7 erros que você pode estar cometendo no Instagram

Conheça alguns erros comuns que impedem você de construir uma presença sólida no Instagram.

O Instagram é uma dessas ferramentas que têm uma carinha super simples e que nós pensamos ser super simples de gerenciar porque a usamos na nossa vida pessoal, mas se você quer construir presença sólida no Instagram precisa ter atenção a alguns erros comuns que podem colocar seu esforço por água abaixo.

Erro 1 – Sua conta é pessoal e privada

Assim como o Facebook tem a separação de perfil e página, o Instagram tem a separação de perfil pessoal e perfil comercial. Para quem está em busca de seguidores e está trabalhando com uma estratégia de divulgação de marca, produtos ou serviços o melhor caminho é usar o perfil comercial, que permite uma gestão profissional da conta e mantém todas as suas publicações públicas, afinal, o consumidor merece saber o que você está publicando para poder decidir clicar no Seguir ou não.

O perfil comercial permite que você analise dados para conhecer melhor o seu público, saber qual é o melhor horário para publicar, qual tipo de conteúdo traz melhores resultados e ainda libera a opção de criar campanhas pagas de Instagram Ads. Isso não é possível no perfil pessoal.

Erro 2 – Você publica fotos em baixa qualidade

O Instagram é a rede social destinada ao compartilhamento de conteúdo visual, quando o usuário acessa esta rede ele espera ser impactado por vídeos e imagens impressionantes, já falamos disso anteriormente. Então, fotos granuladas, sem cuidado com enquadramento e iluminação precisam fazer parte do passado do seu perfil. A mesma coisa vale para a foto do avatar da sua conta, ela precisa ser chamativa e em boa qualidade.

Se você quer causar impacto no Instagram, vale investir em um smartphone com uma boa câmera e em uma boa ferramenta de edição de imagens. Se seu foco é criar vídeos, vale a mesma regra: uma boa câmera e um bom software de edição.

Erro 3 – Você usa muitas (ou poucas) hashtags

Quantas hashtags você usa? Como você escolhe quais delas usar para cada publicação?

No Instagram é possível publicar até 30 hashtags por vez, mas isso não quer dizer que você deve usar todas elas. Uma pesquisa do BuzzSumo analisou 1 bilhão de posts de Facebook em 2016 e descobriu que o uso de hashtags diminui consideravelmente o engajamento, os materiais do Twitter, berço da hashtag, indicam que duas são o máximo a se usar.

Isso é um alerta para entender que o consumidor pode não gostar de posts com tantas tags, pode achar que parece um desespero de quem publicou e precisou usar tantas # para chamar atenção.

Apesar disso, usar hashtags é uma maneira de aumentar o alcance das suas publicações, mas elas precisam ser escolhidas a dedo, levando em consideração alguns fatores:

– Elas estão em português? (Se estiverem em Inglês você pode atrair várias curtidas estrangeiras e nenhuma de alguém que pode ir, de fato, consumir na empresa)

– Elas são regionalizadas? (Quais são as hashtags usadas pelas pessoas na sua cidade ou região?)

– Quantas são? (Tente não passar de 5)

– Uma delas é uma hashtag exclusiva do perfil?

 

 

Erro 4 – Você não otimiza seu perfil

Seu perfil de Instagram precisa fazer sentido para o usuário, quando falamos disso ainda falamos sobre o impacto visual que as imagens precisam causar. Para isso, há várias técnicas que podem ser usadas, você pode escolher usar molduras diferentes a cada mês, ou paletas de cores específicas para um período (uma estação do ano, por exemplo), temas relacionados à acontecimentos da vida ou aqueles que você cria (aniversário, chegada aos 10 mil seguidores, etc.).

O importante é lembrar que não é necessário publicar uma foto assim que o momento acontecer, o planejamento precisa falar mais alto quando se trata de um perfil comercial. Ou você acredita mesmo que aquela influenciadora que você ama passa uma semana inteira vestindo a mesma cor?

Erro 5 – Você não interage

Uma palavra interessante quando descrevemos o Instagram é ‘social’. Esta ferramenta é uma rede social, e precisamos agir de acordo com esta proposição. Não adianta nada criar um perfil (e o mesmo vale para página de Facebook, perfil de Twitter, etc.) se você não vai interagir com as pessoas.

