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O Que Mudou no Comportamento Digital do Consumidor Durante a Pandemia?

Muita coisa mudou em 2020, né? Algumas empresas descobriram que dá para vender online e ter bons resultados, outras fecharam, algumas pessoas se redescobriram no isolamento e muita gente aprendeu a fazer pão.

E tudo isso foi compartilhado em tempo real nas redes sociais, então o Twitter compilou uma série de dados da pandemia que nos ajudam a entender o que mudou na vida das pessoas desde março de 2020.

Aqui estão os dados que considerei mais interessantes para compartilhar com você:

– O termo ‘Live’ foi o mais usado nas conversas sobre música de março a abril;

– 17 de março de 2020 foi o dia mais triste da história do Twitter desde que as emoções dos tweets começaram a ser monitoradas em 2009;

– As conversas sobre saúde mental aumentaram 41% no Twitter desde março;

– A maioria das pessoas acredita que as marcas agora devem ser solidárias, positivas, informativas e atenciosas;

– Só 7% acreditam que o tom da comunicação das marcas não precisa mudar;

– As pessoas estão publicando 50% mais na rede social;

– 59% das pessoas se sentem inseguras em relação às suas finanças pessoais;

– As menções diárias sobre pão cresceram 37%.

E o que nós, enquanto profissionais das mídias sociais, devemos fazer neste momento?

  1. Procurar formas de se conectar virtualmente com os seguidores abraçando um pouco mais as imperfeições. O importante é transmitir sua mensagem, não precisa ser uma megaprodução.
  2. Nos adaptar às mudanças de emoção do público e entender que o tom de voz das marcas precisa estar em constante evolução.
  3. Buscar formas mais sustentáveis de trabalhar, permitindo que nossa saúde mental seja protagonista da história e não um incômodo.
  4. Ser realmente honesto, se responsabilizar pelos posicionamentos da marca e não só falar sobre os temas do momento por falar.
  5. Entender como as conversas da sua marca podem trazer conhecimento e dicas para as pessoas, com conteúdos autênticos e engajados com todos os grupos.
  6. Incentivar a desaceleração.

Se interessou pelo assunto?

Então baixe o estudo completo do Twitter para ver todos os detalhes (é maravilhoso, recomendo): NovasConversas_Analise_de_Comportamentos_Twitter (2).

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4 Coisas que Você Deve Fazer Depois de Publicar um Novo Post no Seu Blog

Manter um blog atualizado é, possivelmente, a melhor forma de gerar tráfego para seu site, e isso vale para qualquer área de atuação. Mas depois de publicar no seu blog há 4 coisas que você precisa fazer ou seu post acabará se perdendo por falta de tráfego.

Um bom blog é importante para melhorar a posição do seu site no Google ou Bing, e ainda, para gerar tráfego de pessoas interessadas nas palavras-chave relacionadas ao seu negócio. E leitores podem virar consumidores, então continue a ler para ver como começar com o pé direito depois de clicar em ‘Publicar’.

1. Solicite a indexação do seu novo post no Google

Se a ideia é ter um blog que gere tráfego, a primeira coisa que você precisa fazer é garantir que o Google faça a indexação do seu post. Para isso, você precisa acessar a guia de Inspeção de URL do Google Search Console, colar a URL do seu post e aguardar a inspeção. Ao terminar, você verá um aviso de que esta página ainda não aparece nos resultados de pesquisa do Google, então clique em Solicitar Indexação.

O Google Search Console verificará se a nova página tem algum problema e, se estiver tudo certo, fará a indexação dela e você verá todos os elementos cinza ficarem verdes.

Pronto, seu post está ao vivo e disponível para o mundo. Vamos ao próximo passo?

2. Compartilhe nas redes sociais.

Parece até bobo dizer isso, mas se você precisa gerar tráfego a melhor forma de fazer isso é compartilhar seu link com o público que já conversa com sua marca nas redes sociais.

Antes de compartilhar seu post no Facebook, lembre de inspecionar sua URL no Depurador de Compartilhamento para ter certeza de que a imagem e o título corretos serão exibidos na sua publicação.

No Instagram você não pode usar um link no texto de descrição do seu post (bem, você até pode, mas ele não será clicável e acaba mais atrapalhando que ajudando), então lembre de pedir aos seus seguidores que cliquem no link que está no seu perfil.

Aproveite para ver nosso post sobre as 6 formas de compartilhar links no Instagram.

Se sua empresa está presente também em Twitter, LinkedIn e outras plataformas de redes sociais, compartilhe seu post por lá também e não esqueça do Pinterest.

O Pinterest  é plataforma muitas vezes deixadas de lado, mas se usado direitinho pode trazer resultados expressivos em Alcance para a marca (especialmente se sua marca estiver dentre as 10 categorias mais pesquisadas no Pinterest – Alimentos e bebidas; Decoração; Turismo; Saúde e Bem-Estar; Moda; Cabelo e Beleza; Faça-Você-Mesmo e Artesanato; Entretenimento; Casamentos; Eventos e Feriados).

