Instagram Ads: como não errar nas suas campanhas?

Conheça os 5 erros mais comuns de Instagram Ads e como escapar deles.

Em poucos anos, o Instagram passou de uma plataforma social primariamente conhecida pelas selfies e imagens de tirar o fôlego para um lugar onde as marcas transmitem mensagens poderosas, contam histórias que estimulam conversas e envolvem consumidores e empresas.

Com 1 bilhão de usuários ativos e 15 vezes mais interatividade que o Facebook, o Instagram é a rede social que mais cresce no mundo — o que o torna uma poderosa arma de marketing digital. Cada vez mais profissionais do marketing recorrem ao Instagram Ads para promover um negócio, mas muitos ainda cometem erros que custam dinheiro e reputação da marca.

Por isso, continue lendo para conhecer alguns dos erros mais comuns cometidos nas campanhas de Instagram Ads e nossas dicas para você escapar deles.

Por que anunciar no Instagram Ads e como usá-lo?

Já não é mais novidade que a internet mudou o comportamento de compra das pessoas, certo? Hoje, mais de 74% dos consumidores brasileiros preferem realizar suas compras online em vez de fazê-las nas lojas físicas. Em 2018, quase 70% das vendas online foram promovidas por meio do Instagram, enquanto apenas 24% ocorreram pelo Facebook.

Esses números são ou não são ótimas razões para uma empresa estar lá?

Para anunciar no Instagram não é preciso ter um perfil na plataforma, mas é necessário ter uma conta no Facebook. Com o Gerenciador de Anúncios você cria e gerencia as suas campanhas.

Contudo, recomendamos que você tenha um perfil para a empresa na rede social para poder usar todos os seus benefícios e engajar mais o seu público. Então, basta baixar o aplicativo do Instagram e seguir as instruções da tela para começar.

Quais são os erros mais comuns no Instagram Ads e como evitá-los?

Bem elaborados, os Instagram Ads têm o poder de aumentar a visibilidade da marca, envolver os consumidores, gerar tráfego, leads e, claro, vendas. Mas anúncios mal feitos resultam em desperdício de recursos e podem, inclusive, afundar uma marca.

A boa notícia é que você pode aprender com esses deslizes e atingir as suas metas de publicidade e maximizar seu ROI, se souber exatamente o que procura.

Erro 1: não ter estratégia focada em metas

O Instagram fornece às marcas uma maneira de usar a narrativa visual por meio de imagens e vídeos, prestando serviços de forma criativa para mostrar produtos e serviços de todos os tipos.

Mas não tem sentido criar anúncios impressionantes se eles não estiverem alinhados com os seus objetivos gerais. As metas da campanha publicitária são tão diversas quanto as marcas que as executam. Para alguns, os anúncios destinam-se a aumentar a notoriedade da marca ou o número de seguidores no Instagram, enquanto outros concentram em direcionar o tráfego para um site, baixar um app ou disponibilizar uma avaliação gratuita, por exemplo.

Como qualquer outra forma de marketing digital, é importante definir claramente as metas de publicidade no Instagram desde o início e criar uma estratégia coesa para que você as alcance.

Sempre considere o conteúdo e o contexto ao formular seus objetivos. Faça a si mesmo perguntas como:

  • o que você deseja que o usuário alcançado faça ao ver o seu anúncio?

  • você está tentando atrair novos clientes ou deseja incentivar os clientes antigos a fazerem negócios com você novamente?

  • você está tentando direcionar o tráfego do web site?

  • em caso afirmativo, quanto tráfego você está visando e em que período de tempo?

Erro 2: Não segmentar o público certo

O Instagram fornece formas amplas pelas quais as marcas podem alcançar seu público-alvo. Mas, para isso, as empresas precisam entender quem é esse público e o que o motiva e o inspira.

Um dos maiores erros dos anúncios do Instagram é não saber quem é o seu cliente ideal. Para identificar seu público, faça o seguinte:

  • analise suas ofertas e obtenha pistas sobre quem é mais provável que esteja interessado em adquiri-las. Pergunte a si mesmo: qual é a necessidade do seu produto, serviço ou conteúdo? Isso resolve algum problema ou reduz as dores do consumidor? Quem tiraria o máximo proveito do que você vende?

  • conheça a concorrência e veja quem eles estão segmentando. Dê uma olhada na sua base de clientes e veja se você pode encontrar uma área do mercado em que eles podem estar faltando e que você poderia se concentrar;

  • entenda a demografia. Públicos-alvo podem ser segmentados por diversos fatores, tais como idade, sexo, renda, localização, comportamento, estilo de vida, interesses e valores. Então você deve ser capaz de responder às seguintes perguntas sobre o seu cliente ideal: quantos anos eles têm? Eles são homens ou mulheres? Onde eles vivem? Eles têm uma educação universitária? Quanto eles ganham? Eles têm filhos? Quais são os seus interesses e hobbies? O que os inspira e os motiva?

  • ouça socialmente. Com a web social agitada 24 horas por dia, sete dias por semana, você pode aprender muito sobre seu público-alvo acompanhando as conversas relevantes para seu setor ou empresa.

Erro 3: falta da marca com o conteúdo do anúncio

Embora seja importante compreender e direcionar efetivamente seu público-alvo, quando se trata de erros do Instagram Ads, a falha no conteúdo do anúncio pode afetar uma estratégia bem planejada.

Para criar anúncios que se conectam com seus clientes em potencial, você deve garantir que eles:

  • reflitam com precisão o posicionamento, os produtos e os serviços da sua marca;

  • não sejam muito vendedores e autopromocionais; em vez disso, forneça inspiração e valor;

  • é essencial não ignorar a importância do texto para ajudar sua mensagem a atingir os clientes.

Para criar bons textos para os anúncios do Instagram, pergunte-se:

  • seu texto combina com ou complementa as imagens do seu anúncio?

  • você está usando as melhores hashtags possíveis?

  • você adicionou algum emoji relevante?

  • você incluiu uma CTA?

Erro 4: apenas pensar em curto prazo

Embora seja excelente criar anúncios com conteúdo que as pessoas lembrem muito depois de sua campanha termina, isso é só um começo.

Como muitos anunciantes do Instagram descobrem, em um mundo impulsionado pela gratificação instantânea e pelos resultados em curto prazo, a construção da marca e o engajamento do público-alvo devem ser estratégias contínuas.

As marcas costumam ter as melhores intenções, mas prejudicam o seu próprio crescimento ao cair na armadilha de tomar decisões de publicidade com rápido retorno à custa do sucesso em longo prazo.