Um dos fatores para melhorar o seu engajamento e, consequentemente, posicionamento das suas publicações no feed dos usuários, é responder os comentários deles, tirar dúvidas que possam surgir, interagir quando alguém envia uma mensagem privada e por aí vai.

Marcas que não interagem eventualmente cairão no esquecimento. Marcas que desejam construir uma presença digital sólida focam seus esforços nas interações.

Erro 6 – Você não cria histórias

As stories do Instagram são uma ferramenta poderosa para engajar o público, e há usuários que tem verificado cada vez mais o feed das histórias e menos o feed de publicações da rede. Apesar do formato diferente do usual – 1080 x 1920 px – elas podem ser usadas para publicação de foto ou vídeo.

O objetivo aqui pode ser de, literalmente, contar uma história ou ainda de aproveitar o alto índice de engajamento do formato para chamar as pessoas para verem sua mais nova publicação do perfil. Recomendo dar uma olhada no perfil e stories da Cuplover.

Erro 7 – Você não cria conteúdo exclusivo para Instagram

Como já falei anteriormente, cada rede social serve um propósito, e o propósito do Instagram é ser uma rede social voltada para o lado mais criativo do nosso cérebro. Sendo assim, não faz sentido criar um post para o Facebook e replicar no Instagram, porque o público vai interagir de forma diferente com a publicação, por exemplo, sem poder clicar no link que você escreveu no texto. Outra questão é o tamanho das imagens: apesar do Instagram aceitar imagens horizontais, a ferramenta ainda está pensada para a exibição do formato quadrado (800 x 800 px), que é diferente do formato do Facebook (1200 x 900 px).

Uma outra situação é o oposto: querer conectar a conta de Instagram com a do Facebook e replicar o conteúdo nessa via. Isso também é um problema, por exemplo, por causa das hashtags que são mal aceitas no Facebook, mas também por que o público do Facebook está muito mais aberto para clicar em links e porque o formato ideal da publicação é diferente.

É importante escolher as redes sociais para uma marca com base nas características da marca e de seu público, mas levando em consideração a capacidade de investimento de tempo e dinheiro da empresa.


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Vídeo, foto ou carrossel: qual é o formato mais popular no Instagram?

O carrossel do Instagram aceita vídeos e fotos, mas será que este formato traz mais engajamento que vídeos e fotos únicas?

Em fevereiro de 2016 o Instagram liberou o formato de carrossel para as publicações.

O formato, que aceita vídeos e fotos, logo conquistou o mercado, que buscou formas cada vez mais criativas de contar histórias. Mas, alguns meses depois do lançamento, será que este formato traz mais engajamento que vídeos e fotos únicas?

Nesta semana o SocialBakers divulgou alguns dados sobre o uso e resultado dos 3 formatos de publicação do Instagram, quer saber quem tem melhor performance? Publicações com foto única.

É isso mesmo, o bom e velho formato de publicação ganha em termos de engajamento do público. E ainda é interessante observar que os vídeos têm a menor performance dos três formatos, o que traz um pouco de paz para as pequenas empresas, que frequentemente não têm verba para a criação de vídeos, mas podem organizar carrosséis com múltiplas imagens.

 

 

O que isso quer dizer?

Em se tratando de estratégia, é importante observar o resultado das publicações do perfil da sua marca para compreender o que o seu público mais gosta de ver no seu Instagram.

Para descobrir isso, basta acessar a área de análise da sua conta comercial, clicando no ícone de gráfico que aparece no menu superior da conta.

Nesta aba é possível verificar quais posts tiveram mais interações, os horários em que o público mais interagiu com o conteúdo publicado e ainda outros dados das publicações e stories.

Analisando esses dados cada conta consegue descobrir qual é a melhor estratégia a seguir, lembrando que as estratégias precisam ser renovadas com frequência.

Qual é o formato de maior sucesso na sua conta de Instagram?


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4 ferramentas gratuitas do Facebook que você precisa conhecer

Conheça as ferramentas gratuitas do Facebook que deixarão o seu trabalho ainda mais profissional.

O Facebook está sempre lançando alguma novidade, seja uma mudança de algoritmo, seja uma nova ferramenta para profissionalizar ainda mais o trabalho do social media. Dentre elas estão 4 ferramentas gratuitas, que são disponibilizadas no Gerenciador de Negócios do Facebook, vamos conhecê-las?