Nosso desempenho recente no Pinterest. E o melhor: 100% orgânico.

3. Divulgue o post para seus assinantes

Você tem uma lista de assinantes, pessoas que já indicaram que gostariam de receber novidades sobre sua marca? Este é um bom momento para conversar com elas, mas lembre que não pode ser a única ocasião em que você conversa com as pessoas. Dê uma olhada no nosso post sobre Funil de Marketing para entender melhor como o e-mail entra na sua relação digital com consumidores.

4. Mantenha seu post atualizado

Se você pensa que seu trabalho termina no momento em que o post vai ao ar, está se enganando. Para que seu blog seja uma fonte de tráfego você precisará ter atenção aos sinais que indicam que seu conteúdo precisa ser atualizado.

O próprio Google Search Console pode ajudar você com isso, mas também o Google Analytics e outras ferramentas, como Ubersuggest (quem já fez nosso curso de mídias sociais sabe o quanto essa é uma ferramenta útil) e ClickFlow.

Anotou os 4 passos? Então agora é hora de criar seu novo post e colocá-los em prática!

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Copywriting Empreender em Social Media

Como criar uma página de vendas que realmente venda?

Seu site não está trazendo resultados para você? Uma boa página de vendas tem uma anatomia própria, aqui tem um modelo de 8 partes que você pode colocar em prática hoje mesmo.

Parte 1 – Títulos e subtítulos

Você já deve saber que nem todo mundo lê uma página de vendas até o fim. Isso acontece porque algumas pessoas são mais impulsivas que outras.

Quem age por impulso vai ler menos e decidir antes. Quem precisa se sentir 100% seguro na compra, vai precisar de mais estímulo (e mais texto) antes de clicar em Comprar.

É por isso que uma boa página de vendas contempla essas diferentes personalidades. E é por isso que seu título e subtítulo precisam ser impactantes, deixar claro o que é o produto ou serviço, e fazer a pessoa que está do outro lado parar tudo o que está fazendo para ler.

Para isso, você precisa focar em:

  • Qual é o benefício central do seu produto ou serviço?
  • Como você pode despertar alguma emoção no consumidor?

O resultado precisa ser uma frase que diga tudo (os exemplos são extremos, para deixar clara a ideia, não leve muito a sério, ok?), como:

“Você comete estes erros na limpeza da sua pele?” – Poderia ser a chamada para um kit de limpeza, tonificação e hidratação.

“Que hábito você quer mudar em 21 dias?” – Poderia ser a chamada para um curso que ensine a focar em novos comportamentos.

“Seu sorriso branco em 3 semanas” – Poderia ser a chamada para a venda de um serviço de clareamento dental.

Parte 2 – Qual é a maior frustração do seu cliente?

Depois de criar títulos e subtítulos, chegou a hora de começar a escrever seu texto. O melhor caminho a seguir é ter como ponto de partida a maior frustração do seu cliente. Uma boa forma de fazer isso é usando a estrutura de perguntas, como:

“Sua pele perdeu o brilho?”

“Você já tentou fazer algo novo, mas largou a ideia no meio do caminho?”

“Você deixa de sorrir nas fotos por ter vergonha do seu sorriso?”

Parte 3 – Apresente sua solução

Chegou seu momento de brilhar. Agora você deve apresentar a forma como seu produto ou serviço pode ser a solução para seu cliente. Para isso, apresente benefícios e características, mas mantenha sempre um foco maior nos benefícios.

Tenha o cuidado de descrever tudo em detalhes e sempre deixar claro a importância de cada um dos itens. Por exemplo: se seu curso sobre hábitos incluir uma consultoria individual, explique como ela é um ponto que diferencia seu curso dos demais.

Nesta etapa, poderíamos ter frases como:

“Imagine se você pudesse trazer de volta a vitalidade da sua pele.”

“E se você pudesse desenvolver estratégias para não abandonar novos hábitos?”

“Nós temos a solução que vai trazer de volta seu sorriso.”

Parte 4 – Apresente sua oferta

Chegamos à chamada para ação (ou CTA – call to action). Se você olhar a página da Formação em Social Media verá que a CTA está na parte superior. Isso porque a pessoa do outro lado pode já estar pronta para a venda. Mas você pode (e deve) testar diferentes posicionamentos da CTA na página para entender como seu público reage e o que traz a maior conversão.

O texto do botão que inicia o processo de compra pode ser simples, como: Comprar; Comprar agora; Fazer inscrição. Ou pode ser uma versão um pouco mais elaborada, como: Eu quero!; Quero aproveitar esta oferta; Estou pronta para mudar minha vida.

Importante: esta seção da página precisa trazer informações sobre forma de pagamento, o que está incluído, duração da oferta, enfim, tudo o que pode ser necessário para acabar com qualquer dúvida do comprador.

