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4 Coisas que Você Deve Fazer Depois de Publicar um Novo Post no Seu Blog

Manter um blog atualizado é, possivelmente, a melhor forma de gerar tráfego para seu site, e isso vale para qualquer área de atuação. Mas depois de publicar no seu blog há 4 coisas que você precisa fazer ou seu post acabará se perdendo por falta de tráfego.

Um bom blog é importante para melhorar a posição do seu site no Google ou Bing, e ainda, para gerar tráfego de pessoas interessadas nas palavras-chave relacionadas ao seu negócio. E leitores podem virar consumidores, então continue a ler para ver como começar com o pé direito depois de clicar em ‘Publicar’.

1. Solicite a indexação do seu novo post no Google

Se a ideia é ter um blog que gere tráfego, a primeira coisa que você precisa fazer é garantir que o Google faça a indexação do seu post. Para isso, você precisa acessar a guia de Inspeção de URL do Google Search Console, colar a URL do seu post e aguardar a inspeção. Ao terminar, você verá um aviso de que esta página ainda não aparece nos resultados de pesquisa do Google, então clique em Solicitar Indexação.

O Google Search Console verificará se a nova página tem algum problema e, se estiver tudo certo, fará a indexação dela e você verá todos os elementos cinza ficarem verdes.

Pronto, seu post está ao vivo e disponível para o mundo. Vamos ao próximo passo?

2. Compartilhe nas redes sociais.

Parece até bobo dizer isso, mas se você precisa gerar tráfego a melhor forma de fazer isso é compartilhar seu link com o público que já conversa com sua marca nas redes sociais.

Antes de compartilhar seu post no Facebook, lembre de inspecionar sua URL no Depurador de Compartilhamento para ter certeza de que a imagem e o título corretos serão exibidos na sua publicação.

No Instagram você não pode usar um link no texto de descrição do seu post (bem, você até pode, mas ele não será clicável e acaba mais atrapalhando que ajudando), então lembre de pedir aos seus seguidores que cliquem no link que está no seu perfil.

Aproveite para ver nosso post sobre as 6 formas de compartilhar links no Instagram.

Se sua empresa está presente também em Twitter, LinkedIn e outras plataformas de redes sociais, compartilhe seu post por lá também e não esqueça do Pinterest.

O Pinterest  é plataforma muitas vezes deixadas de lado, mas se usado direitinho pode trazer resultados expressivos em Alcance para a marca (especialmente se sua marca estiver dentre as 10 categorias mais pesquisadas no Pinterest – Alimentos e bebidas; Decoração; Turismo; Saúde e Bem-Estar; Moda; Cabelo e Beleza; Faça-Você-Mesmo e Artesanato; Entretenimento; Casamentos; Eventos e Feriados).

Nosso desempenho recente no Pinterest. E o melhor: 100% orgânico.

3. Divulgue o post para seus assinantes

Você tem uma lista de assinantes, pessoas que já indicaram que gostariam de receber novidades sobre sua marca? Este é um bom momento para conversar com elas, mas lembre que não pode ser a única ocasião em que você conversa com as pessoas. Dê uma olhada no nosso post sobre Funil de Marketing para entender melhor como o e-mail entra na sua relação digital com consumidores.

4. Mantenha seu post atualizado

Se você pensa que seu trabalho termina no momento em que o post vai ao ar, está se enganando. Para que seu blog seja uma fonte de tráfego você precisará ter atenção aos sinais que indicam que seu conteúdo precisa ser atualizado.

O próprio Google Search Console pode ajudar você com isso, mas também o Google Analytics e outras ferramentas, como Ubersuggest (quem já fez nosso curso de mídias sociais sabe o quanto essa é uma ferramenta útil) e ClickFlow.

Anotou os 4 passos? Então agora é hora de criar seu novo post e colocá-los em prática!

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Métricas SEO

O que são parâmetros UTM e por que você deveria usá-los?

Alguma vez você já se perguntou de onde vem o tráfego do seu site? Então os parâmetros UTM vão mudar o seu mundo! Isso porque eles são a melhor maneira de conhecer o caminho exato que qualquer pessoa faz dos seus anúncios ou publicações até suas páginas de destino.

Embora você possa ver quem clicou em um link no Facebook, bem como o tráfego que chega ao seu site por meio do Google Analytics, os parâmetros UTM levam isso a um nível totalmente novo. Eles fornecem um contexto valioso sobre os seus visitantes que, por fim, ajuda você a criar campanhas melhores para a sua marca.

Mas o que são, exatamente, parâmetros UTM e como eles podem melhorar o seu marketing digital? Continue conosco e entenda!

O que são parâmetros UTM do Google Analytics?

UTM é o acrônimo para Urchin Traffic Monitor. Urchin é o nome do componente comprado pelo Google no começo dos anos 2000, que levou ao desenvolvimento do Google Analytics. O que realmente nos interessa é que os parâmetros UTM são pequenos fragmentos de texto que você vê algumas vezes no final dos URLs.

Eles são incorporados nos links para rastrear a ação cada vez que uma pessoa clica neles. Dessa forma, eles fornecem ao proprietário desse URL informações sobre qual anúncio, post, botão de CTA etc. foi clicado para direcionar um visitante a uma página específica de um site.

Qual a importância de usá-los?

Todo profissional de marketing sabe da importância de usar ferramentas para medir o andamento e os resultados de campanhas digitais. Entre elas está o Google Analytics, que também fornece informações sobre o tráfego que vem desses mesmos pontos de partida, de forma gratuita.

Contudo, os parâmetros UTM oferecem ao Google Analytics a possibilidade de obter resultados ainda mais precisos. Ou seja, eles são uma opção de rastreamento avançado que permitem que você tenha acesso a informações mais específicas.

Por meio deles, você analisa com mais facilidade de onde vem o tráfego do seu site e, assim, sabe quais ações geram mais cliques. Por exemplo: das pessoas que chegaram em um post do seu blog, você pode saber quantas delas vieram de uma campanha no Facebook ou no Twitter.

Essas informações são extremamente valiosas, pois permitem que você acompanhe os resultados de todos os seus canais de mídia digital e, claro, que você avalie quais ações estão dando certo com o seu público.

Como criar os links com parâmetros UTM?

Muito bem, mas como criar uma URL com parâmetros UTM afinal? Para isso, você pode usar o URL Builder, a ferramenta gratuita do Google.

Veja um exemplo de uma URL com parâmetro UTM:

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

Agora, vamos às variáveis que podem ser utilizadas nos links para você rastrear:

  • URL: é o link original do seu site, o começo do rastreamento

http://nomedosite.com/

  • Campaign Source: é a plataforma que origina o tráfego (Facebook, Twitter, e-mail marketing etc.)

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

  • Campaign Medium: é como o tráfego está chegando a você, seja por meio de uma postagem em rede social, e-mail, e-book etc.

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

  • Campaign Content: nos testes A/B essa variável distingue links que levam o usuário à mesma URL

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

  • Campaign Name: identifica o nome da campanha

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blogpost&utm_term=word

  • Campaign Term: rastreia as palavras-chaves usadas nas campanhas

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

Boas práticas para criar links com parâmetros UTM

Criar seus próprios parâmetros UTM exige um profundo conhecimento de sua estratégia de publicidade e marketing. Veja algumas dicas para garantir que você não aumente o seu próprio trabalho, nem que sua equipe crie outros modelos de acompanhamento:

  • você pode usar o encurtador de URL para deixa-la mais amigável;

  • use uma planilha para controlar os parâmetros;

  • não utilize acentos nem caracteres especiais;

  • padronize o formato de cada um dos cinco parâmetros;

  • use uma linguagem simples, de fácil compreensão e que não forneça códigos nem informações confidenciais da empresa;

  • os parâmetros UTM diferenciam maiúsculas de minúsculas, então, é preferível usar letrar minúsculas o tempo todo para não distorcer informações;

  • entenda que o sistema não é perfeito: os usuários podem facilmente excluir longas sequências de informações aparentemente inúteis ao compartilhar conteúdo em suas redes. Isso é o que torna tão difícil acompanhar um dark post. Embora os códigos UTM forneçam contexto adicional, nem sempre são transmitidos quando as pessoas compartilham os artigos diretamente.

Pronto! Agora você já sabe como criar parâmetros UTM para acompanhar o tráfego das suas publicações e campanhas. Uma vez que aquilo que não se mede não pode ser melhorado, utilizar essas ferramentas de rastreamento é uma excelente maneira de avaliar os resultados das suas ações de marketing digital para, então, melhor direcionar as suas campanhas.

Quer ter acesso a mais dicas como estas para melhorar a sua estratégia de marketing? Então passa no nosso blog para ler mais!

#SEO #Campanhas #Copywriting #Algoritmo

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Como usar as redes sociais Métricas

Como calcular o ROI das mídias sociais?