Como acessar

Para acessar estas ferramentas você deve abrir o seu Gerenciador de Negócios do Facebook, e então localizá-las no menu superior.

1. Informações do Público

Não sabe como segmentar o público das suas campanhas de Facebook e Instagram Ads? Sem problemas, a ferramenta de Informações do Público te ajuda a compreender as pessoas que podem se interessar pelo seu produto ou serviço.

Também conhecida como Audience Insights, a ferramenta de Informações do Público permite que você conheça a sua audiência com base em dados demográficos (idade, gênero, relacionamento, nível educacional e cargo), dados de curtidas na página (que páginas o seu público curte? pelo que ele se interessa?), localização e atividade (seu público está mais propenso a clicar em links ou interagir com vídeos? ele curte páginas ou interage com publicações?).

O mais interessante do Informações do Público é obter insights não apenas para campanhas, mas também para a criação de conteúdo com alto poder de engajamento.

2. Central de Criativos

A Central de Criativos é um hub de inspiração e funcionalidades importantes na hora de criar conteúdo e campanhas para Facebook e Instagram.

Com esta ferramenta você é possível:

– conhecer os melhores exemplos de como usar cada formato de publicação e anúncio do Facebook e do Instagram

verificar se sua imagem tem mais ou menos que 20% de texto

– criar modelos de publicações que podem ser compartilhados com o cliente ou outras pessoas da equipe – sabe quando o cliente não tem ideia do que é o Carrossel de que você está falando? agora você pode mostrar para ele sem ter que criar nada mirabolante no Photoshop.

3. Pixel

O Pixel do Facebook é um trecho de código que pode ser inserido em um site, landing page ou e-commerce, e que rastreia a atividade das pessoas onde for instalado.

Você pode configurar o pixel para diversos eventos, como visualizações de página, inserção de produtos no carrinho, preenchimento de formulário de cadastro, compras e muito mais. Assim, é possível rastrear quanto do retorno comercial (ROI) obtido foi resultado das ações realizadas em Facebook e Instagram.

Esses dados podem ser usados, ainda, para a criação de públicos personalizados para a realização de campanhas de remarketing.

4. Analytics

O Analytics é a ferramenta mais recente do Gerenciador de Negócios, e foi desenhada para acompanhar os dados de páginas, pixels e apps vinculados ao Facebook.

Com ele você pode criar acompanhar a atividade comercial de um pixel, criando um funil de vendas, verificando características de público, receita e vendas geradas pelo seu e-commerce. E, ainda, pode criar painéis com os dados coletados, gerando gráficos que podem ser compartilhados em tempo real com seu cliente ou outros membros da equipe.

Quer saber mais?

Para aprender a criar o Gerenciador, configurar, associar páginas, pessoas e contas de anúncios à ele e, ainda, aprender a usar estas ferramentas, faça sua inscrição em nossa aula!


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Facebook, Instagram, Twitter, Linkedin ou todas: Como escolher a melhor rede social para sua empresa?

Vamos descobrir as principais semelhanças e diferenças entre as redes sociais para escolher qual delas usar?

O Facebook e o Instagram dominam a cena quando o assunto é rede social. Ambas as redes são do Facebook, o que facilita em muitos sentidos a vida de quem cria conteúdo, mas elas são muito diferentes em uso e finalidade. Além delas, temos ainda outras redes sociais (são centenas, na verdade, mas escolhemos apenas algumas delas) e todas merecem atenção na hora de selecionar onde publicar.

Vamos descobrir as principais semelhanças e diferenças que ajudam a escolher qual delas usar?

Finalidade

Qual é o objetivo da sua marca nas redes sociais?

Algumas empresas oferecem produtos e serviços mais técnicos, como escritórios de advocacia, de engenharia ou de tecnologia da informação. Outras oferecem produtos e serviços imprescindíveis para o dia a dia e que nos remetem a momentos felizes, como bolos, roupas, viagens.

No primeiro caso, estamos falando de uma orientação mais voltada para disseminação de informações, discussão de melhores práticas, compartilhamento de notícias, bem analítica. Quando se fala de redes com um comportamento mais analítico, se fala de Facebook, Twitter e Linkedin.

No segundo caso, temos uma orientação mais criativa, pessoal, com foco nas imagens, bem visual. E quando se fala de redes mais visuais, se fala de Twitter e Pinterest, por exemplo.