Passo 5 – Quem é você?

É fundamental se apresentar para seu consumidor. O foco desta apresentação é contar as razões que tornam você a pessoa indicada para fazer esse produto ou serviço dar certo. Estruture uma bio curta, com detalhes da sua formação e experiência, apresentando o que diferencia você ou sua empresa das demais.

E, claro, insira uma foto sua. 🙂 Fotos transmitem ainda mais segurança.

Passo 6 – Selecione seu público

Não interessa o que você esteja vendendo, este produto ou serviço não é adequado para todo o mundo. Então, estruture uma lista de quais são as pessoas que mais podem se beneficiar do seu produto ou serviço.

Para introduzir essa seção, você pode usar frases como:

“Este produto é o certo para você?”

“Quem deve usar este produto?”

Assim, se a pessoa não se encaixar naquelas características, ela poderá seguir adiante e você não terá que se preocupar com reembolsos no futuro.

Passo 7 – Perguntas Frequentes

O que as pessoas deveriam estar se perguntando ao entrar em contato com seu produto? A lista de Perguntas Frequentes é importante para tornar clara alguma dúvida que seus clientes tenham, mas ela é mais importante ainda, para abordar as objeções mais comuns ao seu produto.

Apresente essa seção em formato de perguntas e respostas, de forma a deixar as informações claras e acabar com qualquer dúvida que esteja impedindo a pessoa de finalizar a compra.

Passo 8 – Avaliações

Sabe o que vende mais que a sua página? Outras pessoas.

Ter avaliações publicadas (seja em formato de estrelinhas, seja em formato de depoimentos) é importante para demonstrar que seu produto é real e que ele entrega o resultado oferecido por você no decorrer da página. Além disso, trazer avaliações de outras pessoas faz com que sua oferta seja ainda mais confiável. o que aumenta o desejo do comprador.

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Checklist para vendas online

Quem tem uma loja física sentiu mais fortemente os efeitos do distanciamento social, e muitas dessas empresas decidiram começar a vender pela internet. Sua empresa fez essa mudança? Olha esse checklist que vai ajudar você a melhorar a experiência dos seus clientes e aumentar seus resultados.

E continue lendo, porque tem mais alguns detalhes depois da imagem. 😉

1 – Escolha sabiamente seus canais de venda

Você não precisa estar presente em todas as plataformas, mas quando escolher uma plataforma, você precisa usá-la da melhor forma. Não adianta, por exemplo, ter um perfil no Pinterest se você não tem tempo de atualizar as informações por lá.

Você pode vender apenas pelo Instagram ou WhatsApp, não precisa obrigatoriamente usar todas. Neste caso, menos é mais.


2 – Defina claramente sua política de trocas.

Nas vendas online é fundamental seguir o que diz o Código de Defesa do Consumidor, mas você pode ir além e criar diferenciais nas regras de troca ou devolução. Comece colocando no papel quais são os prazos, qual é o procedimento, em que situações será feita a troca ou a devolução, etc.

3 – Descreva seus produtos nos mínimos detalhes.

Quanto mais você explicar seus produtos, menores serão as dúvidas dos seus clientes. Quanto menores as dúvidas, maior a chance de fazer a venda.
Para alimentos, indique listas de ingredientes, tabela nutricional, adequação a possíveis restrições alimentares, peso, tamanho, etc. Para vestuário, indique as medidas, explique como a cliente deve se medir, dê detalhes de acabamentos, indique como as peças devem ser lavadas.

4 – Facilite o pagamento.

É claro que o pagamento por depósito bancário tem custos reduzidos, mas é um processo de pagamento que leva um dia para ser confirmado, exige que o comprador envie comprovantes e não dá a opção de parcelamento.
Pesquise as taxas de plataformas de pagamento e, ao invés de enviar dados do seu banco, envie um link para que o cliente escolha como quer pagar, se quer parcelar ou pagar à vista.

São 4 passos simples que podem turbinar seu resultado de vendas online. Bora colocar em prática?

Publicado originalmente aqui.

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O que faz um Social Media?

Parece legal a ideia de passar o dia nas redes sociais, observando os memes do momento. E talvez até seja mesmo, mas se você é um Social Media (ou profissional das mídias sociais) você não fará isso em um dia de trabalho.

Mas então o que faz um social media?

A profissão é nova (comparando com as profissões do marketing que existem desde o século 19) e, na verdade, não tem uma graduação específica até agora. Quando comecei a trabalhar com isso, há uma década, não existia toda a estrutura que temos hoje de plataformas para negócios, de ferramentas e recursos que podem ser usados para fazer uma empresa vender algo nas redes sociais.

Ou seja, quando cheguei aqui tudo era mato.

A pessoa que trabalha com mídias sociais pode trabalhar em uma área específica ou pode combinar saberes de duas ou mais áreas. Eu, por exemplo, sou em primeiro lugar uma estrategista de mídias digitais, mas também entendo de copywriting e monitoramento.