Para não errar, tenha em mente que atingir o crescimento dos negócios no Instagram requer uma mentalidade inovadora com uma abordagem holística que considera a publicidade como um investimento contínuo de sua marca.

Concentrar-se em anúncios que iniciam conversas e criam relacionamentos ao longo do tempo pode levar ao aumento de vendas, à aquisição de novos clientes, a oportunidades de crescimento da marca em longo prazo e ao sucesso duradouro.

Erro 5: não considerar a qualidade da imagem e do vídeo

Tão importante quanto ter uma estratégia de longo prazo, a qualidade do conteúdo visual de suas publicações pode significar a diferença entre uma campanha memorável ou uma totalmente esquecível.

A importância dos recursos visuais está enraizada na maneira como o Instagram funciona.

Os usuários geralmente percorrem uma única linha de stories (ou coluna de imagens), passando rapidamente e olhando para o conteúdo. Eles só diminuem a velocidade e param quando alguma coisa chama a atenção deles.

Isso significa que, quanto mais você se concentrar em produzir imagens e vídeos de alta qualidade para o Instagram, maior será a probabilidade de os usuários interagirem com seus anúncios.

Como as primeiras impressões são importantes, siga estas dicas para ter boas fotos e vídeos:

  • use ferramentas de qualidade para resultados de qualidade. Usando a melhor câmera que você pode pagar, você nunca terá fotos e vídeos sem brilho, especialmente se você tiver a luz certa. Ao fotografar pessoas ou objetos, a luz natural é a melhor opção;

  • mude um pouco as coisas. Ao fotografar, nunca use apenas uma única perspectiva. Dependendo do que você pretende realizar, tente close-ups, tomadas de grande angular e vários filtros para variar e para envolver seu público-alvo.

  • pense no plano de fundo e na periferia. Uma imagem pode ser arruinada por um enquadramento desproporcional, pela desordem de fundo ou por itens ao redor do sujeito que atuam como uma distração;

  • se você não tiver confiança em suas habilidades de fotografia ou videografia, contrate um profissional.

Pergunte a si mesmo: que tipo de mensagem você está enviando quando um usuário vê seu anúncio do Instagram? Se a resposta for “as fotos e os vídeos que faço no meu smartphone parecem melhor do que isso”, é hora de repensar sua estratégia de conteúdo visual.

Embora os usuários do Instagram não necessariamente gostem de imagens excessivamente produzidas, visuais de baixa qualidade prejudicam a reputação de sua marca, são considerados pouco profissionais e deixam as pessoas pensando que sua marca não leva a sério sua imagem (ou empresa).

Esses são apenas alguns dos erros comuns de publicidade que surgem nos anúncios do Instagram. Ao evitar esses 5 erros potencialmente graves do Instagram Ads, você pode se posicionar para atingir suas metas de publicidade.

Em resumo, podemos dizer que as chaves do sucesso para as campanhas do Instagram são:

  • implementar uma estratégia de publicidade vencedora;

  • concentrar-se no público-alvo certo;

  • criar conteúdo atraente;

  • preparar-se para o sucesso em longo prazo;

  • testar e refinar regularmente as suas campanhas.


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Posicionamento de Anúncios de Facebook e Instagram Ads: Tudo o que você precisa saber

Neste post abordaremos tudo o que você precisa saber sobre posicionamento de anúncios de Facebook e Instagram Ads, incluindo todas as suas diferentes opções, os prós e contras de cada um, o que todos eles significam e como escolher o que é certo para você.

Os anúncios de Facebook e Instagram Ads parecem ser a terra das opções ilimitadas. O mundo é sua ostra, como diria Shakespeare, e você o tem em suas mãos. Você pode criar vários tipos de anúncios e pode até mesmo alcançar pessoas que estão fora do Facebook. Isso pode ser uma grande vantagem, mas também pode ser um pouco assustador porque é muita coisa para lidar, sabemos disso.

Uma das dúvidas que recebemos dos nossos alunos é: “Por que meu anúncio está aparecendo em tal lugar? Só queria que ele aparecesse no Facebook!” ou, ainda, “Como faço para meu anúncio aparecer em tal lugar?”. Calma. Neste post abordaremos tudo o que você precisa saber sobre posicionamento de anúncios de Facebook e Instagram Ads, incluindo todas as suas diferentes opções, os prós e contras de cada um, o que todos eles significam e como escolher o que é certo para você.

Tudo pronto? Então, vamos lá!

Posicionamentos de anúncios no Facebook: quais são minhas opções?

Os posicionamentos dentro do Facebook são, na verdade, uma parte bastante direta do sistema de anúncios da plataforma e, desde que você tenha as informações certas disponíveis, você pode tomar decisões estratégicas inteligentes sem muitos riscos envolvidos. Isso nem sempre é verdade com outras partes do sistema de anúncios, portanto, veja isso como uma área em que você tem um pouco mais de controle. Então, vamos nos aprofundar!

Seus canais no Facebook designarão, é claro, onde seu anúncio realmente será exibido e em quais plataformas. Isso, por sua vez, afetará vários outros fatores, como o formato que seu anúncio pode ter em diferentes plataformas, o volume de texto que você pode ter e até o custo do anúncio. De acordo com essa pesquisa detalhada da Hootsuite, os canais escolhidos podem afetar os custos em até US$ 0,90.

Vamos dar uma olhada em cada um dos canais de anúncios disponíveis para você, os prós e contras de cada um deles e como decidir se eles são adequados para suas campanhas.

Facebook

Cada um dos seguintes posicionamentos será exibido no Facebook, pelo site para computador ou no aplicativo. Nem todas as veiculações estarão disponíveis para celular, nem todas estarão disponíveis para computadores.

Eles incluem:

A imagem mostra um print do Gerenciador de Anúncios do Facebook, na área de seleção dos posicionamentos de anúncios.

Feeds. Esses anúncios são os que você vê com mais frequência e aparecem no feed do site no computador ou no feed do aplicativo no celular. Eles são o formato de anúncio padrão e geralmente apresentam títulos, texto de anúncio, imagem ou vídeo e um CTA (botão de call to action – chamada para ação). Os usuários podem comentar, curtir, compartilhar essas postagens e, em caso de campanhas de tráfego, ao clicar, eles são levados para uma landing page ou website de sua escolha.

Instant Articles. Os artigos instantâneos parecem semelhantes às publicações de feed, mas são artigos publicados por editores de mídia, jornais e revistas. Quando os usuários clicam, eles são levados para o artigo e seus anúncios aparecem lá.

