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Era uma vez no Reino das Mídias Sociais

No Reino das Mídias Sociais tem sempre um rei tirano querendo fazer todo o mundo dançar conforme sua música, donzelas a serem salvas, mitos, trolls e dragões a serem derrotados.

Qual será a história da vez?

Era Uma Vez no Reino das Mídias Sociais é o podcast da Petit, com curiosidades e informações para deixar você sempre por dentro das últimas histórias do reino.

No Reino das Mídias Sociais tem sempre um rei tirano querendo fazer todo o mundo dançar conforme sua música, donzelas a serem salvas, mitos, trolls e dragões a serem derrotados.
Qual será a história da vez?

Era Uma Vez no Reino das Mídias Sociais é o podcast da Petit, com curiosidades e informações para deixar você sempre por dentro das últimas histórias do reino.

Episódio 01 – Era uma vez um monopólio

Facebook, Google e outras gigantes do mercado digital estão enfrentando investigações e processos antitruste. Neste episódio do nosso podcast eu te explico melhor as razões dessas ações, como isso afeta nossas vidas e o que podemos esperar.

Links deste episódio do podcast

https://www.theguardian.com/technology/2019/sep/06/facebook-google-antitrust-investigations-explained

https://www.forbes.com/sites/rachelsandler/2020/08/05/as-facebook-launches-tiktok-clone-a-look-back-at-6-other-rival-products-it-copied/#32be50d05c5a

https://www.npr.org/2020/10/20/925895717/antitrust-lawsuits-google-2020-vs-microsoft-1998

https://edition.cnn.com/2020/10/20/tech/doj-google-antitrust-case/index.html


Transcrição deste episódio do podcast
Era uma vez dois reinados: o das mídias sociais e o das plataformas de pesquisa. Cada um deles era comandado por um rei disposto a fazer de tudo para manter seu monopólio. Um dos reis, que chamaremos de menino Markinho, mas talvez você o conheça como Mark Zuckerberg, ao perceber que um novo monarca se aproximava abordava a comitiva e pagava muito bem para comprar tudo o que o monarca tinha e convidá-lo para viver no seu reino. O outro rei era o onipresente Google – as pessoas até achavam que tudo acima e abaixo da Terra se chamava Google – e ele, ao perceber que seus súditos poderiam se interessar em migrar para outros reinos (como o reino do Bing), fazia de tudo para que as pessoas não tivessem para onde fugir.

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Eu sou a Mariana Klein e este é o Era uma vez no Reino das Mídias Sociais, o podcast da Petit Mídias Sociais. E hoje nosso assunto é o monopólio do Facebook e do Google nas plataformas digitais. É nesse cenário que nós nos encontramos hoje, súditos de menino Markinho e do rei Google. E é por causa deste cenário que, nos Estados Unidos, está em curso uma batalha contra o monopólio dessas duas empresas. Já faz vários meses que essas investigações antitruste estão acontecendo por lá, e não só os CEOs do Facebook e do Google foram interrogados, mas também os da Apple e da Amazon. E é óbvio que eles responderam que essas especulações não têm nada a ver.

Mas então, o que você precisa saber sobre essa investigação no que diz respeito ao maravilhoso reino das mídias sociais?

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A primeira coisa é entender o tal do antitruste. Truste é um termo usado para se referir a cartéis e monopólios, ou seja, empresas que usam seu poder no mercado para controlar preços e distribuição de produtos e serviços, fazendo com que possíveis concorrentes desistam de entrar no mercado. No Brasil, temos um órgão que zela pela manutenção de livre concorrência de mercado, ele se chama CADE, que quer dizer Conselho Administrativo de Defesa Econômica, e quando uma empresa quer comprar a outra, por exemplo, esse conselho pode ajudar nessas decisões para buscar um mercado diverso e com opções para diferentes consumidores. Nos Estados Unidos não existe um CADE, então são os legisladores estaduais e federais que julgam essas questões.

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E por que o Facebook está sob investigação?

A questão gira em torno de algumas coisas que eu imagino que você já saiba. Eles estão sendo acusados de conduta anticompetitiva, o que inclui a compra de concorrentes e a cópia de ferramentas de concorrentes. E, se você não sabe, eu tô aqui neste podcast para te contar.