Se você está em dúvida sobre trabalhar com mídias sociais, aqui está um checklist de habilidades desejadas:

– Saber muito sobre marketing;
– Dominar a língua portuguesa;
– Não ter medo de números;
– Saber usar planilhas (Excel e afins);
– Ter conhecimento de informática;
– Ter noções de estética;
– Ter visão estratégica;
– Entender pessoas e ter empatia;
– Acompanhar notícias e atualidades;
– Estar sempre aberta e curiosa para aprender o que você ainda sabe.

Além dessas, é preciso conhecer as plataformas de redes sociais de forma aprofundada. Hoje temos plataformas diversas, e para todas elas o profissional deve saber:

– Regras e Políticas de uso;
– Uso de plataformas profissionais (as plataformas business de cada rede);
– Possibilidades de compra de mídia digital;
– Configurações gerais e específicas de páginas, perfis comerciais, contas de anúncios, etc.;
– Como coletar dados para analisar o resultado do trabalho;
– Comportamento do usuário de cada plataforma;
– Melhores formatos de conteúdo para cada uma;
– Como monitorar o que as pessoas falam da sua marca;
– O que é mito e o que é realidade no universo do marketing digital.

Você possivelmente não vai usar todas essas habilidades ao mesmo tempo, mas certamente terá que tomar decisões que envolvam esses conhecimentos. Assim, podemos dizer que o dia a dia do Social Media gira em torno de usar as plataformas de redes sociais para estabelecer comunicação entre a marca e as pessoas, levando à venda.

Sim, você precisa fazer seu cliente ganhar dinheiro. Sim, você será fortemente cobrada pelos seus resultados.

Uma pessoa que estude Marketing, Administração, Publicidade, Jornalismo, Relações Públicas e afins vai aprender um pouco de tudo isso na faculdade, com mais ou menos aprofundamento dependendo da formação. Por isso dizemos que essas áreas são as preferenciais para se trabalhar com mídias sociais, mas nada impede uma pessoa de outra área de estudar e fazer um bom trabalho.

Quais habilidades e conhecimentos você já tem?

Quais você quer desenvolver?

Me conta!

 

Publicado originalmente aqui.

 

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O que é o Funil de Marketing Digital? Parte 1

A maneira como as pessoas experienciam o mundo ao seu redor está sempre em movimento, isto é, o comportamento social e cultural da população não é algo estanque e inerte. Quando se trata de marketing, as mudanças foram surpreendentemente marcadas pela internet e o acesso ilimitado às informações.

Antes, as empresas utilizam técnicas invasivas para apresentar o produto aos consumidores e levá-los à compra. Uma programação na televisão é interrompida para forçar o telespectador a assistir a uma propaganda, por exemplo. É claro que esse tipo de abordagem ainda traz resultados, mas fica muito aquém do potencial do Inbound Marketing.

E para atrair, envolver e fazer com que o cliente chegue até você — por interesse próprio — é preciso saber o que é o Funil de Marketing Digital. A partir daí, você pode lançar estratégias para atingir o seu público de maneira certeira.

Quer entender melhor como o Funil de Marketing Digital funciona? Então, continue conosco, pois é sobre isso que falaremos a seguir!

O que é o Funil de Marketing Digital?

A definição do Funil de Marketing Digital é: uma estrutura para ajudar a definir, entender e acompanhar os diferentes estágios pelos quais os compradores passam durante o ciclo de vida do cliente.

Tradicionalmente, o funil era caracterizado como uma jornada linear — os compradores previsivelmente passavam por um estágio de cada vez:

  1. Consciência;

  2. Interesse;

  3. Desejo;

  4. Ação.

Hoje, as estratégias de Inbound Marketing — as quais focam na necessidade e na experiência do cliente em vez de focar no produto — levam o público-alvo até a sua empresa, atraídos pela mensagem que você transmitiu.

Esse conceito, que cria uma relação saudável com o consumidor, leva em conta a etapa em que ele se encontra no funil de vendas — que, hoje se sabe, não é linear, mas sim uma jornada cheia de voltas e reviravoltas:

  1. Consciência;

  2. Consideração — juntamente com o ciclo de pesquisa e descoberta;

  3. Compra;

  4. Experiência pós-compra e o ciclo de fidelidade.

O Funil de Marketing (ou vendas) é o modelo que representa a jornada do seu público, desde o momento em que acontece o primeiro contato com a sua empresa até a compra — e, até mesmo, o pós-venda.

E, mesmo com uma jornada superfluida como apresentamos acima, ter consciência desse modelo é essencial para o profissional do marketing criar estratégias mais certeiras, com táticas direcionadas especialmente para os potenciais clientes em cada etapa do funil.