Se algo não está na internet, provavelmente não existe. Você já ouviu essa frase por aí? Por mais engraçada ou exagerada que possa parecer, ela tem seu fundo de verdade. Muitos anos depois da popularização da rede, hoje podemos dizer que a marca que não usufrui os poderes das mídias sociais não vai muito longe — ou leva muito tempo para chegar onde deseja.

Há muitas formas de saber se uma empresa está crescendo, e o indicador de desempenho queridinho do mundo dos negócios é, sem dúvida, o ROI — Return Over Investment, em inglês. Ele é a taxa de retorno, é o que mostra a quantia de dinheiro que você ganhou (ou perdeu) ao fazer um investimento.

E nessa correria desenfreada por marcar presença nas mídias sociais, é fácil se perder nas estratégias, não enxergar resultados e, consequentemente, não lucrar nada com o que você tinha certeza de que traria resultados.

Muito bem, mas a questão é como calcular o ROI das mídias sociais? Como saber se a sua tática de marketing está dando certo? Continue conosco, porque neste post a conversa é sobre isso.

O que é ROI?

Nós bem sabemos — e temos visto cada vez mais — o impacto que as mídias sociais exercem sobre as pessoas. Os influenciadores digitais são uma das provas do quanto estamos envolvidos com essa “nova” forma de se comunicar e de fazer negócio.

Mas também sabemos que, nem sempre, a diretoria da empresa (ou seja, o seu cliente) acredita nas estratégias de marketing que você tem proposto. Nada condenável, não é mesmo? Mas para que você consiga convencê-lo da importância do seu trabalho é preciso demonstrar o ROI das mídias sociais.

Se o ROI é o retorno do que foi investido, o ROI das mídias sociais é o retorno do investimento de todas as atuações feitas nesses canais. Dessa forma, isso inclui toda ação realizada visando um lucro futuro como campanhas de marketing, aquisição de softwares de gestão, contratação e treinamento de funcionários, novas estratégias para reter clientes etc.

Mas para não ter erro e escolher de forma certeira os investimentos que a empresa deve fazer, é imprescindível ter metas bem estabelecidas e entender bem quais são as estratégias que trazem resultados — que são eficientes para aproximar o negócio desses objetivos.

Você quer aumentar a taxa de conversão? Aumentar a geração de leads? O engajamento? O tráfego no blog?

Com tantas táticas para atrair e fidelizar clientes, como é possível identificar o que funciona especificamente para a sua empresa? Parece uma tarefa como tiro ao alvo no escuro, mas a resposta é simples: calcule o ROI da estratégia com precisão e aja em cima dele.

Como calcular o ROI?

O marketing digital é muito amplo e o que não falta são métodos e ferramentas para quem deseja fazer negócios na internet. Mas é preciso ter em mente que cada empresa ocupa um nicho no mercado e tem um público-alvo específico, entre outros detalhes.

Isso quer dizer que cada ação de marketing trará resultados diferentes, dependendo das características da empresa. Ou seja, apesar de confiáveis e eficazes, o que funciona para uma pode não trazer muito retorno para outra.

É exatamente por isso que acompanhar o ROI das mídias sociais é tão importante. Ele é um indicador de desempenho fundamental, que ajuda a responder perguntas essenciais sobre o negócio, tais como:

  • Quais as maiores fontes de lucro?

  • Quais os canais de comunicação mais eficientes?

  • O desempenho das campanhas de marketing está como o esperado?

  • O atendimento ao cliente está favorecendo a fidelização?

  • O processo de vendas tem sido eficaz?

Quando você avalia essas questões e encontra respostas claras para elas, fica muito mais fácil decidir quais estratégias valem o investimento e quais precisam ser repensadas, além de otimizar aquelas que já estão dando certo, para que tenham um desempenho ainda melhor.

O cálculo do ROI é muito simples:

ROI = (retorno – investimento)/ investimento

Essa fórmula é bastante abrangente e pode ser utilizada para analisar o andamento do negócio de modo geral, ou para avaliar um projeto específico. Multiplicando o resultado por 100 você tem o resultado em porcentagem, o que facilita na hora de comparar as estratégias.

Assim, o ROI das mídias sociais pode ser calculado nas suas mais diversas áreas como:

Todo mundo quer ter seu lugar ao sol e, sim, há lugar para todo mundo. Mas para encontrar exatamente esse ponto é preciso ter objetivos muito claros. É claro que a maior meta de qualquer empresa é aumentar a receita. Mas quando se trata de mídias sociais é fundamental traçar o caminho para lucrar no futuro.

Os objetivos do marketing de mídias sociais são implicados ou mensuráveis. Os mensuráveis são os de ordem quantitativa e têm ligação com as ações de vendas. Exemplo disso é a quantidade de leads gerados pelas publicações nas redes sociais e que se tornaram consumidores reais.

Já os objetivos implicados são de natureza qualitativa, ou seja, podem não acumular moedas no cofrinho agora, mas fortalecem a marca no mercado digital. Por exemplo, você pode ter como meta aumentar o engajamento da empresa com a sua audiência por meio das redes sociais.

Então, nesse caso, você deve estabelecer alguns indicadores de desempenho como o aumento do número de seguidores, de comentários, de compartilhamentos, de curtidas e de mensagens diretas para saber se está no caminho certo.

Nesse contexto digital, engajamento e maior número de leads podem ser sinônimos de lucro e crescimento.

Depois de bem traçados os objetivos, definidas as métricas que você vai usar, você deve escolher uma ferramenta para medir o ROI das mídias sociais. Alguns exemplos são o Google Analytics, o Hootsuite e o Facebook Insights.

Por fim, no seu relatório de mídias sociais, você poderá apresentar para a diretoria os números das ações nas redes sociais que estão contribuindo para o faturamento da empresa.


Este artigo foi esclarecedor para você? Então não pare por aqui.

Continue aprofundando seus conhecimentos e confira todo o nosso conteúdo especial sobre relatórios e métricas de mídias sociais!

Compartilhe este post com alguém que precisa saber mais sobre ROI.


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Métricas

Métricas de E-mail Marketing: tudo o que você precisa saber

Como você acompanha suas métricas de e-mail marketing? Muitos profissionais de marketing não percebem que as métricas de e-mail marketing vão além das taxas de abertura, taxas de cliques (CTR) e taxas de cancelamento de inscrição, e manter o foco apenas nesses índices não ajudará você a entender como o e-mail afeta seu desempenho nos negócios.

Neste post, vamos falar sobre tudo o que você precisa saber sobre e-mail analytics. Você aprenderá sobre os principais KPIs de e-mail marketing — os que você acessa pela plataforma de e-mail marketing e os que só podem ser calculados por você — e como avaliar cada um deles de maneira realista e aplicável.

Isso ajudará você a entender melhor o que realmente importa para sua empresa e quais são as melhores conversões para você. Vamos lá?

Saiba como você compara

Se você já trabalhou com análise de métricas de e-mail antes, tenho certeza de que sabe como é difícil obter uma perspectiva mais ampla do cenário.

Mesmo que você saiba como rastrear seus KPIs de e-mail marketing, sem fazer benchmarking você não sabe se seus resultados são realmente bons. 25% é bom para uma taxa média de abertura de email? Ou um clique médio de 4,5% é um resultado satisfatório? Pode ser ou não, dependendo da sua indústria, sua localização e vários outros fatores.

É por isso que, antes de nos aprofundarmos na definição e exploração das métricas de e-mail marketing, sugerimos que você confira este relatório global de estatísticas de e-mail atualizado trimestralmente. Os dados e a análise que ele fornece ajudarão você a tomar uma decisão baseada em dados sobre quando enviar, se deseja personalizar e como ajustar seus e-mails para um melhor engajamento e desempenho.

Métricas de e-mail marketing para monitorar

Abaixo está uma lista das métricas mais importantes que você deve acompanhar e prestar atenção ao conduzir sua análise de campanha de e-mail.

As fórmulas a seguir são um modo “padrão” de medir o desempenho de suas campanhas de e-mail. Observe que diferentes provedores de serviços de e-mail marketing podem ter suas próprias formas de calcular essas métricas. Por isso, para ter certeza de que você está comparando maçãs com maçãs e não maçãs com bananas, sugerimos que você compare as métricas usando uma única ferramenta ou painel de análise de e-mail.

Métricas de vaidade e métricas acionáveis

Antes de aprofundar as definições, gostaríamos de enfatizar que nem todas as métricas têm o mesmo peso portanto, você não precisa se preocupar com todas elas da mesma maneira.

A diferença mais importante está no impacto que elas têm no desempenho de uma empresa e nas decisões que você pode tomar com base nelas.

Geralmente distinguimos entre métricas de vaidade e métricas acionáveis — as primeiras são boas de se ver, mas você não tem controle sobre elas e elas podem não se traduzir em retorno financeiro. As métricas acionáveis são aquelas que mostram se a sua empresa está indo no caminho certo.

