ou arraste para cima para ver alista de pessoas que visualizaram e, também, informações de quantas dessas pessoas clicaram em algum sticker do story, visitaram seu perfil, etc.;
  4. Apesar de ficarem publicados por apenas 24 horas, a lista de visualizadores pode ser acessada por 48 horas e os demais insights (dados e informações) ficam disponíveis por 14 dias na guia Informações do seu perfil comercial.

Como usar os stickers dos stories do Instagram?

Aqui é que começamos a falar sobre aumentar o alcance dos seus stories e conquistar novos seguidores. O segredo, além de criar conteúdo interessante e que as pessoas queiram ver, é usar os stickers certos para cada ocasião.

  • Stickers de hashtag e localização ajudam a aumentar o alcance e visualizações;
  • Stickers de GIFs, música e emojis ajudam a expressar sentimentos e o mood geral do seu negócio;
  • Stickers de enquete, perguntas, contagem regressiva, teste, ‘Manda uma DM’, etc., ajudam a aumentar as interações dos seus stories;
  • Stickers de marcação de produtos, ‘Apoie as pequenas empresas’ e ‘Pedidos de Refeição’, ajudam empresas a divulgarem seus produtos e gerar mais conversões.

Para adicionar stickers do Instagram nos seus stories, comece escolhendo o que você vai publicar (foto, vídeo) e, na parte superior da tela do editor de stories, clique no botão que parece um adesivo com uma carinha sorridente. Assim, você abrirá a lista de stickers disponíveis para o seu perfil. Note que talvez alguns stickers não apareçam (é o caso do sticker de música, que não está disponível no nosso perfil). A partir daí, basta clicar no sticker que você quer usar e seguir as instruções da tela para cada um deles.

Como aumentar as chances de conquistar novos seguidores com meus stories?

Já falei sobre o uso dos stickers de hashtags e de localização, que ajudam a aumentar o alcance dessas publicações, mas além disso há outros fatores para levar em consideração.

  • Prefira publicar vídeos. Isso porque o vídeo começa a tocar assim que o usuário chega ao seu story, e pode aumentar a chance de ganhar a atenção das pessoas;
  • Crie para os stories. Dar atenção ao formato é importante e demonstra ao usuário que você se preocupa com a imagem de profissionalismo da sua marca;
  • Vá além de simplesmente repostar. O repost (compartilhar os stories de alguém que mencionou você) é importante para estreitar laços com seus seguidores, mas eles têm menor chance de viralizar, por isso invista em criação de conteúdo exclusivo para os stories.

Dicas finais:

  • Uma boa imagem pode ser melhor que um vídeo meia-boca.
  • Os primeiros 3 segundos do seu story são decisivos, lembre de usar sua mensagem mais forte no começo.
  • Entregue valor nos stories. Eles precisam contar uma história e levar algo de novo para os seguidores.
  • Lembre da CTA. O que a pessoa deve fazer depois de ver seu story: visitar o perfil, clicar no link, responder, compartilhar? Deixe isso claro.
  • 60% dos stories são visualizados com áudio, então vale usar música ou narração para ganhar a atenção dos seus seguidores.
  • Resolução recomendada: 1080 x 1920.
  • Tamanho máximo do arquivo: 30MB para imagens e 4GB para vídeo.
  • Duração máxima do vídeo: 15 segundos.
  • Espaço seguro: deixe livre 250 pixels no cabeçalho e 250 pixels no rodapé dos stories, para não ficar com texto ou logos abaixo da caixa de comentários ou do avatar do seu perfil.

E então? Bora dominar os stories?

Categorias
Como usar as redes sociais Instagram

Comprar seguidores do Instagram: O que você precisa saber

Ter mais seguidores é desejo comum dentre as empresas e os criadores de conteúdos no Instagram. ‘Como comprar seguidores no Instagram’ é uma pergunta frequente e, muitas vezes, vemos as pessoas comprando seguidores do Instagram ou usando bots na tentativa de conquistar um perfil maior. E quando esses seguidores chegam, o que acontece?

