Como atrair e encantar seguidores com storytelling

Você sabe usar o storytelling na comunicação da sua empresa ou para seus clientes?

O termo Storytelling, que em português significa contar histórias, está cada vez mais popular entre as organizações brasileiras. Nos últimos anos, profissionais de comunicação e do marketing têm utilizado o storytelling com objetivos comerciais ou institucionais. De um modo geral, seu uso tornou-se instrumento de relacionamento entre marcas e pessoas que, quando aplicado de maneira correta, tem resultado satisfatório, gerando melhor engajamento com as pessoas.

Mas a questão é: Você sabe usar o storytelling na comunicação da sua empresa ou para seus clientes?

Se houvesse uma regra básica para que este processo seja assertivo, ela seria o uso da verdade. É muito importante fundamentar a história que irá contar em fatos reais. Não invente nada!

Guarde a sua criatividade para estruturar a narrativa e torná-la atrativa.

Outra etapa necessária é escolher a mídia mais adequada para se conectar ao seu público. O storytelling pode ser adaptado a diversos canais, maneiras e plataformas. Porém, é preciso ter cuidado na hora da escolha. Considere o perfil dos seus clientes ao fazer essa definição. E na hora de produzir o conteúdo, fique atento às características narrativas da mídia e do tipo de linguagem, já estabelecido anteriormente, com o nicho em questão.

O próximo passo do storytelling é organizar as informações que vão traçar a trajetória da marca, em uma estrutura de história. Trabalhe os elementos e mensagens de acordo com um, ou mais, tipo textual – como descrição, narração e dissertação. Os gêneros romance, conto, fábula, notícia, resenha, crônica também são bem-vindos na produção e devem ser escolhidos conforme o planejamento textual.

Na prática, considere a “jornada do herói”, conceito de Joseph Campbell, que trabalha a noção de que todas as histórias estão ligadas por um fio condutor comum ou uma história oculta. Um passo-a-passo, cujas etapas dividem-se na apresentação do herói no seu cotidiano, no enfrentamento de um conflito e auxílio de um mentor e na resolução da trama, com retorno vitorioso do benfeitor. Esta fórmula tem servido de base e orientação aos que estudam e se dedicam às diversas formas do storytelling.

Foto de uma sala de aula, com um quadro negro que cobre a parede inteira. Em frente ao quadro há uma cadeira vazia. Sobre a imagem há um checklist de storytelling. Regra básica: Sua história é verdadeira? 1 - Escolha o canal. 2 - Selecione o tipo textual. 3 - Organize uma trajetória da marca. 4 - Crie sua história.

Vale lembrar que o melhor do storytelling está em comover pessoas, criar conexão emocional, e exaltar sentimentos, ou seja, atribuir significados emocionais enquanto conta a sua trajetória ou a do seu cliente. Esse contexto afetivo auxilia a marca a provocar a curiosidade, atraindo mais fãs ou aumentando o engajamento do seu público.

No entanto, para que a narrativa fique na memória da sua audiência é preciso descobrir e escrever a biografia única, real e exclusiva que transformará o seu negócio em uma marca lembrada por todos.


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O Instagram tem 45 milhões de contas ativas no Brasil. Como você vai falar com estas pessoas?

Recentemente o Facebook divulgou que o Instagram chegou à marca de 700 milhões de usuários ativos no mundo e 45 milhões de usuários ativos no Brasil. De acordo com a publicação, 60% dos Instagrammers dizem que já descobriram produtos e serviços no Instagram e 75% afirmam já ter tomado uma atitude depois de serem inspirados por um post no Instagram, segundo a pesquisa com usuários da plataforma em novembro de 2015.

Por outro lado, cresce também o número de anunciantes – já passa dos 200 mil – e aumenta o desafio de quem quer usar a rede como apoio para divulgação de produtos e serviços, afinal como destacar seus posts em meio às 95 milhões de fotos publicadas diariamente?

O segredo está em se conectar ao público-alvo da sua marca, entender o que as pessoas esperam da sua marca e o que faz elas interagirem com suas publicações. O contínuo do sucesso tem dois extremos: fazer rir e emocionar, e os melhores posts são os que estão nestes extremos.

Além disso, é fundamental selecionar a segmentação correta para ativar campanhas com o melhor resultado na rede. As opções são variadas e avançadas, possibilitando chegar às pessoas certas.