Pegue a receita de vendas, por exemplo — se você sabe quanto custa para você executar uma campanha e quanta receita ela gerou, então, você sabe como está indo.

Mas isso não significa que métricas como o número de seguidores, as taxas de abertura de e-mail ou o que se considera como métricas de vaidade não sejam úteis. O que faz uma métrica acionável ou de vaidade vai depender da situação.

Se o seu trabalho é melhorar suas taxas de abertura de e-mail porque elas são um sinal do alcance de sua campanha de marketing, por exemplo, então a taxa de abertura não será uma métrica de vaidade para você. Além disso, talvez a métrica por si só não signifique muito, mas quando você a coloca junto com outra, ela se torna muito mais importante.

Por exemplo, se você tem baixas taxas de abertura, isso pode significar que sua audiência não está engajada com sua comunicação, mas se você também tiver altas taxas de rejeição, você pode estar tendo problemas com o seu posicionamento na caixa de entrada.

Ao mesmo tempo, se você em um mês conquistou 10.000 novos assinantes na sua lista de e-mails, mas apenas 0,1% deles abriram seus e-mails, o número de novos assinantes pode ser considerado uma métrica de vaidade. Isso certamente faz você se sentir bem, mas você não pode tomar uma boa decisão comercial sem ter mais informações.

A lição aqui é que você deve sempre pensar duas vezes quando estiver colocando alguma métrica em seu relatório, considerando se ela está realmente ajudando você a entender melhor sua empresa e se há uma maneira de controlá-la.

Principais métricas de marketing por email

1. Taxa de Abertura

O que é isso?

Taxa de abertura de e-mail é simplesmente quantas vezes os assinantes abriram seus e-mails. É mostrada como uma porcentagem e é calculada dividindo o número de e-mails abertos pelo número de e-mails enviados com sucesso (excluindo os que foram rejeitados).

Veja como você pode calcular sua taxa de abertura:

Taxa de abertura de e-mail = (n° de e-mails abertos / n° de e-mails entregues) * 100%

Como é rastreado?

Para acompanhar as aberturas de e-mail, a maioria dos provedores de e-mail marketing incorpora uma pequena imagem transparente ou um pixel de 1×1 em seus e-mails. Em seguida, o servidor host registra o “evento aberto” quando o navegador ou o cliente solicita o download da imagem.

Isso significa que uma “abertura” só conta se o destinatário abrir o e-mail e ativar imagens ou clicar em um link.

Por causa disso, pode ser complicado obter uma taxa realmente precisa, pois algumas pessoas apenas abrem a versão de texto e alguns assinantes bloqueiam imagens por padrão.

Por que isso importa?

Alguns dizem que a taxa de abertura de e-mail é mais importante do que qualquer outra métrica. Ele informa quantas pessoas viram sua mensagem e estão interessadas em sua oferta. Mas alguns profissionais de análise de e-mail dizem que a taxa de abertura é uma métrica de vaidade — é bom de se ver, mas não mostra o impacto final da campanha.

Apesar dos prós e contras, ainda é importante conhecer e prestar atenção à sua taxa de abertura — ela destaca seu alcance e é uma maneira fácil de comparar campanhas, como aquelas enviadas a diferentes segmentos de clientes.

O que é uma boa taxa de abertura?

Muitas coisas podem afetar sua taxa de abertura. E uma taxa “boa” varia entre países, indústrias, empresas e até mesmo campanhas individuais.

Mas existem dois benchmarks que você pode ver:

2. Taxa de cliques (CTR)

O que é isso?

A taxa de cliques do e-mail (CTR) informa quantas vezes os links nos seus e-mails foram clicados.

Ela é expressa como uma porcentagem e é calculada dividindo os cliques registrados pelo número de e-mails enviados com sucesso.

Taxa de cliques por e-mail = (n° de cliques por e-mail / n° de e-mails entregues) * 100%

Como é rastreado?

A maioria dos provedores de e-mail marketing rastreia a CTR com um domínio de rastreamento. Ele é adicionado automaticamente a qualquer e-mail com um link. Quando o assinante clica no link, ele acessa o domínio de rastreamento primeiro e depois é redirecionado para o URL de destino.

Por que isso importa?

A taxa de cliques por e-mail é provavelmente a métrica de e-mail marketing mais importante a ser monitorada. Claro, isso não reflete o valor monetário da sua campanha. Mas é uma boa indicação de envolvimento e pode dizer muito sobre a qualidade da sua campanha.

Lembre-se de que algumas campanhas (como e-mails transacionais ou atualizações de política de privacidade) não foram projetadas para receber muitos cliques, já que não há uma chama de ação muito assertiva. Certifique-se de considerar isso ao medir o resultado das suas campanhas.

O que é uma boa taxa de cliques?

Tal como acontece com as taxas de abertura, muitas coisas influenciam os cliques gerados pela sua campanha.

Às vezes, você verá CTRs de 10 a 20%, especialmente para campanhas enviadas automaticamente em ações instantâneas (como um e-mail de boas-vindas com um botão de download para obter o lead magnet para o qual seu cliente se inscreveu).

Normalmente, as taxas de cliques variam de 2 a 6% em todos os tipos de campanha.

É claro que alguns setores verão taxas mais baixas, mesmo quando as empresas obtêm um ótimo retorno do investimento de suas campanhas. Isso inclui turismo e imóveis, pois as pessoas não entram de férias ou compram casas a cada duas semanas.

Aqui estão as cinco principais indústrias para CTR do relatório de E-mail Marketing Benchmarks (Q2 2018).

 

3. Taxa de rejeição (bounce)

O que é isso?

A rejeição (bounce) é o que acontece quando os e-mails não chegam ao destinatário ou são devolvidos ao remetente. Por que os e-mails são devolvidos? Podem ser filtros restritivos do destinatário, caixa de entrada cheia ou um endereço de e-mail incorreto. Para calcular sua taxa de rejeição, divida número de e-mails devolvidos pelo número de e-mails enviados, ou seja:

Taxa de rejeição = (n° de rejeições / n° de tentativas de envios) * 100%

Existem dois tipos de rejeições:

Um hard bounce acontece quando seu e-mail é permanentemente rejeitado (porque o endereço do destinatário é inválido ou não existe) e é improvável que o servidor algum dia o entregue.

Um soft bounce acontece quando o e-mail chega ao destinatário, mas retorna (talvez porque a caixa de entrada esteja cheia), mas ainda há uma chance de futuros e-mails serem entregues com sucesso.

Por que isso Importa?

Sua taxa de rejeição pode fornecer informações mais detalhadas sobre problemas de capacidade de entrega devido a falhas técnicas, uma má reputação do remetente ou problemas com seu conteúdo ou com sua lista.

O que é uma boa taxa de rejeição?

Sua taxa de rejeição deve ser a mais baixa possível, mas como alguns fatores estão fora do seu alcance (como quando a caixa de entrada do destinatário está cheia), é praticamente impossível atingir 0%.

Às vezes, sua taxa de rejeição aumentará, como quando você altera seu provedor de e-mail sem atualizar seus registros DNS, SPF e DKIM e, de repente, envia grandes volumes por novos IPs. Ou se já faz algum tempo desde que você contatou seus clientes e você decide fazer um grande envio (digamos, mais de um milhão de e-mails em um dia).

Sua taxa de rejeição também pode aumentar se um ISP estiver inativo ou tiver uma falha técnica.

A principal conclusão aqui é que os ISPs têm diferentes filtros anti spam para impedir que os usuários recebam conteúdo não solicitado. Sua reputação de remetente e como os assinantes interagem com seus e-mails também afetarão a capacidade de entrega.

Pense em como você coleta inscrições, gerencia a higiene da lista (como você lida com os usuários que rejeitam, cancelam a inscrição, reclamam ou não participam), além de projetar e enviar suas campanhas. Todos esses elementos podem afetar sua taxa de rejeição.

4. Taxa de cancelamento de inscrição

O que é isso?

Sua taxa de cancelamento informa quantas pessoas clicaram no link “cancelar inscrição” (geralmente encontrado no rodapé) e optaram por não receber novos e-mails.

Normalmente, sua plataforma de e-mail marketing anexará automaticamente o link aos seus e-mails.Quando a mensagem é enviada, o sistema automaticamente altera o código para um único link de cancelamento de assinatura, para que você possa rastrear e remover a pessoa que optar por sair.

Para calcular a taxa de cancelamento de inscrição, basta dividir os cancelamentos de inscrição por e-mails entregues.

Taxa de cancelamento de inscrição = (n° de cancelamentos / n° de e-mails entregues) * 100%

Por que isso importa?

A taxa de cancelamento de inscrição pode ajudar você a entender melhor o desempenho de sua campanha de e-mail e se seus contatos gostam do que recebem.