Por que você gastaria dinheiro com isso?

Há duas principais razões. Uma delas é a percepção do consumidor de que perfis grandes são confiáveis. Além disso, algumas funcionalidades apenas são liberadas quando o perfil tem mais de 10 mil seguidores, como a possibilidade de inserir links nos Stories.

E como fazer para comprar seguidores do Instagram?

Para comprar seguidores do Instagram você não precisa fazer nada de muito difícil. Mas, antes de mais nada, você precisa entender a diferença entre a compra direta de seguidores e o uso de automações para seguir usuários esperando que sigam de volta.

Automação é usar um robô (bot) que segue usuários que têm comportamentos ou interesses específicos. O robô define isso a partir da análise dos perfis seguidos, uso de hashtags, etc. E você pode, ainda, configurar os bots para curtir e comentar publicações.

Apesar de serem simples, as automações trazem alguns problemas. Por exemplo, os comentários completamente aleatórios nas publicações, como “Great pic!” ou “Good!”.

E o seu perfil pode, ainda, sofrer punições do Instagram, já que várias dessas ferramentas já foram bloqueadas da plataforma e o Instagram se posiciona contra ações automatizadas, que considera como Spam e que vão contra o uso para o qual ele foi criado.

Comprar seguidores, por sua vez, é bem o que o nome indica: você conecta sua conta à plataforma, paga um valor fechado e vê o número de seguidores crescer. Mas seriam esses seguidores reais?

Do outro lado dessa transação estão estruturas automatizadas ou aquelas conhecidas como “Fazendas de Likes“. Nessas fazendas há milhares de celulares conectados à internet 24 horas por dia. Muitas vezes, essas fazendas têm funcionários (pessoas reais) para operar manualmente nas contas dos contratantes. Ou seja, o funcionário até é real, mas seus seguidores e curtidas no Instagram não são.

Por que você não deveria comprar seguidores?

Quando você compra seguidores, você vê uma inflação nos números. E, ao mesmo tempo, você vê que ter milhares de seguidores não impacta no envolvimento com suas publicações. Isso acontece porque esses seguidores são funcionários de uma empresa, e eles farão apenas aquilo que está no contrato, que é seguir seu perfil.

E não farão nada a mais. Assim, você acaba com um perfil de Instagram inflado e que não traz retorno financeiro. Até porque esses não são seguidores reais, que vivem no mesmo lugar que você e podem ir até sua loja consumir o seu produto.

E qual é o problema disso?

O maior problema é que você cria uma situação negativa para a performance da marca em médio prazo. Assim, quando o consumidor observa o número de seguidores e compara com as interações, ele percebe que há algo errado. Por exemplo, imagine visitar um perfil com 100 mil seguidores que tem 10 curtidas e nenhum comentário por post. É no mínimo estranho e, consequentemente, ativa um alerta.

Além disso, há a questão de como o algoritmo do Instagram vê o seu perfil. Como sua interação é pequena em relação aos seguidores, o algoritmo entende que seu perfil não é relevante. E, assim, seu alcance cai. Já explicamos por aqui como funciona o algoritmo do Instagram e o alcance das publicações. E essa é uma situação difícil de contornar. Você teria que remover esses milhares de seguidores manualmente, e isso não vale a pena por causa do tempo envolvido.

Atualização: Novas ações contra automações no Instagram

Em 19 de novembro de 2018 o Instagram anunciou que tomaria novas atitudes contra o uso de automações. De acordo com o comunicado, contas que estiverem usando serviços de automação serão notificadas de que as interações não autênticas serão removidas Além disso, a plataforma vai sugerir que você troque sua senha.

O que fazer então?

Ao contrário de comprar seguidores, crie conteúdo de qualidade e não tenha pressa. O segredo de conquistar seguidores reais e engajados é ter foco no engajamento das publicações, e não no número de seguidores. Você também deve publicar de forma constante, mesmo que seja apenas uma vez por semana. Vale, também, conhecer cada vez melhor o seu público, para que você possa publicar o que ele realmente quer ler.