Vídeos in-stream. Pense nesses anúncios como um intervalo comercial. Os usuários que assistem a determinados conteúdos de alto valor podem ter seus vídeos interrompidos em um breve intervalo, em que será exibido seu vídeo. Esses anúncios em geral têm sido relativamente pouco populares com os usuários, e há uma boa chance de que, se eles não estiverem envolvidos o suficiente com o vídeo original, o anúncio faça eles abandonarem o vídeo.

Coluna da direita. Esses anúncios existem desde os primórdios do Facebook e aparecem na coluna direita do site do Facebook no computador, como pequenas campanhas de publicidade fáceis de usar, com apenas um pouco de texto e uma imagem única. Esses anúncios não são tão dinâmicos quanto você espera e, na verdade, eles podem custar mais do que os feeds de área de trabalho mais atraentes.

Vídeos sugeridos. Quando os usuários terminam de assistir a um vídeo, eles verão uma lista de “vídeos sugeridos”, tal como você veria no YouTube. Você pode pagar para que seu vídeo apareça como uma dessas sugestões em vídeos relevantes. Uma vantagem para esse posicionamento é que, se o usuário clicar, seu interesse já será despertado.

Imagem mostra como os anúncios aparecem entre as publicações do Marketplace do Facebook.

Marketplace. Agora você pode exibir anúncios no Marketplace, que é a “venda de garagem” online do Facebook. As pessoas lá já estão procurando comprar, então isso pode ser uma boa maneira de vender. O posicionamento no Marketplace é novo, por isso ainda não temos muitos dados sobre ele, mas vale a pena testá-lo, desde que a sua segmentação seja forte.

Stories. Os stories do Facebook são a imagem de tela cheia otimizada para dispositivos móveis e vídeos de menos de 15 segundos serão exibidos aos usuários enquanto assistem ao feed de seus stories. Essas campanhas têm taxas de engajamento altas no geral e são excelentes para reconhecimento da marca.

Instagram

O Instagram tem dois posicionamentos para exibir seus anúncios: feeds e stories. Veja o que você precisa saber.

A imagem mostra um print do Gerenciador de Anúncios do Facebook, na área de seleção dos posicionamentos de anúncios.

Feeds. Esses anúncios aparecerão no feed de um usuário e podem incluir imagens, anúncios no carrossel e/ou vídeos. Quando o usuário passa pelo anúncio o botão de CTA fica visível, incentivando-o a clicar. Esses anúncios são a única maneira de obter links clicáveis (fora das postagens com marcação de produtos) no conteúdo do feed.

Stories. Os anúncios de stories oferecem a opção de adicionar links “deslize para cima para ver mais”, mesmo que você não os tenha organicamente (eles são liberados organicamente apenas para perfis com mais de 10 mil seguidores). Lembre-se de que você só tem 15 segundos para chamar atenção, então você precisa pensar em anúncios muito criativos para chamar a atenção. Os anúncios de stories costumam ter um ótimo engajamento para as marcas.

Audience Network

O Audience Network é composto de aplicativos e sites que permitem que anúncios do Facebook apareçam nas suas plataformas. O site que publica é pago, o Facebook é pago e você paga para que seu anúncio seja exibido para os membros relevantes do público-alvo, mesmo quando eles não estão no Facebook ou no Instagram.

Aqui estão os posicionamentos de anúncios que se enquadram nessa categoria:

A imagem mostra um print do Gerenciador de Anúncios do Facebook, na área de seleção dos posicionamentos de anúncios.

Nativo, banner e intersticial. Esses anúncios aparecerão essencialmente em diferentes locais com outros aplicativos e sites para celular. Eles podem ser ajustados para atender às necessidades de um site.

Vídeos in-stream. Esse posicionamento funciona da mesma forma que nos feeds, porém os vídeos estão sendo exibidos fora do Facebook.

Vídeos com incentivo. Esse posicionamento não é para todos. Ele é projetado para aplicativos de jogos com jogos ativos para mostrar como é a aparência do jogo. Os usuários podem testá-lo no anúncio antes de ver um CTA para fazer o download do jogo.

A essência do Audience Network é que você pode obter bons resultados, mas com CPCs mais baixos do que os que vai pagar por outros posicionamentos. O engajamento e os cliques não são tão altos nesses posicionamentos, porque os usuários estão em outros sites com a intenção de usá-los, em vez de apenas navegar no Facebook, mas obter conversões de baixo custo acaba ajudando a reduzir os custos gerais com anúncios.

 

 

Messenger

Por último, mas não menos importante, temos os posicionamentos no Messenger. Veja o que temos:

A imagem mostra um print do Gerenciador de Anúncios do Facebook, na área de seleção dos posicionamentos de anúncios.

Caixa de entrada. Os usuários que navegam na sua caixa de entrada do Messenger podem ver um anúncio completo da sua marca, assim como no feed. Se os usuários estiverem focados em conversas, eles podem até não clicar, mas, como há menos conteúdo na tela, seu anúncio pode se destacar um pouco mais aqui.

Stories. Os stories aqui são os mesmos que você viu nas outras seções.

Mensagens patrocinadas. Atualmente, isso está disponível apenas com o objetivo “mensagens” e incentiva o usuário a enviar uma mensagem diretamente a você. O anúncio será exibido como uma mensagem na caixa de entrada, como se a marca tivesse entrado em contato com você. Pense no Inmail patrocinado no LinkedIn. Quando o usuário abre a mensagem, ele vê uma mensagem e um CTA para executar uma ação. Como você está indo direto para a caixa de entrada dele, você tem praticamente a garantia de que será lido. O usuário pode agir ou não de acordo com o CTA, depende unicamente da qualidade e criatividade do anúncio.

Esses posicionamentos são relativamente novos no grande esquema dos Facebook Ads, então você não os vê com tanta frequência, mesmo que eles têm tido ótimos usos. É possível se dar bem com os anúncios de mensagens patrocinadas, mas apenas quando usados corretamente e quando o texto está no ponto.

Devo selecionar apenas alguns posicionamentos de anúncios?

Quando você veicula suas campanhas de anúncios, percebe que praticamente todos os posicionamentos estão ativados logo de cara. Às vezes, está tudo bem deixar a maioria dos posicionamentos ativados. Em outros casos, é bom que apenas alguns sejam selecionados.

Se você realmente deseja se concentrar no engajamento na plataforma com o objetivo de reconhecimento social da sua marca, por exemplo, faz sentido desativar as campanhas do Audience Network ou do Messenger.

E se você está criando campanhas exclusivamente com stories em mente, é interessante ter apenas o posicionamento de stories ativado, já que esse conteúdo costuma ser muito diferente dos que você apresentaria em outros lugares como seus feeds ou em outros locais.