Alguns provedores de e-mail marketing também oferecem uma “pesquisa de saída” — isso é mostrado para as pessoas após a desativação, para ajudar você a aprender como melhorar seus envios no futuro.

As opções gerais de pesquisa são:

  • Não se aplica a mim

  • Eu não dei minha permissão

  • Recebo muitos e-mails enviados desta lista

  • Recebo muitos e-mails em geral

  • O conteúdo é irrelevante

  • Outros

Você pode usar os dados coletados a partir desse feedback para melhorar seu processo futuro, incluindo frequência de envio, conteúdo ou melhorias no processo de inscrição.

Ao mesmo tempo, isso também pode ajudar seu provedor de e-mail a avaliar suas campanhas e verificar se elas seguem as práticas recomendadas de e-mail marketing — como quando coletam o consentimento.

O que é uma boa taxa?

Sua taxa de cancelamento de inscrição flutuará, pois depende de como você coletou os endereços e quantas vezes você envia campanhas. Dito isto, qualquer coisa acima de 0,5% deve alarmá-lo. Se você identificar níveis incomuns de cancelamento de inscrição, analise as estratégias mais recentes de coleta de leads e a campanha mais recente.

Existem muitas razões pelas quais isso pode acontecer — alguém pode estar adicionando e-mails intencionalmente à sua lista, o que provavelmente provocaria taxas de reclamação mais altas. Ou talvez você tenha lançado uma campanha mais agressiva. Nesse caso, aprofunde-se em sua ferramenta de análise de e-mail e avalie se as conversões e o ROI superam os custos para atrair novos contatos.

5. Taxa de spam

O que é isso?

Também conhecida como denúncia de spam, é quando alguém denuncia um e-mail como spam, clicando no recurso “marque como spam” na caixa de entrada ou entrando em contato diretamente com você.

As plataformas de e-mail marketing rastreiam as reclamações de spam relatadas para ajudar a manter uma reputação de remetente forte e otimizar a capacidade de entrega.

Cada reclamação é processada através do Feedback Loop, que permite saber que o seu e-mail foi marcado como spam.

Veja como calcular sua taxa de spam:

Taxa de spam = (n° de denúncias de spam / n° de tentativas de envios) * 100%

Por que isso Importa?

Sua taxa de spam fornece informações adicionais sobre a qualidade da sua lista, o sistema de aceitação e se os inscritos gostam do seu conteúdo.

É claro que você quer manter essa métrica o mais baixo possível. Mas os dados podem ser úteis.

Você deve verificar se os inscritos que se queixam são imediatamente cancelados da sua lista, para que você cumpra as práticas recomendadas e as leis.

O que é uma boa taxa?

A melhor taxa é a mais baixa possível, mas lembre-se de que ela pode depender do mercado ou do nicho em que você está.

Em alguns países, os clientes tendem a ignorar ou simplesmente cancelar a assinatura do e-mail que não desejam mais. Alguns mercados têm assinantes mais céticos, que são rápidos em marcar e-mails como spam.

De qualquer forma, você pode manter sua taxa baixa convidando os contatos a cancelar a inscrição ou removê-los por conta própria, caso eles não estejam mais engajados.

Não há nada pior do que seguir as práticas recomendadas e depois marcar suas mensagens como spam ou ser encaminhado para serviços anti spam.

6. Taxa de cliques por abertura (CTOR)

O que é isso?

A sua taxa de cliques por abertura (click-to-open rate) é a chave para avaliar a relevância da sua lista e o seu email. Para calculá-lo, basta dividir o total de cliques por total de emails abertos.

Taxa de clique para abrir = (n° de cliques de e-mail /n° de e-mails abertos) * 100%

Por que isso importa?

Você pode usar o CTOR para melhorar muito o desempenho de suas campanhas de e-mail. Se você tem boas taxas de abertura, mas baixas taxas de cliques, seu CTOR também será baixo — isso pode significar que sua linha de assunto foi mais interessante do que o conteúdo, ou foi enganosa.

Essa métrica pode também sugerir que o design do seu e-mail precisa de ajustes, por exemplo, com um botão de CTA mais audacioso ou melhores imagens. Dando um passo além, você pode comparar os resultados em segmentos diferentes de clientes para ver se eles se comportam de maneira diferente.

O mesmo vale para comparar o CTOR para clientes novos e existentes — se sua mensagem é algo que os assinantes já viram antes, seu CTOR provavelmente será menor para esse grupo.

O que é uma boa taxa?

É impossível dizer — idealmente, será 100%, mas isso é improvável, a menos que você ofereça algo em seu e-mail e os destinatários precisem fazer alguma coisa para obtê-lo.

Esteja ciente de que alguns inscritos tendem a abrir tudo o que recebem, porque não podem lidar com e-mails não lidos na caixa de entrada. Isso pode ser um problema, porque apesar de abrir seus e-mails, eles podem não ler a mensagem nem estar com vontade de comprar.

7. Taxa de Conversão

O que é isso?

A taxa de conversão mostra quantas pessoas agem na sua mensagem.

É calculado dividindo as ações tomadas pelos emails entregues:

Taxa de conversão = (n° de ações / n° de e-mails entregues) * 100%

Por que isso importa?

Conversões são críticas, mas também problemáticas. O desafio está em como você define uma conversão.

A conversão pode ser o que você quiser — quantas vezes alguém faz um pedido em seu site ou quantas vezes alguém se registrou para seu seminário online, com que frequência uma pessoa acessa uma landing page e preenche um formulário, etc. Ela é diferente para todos e, no entanto, é importante para todos.

O que é uma boa taxa de conversão?

Novamente, isso depende do que uma conversão é para você, do tipo de campanha que você executa e de sua empresa ou setor.

Se possível, atribua um valor monetário às suas conversões. Você pode, então, decidir se deseja repetir a campanha ou seguir uma rota semelhante no futuro.

8. Taxa de inscrição

O que é isso?

Essa métrica informa quantos visitantes do site se inscreveram na sua lista de e-mail.

É calculado dividindo o total de inscrições pelo total de visitantes.

Taxa de inscrição = (n° de inscrições de e-mail / n° total de visitantes) * 100%

Por que isso importa?

Sua taxa de inscrição mostra o quanto você atrai visitantes para uma landing page e se a página e o formulário de inscrição fazem o trabalho a que se propõem. Ambos podem afetar sua taxa de inscrição, portanto, quando você souber a sua, poderá ver o que deve melhorar.

Por exemplo, sua campanha está atraindo leads de baixa qualidade que não são convertidos?

Talvez você tenha selecionado um público-alvo com um baixo custo por clique, enviando visitantes mobile ao seu site — que você esqueceu que não é compatível com dispositivos móveis. Ou, talvez, você tenha alcançado as pessoas certas, mas seu formulário de cadastro pede informações demais.

É importante medir sua taxa de inscrição estando sempre ciente de todas as coisas que podem influenciá-la.

9. Taxa de desistência (churn)

O que é isso?

A taxa de churn — ou taxa de desistência — é a porcentagem de assinantes que deixam sua lista em um determinado período.

Ela é calculada dividindo a quantidade de pessoas que saem da sua lista (porque cancelam a inscrição, marcam você como spam ou rejeitam) pelo tamanho da sua lista.

Taxa de churn = (n° de inscritos que deixaram sua lista em um determinado período / n° de inscritos que você tem atualmente) * 100%

Por que isso Importa?

Poucos profissionais de marketing que realizam análises de campanhas por e-mail rastreiam a taxa de churn. Mas você deve conhecê-la, mesmo que você a avalie apenas uma vez por ano ou a cada trimestre.

A taxa de churn informa a rapidez com que os assinantes saem da sua lista. Ela também prevê a rapidez com que seu banco de dados perderá a efetividade se você mantiver as coisas como estão. Com esse insight, você pode decidir se deseja ajustar sua estratégia, digamos, enviando e-mails com menos frequência ou aprimorando a maneira como atrai os inscritos.

Esteja ciente de que existem dois tipos de taxas de churn: transparente e opaco.

Churn transparente diz respeito às pessoas que voluntariamente deixam a sua lista, por meio de um link de cancelamento de assinatura, marcando-o como spam ou sendo rejeitados. O churn opaco é um pouco mais complicado, pois inclui pessoas que cancelam sua inscrição emocionalmente. Eles estão na sua lista, mas não veem seus e-mails.

Por que o churn opaco é mais difícil de lidar? Porque as pessoas desengajadas na sua lista podem ter um impacto negativo na sua taxa de entrega.

ISPs, como o Gmail, analisam seu engajamento ao filtrar e-mails. Se você continuar a enviá-lo para pessoas que não respondem, o ISP pode parar de entregar seus e-mails.

Para evitar isso, configure uma campanha de reativação automática e adquira o hábito de reativar ou remover contatos inativos.