Uso

É preciso entender o que o usuário busca em cada uma das redes para entender que tipo de conteúdo deve ser entregue em cada uma delas.

Facebook: Interação, novidades, fazer parte da comunidade.
Instagram: Novidades, inspiração, desenvolver criatividade.
Linkedin: Interações profissionais, recolocação no mercado.
Twitter: Novidades em tempo real, interação, fazer parte da comunidade.
Pinterest: Inspiração, desenvolver criatividade.

A pergunta a se fazer neste momento é: qual desses itens sua marca quer desenvolver?

Olhando a imagem abaixo, gerada a partir de dados do SocialBakers fica claro a diferença das duas principais redes: o Facebook é a rede da informação e comunidades, enquanto o Instagram é a terra das celebridades e marcas.

Facebook versus Instagram

Este slide faz parte desta apresentação.

Público

Qual é o momento de vida da sua empresa? É de expansão de marca, vendas ou fidelização? para compreender melhor em qual rede o público estará mais aberto à receber sua mensagem.

De acordo com dados do Facebook, a rede tem mais de 102 milhões de usuários só no Brasil. O Instagram tem mais de 35 milhões de usuários no país. E o Linkedin passa dos 25 milhões. O Twitter e o Pinterest não divulgam quantos usuários têm por aqui, apenas os mais de 319 milhões de usuários globais para o primeiro e mais de 100 milhões para o segundo.

Assim, vendo os dados abertos, fica mais simples compreender que, se a marca está em momento de expansão, o foco deveria estar nas redes com maior possibilidade de alcance: Facebook e Instagram. Mas calma que tem mais alguns detalhes.

O público do Facebook é bem alinhado com a demografia da nossa população, basta perguntar para seu sobrinho de 13 anos e para sua tia de 65 se eles estão na rede.

Já o Instagram e o Twitter têm uma tendência mais jovem e ligada à tecnologia, é um público que faz parte de todos os acontecimentos e usa sua criatividade para pertencer à comunidade.

O Linkedin, com seu perfil profissional, conta com um público adulto (25 – 44) na maioria.

E o Pinterest traz uma demografia variada mas muito conectada a tendências e viciada em imagens marcantes.

 

 

Conteúdo

Que conteúdo sua marca pode criar?

Não há sentido em querer ativar uma segunda ou terceira rede social se a empresa não está em um momento que propicie investimentos. É importante pensar, também, nisso: a empresa tem como investir em uma boa criação de conteúdo para as redes sociais? Muitas vezes pode ser melhor apostar em apenas uma rede, para começar, e depois diversificar – é o caso de pequenas empresas que adotam o Instagram como primeira rede e só depois movem para outras.

Além do investimento, é preciso pensar no DNA da marca. Não faz sentido fugir da sua proposta de valor e objetivo comercial só para poder criar posts criativos para o Instagram, por exemplo (e o público vai sentir que é conteúdo forçado e não vai interagir).

O Facebook, com a possibilidade de publicar links, é a rede social para quem tem muitos detalhes para contar. A empresa pode compartilhar links para seu próprio blog, pode ativar uma rede de influenciadores da área que também compartilharão os conteúdos, é possível coletar leads, publicar vídeos e imagens chamativas.

O Instagram e o Pinterest são as redes focadas nas imagens. Se a imagem não for chamativa, não vai fazer o usuário parar para ver. O Pinterest possibilita o compartilhamento de links, mas o Instagram não. Por outro lado, o Instagram permite que a marca conte sua história de forma humanizada, sem forçar a amizade e tentar vender a todo o custo. O caminho das redes visuais é encantar primeiro e converter depois.

O Twitter é uma ferramenta importante para a geração de tráfego, além de ser fundamental para um SAC 2.0 bem estruturado. As pessoas usam o Twitter para contar o que amam, mas principalmente o que odeiam.

E o Linkedin tem uma ferramenta muito legal para publicação de artigos, além de ter foco no compartilhamento de links. É a rede social que todo profissional de RH deveria saber usar para fazer conexões com profissionais, ofertar vagas e buscar o melhor time para a empresa.

Por conta de todas essas peculiaridades, fica uma dica de ouro: Não replique conteúdo.

Cada rede é tão diferente da outra que o conteúdo precisa ser igualmente diferente e exclusivo para chamar a atenção do público da forma como ele espera ser impactado naquele espaço. Não faz sentido copiar o post do Facebook e publicar no Instagram. Não faz sentido copiar do Facebook e colar no Twitter.