Quando falo de engajamento, estou falando da proporção entre as pessoas alcançadas e os envolvimentos com sua publicação. Para saber qual é essa taxa, anote a fórmula de (número de ações x 100)/(alcance). As ações são os envolvimentos com sua publicação, a saber, curtidas, comentários, salvamentos, compartilhamentos, visitas ao perfil e cliques no site.

O engajamento é a métrica que você deve perseguir. Ao analisar seus dados no fim do mês, é ela que precisa apresentar crescimento. O engajamento acaba sendo o melhor indicativo para saber se sua presença digital é saudável.

O que mais você pode fazer?

Você deve criar e seguir um planejamento bem estruturado de metas. Essa é a melhor forma de saber onde você quer chegar, quando quer chegar e como monetizar cada etapa da jornada. Metas estruturadas ajudam você a saber quais métricas devem ser analisadas para medir seus resultados.

Você também precisa conhecer bem a persona para quem você fala. Conheça seu publico e o que faz ele interagir com marcas em um ambiente digital. Assim é mais simples criar conteúdos melhores.

Nesse planejamento, estruture testes para descobrir quais hashtags trazem mais engajamento e pense em campanhas para levar suas publicações aos públicos interessados em consumir seus produtos.

Se você quer ter uma conta de Instagram saudável, com alto engajamento e capacidade de conversão, lembre que o trabalho em mídias sociais é como uma maratona. Os resultados não serão imediatos, mas se você conseguir seguir em um bom ritmo, poderá alcançar a linha de chegada à frente dos concorrentes.

Para finalizar, que tal ouvir o episódio 02 do nosso podcast? “Um bicho-papão chamado algoritmo” é uma história que você precisa conhecer para entender melhor como funciona essa parte das mídias sociais.


Continue lendo

Categorias
Uncategorized

Como planejar 1 mês de publicações de redes sociais de uma vez?

Então você decidiu empreender e percebeu que precisa publicar nas redes sociais para que as pessoas saibam o que você vende, como ou onde comprar seu produto e quais são os valores que norteiam sua marca. E aí, você começou a criar publicações, viu que elas trazem resultados, mas também sentiu o peso de ter que falar de alguma coisa nova quase que diariamente.

Socorro! Eu não dou conta de criar tantas publicações! O que fazer?

Não tem como fugir de publicar, isso já está claro. E seu público vai sentir falta quando você passar alguns dias em silêncio. Isso tudo se resolve com planejamento, e hoje eu vou te ajudar a estruturar um planejamento de publicações para o mês inteiro. Quer aprender? Me acompanha nos próximos parágrafos.

Primeiro passo: Comece 2 semanas antes do próximo mês

Sim, um dos grandes benefícios de planejar é não sentir mais tanto estresse no dia a dia e, para isso, você vai precisar se adiantar. Antes de mais nada você vai precisar organizar as ferramentas de que precisa. Recomendo começar escolhendo um calendário – pode ser virtual, impresso em folha A4 ou a boa e velha agenda – e fazendo uma lista das ações comerciais que você planeja para o mês.

Em que dias você fará uma promoção? Quais produtos entrarão em oferta? Quando você receberá novos produtos? Você fará algum lançamento durante o mês? E observe que, quando eu digo que é para fazer uma lista, me refiro a escrever mesmo. Colocar no papel cria mais comprometimento entre você e sua empresa.

Segundo passo: Organize seu calendário

No seu calendário, comece anotando as datas das ações comerciais. Com elas no papel, verifique quantos dias antes você começará a falar de cada uma delas e com que frequência. Suas primeiras publicações do mês já estão desenhadas.