O que é uma boa taxa de churn?

Você provavelmente acha que quanto menor a taxa de churn, melhor, mas isso nem sempre é verdade.

Algumas empresas optam por executar campanhas de e-mail mais agressivas — por exemplo, enviam muitos e-mails de acompanhamento em pouco tempo. Eles sabem que isso causa uma taxa mais alta de churn, mas também estão procurando outras métricas, como conversões e o valor da campanha. Se isso gerar lucro suficiente — e compensar o custo de obter novas inscrições — é um sinal verde para continuar.

Então, o que é uma taxa de churn ruim, afinal?

Para descobrir isso, veja quanto custa atrair novos contatos. Isso aumentará com o tempo à medida que a sua audiência diminui? E qual é o valor total das conversões de cada campanha?

E, se você quiser que essa métrica seja mais viável, faça a medição regularmente, digamos mensalmente, e calcule quantos meses sua lista durará, caso você não atraia novos leads.

Apenas tome cuidado ao medir sua taxa de churn. Uma taxa de desistência mensal de 5% pode parecer pequena, mas se ela se repete, pode corresponder a perder mais que metade dos seus contatos em um ano.

10. Taxa de retenção de assinantes

O que é?

A taxa de retenção de assinantes é o oposto da taxa de churn, ela informa a taxa na qual seus contatos ficam com você.

Para calcular, subtraia os descadastrados e as rejeições do número total de inscritos. Em seguida, divida esse número pelo número total de inscritos.

Taxa de retenção = ((n° de assinantes – rejeições – cancelamentos) / n° de assinantes) * 100%

Digamos que, a partir de hoje, você perdeu 100 inscritos: 50 optaram, 45 foram rejeitados e removidos automaticamente e 5 marcaram seu e-mail como spam.

Daqui a um mês, você decide calcular sua taxa de retenção para uma lista com 1.000 contatos. Vamos fazer as contas:

(1.000 – 50 – 45 – 5)/1.000*100% = 90%

Por que isso importa?

Assim como a taxa de churn, vale a pena saber o quão bem você mantém seus contatos.

O que é uma boa taxa?

Depende. Aqui estão algumas coisas que podem influenciá-lo:

  • valor total de conversões: você está gerando lucro suficiente para compensar os custos para encontrar novos contatos?

  • tamanho do seu público-alvo: você ficará sem leads?

  • O quão rápido você pode substituir contatos antigos por novos leads: os custos aumentarão e, eventualmente, superarão seus lucros?

  • como todas essas coisas afetarão sua marca: além de lucros de curto prazo e custos de aquisição de clientes, como sua marca será percebida após as campanhas?

11. Receita média por e-mail enviado

O que é isso?

Isso é fácil: quanta receita você recebe de cada e-mail.

Basta dividir sua receita total pelo número de e-mails enviados em uma campanha ou período definido. Em outras palavras:

Receita média por e-mail enviado = receita total gerada por e-mail / n° de e-mails enviados

Por que isso importa?

A receita média é uma medida útil e acionável, e você deve acompanhá-la em seus relatórios de análise de e-mail.

Ela pode ajudar você a tomar decisões melhores e mais rápidas, especialmente se quiser usar suas campanhas para vender mais produtos. Lembre-se de que nem todos os e-mails foram projetados para gerar receita diretamente. Veja os seus e-mails de boas-vindas ou e-mails de retenção — eles pretendem impulsionar as vendas?

Se você planeja colocar no relatório a receita gerada por e-mail para seu chefe, certifique-se de usar sempre os mesmos conjuntos de dados. Geralmente, é melhor analisar quantos e-mails foram enviados, pois isso deixa pouco espaço para interpretação. Ou seja: esse e-mail foi enviado para impulsionar as vendas ou não?

Também é uma boa ideia segmentar seus resultados por campanha. Você pode descobrir que suas campanhas automatizadas — como mensagens de ativação ou reativação — geram mais vendas do que seus e-mails promocionais semanais.

O que é uma boa taxa?

Isso depende do seu negócio e do preço de seus produtos ou serviços.

Portanto, comece a rastreá-la e faça um benchmark com seus próprios resultados ao longo do tempo. E defina metas inteligentes para ver como você pode melhorar seus resultados.

12. Lucratividade da campanha de e-mail

O que é isso?

Essa métrica também pode fornecer mais informações sobre o valor de sua campanha.

Como em qualquer campanha de marketing, pegue sua receita de vendas e subtraia os custos para executar a campanha e os custos das mercadorias vendidas.

Rentabilidade da campanha = receita total gerada por e-mail – custo da campanha – custo das mercadorias vendidas

Por que isso importa?

Essa métrica é muito útil, mas também difícil de avaliar — afinal, você sabe o custo de veicular suas campanhas? Você inclui apenas os custos para criar, testar e enviar seu boletim informativo ou também inclui o preço para comprar sua lista? E quanto às outras despesas, como salários para as pessoas que gerenciam seu marketing ou vendas?

Como você pode ver, há muitos fatores a serem considerados.

Se você decidir medir sua lucratividade, atenha-se a uma abordagem — e deixe seus gerentes saberem o motivo.

O que é uma boa taxa?

De novo, é melhor compará-la com seus próprios resultados — assim, você pode verificar se está indo na direção certa.

É claro que muitas coisas podem afetar sua lucratividade, como seus concorrentes ou a sazonalidade do seu negócio. Tenha esses elementos em mente ao analisar seus resultados.

13. Taxa de entrega

O que é isso?

Sua taxa de entrega diz respeito a quantos e-mails são aceitos pelos servidores dos destinatários.

Ela pode depender de:

  • o domínio de recebimento é válido?

  • o endereço do destinatário existe?

  • seu IP está bloqueado?

  • você está autenticado?

  • sua infraestrutura de envio está configurada de forma adequada e transparente?

Veja como calcular isso:

Taxa de entrega = (n° de todas as mensagens enviadas – mensagens devolvidas) / n° todas as mensagens enviadas) * 100%

Dito isto, os remetentes podem definir a taxa de entrega de forma diferente — eles poderiam basear-se na classificação de rejeições ou quantas mensagens foram realmente enviadas.

14. Deliverability rate

O que é isso?

Também conhecida como posicionamento da caixa de entrada, a taxa de deliverability indica quantas mensagens chegam à caixa de entrada do destinatário ou a uma pasta (exceto a pasta SPAM).

Existem três partes para isso:

  • autenticação: você é um remetente genuíno?

  • reputação: os destinatários respondem bem aos seus e-mails?

  • conteúdo: é relevante? É de alta qualidade ou típico de remetentes suspeitos?

Cada uma dessas partes trabalha em conjunto para pintar uma imagem maior sobre você e as mensagens que você envia aos destinatários.

Em quais KPIs de e-mail marketing você está de olho?

Essas que apresentamos são algumas das métricas mais comuns quando analisamos campanhas de e-mail marketing.

Você pode usar essas ou encontrar outras que melhor se adaptem ao seu negócio — o importante é avaliar qual é a melhor forma de alcançar seus objetivos e garantir que você fique com um conjunto de dados relativos e comparativos para garantir a precisão das métricas.


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Como fazer Curadoria de Conteúdo para mídias sociais?

A curadoria de conteúdo é uma das ações mais básicas, mais feijão com arroz das mídias sociais. Mas essa simplicidade pode acabar trazendo problemas, porque pode até parecer simples, mas precisamos ter uma série de cuidados ao escolher conteúdos para nossas ações de mídias sociais, sem a estratégia certa, é fácil perder o foco da mensagem que você quer passar.

Além disso, pode rolar uma confusão entre curadoria e criação de conteúdo. Quer saber a diferença entre elas e como melhorar a sua curadoria de conteúdo? Continue a leitura, pois neste post explicaremos tudo!

O que é curadoria de conteúdo, afinal?

Você consegue imaginar a quantidade de informações que são produzidas e compartilhadas na internet, diariamente? Entre infográficos, vídeos, blogs, posts e tudo o que é criado ou replicado por meio de mídias sociais ou e-mail marketing, não há limites para os conteúdos que possam ser desenvolvidos para um público específico e compartilhados nos canais da sua empresa.

“Quem está fazendo tudo isso?”, você deve estar se perguntando. São os criadores de conteúdo: as mentes criativas por trás do que o seu público está consumindo. E, com essa enorme diversidade de temas, matérias e meios em que podem ser propagados, não há uma descrição única e particular sobre o que é um criador de conteúdo.

Em meio a todo esse volume de informações — cada vez maior à nossa volta — não é de se admirar que encontremos pessoas com dificuldades para administrá-las. Afinal, qual conteúdo é, de fato, relevante para o meu público?

Agora você já deve estar entendendo porque a curadoria de conteúdo se faz necessária, não é mesmo? O processo de curadoria compreende a segmentação e a filtragem do material já criado para posterior envio para as personas, por meio do compartilhamento nos canais acessíveis.