Isso porque em cada fase do funil, o consumidor tem um nível diferente de interesse. Quem trabalha com marketing sabe que quanto menos genérica for a mensagem, maior é a sua eficiência.

Por exemplo, propor uma oferta de compra para um lead que ainda não está no momento de compra fará com que ele tenha uma percepção negativa da marca. Da mesma forma, não fazer essa oferta para um lead já qualificado e pronto para efetivar a compra é uma oportunidade desperdiçada, concorda?

Quais são os níveis do Funil de Marketing?

O Funil de Marketing é dividido em três níveis: topo, meio e fundo. Cada uma dessas partes tem sua particularidade e necessita de conteúdos e ações específicas para que o marketing seja eficiente.

Topo de Funil — Aprendizado e descoberta

No primeiro estágio do funil de marketing os potenciais clientes ainda não estão buscando contratar uma empresa, nem sabem ao certo que tipo de empresa procurar. Na verdade, aqui, a maioria das pessoas nem sabe que tem um problema, de forma que o objetivo dessa fase é identificar esse problema e incentivar a busca pela sua solução.

Nesse mesmo passo, o publico pode já estar interessado em resolver o problema — ou satisfazer alguma necessidade — e, por isso, buscam se informar e se educar sobre algum mercado.

Meio de Funil — Consideração e intenção

No topo do funil a sua marca atinge um grande número de potenciais clientes, mas nem todos eles se interessarão pelas soluções propostas por você. Contudo, aquelas que foram — de fato — atraídos e acessaram os seus conteúdos começarão a ter mais dúvidas quanto ao problema que enfrentam e buscarão solucioná-lo.

Por isso, essa etapa é considerada a de consideração e intenção. A persona ainda não está pronta para comprar, mas após um bom trabalho aqui, é provável que ela dê um grande passo na sua direção. Em resumo, o objetivo de meio de funil é transformar os visitantes em leads e filtrar os leads bons dos ruins.

Fundo de Funil — Avaliação e decisão

Depois de gerar muitos leads e nutrir essa relação com conteúdos de qualidade, as pessoas que fazem parte do seu funil finalmente entendem qual é a melhor solução para o seu problema. No entanto, eles ainda precisam descobrir qual é a empresa que melhor solucionará o seu problema, aquela que apresenta a melhor oferta.

Aqui, o seu papel é mostrá-los que a sua empresa não somente tem a solução ideal, mas também é a empresa que deve ser contratada, ou seja, você deve apresentar o que você tem a oferecer e colocar a sua marca em evidência para a decisão de compra.

Que tipo de conteúdo criar para o topo de funil?

Muito bem, uma vez entendidas as etapas da jornada do cliente e as fases do Funil de Marketing Digital, você precisa elaborar estratégias para cada um desse momentos da sua persona.

Como dissemos, no topo de funil as pessoas nem sempre sabem quais são os seus problemas, nem sequer que têm um problema. Por isso, não adianta criar conteúdo muito aprofundado, nem oferecer propostas comerciais.

Essa fase é a de aprendizado e descoberta, em que a persona vai tirar dúvidas comuns que a ajudem a conhecer e a esclarecer o tema que está pesquisando. Além disso, ela também descobrirá que encontrou apenas a ponta do iceberg, e que há muito mais por trás do seu problema — e perceberá que uma busca superficial não será suficiente.

Desse modo, o topo de funil deve ter conteúdo que foque exclusivamente em sanar essas dúvidas, sem propor nenhuma oferta de compra. Ou seja, você não deve mencionar seu produto ou serviço, visto que a persona ainda não está pronta para comprar.

Nessa fase é importante que você otimize seus esforços para ter um grande alcance e audiência, já que ao atrair o máximo de pessoas possível você consegue nutri-los e classificá-los até que se tornem clientes reais. Por isso, quando estiver elaborando a estratégia para este estágio, lembre-se das ações que têm maior alcance:

Lembre-se de que o seu potencial cliente ainda não está acostumado com o seu produto ou seu serviço e, por isso, você deve evitar criar material muito aprofundado ou usar termos muito técnicos (e, se precisar, sempre educar a persona explicando os conceitos).

Sendo assim, todo o conteúdo produzido para o topo de funil deve ser geral, ter linguagem fácil de compreender e, ainda, que ajude o leitor a identificar um problema, bem como visualizar as oportunidades de uma solução. Com materiais fáceis de consumir e compartilhar, você educa o seu público a aprender o suficiente para ele querer mais.

Vale destacar que essa é uma boa fase para coletar dados dos consumidores para que você entre em contato e envie mais materiais relevantes para eles. Além disso, esteja sempre atento a buscar informações que o auxiliem a segmentar o seu público, conforme as suas necessidades.

Um dos pontos positivos do topo de funil de marketing é que, ao atrair uma grande audiência, aos poucos a sua marca se torna referência no seu nicho de mercado.