Tenha em mente que, apesar de alguns posicionamentos de anúncios de Facebook e Instagram custarem mais do que outros, você não quer eliminá-los automaticamente.

Alguns posicionamentos pode ter custos mais altos, mas podem gerar resultados mais altos também. Equilibrar posicionamentos de anúncios de alto e baixo custo pode ajudar você a alcançar o número máximo de membros da sua audiência com os seus investimentos com publicidade.

Como posso saber quais posicionamentos de anúncios estão funcionando para mim?

Faz sentido que, ao exibir suas campanhas, você deseje ver quais posicionamentos estão obtendo os melhores resultados, incluindo quais estão gerando mais cliques ou conversões e a que custo. Isso ajudará você a tomar melhores decisões (e definir melhores lances!).

É preciso elaborar relatórios detalhados que permitam que você veja o desempenho do anúncio por vários ângulos, incluindo seus posicionamentos. Esses dados podem ser localizados no Gerenciador de Anúncios, no botão de Detalhamento.

Print de tela do Gerenciador eciador de Anúncios, mostrando a aparência do botão de Detalhamento.

Com esses relatórios em mãos, você pode avaliar com facilidade quais posicionamentos geraram os melhores resultados e quais fizeram isso com o melhor preço.

Conclusão

Embora os posicionamentos de anúncios do Facebook e do Instagram pareçam um pouco complicados no começo, eles são fáceis de resolver quando você entende o sistema. Saber quando usar cada um deles permite que você crie uma combinação de posicionamentos para cada anúncio a fim de maximizar os resultados no nível de custo do anúncio que você deseja manter, ajudando você a alcançar o maior número possível de usuários a um preço ideal. Para entender melhor como o sistema todo funciona, conheça nosso curso de Formação em Social Media.

E nas suas campanhas? Quais posicionamentos de anúncios no Facebook e Instagram ajudam você a obter melhores resultados? Há algum que você tente evitar? Compartilhe suas experiências e perguntas nos comentários abaixo!

 

Imagem mostra um laptop aberto sobre uma mesa. Ao fundo, há 4 livros empilhados e acima deless um vaso com uma planta tipo suculenta, verde. Ao centro está o título do post: Posicionamento de anúncios de Facebook e Instagram Ads: tudo o que você precisa saber.

Como criar personas bem elaboradas?

Veja os 5 passos da criação eficiente de personas.

Você já deve ter ouvido de um especialista de marketing digital que a criação de personas bem elaboradas pode ser a diferença entre o sucesso e fracasso da presença digital de uma empresa. Mas você sabe a razão disso? Vem com a gente, vamos explicar para você o que é uma persona, por que você deve investir seu tempo na criação de personas e um passo a passo de como criar uma persona bem elaborada.

Essa criação permite que você personalize o seu marketing em uma outra escala, humanizando os principais grupos da sua base de clientes. A personalização ajuda a criar a mensagem certa para os consumidores certos e a segmentar os seus anúncios de forma efetiva, e este é um dos principais diferenciais das mídias sociais.

Mais do que isso, o marketing personalizado é algo que os seus clientes esperam. Em abril de 2018, uma pesquisa mostrou que mais da metade dos consumidores espera que os anúncios das empresas sejam sempre personalizados.

Antes de começar, então, precisamos ter certeza de que você entende o ponto central desta história:

O que é uma persona?
Uma persona é um personagem fictício, é um modelo que descreve o seu cliente típico ou em potencial, com base em pesquisas detalhadas sobre o seu público-alvo.

A ideia é construir um perfil do seu cliente ideal como se ele fosse uma pessoa real e, dessa forma, criar mensagens de marketing direcionadas a ele. Essas mensagens (posts em mídias sociais, blog, newsletters, etc.) devem usar a linguagem adequada e atender aos desejos e necessidades específicas do seu cliente.

Uma vez que diferentes grupos de pessoas podem adquirir os seus produtos por diferentes razões, você provavelmente precisará criar mais de uma persona. Assim, cada perfil deve incluir detalhes sobre demografia (histórico), comportamentos (hobbies), metas (objetivos), conflitos e dores (barreiras) e necessidades.

Modelo de template de persona. É uma tabela dividida em 2 linhas e 3 colunas. Na primeira linha estão as células: Histórico / Demografia; Nome e Necessidades. Na segunda linha estão as áreas de Hobbies, Objetivos e Barreiras.

Você não pode conhecer cada cliente ou potencial cliente individualmente, certo? Mas você pode — e deve — elaborar um perfil que represente cada segmento da sua base de consumidores. Essa prática torna muito mais fácil pensar em seus clientes como pessoas reais e considerar seus desejos e necessidades à medida que você cria sua estratégia de marketing.

A persona geralmente é apresentada em um template que traz, em cada quadrinho, um grupo de características. São elas: demografia (histórico), comportamentos (hobbies), metas (objetivos), conflitos e dores (barreiras) e necessidades. É possível, ainda, dar nome e uma foto para sua persona, com o objetivo de trazê-la ainda mais para perto da realidade.

 

 

Por que a persona é tão importante?
Entender o comportamento da persona permite que você crie mensagens eficazes, que falam diretamente com cada grupo (segmento) de clientes. Por exemplo: No seu dia a dia, você compartilha mensagens ou informações importantes de forma diferente, dependendo de quem você deseja alcançar, não é?

Digamos que você tenha novidades interessantes para compartilhar com seus pais, amigos e colegas de trabalho. Como você contaria a mesma notícia para cada um desses grupos? Provavelmente usaria palavras e ferramentas diferentes para atingir cada um deles. Assim, você pode telefonar para a sua mãe, enviar um e-mail para alertar seus colegas ou usar um grupo no WhatsApp para conversar com seus amigos.

O mesmo caminho precisa acontecer quando se fala de comunicar produtos e serviços, e compreender a personalidade, o perfil do consumidor, permite que você capte as melhores maneiras de alcançar cada um dos seus diferentes grupos de clientes, assim como sabe intuitivamente como se aproximar e conversar com os diversos grupos de pessoas na sua vida pessoal.

Além disso, suas personas também podem se tornar uma ferramenta para avaliar decisões de negócios de toda a empresa. Uma nova característica ou recurso em um determinado produto atende melhor às necessidades de seus compradores? Não? Então, você tem um bom motivo para reconsiderar o seu plano, não importa o quão excitante essa inovação seja para a sua equipe de marketing, seu departamento de TI ou, até mesmo, para o seu CEO.

OK. Agora que você já entende a razão de criar personas bem elaboradas, vamos aos 5 passos para criar uma persona que traduza muito bem quem é o seu consumidor.