A diferença entre curadoria de conteúdo e criação de conteúdo

Note, no entanto, que existe uma diferença entre esses dois conceitos:

Criação de conteúdo: criar o seu próprio conteúdo a partir do zero para compartilhar em seus canais.

Curadoria de conteúdo: usar materiais de terceiros sobre um tópico específico de outras fontes ou influenciadores para compartilhar em seus canais.

Por que as marcas devem fazer curadoria de conteúdo?
O conteúdo faz o mundo girar — ou, pelo menos, as mídias sociais, afinal. Com a acirrada concorrência batalhando pelo espaço no feed de notícias, é importante que a sua marca seja notada. E que melhor maneira de atrair a atenção do que compartilhar conteúdo relevante que agrade aos gostos, interesses e valores do público sem precisar esboçar algo do zero?

Aqui estão 5 razões pelas quais as marcas precisam fazer a curadoria do conteúdo (ou selecioná-lo) de forma consistente:

1. Maior tráfego orgânico

Se você jogar as suas cartas corretamente, terá uma ótima oportunidade de ser descoberto por meio dos mecanismos de busca sem gastar um centavo. Para fazer isso corretamente, você precisa desenvolver um plano de marketing de conteúdo, bem elaborado com as palavras-chave relevantes que deseja segmentar. Use isso como inspiração para incrementar tópicos e entrar em contato com influenciadores para obter sua opinião e publicá-la em seu blog.

2. Reconhecimento da marca

Share of Voice é um elemento essencial do marketing (esse cálculo determina o quão grande é a participação da sua marca na publicidade ou na conversa com o público-alvo em relação à concorrência). Fazendo uma boa curadoria e englobando tópicos que são valiosos para o seu público, você pode se tornar facilmente reconhecível e, até mesmo, ofuscar seus concorrentes.

A curadoria de conteúdo expande o número de posts que você pode distribuir pelos seus canais. Sem ela, seus recursos ficam limitados. Então, vale ser o primeiro na mente do seu cliente compartilhando novas ideias e materiais nas plataformas que eles mais usam.

3. Construção da comunidade

Por trás de cada parte do conteúdo há uma comunidade. Se você usar seu conteúdo para acertar as questões certas, cobrir os tópicos certos e comentar as notícias certas, você estará construindo uma comunidade fiel em pouco tempo. É importante frisar, no entanto, que a construção da comunidade pode se expandir fora da curadoria de conteúdo. De fato, responder à sua comunidade de maneira oportuna, participar de discussões em grupo e abordar revisões em sites são formas de criar seguidores leais.

4. Materiais de marketing

A curadoria de conteúdo traz muitos benefícios — são vários alvos atingidos com apenas um disparo. Ao mesmo tempo em que o seu conteúdo tem um tremendo impacto na construção e no envolvimento da sua comunidade com a sua marca, você também tem a vantagem de aumentar seus materiais de marketing.

Isso significa que você terá uma boa quantidade de suprimentos que poderá usar para redirecionar o conteúdo em outros canais ou até munir e fortalecer a sua equipe de vendas. Diga adeus à criação intensa e contínua de conteúdo e aproveite os frutos do seu trabalho em longo prazo.

5. Marketing de influência

A curadoria de conteúdo abre muitas portas para você ativar relacionamentos com os influenciadores. Use as colaborações deles como uma oportunidade para alcançar novos públicos e prolongar a sua mensagem ainda mais.

Agora que você já sabe o que é curadoria de conteúdo, é hora de falar sobre como você pode organizar um conteúdo certeiro e eficaz para seu público-alvo em mídias sociais.

Identifique o tipo de conteúdo que vai se alinhar com as suas personas

O público está no centro de todo o seu conteúdo. Antes de poder pressionar o botão “Compartilhar”, você precisa saber com quem quer falar. As empresas muitas vezes têm diversas personas diferentes para as quais precisam selecionar conteúdo, e é por isso que é vital fazer a escolha certa para cada uma delas.

Depois de fazer a análise do seu público, você terá uma visão melhor sobre quais tipos de conteúdo suas diferentes personas terão maior probabilidade de interagir. Afinal, o marketing personalizado é inovador e pode ter efeitos extraordinários nos resultados de uma empresa.

A falta de conteúdo personalizado pode, inclusive, prejudicar os negócios. De acordo com um relatório da Infosys, 74% dos clientes sentem-se frustrados quando as marcas não lhes fornecem conteúdo individualizado. Ao mesmo tempo, 63% dos consumidores em todo o mundo ficam incomodados ao ver mensagens publicitárias genéricas repetidamente.

Mais cedo ou mais tarde as empresas precisam começar a investir em conteúdo personalizado e, felizmente, existem maneiras de automatizar esse processo para economizar tempo e recursos. Todas elas se alicerçam na construção bem elaborada de suas personas. Depois de ter a sua análise completa e definir um perfil para as personas da sua empresa, você pode filtrar sua pesquisa de conteúdo e encontrar tópicos relevantes com mais rapidez e precisão.

Quanto de conteúdo vindo de curadoria é suficiente?

Para decidir quanto conteúdo você deve selecionar, dê uma olhada na frequência atual de publicações e veja quanto conteúdo você está publicando no geral. Você está na sua capacidade máxima? Ou você está entregando muito menos do que deveria?

Se você publica menos do que deveria, é possível que tenha espaço para alguma curadoria em sua estratégia de conteúdo, e pode usar o conteúdo obtido por meio de curadoria para encontrar um equilíbrio de presença, sem ficar sumido demais e nem desgastar a relação com o público.

Curadoria demais

Empresas que publicam conteúdo de curadoria em 75% das suas publicações geram muitos cliques, mas poucas conversões. Não publicar conteúdo autoral o suficiente pode não atrair um público-alvo que não está pronto para comprar.

Autoral demais

Por outro lado, as empresas que publicam conteúdo de curadoria em até 50% das suas publicações acabam gerando menos cliques e, consequentemente, menos conversões. Talvez o público ignore as mensagens de marca ao longo do tempo se os canais estiverem saturados de conteúdo proveniente sempre da mesma fonte.

Mestres da curadoria

As empresas que publicam conteúdo curado entre 50% a 75% do tempo podem até gerar menos cliques, mas têm mais conversões. De acordo com dados do Socialbakers os cliques chegam a ser 20% inferiores aos dos curadores demais, mas a taxa de conversão chega a ser 10 vezes maior. Vale lembrar que essa regra não é, necessariamente verdadeira para você e sua empresa — faça alguns testes para encontrar o ponto ideal para o seu próprio negócio.

Como construir um fluxo de trabalho eficaz em curadoria de conteúdo?

Para organizar o conteúdo de curadoria em uma velocidade constante e consistente você precisa formar um time de alto desempenho com funções e responsabilidades bem claras. Veja a seguir como você pode distribuir as tarefas entre a sua equipe de marketing digital.

Estrategista de Conteúdo: Decide sobre o tipo de conteúdo de curadoria para garantir que ele se alinhe aos objetivos atuais da empresa. É sua responsabilidade selecionar o conteúdo que se encaixa melhor na estratégia da marca para evitar a replicação de conteúdo apenas pela quantidade. É também o trabalho dele decidir como e onde o conteúdo deve ser distribuído.

Curador de Conteúdo: Essa pessoa analisará todo o conteúdo selecionado para encontrar o melhor dos melhores. Ele estará à procura de conteúdo relevante para o setor, de alta qualidade e de acordo com os interesses de suas personas. Para alguém fazer bem esse trabalho, ele precisará ler todo o conteúdo. Se ele está contribuindo com os criadores, é seu trabalho fornecer um feedback ao autor que corresponda aos objetivos de sua empresa. Isso também pode ser feito adicionando hiperlinks, pontos de dados, imagens e outros conteúdos da marca.

Distribuidor de Conteúdo: É ele quem publica o conteúdo selecionado em todos os canais. Essa pessoa conhece as especificidades de todos os canais da empresa. Ele sabe como compactar o conteúdo em cada plataforma e, idealmente, como publicar no momento ideal para maximizar sua visibilidade e engajamento.

Gestor da Comunidade (Community Manager): Essa pessoa monitora o feedback sobre o conteúdo de curadoria e se envolve com o público em todos os canais.

Como medir os resultados de sua curadoria de conteúdo de mídias sociais?

A melhor parte do marketing de mídia social é a possibilidade de medir o resultado de cada uma das ações realizadas. Se você adicionar curadoria de conteúdo à sua estratégia, deve configurar os parâmetros de como planeja medir o seu sucesso, veja alguns exemplos de métricas para acompanhar:

Engajamento: Seu engajamento geral nas mídias sociais é algo que você provavelmente já está acompanhando, certo? Essa métrica diz respeito às ações da publicação (cliques, curtidas, comentários, compartilhamentos), dividida pelo alcance da publicação. É importante analisar o engajamento geral das suas publicações para poder identificar padrões.