Feito isso, distribua pelo calendário algumas publicações sobre sua marca. O que é o coração da sua empresa? No caso de um restaurante orgânico que faz questão de comprar apenas insumos locais, o coração da empresa pode ser falar sobre os fornecedores, apresentar a fazenda de onde vem um ingrediente muito usado, por exemplo. É bom trazer publicações com esses valores de marca 1 vez por semana ou pelo menos a cada 10 dias.

Por fim, pense em como você pode mobilizar seu público ao redor da sua marca. Sobre quais temas você pode publicar para iniciar conversas com os consumidores? No exemplo do restaurante orgânico ali de cima, podemos perguntar quais são os pratos preferidos dos clientes, dar uma receita, pedir uma dica, etc.

Terceiro passo: Coloque a mão na massa.

Agora que você tem o calendário definido, chegou o momento de criar as publicações de fato. Defina o que vai ser foto e o que vai ser vídeo, faça uma revisão em fotos e vídeos que você já tem e verifique se algo pode ser usado. Se você precisar de novas artes, fotos e vídeos, quem vai fazer? Você tem alguém que trabalhe com você e possa assumir parte dessas tarefas? Você tem duas semanas para organizar todo o material de que precisa e fazer o agendamento das publicações, o que é tempo suficiente para deixar tudo pronto.

E então, pronta para criar seu calendário do próximo mês?

Via

Categorias
Como usar as redes sociais Facebook Instagram

Como escolher a plataforma de mídias sociais certa para sua marca?

Para saber em quais plataformas de mídias sociais divulgar sua marca é importante considerar a demografia do seu público.

Já falamos sobre a Geração Z no blog (clique aqui para ler), com direito a 11 dados sobre os nascidos a partir dos anos 2000. Mas e as demais gerações, quais redes sociais usam e como esses hábitos definem suas decisões de compra?

Para alinharmos tudo antes de começar, chamamos de Baby Boomers aquelas apessoas nascidas após o fim da 2° Guerra Mundial.

A Geração X é formada pelos nascidos entre 1960 e 1980.

A Geração Y (também conhecidos como Millenials), são pessoas nascidas entre 1980 e 2000.

Por fim, a Geração Z é a dos nascidos a partir dos anos 2000.

75% dos millenials tomam decisões de compra influenciados pela presença de uma marca em mídias sociais.

Dependendo da geração, as pessoas passam mais do seu tempo em uma ou outra plataforma. De acordo com os dados da Animoto, essas são as plataformas com maior tempo de uso por cada grupo:

Geração Z: YouTube | Instagram (Feed e Stories) | Snapchat

Geração Y: YouTube | Facebook (Feed e Stories)

Geração X: YouTube | Facebook (Feed e Stories)

Baby Boomers: YouTube | Facebook (Feed)

De acordo com os dados do We Are Social + Hootsuite o YouTube é a plataforma mais usada no Brasil, 96% das pessoas acessam o site pelo menos uma vez por mês. Em seguida estão o Facebook (90%); WhatsApp (88%); e Instagram (79%).

O YouTube é a plataforma escolhida como apoio de decisão de compra da Geração Z, Millenials e Geração X.

Uma tendência que se observa, também, é a do vídeo como criativo de publicações e anúncios. Essa opção acaba influenciando a confiança dos consumidores em relação às marcas. 70% dos Millenials (Geração Y) confiam mais em marcas que publicam vídeos do que nas que não usam este formato. Nas demais gerações a parcela é menor mas, ainda assim, chama a atenção: 52% da Geração Z, 52% da Geração X e 38% dos Baby Boomers confiam mais em marcas que publicam vídeos sobre seus produtos.

Os Baby Boomers passam a maior parte do seu tempo no YouTube e Facebook.

As plataformas são usadas de formas diferentes pelas diferentes gerações. Para seguir marcas, a Geração Z prefere o Instagram, enquanto as Gerações X e Y preferem o Facebook. Para descobrir novos produtos, a Geração Z e a X recorrem ao YouTube, e os Millenials usam o Facebook. A decisão de compra, por sua vez, é influenciada pelo YouTube na Geração Z, Y e X.