Na imagem se vê as mãos de uma mulher teclando em um laptop. No canto superior direito da imagem está escrito: Como criar personas bem elaboradas?

1. Faça uma pesquisa minuciosa do seu público
Aqui está um manual básico sobre como aprender detalhes sobre seu público:

Quem são os seus clientes?

Reúna todas as informações possíveis sobre a sua base de clientes atual. Alguns dos principais dados são idade, local, idioma, renda, comportamento de compra, interesses e atividades e estágio da vida (como nova paternidade ou aposentadoria). Reúna o que puder de seus registros de clientes e considere ter que confirmar e complementar essas informações por meio de pesquisas por e-mail, pesquisas on-line, ou até mesmo entrevistas com clientes.

Como seu cliente consome seu conteúdo, produtos e serviços?

Mergulhe no analytics do seu site e das redes sociais. As ferramentas de análise podem fornecer uma quantidade incrível de informações sobre as pessoas que interagem com a sua marca on-line, mesmo que ainda não sejam clientes. O Facebook Audience Insights, por exemplo, fornece informações especialmente valiosas e detalhadas.

O que seus concorrentes estão fazendo?

Depois de coletar informações sobre os seus próprios clientes e fãs, confira quem está interagindo com os seus concorrentes. Eles estão atingindo o mesmo público-alvo que você? Eles estão alcançando grupos que você ainda não segmentou, mas deveria? O que é possível aprender com os esforços da concorrência para ajudar você a diferenciar sua marca?

2. Identifique os problemas do seu cliente
Quais problemas ou aborrecimentos seus clientes estão tentando resolver? O que os impede de ter sucesso? Quais barreiras eles enfrentam para alcançar seus objetivos? Como o seu produto ou serviço pode ajudar seu cliente a chegar onde quer? Uma maneira importante e eficaz de descobrir é envolver-se com os sentimentos deles. Como? Investindo em monitoramento e em ferramentas de análise de sentimento.

Configurar os fluxos de pesquisa para monitorar todas as menções feitas na web sobre a sua marca, seus produtos e seus concorrentes fornece uma visão em tempo real sobre o que as pessoas estão falando sobre você online. Assim, você pode entender porque eles amam seus produtos ou qual experiência do cliente simplesmente não está dando certo.

Também é uma boa ideia conferir com a sua equipe de atendimento ao cliente quais são os tipos de perguntas, solicitações e reclamações eles mais costumam receber. Eles podem ajudar você a identificar padrões dos desafios enfrentados por certos grupos de consumidores no caminho de compra ou uso do seu produto. Você pode até mesmo pedir que eles reúnam citações reais dos clientes — isso auxilia em uma construção mais profunda sobre as suas personas.

3. Identifique as metas do cliente
Depois de entender quais problemas seu consumidor em potencial está tentando resolver, precisamos compreender os objetivos e aspirações dele, que são o lado positivo das coisas que ele deseja adquirir. Essas metas podem ser pessoais ou profissionais, dependendo dos tipos de produtos e serviços que você oferece.

O que motiva seus clientes? Aonde eles querem chegar?

Essas metas podem estar diretamente relacionadas às soluções que você fornece, mas não necessariamente precisam estar. Nesta fase o objetivo é muito mais uma questão de conhecer o seu cliente do que tentar casar consumidores com os recursos e benefícios dos seus produtos.

É importante frisar que, mesmo que as metas das suas personas não tenham ligação específica com as características do seu produto, elas podem formar a base de uma campanha ou simplesmente informar o tom da linguagem que deve ser adotado no seu marketing.

O monitoramento também é uma boa maneira de coletar essas informações. E, assim como a sua equipe de atendimento ao cliente é uma boa fonte de insights para os pontos problemáticos, a sua equipe de vendas pode ser uma boa referência sobre as metas dos consumidores. Seus vendedores conversam com pessoas reais que estão pensando em usar o seu produto e, por isso, têm um profundo conhecimento sobre o que eles desejam e estão tentando alcançar usando seus produtos e serviços.

Portanto, peça a eles para reunirem frases e aspirações reais para incorporá-las ao perfil e à experiência do cliente. Você pode, inclusive, perguntar a sua equipe quais são as estratégias usadas por eles para superar as objeções de compra durante a venda do produto.

Isso tudo nos leva a:

4. Entender como a sua marca pode ajudar
Agora que você conhece as dores e as metas do seu cliente, é hora de criar uma imagem clara de como os seus serviços e produtos podem ajudá-lo.

Nesse contexto, para ser certeiro, você precisa parar de pensar sobre a sua marca em termos de características e mergulhar fundo na análise dos benefícios que você oferece aos consumidores.

Lembre-se: Um recurso é o que o seu produto é ou faz. Um benefício é como o seu produto ou serviço torna a vida do cliente melhor ou mais fácil.

Você pode fazer esta pergunta para cada um dos pontos problemáticos e, também, para cada objetivo que você coletou: como podemos ajudar? As respostas a essa pergunta serão a base para as principais mensagens de marketing que você criará no próximo passo.

5. Transforme a sua pesquisa em uma persona
Junte toda a informação que tem em mãos, reúna toda a sua pesquisa e comece a procurar por características comuns. Ao agrupar esses pontos em comum, você terá a base das suas personas, exclusivas da sua marca.

Veja como isso funciona na prática:

Digamos que você identifique um grupo principal de cliente como mulheres na faixa dos 30 anos que moram nas grandes cidades, gostam de correr e têm cães pequenos. Ótimo! Agora é hora de pegar essa coleção abstrata de características e transformá-las em uma persona, com quem você pode se identificar e conversar.

Dê à sua persona um nome, uma profissão, um lar e outras características que podem definir a sua personalidade. Mas lembre-se: você quer que a sua persona se pareça com uma pessoa real, sem que ela tenha elementos específicos ou excludentes demais.

Pense o seguinte: tente focar na quantidade de informações que você esperaria encontrar em um site de relacionamento, ou no que você pode aprender em uma conversa curta dentro de um avião ou em um ponto de ônibus. E não se esqueça de incluir as dores e as metas!

Por exemplo, o seu grupo de mulheres urbanas corredoras e tutoras de cachorros pode ser representado pela persona que você nomeou Camila. Em vez de falar de forma generalizada sobre a vida na cidade e a tutela de cães, você dará a Camila características representativas que a tornam uma pessoa real:

• Ela tem 35 anos
• Ela mora em Porto Alegre
• Ela trabalha em uma empresa de tecnologia
• Ela tem um Chihuahua de 2 anos chamado Teddy
• Ela gosta de correr no Parque Moinhos de Vento

E assim por diante.