Detalhamento das interações: É importante saber como seu o público está respondendo ao conteúdo selecionado. Você está recebendo muitos likes e reações? No caso das reações, você pode ver se elas são positivas ou negativas. E os comentários? Os comentários significam que essas postagens estão provocando conversas entre a sua comunidade.

Cliques: Se você estiver postando seu conteúdo de curadoria no seu website, pode ver se esses posts de blog estão gerando tráfego social e orgânico, para isso use os dados do Google Analytics e veja como seu conteúdo de curadoria se compara ao seu conteúdo autoral.

Número de seguidores: O seu número de seguidores está crescendo a cada mês, ou você está perdendo alguns? A publicação de conteúdo de curadoria pode ser uma faca de dois gumes, porque se você publicar com muita frequência, pode parecer spam. Se você não publicar o suficiente, seu conteúdo pode parecer muito com marketing. Caso não esteja havendo um balanço nessa questão, você pode descobrir dando uma olhada no seu número de seguidores.

Quer saber mais sobre métricas e relatórios? Nós explicamos tudo sobre elas no nosso curso online. Se você tem dúvidas sobre isso, vem dar uma olhada.

O marketing de mídia social não para e, para poder competir, você precisa ter um foco em criação e curadoria de conteúdo, mas lembre-se de não sair compartilhando qualquer publicação, a não ser que ela seja escolhida de forma criteriosa para falar com o seu público.

No fim do dia, não é a quantidade de publicações, e sim a qualidade delas que vai definir se elas vão gerar conversões para uma empresa. Invista em criação, curadoria e análise de métricas para entender os resultados e descobrir novos caminhos de alcançar as pessoas.


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Métricas de Vaidade: Por que não colocá-las em primeiro lugar?

Métricas de vaidade são aquelas que trazem grandes números sem necessariamente trazer resultados comerciais. Alguns exemplos são as curtidas na página do Facebook, seguidores no Instagram, curtidas em um post. Quando analisamos essas métricas individualmente é possível ter grandes números e não ter nenhuma venda.

E isso é um problema porque, basicamente, o serviço de mídias sociais fica muito caro quando você entrega um relatório de mídias sociais todo bonitão, cheio de crescimentos de curtidas, de envolvimentos com a publicação e o cliente fala para você: “Não entendo como isso está conectado com minhas vendas, porque não observei aumento nelas”.

Nem preciso dizer que este é o começo do fim do relacionamento, né?

Antes de seguir adiante, uma observação: nem sempre vamos conseguir chegar ao objetivo do cliente. Pode ser que o objetivo esteja inflado e que ninguém consiga alcançar, pode ser que você ou a sua equipe não consiga traduzir as necessidades da empresa, pode ser que este trabalho envolva habilidades que você ainda não desenvolveu. Nesses casos, vale mais deixar o cliente partir e buscar compreender o que deu errado, para que você possa estruturar melhor e não repetir no futuro, ok?

Isso tudo fica ainda mais problemático quando se pensa nas recentes mudanças de algoritmo no Facebook e Instagram. O foco agora precisa estar na geração de interações, não no número de curtidas. Mais que nunca precisamos analisar as métricas que importam para o cliente e alinhar essas com os objetivos comerciais, para que o relatório de mídias sociais que entregamos tenha valor real.

Como resolver?

Para pensar melhor na entrega que fazemos pelos clientes, podemos observar dois grandes pontos:

1 – Foco no resultado real: No momento de fazer o planejamento é muito importante compreender como seu cliente vende.

Se for pelo site, trabalhe para aumentar o tráfego e as conversões. Se for na loja física, trabalhe para chamar as pessoas para a loja e em converter quem entra.

E também vale acalmar o coração e lembrar que vale muito mais uma curtida de página ou ser seguido no Instagram por quem interagiu com seu conteúdo do que uma de quem curte páginas em série, mas não se envolve com elas.

2 – Foco na lógica: as mídias sociais são plataformas criadas para agir dentro de uma lógica, ou seja, se você publicar um vídeo, elas buscarão usuários que se envolvem com vídeos e não os que acessam sites.

Leia sobre algoritmos, entenda todas as possibilidades de criação de conteúdo e como cada tipo traz um resultado. Escolha o formato que mais se encaixa no objetivo comercial.

Lembre que pode ser que você tenha um cliente que precise ter mais publicações de link que publicações de imagens no Facebook, e que, de acordo com a lógica, se você publicar uma foto e inserir o link na legenda o número de pessoas que vai clicar nele será menor que o número de pessoas que clicam em um post de link, porque é assim que a plataforma está programada para pensar.

Lembre que nem todos os seus clientes vão precisar de Instagram, mas pode ser que algum deles, além do Instagram, também precise manter presença semanal no LinkedIn, no Twitter e até no Pinterest.

Se você manter sua cabeça aberta à todas as possibilidades, estudar as necessidades de cada cliente individualmente e levar esses detalhes em consideração, poderá criar conteúdos mais ajustados à necessidade comercial e campanhas que busquem mais conversões.


Precisa de ajuda para criar seus relatórios de mídias sociais?

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5 Métricas Fundamentais para Relatórios de Mídias Sociais

Com as mudanças de algoritmo e cada vez mais marcas ocupando seu espaço nas redes sociais é preciso, também, repensar como medimos o resultado no fim do mês. Para te ajudar no próximo relatório fiz uma lista de 5 métricas fundamentais para observar e inserir nos relatórios.

1. Engajamento

O alcance e o número de impressões podem parecer métricas valiosas porque, teoricamente, quanto mais pessoas souberem da sua marca, produto ou serviço melhor, certo? Sim e não. Se, por um lado, é importante expandir a marca, por outro é necessário observar quantas pessoas consideraram aquela publicação importante a ponto de se envolver com ela.

O cálculo de engajamento nos traz exatamente esse dado, na verdade, ainda melhor: ele calcula a relação entre o número de pessoas alcançadas e as ações de envolvimento realizadas na publicação. Afinal, vale muito mais alcançar 1.000 pessoas e ter 100 delas interagindo conosco do que alcançar 5.000 e não passar das 100 interações.

Como calcular?

Há várias formas de calcular o engajamento. Sugiro adotar uma delas e manter para sempre. A mais comum envolve somar as ações no post, multiplicar por 100 e dividir pelo alcance:

(Reações + Comentários + Compartilhamentos + Cliques no link) x 100 / Alcance.

2. CPC / CPM

Como você paga pelas campanhas nas redes sociais, por clique (CPC) ou por impressões (CPM)? Seja qual for a sua escolha, é importantíssimo analisar o custo por ação nas suas campanhas, até porque quanto melhor for o índice de engajamento, menor será o custo.

3. Conversões

Calcular o retorno do investimento (ROI) é fundamental, e é esse resultado que fará o cliente perceber que fez a escolha certa em contratar você. O caminho do cálculo do ROI começa pelas conversões, que basicamente respondem à pergunta: quantas vendas foram trazidas pelas redes sociais?

4. Compartilhamento

Sim, eu sei que o compartilhamento já está contabilizado no cálculo do engajamento, mas ele é tão importante que mereceu um item a parte. Fazer com que as pessoas compartilhem o seu conteúdo é um desafio, porque geralmente as pessoas vão preferir compartilhar um post de um bebê dançando que o post de uma marca. O grande desafio é justamente pensar em como seu conteúdo pode ter valor o suficiente para que ele seja compartilhado.

Isso impacta o desempenho em diversos níveis, como o fato de que pessoas confiam em indicações de outras pessoas e, ainda, de que os algoritmos das redes sociais levam muito em consideração os compartilhamentos no momento de decidir quais publicações terão maior alcance orgânico.

Entender o que faz seu público compartilhar é fundamental.

5. Customização de Métricas

Quando se fala de métricas temos as mais comuns e mais importantes, como as que comentei acima. Mas é fundamental lembrar que, apesar de muitas coisas nas mídias sociais serem padronizadas, não quer dizer que uma empresa não possa necessitar de customizações, de algo pensado especialmente para ela.

Pode ser que o mais importante para seu cliente seja o número de telefonemas feito para a empresa, e não as visitas ao site. Pode ser que para seu cliente o tempo de duração das visitas ao site seja mais importante que o número de pessoas que compartilharam a publicação, e aí por diante.

O importante é conversar com o cliente e compreender o que é mais importante para ele e como você vai poder demonstrar o seu valor.

Elaboramos um curso online de Métricas e Relatório de Mídias Sociais para ajudar você a criar relatórios melhores.

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Como montar um relatório de mídias sociais?

Este é o segundo post da série sobre Métricas. O primeiro está aqui.