Em março de 2019 o Facebook adquiriu um app chamado Masquerade, que era um app que permitia a criação de algo que só o Snapchat tinha até então, os filtros. Em abril daquele ano, eles lançaram a opção de compartilhamento do perfil por QR-Code no Messenger, que também era uma opção só presente no Snapchat até então. Em agosto, entraram no ar os stories do Instagram. E aí estava na cara que quem estava na mira era o Snapchat, sim, não tinha como enganar mais ninguém. Depois disso, vieram os stories no Facebook, no WhatsApp, filtros 3D, stories por geolocalização, mensagens privadas cada vez mais parecidas com as do Snapchat. E o mesmo aconteceu com o TikTok e o formato do Reels no Instagram e sabe-se lá mais o que já foi comprado ou copiado por eles.

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E o Google, o que fez de errado?

São duas as atividades em que o Google parece detém o monopólio: pesquisa e anúncios. A empresa paga milhões para parceiros para ser a plataforma de pesquisa padrão em navegadores, é o caso do contrato deles com a Apple. Isso faz com que eles sejam a plataforma responsável por 80% das pesquisas na internet. E as pessoas até acreditam que o Google é a Internet. Além disso, o Google paga milhões para fabricantes de dispositivos móveis, como esse smartphone em que você está ouvindo este episódio (é o caso se você tem um motorola, LG, samsung…), para que o Android seja o sistema operacional usado. No caso dos anúncios, quase todo o faturamento da Alphabet, que é a empresa dona do Google, vem das campanhas de rede de pesquisa, display e vídeo. Para você ter uma ideia do tamanho dessa briga, estamos falando de 134 bilhões de dólares em 2019.

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Tá, e o que isso tem a ver com a minha e a sua vida?

Menos competição acaba, no longo prazo, resultando em menos inovação e um menor poder de escolha para o consumidor. Além disso, tem também o fato de que essas plataformas podem coletar muitos dados de navegação nossos e limitar essa coleta por parte de outros parceiros, que vão acabar ficando para trás por não oferecerem bons resultados de conversão de campanha e aí menino Markinho e o rei Google poderão simplesmente nos dizer que “ah, com a pandemia aumentou o custo por clique, putz”, e as empresas pagarão cada vez mais por menos retorno. Isso é um problema, especialmente para as pequenas empresas, que acabam trabalhando no limite dos investimentos. E, claro, a questão da privacidade dos dados é também uma questão preocupante, e essas plataformas dominarão cada vez mais o fluxo de informação das nossas vidas, seja para criar produtos e serviços que nos ajudam, seja para eventualmente manipular informações.

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Mas e isso tudo vai dar em alguma coisa ou vai acabar em pizza?

Bem, o fim dessa história pode demorar para acontecer, mas existe uma luz no fim do túnel. Não sei se você lembra, mas teve um tempo em que a gente comprava um computador e ele obrigatoriamente vinha com o Windows como sistema operacional. E, vindo com o Windows como sistema operacional, o uso do navegador da marca também era obrigatório.

Abrindo um parênteses aqui: eu sou aquela pessoa com um tiquinho mais de idade, então fiz curso de DOS quando era menina e o mouse foi uma evolução tecnológica muito fantástica na minha vida. E eu lembro bem desse tempo de dominância do Windows sobre tudo e todos, e lembro também do quanto eu achei estranho quando comecei a ver conversas sobre outros navegadores, simplesmente não entendia porque usar outro se já tinha aquele. Espero que em breve tenhamos mais opções de tudo. Fecha parênteses.

Voltando ao Windows: na década de 1990 rolou uma ação antitruste muito parecida nos Estados Unidos que exigia que a Microsoft mudasse a forma como interagia com o mercado e propusesse contratos menos restritivos aos seus parceiros. E deu certo. Hoje você pode comprar um computador de um grande fabricante e ele não necessariamente virá com o Windows como sistema operacional. Inclusive, em alguns casos, você precisa pagar um pouco a mais para ter o Windows na sua máquina. O fato é que, em 20 de outubro deste ano, 2020, depois de cerca de 1 ano de investigações, o departamento de justiça dos Estados Unidos ajuizou uma ação contra o Google. E, em breve, pode chegar a vez do Facebook receber o processinho. Como vai terminar? Não sei te dizer, mas sei que, enquanto profissional das mídias sociais, eu espero que possamos ter cada vez mais transparência nas relações com as plataformas.