Como você se comunica com seu público-alvo?


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WhatsApp, do grupo da família à venda de produtos

O ambiente digital é o lugar preferido de quem tem alguma coisa para dizer. Passamos alguns anos fazendo isso com o Orkut, blogs, Facebook, Twitter, sites de notícias e, mais recentemente, estamos apaixonadamente usando o WhatsApp para passar o dia conversando com família e amigos.

No SXSW deste ano, uma das palestras mais legais que assisti foi a da Fernanda Saboia sobre WhatsApp como ferramenta de CRM, me tirou da minha zona de conforto e me abriu a mente para como WhatsApp pode ser uma coisa séria.

Sim, porque eu não sou a maior defensora do WhatsApp e, antes de assistir essa palestra, inclusive, eu diria para quem quisesse ouvir que não entendia tanto amor pela ferramenta, que a considerava invasiva e a sensação de tempo real me deixa um tanto desconfortável. E, mais importante: acho que não é lugar de falar de trabalho (sim, sou daquelas que preferem ter registro de tudo por e-mail).

Uma das minhas preocupações de segurança parece que foi solucionada nos últimos dias, com o uso da criptografia de ponta-a-ponta, e já começo a concordar com a Fernanda: ele pode ser uma ferramenta importante para pequenos e médios negócios.

Gratuito (tá, US$ 0,99 ao ano, depois do primeiro ano de uso), simples e usado por praticamente todo mundo: poucas coisas são melhores quando se pensa em estar perto dos consumidores, certo?

A grande pergunta, então, é como usá-lo sem enlouquecer, sem ter problemas e de forma a consolidar sua marca. Eis algumas das minhas anotações da palestra, vamos ver se ajuda a clarear as ideias de quem quer ter o aplicativo como aliado.

Devo contratar uma agência para cuidar do meu Whats?

Sim e não. Por um lado, é uma ótima ideia ter apoio profissional para criação de peças, para ajudar a estruturar ações de divulgação e alinhar uma linha de comunicação.

Por outro lado, como a ferramenta é o mais próximo que se pode chegar de tempo real, não faz sentido o telefone estar lá na agência e as mensagens terem de ser encaminhadas para a empresa para serem respondidas. Quem tem que responder é a própria empresa.

Qualquer empresa pode usar?

Basicamente, sim. A Chevrolet usa, o salão de beleza do seu bairro usa, concessionárias usam para agendamento de serviços e a secretária da minha nutricionista usa para confirmar consultas. Basta ter um objetivo em mente e divulgar este número na sua comunicação em outras redes.

Mas, então, quer dizer que eu posso pegar minha lista de contatos e enviar mensagem para todos?

Por favor, não faça isso. Primeiro porque é bem chato receber comunicações que você não solicitou, e depois porque você pode ser banido do aplicativo, e aí pode pegar mal com seus consumidores ficar trocando de número. Até existe uma forma de enviar mensagens individuais para várias pessoas, mas ela só funciona se todos os contatos tiverem o seu número registrado.

Como usar o WhatsApp de um jeito legal e sem invadir a privacidade dos meus consumidores?

Comece perguntando para as pessoas se elas querem ser contatadas por lá. Na palestra a Fernanda deu o exemplo de uma academia que inseriu um campo na ficha de matrícula perguntando se o aluno quer participar do grupo deles. Vale lembrar que o WhatsApp é uma empresa do Facebook, o mesmo Facebook que apenas permite que empresas iniciem conversas via mensagem privada com quem comentar em um post da página, ou seja, eles são contra spam (e você não quer seu número bloqueado, né?).

Depois de ter certeza de que as pessoas querem te ouvir, convide-as a adicionarem o seu número na lista de contatos e planeje como você vai conversar com elas. Lembre que você não está falando com amigos, talvez não seja um bom caminho desejar bom dia todos os dias, por exemplo, mas pode ser bem legal ter um boletim semanal com as novidades da sua loja, ou apenas usar o aplicativo quando tiver algo muito importante a dizer. Não force a barra, isso pode afastar quem mais importa para você nesta empreitada.

Já usou o WhatsApp na sua empresa ou com seus clientes? Compartilhe sua experiência nos comentários, quero saber como os colegas e empresários estão se virando com o zapzap! 🙂

Publicado originalmente aqui.


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