Agora, sabendo de todas essas características, me diz: qual rede social mais combina com a sua empresa?


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Conheça os objetivos de campanhas de Facebook Ads

O Facebook oferece 13 objetivos de campanhas, que podem ser promovidas no próprio Facebook e também no Instagram. Investir em curtidas de página e impulsionamento de postagens apenas pode não ser o melhor uso para o seu investimento.

Qual é sua estratégia de investimento em campanhas de Facebook Ads? Você destina parte da verba para obter mais curtidas de páginas e outra parte para impulsionar suas publicações? O Facebook tem vários tipos de campanhas que podem ser utilizadas para fechar mais vendas, atrair consumidores para sua loja, obter leads, divulgar produtos e ofertas e muito mais. E vários destes objetivos podem virar também campanhas de Instagram.

Que tal conhecer todos os objetivos de campanhas de Facebook para investir sua verba de forma mais inteligente?

As campanhas de Facebook Ads estão divididas em três grandes grupos: Reconhecimento, Consideração e Conversões. E o terceiro tem como finalidade promover vendas. Vamos conhecer melhor cada um deles:

Reconhecimento

As campanhas de reconhecimento são destinadas aos anunciantes que desejam tornar sua marca conhecida por mais pessoas. Esta categoria apresenta 3 objetivos:

Reconhecimento da marca – Busca pessoas que tenham maiores chances de prestar atenção aos seus anúncios e reconhecer a sua marca no futuro. (Compatível com Facebook e Instagram).
Divulgação nas imediações – Promove sua empresa para pessoas que estão perto dela. (Compatível com Facebook e Instagram).
Alcance – Exibe seu anúncio para o maior número de pessoas possível. (Compatível com Facebook e Instagram).

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Consideração

As campanhas de consideração promovem as ações dos consumidores dentro da própria rede social e fora dela, seja no site da empresa, seja no site para download de um aplicativo da marca. Esta categoria traz 8 objetivos:

Tráfego – Aumenta o número de visitas no seu site. (Compatível com Facebook e Instagram).
Instalações do aplicativo – Aumenta o número de instalações do seu aplicativo. (Compatível com Facebook e Instagram).
Envolvimento com a publicação – Faz com que mais pessoas interajam com suas publicações na página, gerando mais curtidas, comentários e compartilhamentos. (Compatível com Facebook e Instagram).
Curtidas na página – Busca pessoas interessadas em curtir a página da sua empresa. (Compatível com Facebook e Instagram).
Participações no Evento – Propaga seu evento para mais pessoas interessadas. (Compatível com Facebook e Instagram).
Obtenção de ofertas – Promove uma oferta específica ou um cupom de descontos para seus consumidores. (Compatível com Facebook e Instagram).
Visualizações do vídeo – Promove vídeos da sua empresa que ajudarão a aumentar o reconhecimento de marca. (Compatível com Facebook e Instagram).
Geração de leads – Coleta dados como nome, endereço de e-mail, telefone e muito mais para que sua equipe de vendas possa entrar em contato diretamente com o consumidor interessado na sua empresa. (Compatível com Facebook).

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Mensagens – Busca pessoas interessadas em conversar com o seu negócio no Messenger para concluir compras, responder a perguntas ou oferecer suporte (Compatível com Facebook, Instagram e Messenger).

Conversões

A terceira categoria de objetivos tem como finalidade promover as vendas, sejam elas no e-commerce, sejam no seu ponto de venda. Aqui podemos utilizar 3 objetivos:

Conversões – Leva para seu site pessoas interessadas em adquirir os seus produtos, e as conversões podem ser medidas usando o pixel do Facebook. (Compatível com Facebook e Instagram).
Vendas do catálogo de produtos – Exibe os produtos do seu catálogo para consumidores interessados. (Compatível com Facebook).
Visitas ao estabelecimento – É ativado para pessoas que estão a uma distância muito próxima da sua empresa, promovendo a venda de produtos para pessoas interessadas. (Compatível com Facebook).

A escolha dos objetivos das campanhas é fundamental para que o objetivo comercial de uma empresa seja alcançado. É importante observar que quando selecionamos um dos objetivos, o Facebook busca, dentre a segmentação escolhida, pessoas que tenham maiores chances de promover aquela determinada ação. Assim, ao impulsionar um post não podemos esperar que as pessoas fechem uma compra em nossa loja virtual, por exemplo.