E com o seu público, como você observa o uso das plataformas de mídias sociais?

Categorias
Copywriting Empreender em Social Media

Como criar uma página de vendas que realmente venda?

Seu site não está trazendo resultados para você? Uma boa página de vendas tem uma anatomia própria, aqui tem um modelo de 8 partes que você pode colocar em prática hoje mesmo.

Parte 1 – Títulos e subtítulos

Você já deve saber que nem todo mundo lê uma página de vendas até o fim. Isso acontece porque algumas pessoas são mais impulsivas que outras.

Quem age por impulso vai ler menos e decidir antes. Quem precisa se sentir 100% seguro na compra, vai precisar de mais estímulo (e mais texto) antes de clicar em Comprar.

É por isso que uma boa página de vendas contempla essas diferentes personalidades. E é por isso que seu título e subtítulo precisam ser impactantes, deixar claro o que é o produto ou serviço, e fazer a pessoa que está do outro lado parar tudo o que está fazendo para ler.

Para isso, você precisa focar em:

  • Qual é o benefício central do seu produto ou serviço?
  • Como você pode despertar alguma emoção no consumidor?

O resultado precisa ser uma frase que diga tudo (os exemplos são extremos, para deixar clara a ideia, não leve muito a sério, ok?), como:

“Você comete estes erros na limpeza da sua pele?” – Poderia ser a chamada para um kit de limpeza, tonificação e hidratação.

“Que hábito você quer mudar em 21 dias?” – Poderia ser a chamada para um curso que ensine a focar em novos comportamentos.

“Seu sorriso branco em 3 semanas” – Poderia ser a chamada para a venda de um serviço de clareamento dental.

Parte 2 – Qual é a maior frustração do seu cliente?

Depois de criar títulos e subtítulos, chegou a hora de começar a escrever seu texto. O melhor caminho a seguir é ter como ponto de partida a maior frustração do seu cliente. Uma boa forma de fazer isso é usando a estrutura de perguntas, como:

“Sua pele perdeu o brilho?”

“Você já tentou fazer algo novo, mas largou a ideia no meio do caminho?”

“Você deixa de sorrir nas fotos por ter vergonha do seu sorriso?”

Parte 3 – Apresente sua solução

Chegou seu momento de brilhar. Agora você deve apresentar a forma como seu produto ou serviço pode ser a solução para seu cliente. Para isso, apresente benefícios e características, mas mantenha sempre um foco maior nos benefícios.

Tenha o cuidado de descrever tudo em detalhes e sempre deixar claro a importância de cada um dos itens. Por exemplo: se seu curso sobre hábitos incluir uma consultoria individual, explique como ela é um ponto que diferencia seu curso dos demais.

Nesta etapa, poderíamos ter frases como:

“Imagine se você pudesse trazer de volta a vitalidade da sua pele.”

“E se você pudesse desenvolver estratégias para não abandonar novos hábitos?”

“Nós temos a solução que vai trazer de volta seu sorriso.”

Parte 4 – Apresente sua oferta

Chegamos à chamada para ação (ou CTA – call to action). Se você olhar a página da Formação em Social Media verá que a CTA está na parte superior. Isso porque a pessoa do outro lado pode já estar pronta para a venda. Mas você pode (e deve) testar diferentes posicionamentos da CTA na página para entender como seu público reage e o que traz a maior conversão.

O texto do botão que inicia o processo de compra pode ser simples, como: Comprar; Comprar agora; Fazer inscrição. Ou pode ser uma versão um pouco mais elaborada, como: Eu quero!; Quero aproveitar esta oferta; Estou pronta para mudar minha vida.

Importante: esta seção da página precisa trazer informações sobre forma de pagamento, o que está incluído, duração da oferta, enfim, tudo o que pode ser necessário para acabar com qualquer dúvida do comprador.

Passo 5 – Quem é você?