Enquanto isso, você pode ver no nosso site, petitmidiassociais.com/podcast, os links das reportagens que fizeram parte da pesquisa para esse episódio, e eu recomendo acompanhar o que vem daqui pra frente, porque estamos diante de um momento decisivo para o futuro do marketing digital. E isso é tudo hoje, diretamente do Reino das Mídias Sociais. Eu sou a Mariana Klein e recomendo que até o nosso próximo encontro neste podcast você não alimente os trolls.

Episódio 02 – Um bicho-papão chamado Algoritmo

Quem aí tem medo do algoritmo das plataformas de redes sociais? Neste episódio do nosso podcast você vai aprender o que é, para que serve e de onde vem o tão temido algoritmo. No fim de tudo, esperamos que você possa ir pra cama sem medo desse bicho-papão.


Links deste episódio do podcast

https://mashable.com/article/what-is-an-algorithm

https://www.google.com/search/howsearchworks/algorithms

https://www.infomoney.com.br/perfil/sergey-brin/

https://super.abril.com.br/mundo-estranho/como-se-forma-a-areia-movedica/

Transcrição deste episódio do podcast

Era uma vez no Reino das Mídias Sociais, uma noite de tempestade. E nas noites de tempestade todo mundo já sabia o que ia acontecer. As pessoas do Reino teriam pesadelos com o bicho-papão. Nesse pesadelo, você é perseguida por um monstro criado pelo Rei Markinho e, no cansaço da correria, você pisa em um poço de areia movediça. Para tentar fugir, você continua tentando correr, mas aí já é tarde demais e o bicho-papão fica ali assistindo enquanto você é sugada para o fundo. E, por mais que você chame os amigos e até tente pagar alguém que venha te puxar pra fora, o bicho-papão e sua areia movediça são mais fortes. Você não tem como escapar. Dizem que, na manhã seguinte, as pessoas do Reino se encontram para compartilhar suas experiências oníricas. Todos eles com medo de um bicho-papão chamado Algoritmo.

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Olá! Eu sou a Mariana Klein, fundadora da Petit Mídias Sociais e você está ouvindo o nosso podcast, o Era uma vez no Reino das Mídias Sociais. Hoje nossa conversa no podcast é sobre algo que tira o sono da galera do digital. Ou não. Eu, por exemplo, não tenho pesadelos com ele porque já entendi como ele funciona, e aí não tenho do que ter medo. E é isso que eu quero pra você: que você possa dormir, acordar e trabalhar todos os dias sem medo desse bicho papão que atende pelo nome de Algoritmo.

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Mas, afinal, o que é o algoritmo?

No livro The Master Algorithm, O algoritmo mestre, o pesquisador Pedro Domingos explica que um algoritmo é um conjunto de instruções. Arram, simples assim. É um conjunto de instruções tanto quanto uma receita de bolo ou uma soma de dois e dois que resulta em quatro. Por sinal, vou colocar no site da Petit o link para uma TED Talk do Pedro Domingos, é bem legal ouvi-lo falar sobre como os algoritmos definem nossas vidas hoje. Voltando à nossa definição, então o algoritmo é um conjunto de instruções. E ele não é uma novidade, porque como comentei há pouco, historicamente nós temos receitas, fórmulas, instruções para atirar uma flecha ou usar um estilingue com sucesso. No contexto do maravilhoso Reino das Mídias Sociais e deste podcast, o algoritmo diz para uma plataforma como o Facebook e o Instagram como agir. Ele é construído em uma estrutura de vários “se”s e “entãos”. Pensando no uso do Instagram, seria algo como: se o usuário clicar duas vezes em cima de um post, então adicione uma curtida dele àquela publicação.