Lembre-se: uma lista de características não é o mesmo que uma persona. Uma persona é uma descrição realista de uma pessoa que representa um segmento da sua base de clientes.

Claro, nem todas as pessoas que fazem parte desse grupo de clientes correspondem exatamente às características da sua persona. Mas, uma vez que essa persona representa esse segmento, ela permite que você pense sobre seus consumidores de uma maneira mais humana, e não como um conjunto de dados coletados.

É muito mais fácil falar com a Camila do que com “mulheres”, não é mesmo? Ou mesmo com “mulheres de 35 anos que têm cachorros”.

À medida que você for construindo suas personas, se certifique de descrever quem cada persona é agora e quem elas querem ser. Isso faz com que você comece a pensar em como os seus produtos e serviços podem ajudá-las a alcançar o que desejam.

Como usar as personas para direcionar seu marketing
Pensar em seus compradores como pessoas reais permite que você crie mensagens de marketing para pessoas reais, e não um discurso corporativo cheio de palavras-chave que na verdade não significam nada.

Quando você cria mensagens específicas para a Camila, a chance de cair nessa armadilha é menor, porque pensar na Camila como uma pessoa real garante que você aborde as prioridades dela em vez das suas próprias. Que perguntas ela tem que a sua mensagem de marketing pode responder? Que redes sociais ela costuma utilizar? Que tipo de linguagem ela usa quando interage com seus amigos online? Essas são algumas questões para ter em mente ao criar seu conteúdo.

É aí que entram, então, as respostas para o exercício “como podemos ajudar?”. Para cada persona — cada potencial cliente — crie uma mensagem de marketing importante que responda a essa pergunta. Como a sua marca ajuda essa persona específica a resolver seus problemas e a atingir seus objetivos?

Pense sempre nas suas personas toda vez que precisar tomar uma decisão sobre o seu negócio e sobre sua estratégia de marketing. Faça o certo com essas personas e você criará um vínculo com os clientes reais que elas representam, impulsionando as vendas e, ao mesmo tempo, construindo um laço de confiança e fidelização com seu cliente.


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O IGTV deve fazer parte da sua estratégia de mídias sociais?

Entenda o que é o IGTV e descubra se ele deve fazer parte da sua estratégia de mídias sociais.

Em junho o Instagram lançou sua nova plataforma de vídeo, o IGTV e, desde então, os usuários têm muitas dúvidas: o que é? para que serve? vale a pena produzir conteúdo para ele?

Nos próximos parágrafos tentarei responder essas perguntas e ajudar você a decidir se o IGTV deve fazer parte da sua estratégia de mídias sociais.

O que é o IGTV?

Nas palavras do próprio Instagram, o IGTV é uma plataforma de vídeo vertical e long-form (com mais de 1 minuto de duração). A ideia da plataforma é que o usuário possa assistir vídeos em tela cheia sem mudar a posição do celular e que os criadores tenham a opção de publicar vídeos com mais de 1 minuto (limite atual do feed do Instagram).

Quando você abre o aplicativo, automaticamente vai ver vídeos de pessoas que você já segue no Instagram e de outros criadores, com base nos seus interesses, e na parte de baixo da tela poderá navegar entre as categorias: Para você; Seguindo; Populares e Continuar Assistindo. Basicamente, o objetivo é assumir um espaço do YouTube e da televisão.

E as pessoas estão usando?

Na semana de lançamento o barulho foi grande em torno do IGTV. As pessoas queriam baixar, testar e descobrir o que ele poderia fazer. Mas parece que logo elas sentiram que o aplicativo não substituiria outras experiências atuais, e o interesse foi se perdendo.

Gráfico das tendências de pesquisa pelo termo "IGTV" no Google, da partir de 01 de junho de 2018.

Nas tendências de pesquisa do Google vemos que, no Brasil, houve um pico de procura pelo termo IGTV no lançamento e, nas semanas seguintes a pesquisa teve uma diminuição gradativa.

Gráfico demonstrando o número de instalações semanais do aplicativo IGTV da partir de junho de 2018.

O número de instalações do aplicativo seguiu uma tendência parecida: teve um pico na primeira semana seguido por uma queda de 66% na semana seguinte e 38% na terceira semana. Desde então, cai um pouquinho a cada período.

Como criar conteúdo para o IGTV?

A resposta simples é: com vídeo vertical com mais de 1 minuto de duração. Mas sempre há um algo a mais escondido, não é?

O grande desafio dos produtores de conteúdo para o IGTV é criar vídeos para uma nova mentalidade. Nos últimos tempos estamos acompanhando um crescimento das Stories do Instagram, com seus 15 segundos e uma criação que envolve vários vídeos de uma ou duas frases apenas.

Com o IGTV é preciso reconquistar o usuário e criar conteúdo criativo o suficiente para fazer com que ele queira assistir um vídeo longo (até porque, quem quer vídeo longo acaba indo para o YouTube).

E dá resultado?

O TechCrunch recentemente apresentou alguns dados de criadores de conteúdo que demonstram que, em alguns casos, o alcance dos vídeos do IGTV é mais alto que o de vídeos publicados no feed do Instagram, mas em outros o alcance é tão pequeno que não valeria o tempo de criar conteúdo exclusivo para a plataforma.

Alguns criadores, inclusive, se posicionaram dizendo que preferem criar para YouTube e caso encerrado. Esta última parte tem a ver com o fato de que o IGTV até agora não apresentou nenhum caminho de monetização do conteúdo e, como todo mundo precisa pagar as contas no fim do mês, este é um fator bastante relevante na escolha da plataforma de publicação.

Minha empresa / meu cliente precisa estar no IGTV?

Sim e não. Esta decisão precisa ser tomada com base nas informações que temos no momento, para que nada seja surpresa no futuro. Vamos rever o que sabemos até agora:

O IGTV é uma plataforma de vídeo vertical com mais de 1 minuto de duração. O conteúdo para ele precisa ser produzido de forma a garantir o interesse do usuário por um tempo maior que o das Stories do Instagram.

O número de usuários da plataforma não parece estar crescendo, mas considerando o lançamento recente e o formato inovador, pode ser que leve um tempo para o público abraçar esta ideia.

Alguns criadores de conteúdo têm experiências positivas com ele, outros nem tanto. É importante conhecer muito bem o seu público, para saber se ele quer consumir seu conteúdo neste formato. Geralmente públicos mais jovens, nativos digitais, têm uma maior chance de abraçar a mudança.

Não vá embora, tem um detalhe novo nessa história!

Se você chegou até aqui, ganhou a cereja do bolo que foi divulgada em 24/09/18: os fundadores do Instagram decidiram sair do Facebook. E como é que essa saída deles afeta o IGTV?