Entender o que é Funil de Marketing Digital e aplicar o conceito em suas estratégias é algo que está diretamente relacionado com o aumento da conversão e, claro, com a geração de lucro e a formação do nome da sua empresa como referência no seu setor.

Esta é a primeira parte do nosso artigo sobre Funil de Marketing, em breve publicaremos a parte 2, com dicas para criar conteúdo para meio e fundo de funil. Quer ficar atento para quando publicarmos? Então, siga nosso perfil no Instagram e fique sempre atualizado com as novidades do marketing digital!

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Checklist de Mídias Sociais

Você também sente que às vezes o dia (ou a semana) não rendeu como esperado? Por aqui essa sensação batia de vez em quando, até eu começar a planejar meu dia a dia de trabalho em mídias sociais. E, pode até parecer muito simples, mas um bom planejamento pode mudar a sua relação com o trabalho.

Para ajudar você a organizar seu trabalho, confira este checklist com algumas atividades que não podem faltar no seu dia, semana, mês e trimestre (use um checklist para cada cada cliente, se você atender mais que um, ok?).

Quer baixar uma versão para imprimir? Clique aqui.


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5 Tipos de Clientes Difíceis e Como Atendê-los

Você já teve algum atrito com um cliente? Se a resposta for sim, saiba que esta situação não é rara.

A relação entre agência e cliente ou freelancer e cliente pode ser super tranquila ou de amor e ódio. Em alguns casos, pode chegar ao ponto de um não se conseguir mais trabalhar um com o outro, e este pode ser o momento de encerrar o contrato.

Vamos conhecer alguns tipos comuns de clientes que podemos encontrar pelo caminho e como lidar com eles para tentar manter a relação positiva e produtiva?

O Futurista

Este tipo de cliente tenta construir a relação sempre com um foco no futuro. Ele pede para que você trabalhe sem pagamento agora, em troca de um grande futuro com a empresa dele, depois que ela crescer. Geralmente há uma promessa de parceria, sociedade ou trabalho com a equipe de marketing da empresa, se você apresentar bons resultados ou ainda promessa de indicações para amigos que são envolvidos com grandes marcas.

Como lidar?

O resultado de um bom trabalho em um projeto trará mais projetos e indicações, este é o caminho natural em uma relação profissional. O que é importante lembrar é que seu trabalho tem um custo fixo – ou você não paga as contas de internet, luz, aluguel mensalmente? – e um custo variável – ferramentas necessárias para aquele projeto, por exemplo – e que o seu tempo de trabalho também tem um custo.

Ou seja, é possível oferecer seu serviço por um valor menor, que cubra os custos e tenha um valor de hora reduzido, mas trabalhar em troca de promessas e visibilidade pode não ser o melhor caminho. Se quiser muito trabalhar para o cliente, ofereça uma proposta reduzida e cuide em elaborar um contrato em que todas as condições ofertadas estejam bem descritas.

O Comunicativo

Inseguro, não consegue aguardar a finalização das etapas de um projeto e, por isso, precisa estar em contato com você o tempo todo. Se você não responder o email recebido dentro de 10 minutos, receberá um telefonema avisando que há um email não lido. Se não atender este telefonema, ele repetirá a ligação mais 4 vezes até que você atenda.

Como lidar?

Este tipo de cliente pode tornar o relacionamento cansativo, por demandar o tempo todo e nunca estar satisfeito por estar inseguro com a possibilidade do resultado de um projeto. É importante, desde o começo, deixar tudo o mais claro possível, estabelecendo datas e prazos (e cumprindo eles, claro), de forma a diminuir a ansiedade. Além disso, estabeleça canais de comunicação que tenham boas capacidades de armazenamento e pesquisa, como o e-mail, e evite finalizar qualquer negociação por telefone ou alguma ferramenta que não armazene dados ou não tenha uma boa pesquisa.

Se você quiser manter contato com este tipo de cliente via telefone ou WhatsApp, sempre escreva um email para registrar qualquer decisão tomada, para não correr o risco da mudança de ideia no meio do caminho.

O Desorganizado

“Amanhã te envio este material”, “Vou falar com a Fulana e te aviso as datas”, são frases comuns do cliente que não tem organização. Ele tem dificuldade de seguir um plano, porque não tem as informações necessárias, não tem ideia do que está fazendo, é centralizador ou não dá conta de tudo o que precisa fazer em um dia. Na minha opinião este é um dos casos mais complicados, porque as informações que ele não consegue ou demora para transmitir acabam prejudicando o projeto em si e o atendimento dos demais clientes, porque todo o trabalho vai se embrulhando em uma bola de dúvida e confusão.

Como lidar?

Este cliente precisa de um plano, um calendário e cobrança para que o trabalho possa ser desenvolvido corretamente. Assim como no caso do Comunicativo, é importante deixar tudo muito claro desde o começo, com projeto, datas e prazos e mantê-lo informado do que ele perde quando não compartilha as informações necessárias. Um caminho pode ser tentar definir com ele caminhos alternativos para busca de dados, por exemplo, se você pode falar diretamente com alguém do escritório ao invés de esperar que ele converse com a equipe e faça a coleta do que é preciso para o projeto seguir adiante.