O primeiro grande algoritmo desse nosso contexto digital é o algoritmo de ranqueamento da pesquisa do Google, criado pelo Larry Page e pelo Sergei Brin na década de 90. O Sergei é aquele cara que, se você for pesquisar o nome dele no Google, vai encontrar uma foto dele com o Google Glass. Você lembra do Google Glass? Tá, mas não é sobre o Google Glass que eu quero falar. Quero te contar que o Sergei tem uma história de vida bem interessante: ele nasceu na Rússia e sua família emigrou para os Estados Unidos no fim da década de 70. A família dele era super simples, ele estudou em uma escola montessoriana e se formou em Ciência da Computação com 19 anos. Sim, ele é super inteligente. O Sergei e o Larry se conheceram na Universidade de Stanford, e o algoritmo de ranqueamento do Google é um resultado da pesquisa de doutorado em Ciência da Computação do Larry Page. É por isso, inclusive, que o algoritmo do Google se chama PageRank. Não é porque página em inglês é page, é porque esse é o sobrenome de um dos criadores dele. Desde 2019 eles não trabalham mais na administração das empresas da holding do Google, e investem seu tempo, conhecimento e bilhões de dólares em pesquisas de exploração espacial.

Na pesquisa do doutorado do Larry Page, ele queria desenvolver uma forma mais inteligente para organizar as páginas disponíveis na internet. E, aí, ao invés de olhar para dentro das páginas e analisar seus textos, ele tomou um caminho diferente, que já é conhecido para quem transita na área acadêmica. Ele criou um sistema de classificação de importância das páginas com base em quantas citações elas tinham e de onde essas citações vinham. Hoje, quando falamos de otimizar um site para a pesquisa, a gente chama isso de backlinks. Se você não sabe o que é, pode usar o próprio Google para pesquisar.

Um outro exemplo de algoritmo complexo em uso nas nossas vidas diárias é o do Feed do Facebook e do Instagram. Esse algoritmo é tão complexo que vira um bicho-papão. Mas, basicamente, ele é um conjunto de instruções para indicar quantas publicações novas cada pessoa vai ver ao abrir o aplicativo e em que ordem elas serão exibidas. No caso das plataformas do Reizinho Mark (e se você não sabe de quem eu tô falando, ouça o episódio anterior) o que determina quais publicações chegarão a cada usuário é uma combinação de fatores baseada no comportamento de cada pessoa em ambiente digital. Por quais assuntos esse usuário se interessa? Com quais perfis ou páginas ele costuma interagir? Quantos perfis ele segue? Com que frequência essa pessoa abre o aplicativo? Quando os perfis que ela segue publicaram pela última vez? Essas são apenas algumas das perguntas que o algoritmo vai buscar responder para organizar melhor as informações e entregar para cada um de nós os conteúdos com maior chance de interação.

E aí, você já pode ter ouvido alguém falar que o alcance orgânico morreu, maldito bicho-papão Algoritmo, que fica puxando os criadores de conteúdo para a poça de areia movediça! Vem cá, deixa eu te contar uma coisa. Eu participo desse rolê há muitos anos, e eu posso te garantir que a cada 12 ou 18 meses esse tema sempre volta. É sério. É como a blusa ciganinha, pode até pular um verão, mas ela vai voltar. No passado eu até escrevia uns posts a cada apocalipse desses, teve o dos 2% de alcance, depois o dos 7%, teve o apocalipse Instagram, quando o feed mudou de cronológico para otimizado pelo algoritmo, enfim. Hoje eu nem escrevo mais sobre essas coisas porque já entendi que não faz muita diferença. Afinal, as pessoas sempre vão dar mais audiência a essas bobagens sensacionalistas do que a uma explicação técnica do que está acontecendo. No meio dessa confusão toda causada pela preguiça de entender como a máquina foi programada, volta e meia surge o vendedor de elixir mágico, nosso amado guru de marketing digital. E ele estaciona sua carroça na praça do reino e grita aos quatro ventos que vai te ensinar a hackear o algoritmo.

Mas e eu posso hackear o algoritmo?