É fundamental se apresentar para seu consumidor. O foco desta apresentação é contar as razões que tornam você a pessoa indicada para fazer esse produto ou serviço dar certo. Estruture uma bio curta, com detalhes da sua formação e experiência, apresentando o que diferencia você ou sua empresa das demais.

E, claro, insira uma foto sua. 🙂 Fotos transmitem ainda mais segurança.

Passo 6 – Selecione seu público

Não interessa o que você esteja vendendo, este produto ou serviço não é adequado para todo o mundo. Então, estruture uma lista de quais são as pessoas que mais podem se beneficiar do seu produto ou serviço.

Para introduzir essa seção, você pode usar frases como:

“Este produto é o certo para você?”

“Quem deve usar este produto?”

Assim, se a pessoa não se encaixar naquelas características, ela poderá seguir adiante e você não terá que se preocupar com reembolsos no futuro.

Passo 7 – Perguntas Frequentes

O que as pessoas deveriam estar se perguntando ao entrar em contato com seu produto? A lista de Perguntas Frequentes é importante para tornar clara alguma dúvida que seus clientes tenham, mas ela é mais importante ainda, para abordar as objeções mais comuns ao seu produto.

Apresente essa seção em formato de perguntas e respostas, de forma a deixar as informações claras e acabar com qualquer dúvida que esteja impedindo a pessoa de finalizar a compra.

Passo 8 – Avaliações

Sabe o que vende mais que a sua página? Outras pessoas.

Ter avaliações publicadas (seja em formato de estrelinhas, seja em formato de depoimentos) é importante para demonstrar que seu produto é real e que ele entrega o resultado oferecido por você no decorrer da página. Além disso, trazer avaliações de outras pessoas faz com que sua oferta seja ainda mais confiável. o que aumenta o desejo do comprador.

Categorias
Como usar as redes sociais Empreender em Social Media Facebook Instagram WhatsApp

Checklist para vendas online

Quem tem uma loja física sentiu mais fortemente os efeitos do distanciamento social, e muitas dessas empresas decidiram começar a vender pela internet. Sua empresa fez essa mudança? Olha esse checklist que vai ajudar você a melhorar a experiência dos seus clientes e aumentar seus resultados.

E continue lendo, porque tem mais alguns detalhes depois da imagem. 😉

1 – Escolha sabiamente seus canais de venda

Você não precisa estar presente em todas as plataformas, mas quando escolher uma plataforma, você precisa usá-la da melhor forma. Não adianta, por exemplo, ter um perfil no Pinterest se você não tem tempo de atualizar as informações por lá.

Você pode vender apenas pelo Instagram ou WhatsApp, não precisa obrigatoriamente usar todas. Neste caso, menos é mais.


2 – Defina claramente sua política de trocas.

Nas vendas online é fundamental seguir o que diz o Código de Defesa do Consumidor, mas você pode ir além e criar diferenciais nas regras de troca ou devolução. Comece colocando no papel quais são os prazos, qual é o procedimento, em que situações será feita a troca ou a devolução, etc.

3 – Descreva seus produtos nos mínimos detalhes.

Quanto mais você explicar seus produtos, menores serão as dúvidas dos seus clientes. Quanto menores as dúvidas, maior a chance de fazer a venda.
Para alimentos, indique listas de ingredientes, tabela nutricional, adequação a possíveis restrições alimentares, peso, tamanho, etc. Para vestuário, indique as medidas, explique como a cliente deve se medir, dê detalhes de acabamentos, indique como as peças devem ser lavadas.

4 – Facilite o pagamento.

É claro que o pagamento por depósito bancário tem custos reduzidos, mas é um processo de pagamento que leva um dia para ser confirmado, exige que o comprador envie comprovantes e não dá a opção de parcelamento.
Pesquise as taxas de plataformas de pagamento e, ao invés de enviar dados do seu banco, envie um link para que o cliente escolha como quer pagar, se quer parcelar ou pagar à vista.

São 4 passos simples que podem turbinar seu resultado de vendas online. Bora colocar em prática?

Publicado originalmente aqui.