O IGTV é a menina dos olhos de um deles, Kevin Systrom e, na fase de desenvolvimento deste projeto, ele quase foi encerrado porque compete muito de perto com o Facebook Watch, a plataforma de vídeos que o Facebook lançou para tentar tomar o lugar o YouTube.

Então, é possível que muita coisa mude no Instagram nos próximos meses, inclusive pode ser que o IGTV seja descontinuado ou sofra mudanças radicais. Isso faz com que mais um item deva ser acrescentado à lista ali de cima:

– Ser um early adopter pode ser muito positivo se a plataforma crescer, mas traz consigo a realidade de que todo o esforço pode ter sido em vão.


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O que acontece quando você compra seguidores para o Instagram?

Muitas vezes se recorre à compra de seguidores ou uso de automações para fazer crescer o perfil de Instagram. E quando esses seguidores chegam, o que acontece?

Ter mais seguidores no Instagram é um desejo comum entre as empresas e os criadores de conteúdos e, muitas vezes, se recorre à compra deles ou uso de bots para automação na plataforma na tentativa de conquistar um perfil maior, com mais seguidores. E quando esses seguidores chegam, o que acontece?

Por que você gastaria dinheiro com isso?

Há duas principais razões. Uma é a percepção do consumidor: quando o perfil é grande, o público pode ter uma confiança maior naquele produto ou serviço. A outra tem a ver com as funcionalidades liberadas quando o perfil tem mais de 10 mil seguidores, como a possibilidade de inserir links nas Stories.

E como funciona a compra de seguidores?

O processo é relativamente simples e barato, mas antes de mais nada precisamos entender a diferença entre a compra direta de seguidores e o uso de automações para seguir usuários esperando que sigam de volta.

Automação é usar um robô (bot) que vai seguir usuários com base em perfis que eles já seguem, hashtags que usam ou outros parâmetros. Além disso, os bots podem ser configurados para curtir, comentar publicações e interagir com usuários. Essas automações trazem alguns problemas, um são os comentários completamente aleatórios nas publicações, como “Great pic!” ou “I like this picture!”. Além disso, o perfil pode sofrer punições do Instagram, já que várias dessas ferramentas já foram bloqueadas da plataforma e o Instagram se posiciona contra ações automatizadas, que considera como Spam e que vão contra o uso para o qual ele foi criado.

A compra de seguidores, por sua vez, é bem o que o nome indica: você conecta sua conta à plataforma, paga um valor fechado e vê o número de seguidores crescer.

Do outro lado dessa transação estão estruturas automatizadas ou aquelas conhecidas como “Fazendas de Likes”. Nessas fazendas há milhares de celulares, conectados à internet 24 horas por dia e operados por funcionários responsáveis por realizar as ações manualmente nas contas dos contratantes.

Por que você não deveria comprar seguidores?

Quando se compra seguidores o resultado, como você já pode imaginar, é uma inflação nos números que não vai impactar no envolvimento com as publicações. Se é uma conta automatizada ou coordenada em uma fazenda de likes, ela vai fazer apenas aquilo para que foi contratada: seguir seu perfil. E nada a mais, até porque esses perfis não são de pessoas reais, interessadas em consumir o seu produto ou serviço.

E qual é o problema disso?

O problema é que você gera uma situação muito negativa para a marca em médio e longo prazo. Assim como comentei lá no começo, que o consumidor observa o número de seguidores de uma marca, ele também observa as interações das publicações. E imagine que você visita um perfil e ele tem 100 mil seguidores e em cada publicação apenas 10 curtidas e nenhum comentário. É no mínimo estranho.

Como a maioria dos seus seguidores não interage com suas publicações, o algoritmo do Instagram vai começar a compreender que elas não são relevantes para o público e vai exibir para cada vez menos pessoas. Já explicamos por aqui como funciona o algoritmo do Instagram e o alcance das publicações. E essa é uma situação difícil de contornar.

Atualização: Novas ações contra automações no Instagram

Em 19 de novembro de 2018 o Instagram anunciou que tomaria novas atitudes contra o uso de automações na plataforma. De acordo com o comunicado do Instagram, contas que forem identificadas usando serviços de automação serão notificadas de que as curtidas, seguidores e comentários não autênticos serão removidos e será sugerida a troca de senha da conta.

 

 

O que fazer, ao invés de comprar seguidores e automações, então?

O ideal é investir em conteúdo de qualidade e não ter pressa. O segredo é colocar o foco no engajamento das publicações, e não no número absoluto de seguidores do perfil.

O engajamento é a proporção entre as pessoas alcançadas e aquelas que desempenharam alguma ação na sua publicação. Para calcular, siga a fórmula: (número de ações x 100)/(alcance). Nas ações considere as curtidas e os comentários, e pode ainda contar as visitas ao perfil e cliques no link ou nos botões do perfil.

Esta é a métrica que você deve perseguir, é ela que precisa se manter ou ter crescimento, porque ela é um indicativo do quão saudável está a sua presença digital.

Para crescer você vai precisar de um planejamento bem estruturado de metas, para saber onde você quer chegar, quando quer chegar e como vai monetizar cada parte deste processo. De nada adianta ter milhares de seguidores se você não ganhar nada com isso. As ações digitais precisam trazer retorno.

É preciso conhecer a fundo a persona para quem você fala, quem é seu publico e o que faz com que ele queira interagir com marcas em um ambiente digital. Com o trabalho que a marca já faz em outras plataformas, como o Facebook, é possível obter muitos dados sobre o público e construir conteúdo cada vez mais personalizado, o que aumenta a probabilidade de envolvimentos.

Nesse planejamento, vale estruturar testes para descobrir quais são as hashtags que mais trazem engajamento para as publicações e pensar em campanhas que levem suas publicações para públicos interessados de fato em consumir o que você tem a entregar.

Se você quer ter uma conta de Instagram saudável, com alto engajamento e com alta capacidade de conversão vale lembrar que o trabalho em mídias sociais é uma maratona, os resultados não serão imediatos, mas que se você conseguir seguir em um bom ritmo, poderá alcançar a linha de chegada à frente dos demais.

O que é o algoritmo do Instagram e como ele funciona?

**Atualizado em 23/01/2019

Você pode ter recebido um pedido de um cliente para publicar aquele post de Instagram que diz que o alcance está limitado a 7% e que se as pessoas comentarem “Sim” o índice de alcance da conta vai aumentar. Esse tipo de ação volta e meia dá as caras no mundo das mídias sociais. Inclusive, há 2 anos escrevi sobre este exato mesmo assunto e você pode ler aqui.