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WhatsApp, do grupo da família à venda de produtos

O ambiente digital é o lugar preferido de quem tem alguma coisa para dizer. Passamos alguns anos fazendo isso com o Orkut, blogs, Facebook, Twitter, sites de notícias e, mais recentemente, estamos apaixonadamente usando o WhatsApp para passar o dia conversando com família e amigos.

No SXSW deste ano, uma das palestras mais legais que assisti foi a da Fernanda Saboia sobre WhatsApp como ferramenta de CRM, me tirou da minha zona de conforto e me abriu a mente para como WhatsApp pode ser uma coisa séria.

Sim, porque eu não sou a maior defensora do WhatsApp e, antes de assistir essa palestra, inclusive, eu diria para quem quisesse ouvir que não entendia tanto amor pela ferramenta, que a considerava invasiva e a sensação de tempo real me deixa um tanto desconfortável. E, mais importante: acho que não é lugar de falar de trabalho (sim, sou daquelas que preferem ter registro de tudo por e-mail).

Uma das minhas preocupações de segurança parece que foi solucionada nos últimos dias, com o uso da criptografia de ponta-a-ponta, e já começo a concordar com a Fernanda: ele pode ser uma ferramenta importante para pequenos e médios negócios.

Gratuito (tá, US$ 0,99 ao ano, depois do primeiro ano de uso), simples e usado por praticamente todo mundo: poucas coisas são melhores quando se pensa em estar perto dos consumidores, certo?

A grande pergunta, então, é como usá-lo sem enlouquecer, sem ter problemas e de forma a consolidar sua marca. Eis algumas das minhas anotações da palestra, vamos ver se ajuda a clarear as ideias de quem quer ter o aplicativo como aliado.

Devo contratar uma agência para cuidar do meu Whats?

Sim e não. Por um lado, é uma ótima ideia ter apoio profissional para criação de peças, para ajudar a estruturar ações de divulgação e alinhar uma linha de comunicação.

Por outro lado, como a ferramenta é o mais próximo que se pode chegar de tempo real, não faz sentido o telefone estar lá na agência e as mensagens terem de ser encaminhadas para a empresa para serem respondidas. Quem tem que responder é a própria empresa.

Qualquer empresa pode usar?

Basicamente, sim. A Chevrolet usa, o salão de beleza do seu bairro usa, concessionárias usam para agendamento de serviços e a secretária da minha nutricionista usa para confirmar consultas. Basta ter um objetivo em mente e divulgar este número na sua comunicação em outras redes.

Mas, então, quer dizer que eu posso pegar minha lista de contatos e enviar mensagem para todos?

Por favor, não faça isso. Primeiro porque é bem chato receber comunicações que você não solicitou, e depois porque você pode ser banido do aplicativo, e aí pode pegar mal com seus consumidores ficar trocando de número. Até existe uma forma de enviar mensagens individuais para várias pessoas, mas ela só funciona se todos os contatos tiverem o seu número registrado.

Como usar o WhatsApp de um jeito legal e sem invadir a privacidade dos meus consumidores?

Comece perguntando para as pessoas se elas querem ser contatadas por lá. Na palestra a Fernanda deu o exemplo de uma academia que inseriu um campo na ficha de matrícula perguntando se o aluno quer participar do grupo deles. Vale lembrar que o WhatsApp é uma empresa do Facebook, o mesmo Facebook que apenas permite que empresas iniciem conversas via mensagem privada com quem comentar em um post da página, ou seja, eles são contra spam (e você não quer seu número bloqueado, né?).

Depois de ter certeza de que as pessoas querem te ouvir, convide-as a adicionarem o seu número na lista de contatos e planeje como você vai conversar com elas. Lembre que você não está falando com amigos, talvez não seja um bom caminho desejar bom dia todos os dias, por exemplo, mas pode ser bem legal ter um boletim semanal com as novidades da sua loja, ou apenas usar o aplicativo quando tiver algo muito importante a dizer. Não force a barra, isso pode afastar quem mais importa para você nesta empreitada.

Já usou o WhatsApp na sua empresa ou com seus clientes? Compartilhe sua experiência nos comentários, quero saber como os colegas e empresários estão se virando com o zapzap! 🙂

Publicado originalmente aqui.


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