O Caçador de Descontos

Ele se vale da amizade ou grau de parentesco para dar uma choradinha e tentar conseguir um desconto ou até um serviço de graça. Geralmente ele chega pedindo para tirar uma dúvida e acaba começando a solicitar serviços sem nem comentar sobre o pagamento.

Como lidar?

Este é o seu trabalho, esta é a sua fonte de sustento, você tem custos mensais envolvidos na prestação de serviço e precisa lembrar de tudo isso para estabelecer que não é possível atender sem receber uma contrapartida. Assim como no caso do Futurista, verifique a possibilidade de oferecer o serviço com desconto, se você quiser ajudar esta pessoa, mas fuja da prestação de serviço sem pagamento.

O Sabe-Tudo

Ele acredita que sabe tudo o que você sabe, acredita que o seu trabalho não tem importância, não respeita sua expertise na sua área de atuação e tem certeza de que poderia fazer tudo por conta própria, mas não quer perder tempo nisso. Ele corrige o seu trabalho com base em algo que leu em algum lugar, traz ideias ineficazes para o negócio e nunca está satisfeito.

Como lidar?

Corra. Se o cliente não compreende a importância do que você faz, para começo de conversa, ele não está preparado para entrar em um projeto. Se ele se sente superior a você sem ter uma razão para isso, a relação acaba ficando negativa muito rapidamente e a carga de atender um cliente assim pode trazer improdutividade para todos os seus clientes.

E vice-versa

É possível invertermos todas as situações descritas acima, porque elas também são comuns dentre as agências ou freelancers. Minha dica: não seja nenhuma dessas pessoas. Se você sentir que está agindo de acordo com algum desses padrões, respire fundo e tente avaliar a razão de tal comportamento.

Precisamos estar saudáveis para poder oferecer o melhor que temos e buscar resultados para nossos clientes.


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Como elaborar uma proposta comercial?

Então você decidiu ser freela ou abrir sua própria agência, mas tem dúvidas sobre como apresentar uma proposta comercial? Não tem problema, neste post vou te ajudar a elaborar uma proposta profissional.

Forma

Você pode tanto elaborar sua proposta em folha A4, preferencialmente timbrada com a sua marca, quanto em slides (também timbrados com a sua marca). O importante é que a proposta não seja muito extensa e traga todas as informações necessárias para que o cliente possa fazer a escolha.

Se você optar por usar A4, tente não passar de 3 páginas. Se for trabalhar com slides, 5 a 6 são suficientes. Eu prefiro o formato A4, por falar nisso.

Conteúdo

Basicamente a proposta será formada por: Introdução, Serviços oferecidos, Cronograma, Considerações gerais, Investimento, Contato.

Na introdução você vai rapidamente explicar o que é este material e a razão da elaboração dele, algo como: Conforme combinado em reunião no dia tal (via e-mail, em conversa por telefone, etc.), esta proposta tem como objetivo detalhar os serviços oferecidos, prazo para realização e investimento para a realização do projeto.

Não precisa nomear esta parte como Introdução, você pode apenas escrever um parágrafo que inicie a proposta, ok?

Na segunda parte você vai descrever os serviços envolvidos no projeto. Em se tratando de mídias sociais, aqui tem uma lista com alguns dos serviços que podem fazer parte do trabalho de social media:

– Diagnóstico de presença digital

– Elaboração de planejamento de comunicação digital

– Curadoria de conteúdo

– Elaboração de pauta quinzenal / semanal

– Agendamento e publicação das postagens

– Monitoramento de redes sociais

– Gestão de comunidade da página, perfil – Community Management

– Análise dos dados das publicações

– Criação, gestão e otimização de campanhas de Facebook Ads / Instagram Ads / Twitter Ads / LinkedIn Ads

– Elaboração de relatório mensal / quinzenal

Depois disso, você vai apresentar um cronograma para realização do projeto, que pode estar ligado à duração do contrato. Pessoalmente sugiro não oferecer contratos com menos de 3 meses, porque é necessário ter tempo para poder alcançar algum resultado.

No caso de contratos de curta duração, como o de 3 meses, cuidado ao elaborar o planejamento, pode acontecer de você formatar um planejamento anual e o cliente não renovar o contrato. Por mais antiético que possa parecer, acontece de o cliente usar o planejamento para seguir o trabalho depois de encerrado o contrato.

As considerações gerais podem ser usadas para detalhes importantes, como deixar claro o que não está contemplado no escopo do projeto, a frequência e o formato da entrega dos trabalhos, recomendações de serviços extra que o cliente pode precisar, enfim, o que for necessário para finalizar a proposta com transparência e clareza.