Você já teve dificuldade em elaborar um relatório de mídias sociais para seus clientes? Todos nós já passamos por isso, então vamos compartilhar dois modelos que você pode usar e deixar seus relatórios muito mais profissionais.

Modelo Básico – Relatório em PowerPoint

Vamos começar com um modelo básico de relatório, que pode ser montado em PowerPoint, Google Drive ou Libre Office e usa os dados fornecidos diretamente pelas redes sociais. Você pode começar seu relatório pela rede social mais relevante para a marca, e repetir a operação para cada uma das redes utilizadas.

1. Resumo

Depois da capa, é sempre bom trazer um resumo dos principais indicadores do período. No post anterior comentei que, em alguns casos, o cliente pode se interessar apenas por esta primeira parte e pela proposta de ação para o período seguinte.

Se você quiser deixar esta primeira parte ainda mais chamativa e profissional, pode inserir gráficos com o comportamento dos dados nos últimos 3 ou 6 meses.

2. Apresentação de dados e análises

Na sequência, você vai aprofundar as informações de cada um dos indicadores apresentados.

O objetivo das análises é justamente explicar qual foi o papel de cada um dos envolvidos nos resultados apresentados.

O que você fez para chegar a esta melhoria? Como o departamento de marketing do cliente se envolveu para participar? Teve alguma ação especial? Foi feito algo de diferente, algum teste?

Isso tudo deve aparecer na análise. E lembre-se de sempre indicar se foi feita alguma campanha que impactasse na atividade.

3. Melhores publicações

Ao apresentar as publicações que tiveram melhor resultado no período, é sempre bom inserir também os dados de quais tipos de posts tiveram melhor desempenho.

Uma reclamação recorrente de quem trabalha com mídias sociais é que o cliente não quer investir em fotos melhores ou vídeos ou em um site melhor. Isso se resolve apresentando resultados.

Se o seu cliente perceber que vídeos ou fotos próprias aumentam as vendas, é possível que ele pense melhor antes de descartar a contratação de uma equipe especializada para isso.

Para apresentar os 3 melhores posts, você tem 3 caminhos para escolher:

– você pode apresentar os posts com maior engajamento: [(reações + comentários + compartilhamentos + cliques) x 100)/Alcance]

– você pode apresentar os posts com maior alcance

– você pode apresentar os posts com maior número de ações (reações, comentários, compartilhamentos e cliques).

Sugiro usar o engajamento, por que leva em consideração todas as variáveis envolvidas e não foca apenas em métricas de vaidade, que é o caso do alcance e das ações, quando apresentadas de forma isolada.

4. Conclusão

Para terminar, você pode fazer uma análise global de todas as ações desenvolvidas no mês e como elas impactaram o desempenho da marca nas redes sociais. E, como já foi comentado anteriormente, este é o momento de propor novas ações para o mês seguinte.

O objetivo é indicar o que será feito com todas essas informações que foram levantadas no decorrer do relatório, explicando como melhorias podem ser feitas, quem precisará se envolver, como os objetivos serão alcançados de forma mais sustentável.

Relatório em Excel

Se você quiser levar seu relatório de Facebook para um outro nível, você pode usar o Excel para desenvolver uma planilha de cálculo e criar gráficos de fácil compreensão.

Infelizmente, até o momento, são poucas as redes sociais que nos permitem fazer o download dos dados brutos, e o Facebook é uma delas. Isso acaba trazendo uma limitação quando você precisa fazer um relatório para um cliente que tem presença em Facebook e Instagram, por exemplo.

Se este for o seu caso, eu recomendo que você use os dados brutos do Facebook e crie seus próprios gráficos para analisar o desempenho desta rede, e use o recurso de print de tela para as demais redes, unindo todas essas informações em um relatório em slides (PowerPoint).

Localizando os dados brutos da sua página de Facebook

Na sua página há alguns relatórios com dados detalhados. Estes dados são entregues em planilhas, o que permite que criemos nossas próprias planilhas de análise, cálculos de KPIs e criação de gráficos.

Além disso, analisar estes dados pode trazer insights importantes, que não são possíveis quando analisamos os gráficos prontos da aba de Informações.

Para fazer o download dessas planilhas, basta clicar em Exportar dados.

Depois, você delimita a data de início e fim do relatório, indica se deseja baixar dados de página, de publicação ou de vídeo e que tipo de layout de relatório quer obter.

E estão aí todos os dados da sua página!

O mais legal desta planilha é que ela traz vários dados, e todos estão explicadinhos na primeira linha. Meu detalhe preferido é poder analisar o número de usuários únicos que realizaram ações nas nossas publicações.

Elaboramos um curso online de Métricas e Relatório de Mídias Sociais para ajudar você a criar relatórios melhores.

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O que o seu cliente quer ver no relatório de mídias sociais?

Este post é o primeiro de uma série de posts sobre métricas e relatórios, nesta série vamos apresentar as métricas mais usadas nas redes sociais e a forma de apresentação desses dados para os clientes. E, para começar, precisamos entender o que o cliente espera ver em um relatório mensal, vamos lá?

A primeira questão a compreender é: quem é o seu cliente? Essa delimitação é importante porque a expectativa do cliente vai variar se ele o dono de uma pequena empresa, o CEO de uma empresa média ou o gerente de marketing de uma grande empresa.

Cada perfil vai procurar resultados distintos e nem sempre o seu modelo de relatório será o mesmo para todos.

Quando seu cliente é o dono da empresa

Via de regra o dono de uma empresa espera ver a descrição de como o investimento em marketing digital está compensando.

O foco da análise estará nas tendências, e não necessariamente nas estratégias usadas para atingir o resultado. Leve em consideração que o proprietário de um negócio pode não ter tempo para aprofundar a análise do relatório, mas ele precisa entender que o seu trabalho traz resultado.

As perguntas que seu relatório precisa responder, neste caso, são: Estamos melhorando? Este mês nosso resultado foi melhor ou pior? Nosso investimento está trazendo retorno?

Seu relatório precisa ser visual e trazer um retrato do que se passou no último mês. Um detalhe importante, neste cenário, é trazer o comparativo com os meses anteriores, que é o que vai demonstrar a tendência em si. Em caso de grandes mudanças – para mais ou para menos – destaque o item alterado e explique o que aconteceu de diferente.

Resumindo:
– Relatório visual – mais imagens e menos análises profundas
– Dados comparados com os últimos 6 meses
– Demonstrar tendências
– Explicar as variações significativas

Quando seu cliente é a equipe de marketing

Se o seu relatório mensal será entregue para um departamento de marketing, a base será a mesma apresentada aí em cima, mas você acrescentará dados importantes, especialmente os de conversão.

Deixar os KPIs claros para o departamento de marketing, demonstrar se as metas foram alcançadas e o que pode ser feito para melhorar é o grande trunfo do marketing digital, quando comparado com as iniciativas tradicionais. O digital é mensurável, então por que não usar esta possibilidade de mensuração a seu favor?

As mídias sociais têm o poder de impactar o consumidor em diversos momentos do processo de compra, e o relatório precisa apresentar este impacto: qual foi a taxa de engajamento das ações? quantas visitas foram geradas para o site? dessas visitas, quantas resultaram na compra de um produto ou serviço? E como esses dados deste mês se comparam aos dados dos meses anteriores?

Resumindo:
– Relatório visual com análises profundas
– Demonstrar tendências
– Apresentar o resultado dos KPIs selecionados para o projeto
– Dados comparados com os últimos 6 meses
– Explicar as variações significativas

E quando o resultado vai mal?

Lembre-se: não tem jeito de esconder que você errou; não tem jeito de esconder que um dos indicadores está menor que no mês anterior; não tem jeito de enganar o cliente e fazer de conta que está tudo bem quando não está.

Se algum resultado foi menor, se algum detalhe da sua estratégia não foi tão eficiente, assuma seus erros. É muito melhor trazer isso de forma transparente no relatório mensal e explicar o que foi ou será feito para corrigir o rumo do que tentar fazer de conta que nada aconteceu e deixar o cliente descobrir sozinho que tem alguma coisa errada.

Isso é uma das coisas que faz um cliente se decepcionar com um profissional ou uma agência.

Como finalizar?

Todo relatório precisa terminar com um plano de ação, independente do resultado daquele mês. Neste ponto a pergunta a responder é: O que será feito com toda essa informação?

Se um tipo de conteúdo traz tráfego, quem sabe se aprofunda o tópico ou se produzem mais conteúdos sobre isso? Se o número de posts escolhido não trouxe resultado, quem sabe não se testa uma abordagem em qualidade e não quantidade para o próximo período? Se um tipo de campanha trouxe mais retorno que as outras, quem sabe não se investe mais nessa abordagem no próximo mês?

Sempre encerre um relatório indicando como o trabalho seguirá sendo desenvolvido daquele ponto em diante.

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