É óbvio que você pode tentar. Essa é a graça de viver em uma sociedade democrática, você pode fazer o que quiser desde que isso não faça mal aos outros. A questão é que, apesar de serem criados por programadores humanos, uma boa parte dos algoritmos das grandes empresas de tecnologia, como o Facebook, a Amazon, a Netflix, são gerenciados no dia a dia por inteligência artificial. E aí, minha amiga… meu amigo.. a areia movediça ganha. Nós precisamos ter a consciência de que tem muitas coisas que a máquina consegue fazer melhor que nós. Escrever um bom texto com objetivo de conversão de vendas pode ser algo que os humanos fazem melhor, porque no fim das contas, estamos escrevendo com base em experiências e necessidades. Mas otimizar uma campanha que está rodando para um público de um milhão de pessoas? Isso a máquina vai fazer melhor. O que cabe a nós é fazer a nossa parte da melhor forma possível.

Você sabe como faz para escapar da areia movediça? Você pára de lutar e se mover para não afundar mais. Nosso corpo é menos denso que a mistura de água e areia, então quando paramos conseguimos boiar lentamente. No Reino das Mídias Sociais é a mesma coisa.  Você aceita que, para seus seguidores receberem suas publicações, você vai ter que entender o que eles precisam e entregar isso em forma de conteúdo. Você aceita que as plataformas de anúncios precisam de alguns dias para otimizar a entrega de uma campanha, e para de ficar fuçando e fazendo alterações a cada 4 horas. E, mais importante, você para de acreditar no guru que te diz que basta agarrar uma corda ou um galho e ser puxada para fora da areia. Porque isso simplesmente não funciona, você vai seguir presa por causa de uma coisa que o guru viu num filme, ou que contaram para ele e, como bom guru que ele é, não foi pesquisar para saber se era verdade.

E aí, eu te falei que, assim como a blusa ciganinha volta, os boatos de fim do alcance orgânico voltam também. E eu vou te ensinar o que fazer na próxima vez que isso acontecer. E você vai usar uma espécie de algoritmo para isso, é uma simples fórmula matemática. Quando você enxergar uma daquelas publicações que fala que a partir de agora o algoritmo está limitando o alcance das publicações a 4% dos seus seguidores, você vai fazer o seguinte:

Abra seu perfil de Instagram comercial e, nas suas últimas 5 publicações, clique em Ver Informações. Anote o valor do alcance. No seu perfil, veja o número de seguidores e anote no papel também. Se quiser, pode até pausar este episódio e ir lá no seu perfil de Instagram Comercial e coletar esses dados. Agora calcule o Alcance x 100 dividido pelo número de seguidores. Nos últimos 5 posts da Petit, por exemplo, os valores variam entre 12% e 36%. Essa é a taxa de alcance, ou seja, é a proporção do alcance da sua publicação em relação ao número de seguidores do seu perfil.

Se no passado você não deu ouvidos ao guru e construiu sua base de seguidores sem pressa e com base em conteúdo de alto valor, pelo menos por enquanto você não precisa se preocupar com o bicho-papão. Porque essa é a lição dessa história: a gente não teme aquilo que conhece e sabe como lidar. Mas, se você comprou seguidores, seguiu um monte de gente para ser seguida de volta, cria conteúdo sem pé nem cabeça e não entrega alto valor para seus seguidores… bem, aí você não pode culpar o algoritmo, né?

Quer saber mais sobre algoritmos? Então acesse petit.social (isso mesmo, p-e-t-i-t.social) e clique em Podcast para ver a transcrição deste episódio e vários links interessantes para aprofundar seu conhecimento e não sair por aí falando bobagem.

E isso é tudo por hoje, diretamente do Reino das Mídias Sociais. Eu sou a Mariana Klein e vou ficando por aqui, sempre recomendando que até o nosso próximo encontro neste podcast você não alimente os trolls.

E, por falar em Troll, você já viu o novo mascote deste podcast? Ele é um troll biscoiteiro, como todo troll, e foi desenhado pelo maravilhoso Jeferson, da Agência Libre. O Jef e a Libre são responsáveis pela identidade visual da Petit e eu super recomendo falar com eles se você precisar de trabalhos criativos.

Era uma vez no Reino das Mídias Sociais é o podcast da Petit Mídias Sociais, escrito e editado por mim, Mariana Klein.

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