Então, é só encerrar com a descrição do investimento e seu contato. Você pode chamar o investimento de fee mensal, pode chamar de investimento mensal, como ficar mais simples para o cliente compreender. E há, ainda, a possibilidade de apresentar o preço total do projeto e o valor da parcela mensal durante a duração do contrato.

No vídeo que acompanha este post eu trago 3 dicas para elaborar propostas melhores, e tem uma dica que envolve esta última parte da proposta.


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Empreender em Social Media

O que (não) esperar de um profissional de mídias sociais

Nas últimas semanas tenho notado o crescimento de anúncios de vagas de trabalho com o título de Mídias Sociais (Assistente, Analista, Gerente, etc.) que trazem descrições um pouco fora da realidade do que é o trabalho do profissional da área. Para ajudar a turma do RH a abrir vagas melhores, vou contar um pouco o que você pode, ou não, esperar de um profissional de mídias sociais.

O mito do heavy user de redes sociais

É 2017 e ainda tem vaga para pessoas que sejam heavy users de redes sociais. Pensa aqui comigo: um heavy user é uma pessoa que usa muito as redes sociais, certo? Sabe aquela sua tia, que passa a tarde compartilhando posts aleatórios no Facebook, manda bom dia no WhatsApp e mais 10 mensagens motivacionais por dia? Então, ela é heavy user de redes sociais, você contrataria ela?

Não, né. Isso porque o que faz um bom profissional de redes sociais não é o fato de ele ser heavy user de redes sociais, e sim o fato de ele ter conhecimento técnico de como funciona cada rede, como criar conteúdo para cada uma, como compreender as características do público, como elaborar e otimizar campanhas para atingir os objetivos comerciais de uma empresa. É interessante lembrar que, atualmente, com o advento do Gerenciador de Negócios do Facebook, o profissional nem precisa acessar seu feed pessoal para trabalhar.

Volta e meia ouço alguém dizer que “minha experiência com contratação de profissionais de mídias sociais sempre foi negativa”, mas será que isso não acontece porque você está procurando pela pessoa errada?

O que faz um profissional de mídias sociais?

Primeiro é preciso entender que alguns profissionais são especialistas em uma das áreas das mídias sociais, eles até entendem de todas as partes, mas decidem se aprofundar em uma delas – é o meu caso, que optei por atuar em planejamento e campanhas.

Mas há, também, os profissionais com perfil mais generalista, que podem atuar de forma quase global, solicitando consultoria apenas quando for necessário aprofundar alguma atividade. O importante é reconhecer quando é preciso contratar alguém de fora, além de ter consciência de que o seu orçamento para esta vaga vai interferir no perfil do contratado – quanto menor o salário, maior a chance de contratar um profissional júnior, por exemplo.

Sobre salários

Quer saber se o salário que você tem a oferecer está adequado à sua necessidade? Em sites como Love Mondays e Catho você pode pesquisar as médias salariais da vaga.

Não vale abrir vaga de estágio esperando contratar um Analista Sênior, ok?

Seja no perfil de especialista, seja no perfil de generalista, o que um social media pode fazer por você é:

– Planejamento de Conteúdo

– Produção de Conteúdo

– Gestão de páginas de Facebook, perfis de Instagram, Twitter e outras redes sociais

– Gestão da comunidade das redes sociais

– Planejamento de campanhas pagas em redes sociais

– Criação, Gestão e Otimização de campanhas pagas

– Análise dos dados para otimização do planejamento

– Monitoramento de redes sociais

– Elaboração de relatórios

Que características diferenciam um bom profissional de mídias sociais?

Já que ser um heavy user está fora de cogitação, há outras características que são fundamentais para um bom profissional da área:

– Curiosidade

– Vontade de aprender

– Adaptabilidade

– Pensamento estratégico

– Não ter medo de se arriscar

E, sim, inglês é um diferencial.

Como o estado da arte da área de mídias sociais é norte-americano, fica um pouco difícil se destacar de verdade quando se consome a informação depois que ela chega aqui, já mastigada e com o viés de quem fez a tradução. Isso sem contar que há diversos softwares de ponta que não têm tradução para o português. Não pode ser obrigatório o inglês, mas faz diferença.

Cursos, certificações e formações

Há uma infinidade de formações para profissionais de mídias sociais, cada uma com um foco específico. Nossa Formação em Social Media, por exemplo, tem foco no aprofundamento técnico das mídias sociais. Aqui estão alguns cursos e certificações que demonstram que o candidato se aprofundou em alguma área:

– Conteúdo: Hubspot e Rock Content

– Campanhas: Google AdWords e Facebook Ads

– Marketing Digital: Nanodegree de Marketing Digital Udacity

– Facebook e Instagram: Blueprint

– Twitter: Twitter Flight School

E, então, ficou mais claro de entender o que esperar de um profissional de mídias sociais? Em caso de dúvida, pode escrever para mim: escola@petitmidiassociais.com.


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