Mas, como o algoritmo andou mudando, decidi escrever um post novinho para contar como ele está funcionando, verificar essa questão dos 7% e indicar o que você pode fazer para melhorar seus resultados no Instagram.

Mão segurando celular para tirar uma foto.

O que é o algoritmo do Instagram?

O algoritmo é como se fosse uma fórmula que considera diversos fatores e, como resultado, responde a seguinte pergunta: Para quem este post será exibido?

Ele é uma parte importante de todas as plataformas de redes sociais, e a principal razão de existir é que não tem como todos os usuários verem todos os posts de todos os perfis e páginas que seguem, é muita informação e de alguma forma ela precisa ser organizada.

Como funciona o algoritmo do Instagram?

Esta fórmula atualmente leva em consideração 6 pontos: Interesse, Tempo, Relacionamento, Frequência, Seguidores e Uso.

6 fatores de classificação de publicações no Instagram: Interesse, Tempo, Relacionamento, Frequência, Seguidores, Uso.

Vamos entender melhor o que quer dizer cada um desses itens.

Interesse: O algoritmo vai analisar se o usuário se envolve mais com imagens ou vídeos e, ainda, com que tipo de imagens ele tem mais chance de se envolver. Isso tudo graças às ferramentas de reconhecimento de imagem desenvolvidas pelo Facebook e que também estão em uso no Instagram. Assim, se um usuário curte e comenta muitas fotos de praias, é maior a chance de ele receber posts com fotos de paisagens.

Tempo: A chance de o Instagram exibir um post publicado há menos de uma semana é maior do que a de exibir publicações mais antigas.

Relacionamento: Quando um usuário interage frequentemente com um perfil, aumenta a chance de ele ver mais publicações deste perfil. Isso inclui curtidas, comentários, mensagens privadas, marcar um ao outro em fotos, etc.

Frequência: O algoritmo do Instagram vai selecionar os melhores posts desde a última vez em que o usuário abriu o aplicativo, assim, usuários que abrem o aplicativo várias vezes ao dia correm menos risco de ver publicações repetidas.

Seguidores: Quanto mais perfis o usuário seguir, mais variado será o seu feed, porque o Instagram terá mais posts de alta qualidade para exibir.

Uso: O tempo de permanência no aplicativo também é um fator importante. Usuários que usam rapidamente o Instagram verão apenas os melhores posts, e aqueles que ficam mais tempo navegando pelo feed verão publicações mais variadas e, possivelmente, de menor qualidade, quando rolarem o feed durante vários minutos.

E os 7% de alcance?

Não, o alcance do Instagram não é de 7% ao máximo. Se você analisar os resultados dos seus posts do perfil comercial, vai notar que alguns deles têm alcances maiores, outros menores, que alguns podem ter menos que isso e outros podem ultrapassar os 100%.

Antes de eu te apresentar alguns dados, vamos só revisar um item bem importante para esta história que é o Relacionamento: não adianta o usuário comentar “Sim” no seu post hoje e não interagir mais com suas publicações. O relacionamento do usuário com outros perfis precisa ser recorrente, se não for, com o tempo ele deixará de ver suas publicações de qualquer maneira.

**Atualização**

Em 22 de janeiro de 2019 o Instagram se posicionou sobre a questão do alcance em uma série de tweets.

Em tradução livre:

“Notamos um crescimento dos posts sobre a limitação de alcance das publicações do Instagram para 7% dos seguidores e gostaríamos de esclarecer isso.

O que aparece primeiro no seu feed é determinado pelos posts e perfis com os quais você se envolve mais, bem como outros fatores contribuintes, como a data da publicação, a frequência que você acessa o Instagram, quantos perfis você segue, etc.

Nós não fizemos nenhuma mudança recente no ranking do feed, e nunca escondemos publicações de pessoas que você segue – se você continuar rolando o fee, você verá as publicações. Novamente, seu feed é personalizado para você e evolui com o passar do tempo, baseado em como você usa o Instagram”.

Vamos ver alguns exemplos?

Aqui estão os alcances das 9 melhores publicações de 3 perfis nos últimos 3 meses.

O cálculo da taxa de alcance é feito com a seguinte fórmula: Alcance do post x 100 / Número de seguidores.

Perfil 1 – 800 seguidores

Exemplo de Dados de Alcance do Instagram

Post 1: 68,37%

Post 2: 66,37%

Post 3: 65,25%

Post 7: 62,75%

Post 8: 62,25%

Post 9: 62,12%

Perfil 2 – 10,7k seguidores

Post 1: 56,99%

Post 2: 50,06%

Post 3: 48,74%

Post 7: 34,26%

Post 8: 33,86%

Post 9: 33,38%

Perfil 3 – 11,5k seguidores

Post 1: 68,79%

Post 2: 63,12%

Post 3: 50,53%

Post 7: 41,97%

Post 8: 39,48%

Post 9: 39,40%

E a sua taxa de alcance, como está? Para descobrir, basta seguir o mesmo cálculo e você vai saber quanto do seu público está alcançando.

O que fazer para melhorar meu resultado?

Algumas coisas podem ser feitas para melhorar o resultado das suas publicações no Instagram e o seu foco precisa estar em melhorar o conteúdo.

Conteúdo: Neste ponto você pode observar o que seus melhores posts têm, isso pode envolver: tipo de imagem ou vídeo; comprimento da legenda; tipo de texto da legenda; dia de publicação; horário de publicação.

Hashtags: Um outro ponto importante é testar hashtags para descobrir quais são as que mais trazem resultados. Isso pode ser visualizado abaixo de cada publicação, no item Ver Informações > Descoberta. No item Impressões desta área ele vai indicar se as pessoas localizaram seus posts por hashtags ou não. Um bom teste é usar uma hashtag única por semana para saber qual é a melhor.

Interação: Há alguns meses o Facebook começou a falar de interações significativas e, ao que tudo indica, para o Instagram isso envolve ter comentários em que as pessoas se marcam umas às outras e comentários com mais de 4 palavras que formem uma frase. Ou seja, volto a dizer: um simples “Sim” não vai significar muita coisa. 😉

Anúncios: Assim como o Facebook, a tendência é que os anúncios tenham um papel cada vez maior no Instagram. Nas últimas semanas, inclusive, já passou a ser possível usar publicações do perfil do Instagram em campanhas pagas criadas diretamente pelo Gerenciador de Anúncios do Facebook. Vale a pena aprender a criar campanhas no Instagram e começar a investir por lá, também.

Por fim, vale lembrar que, como tudo em marketing digital, não existe uma fórmula mágica. O segredo é entender o seu público e investir em entregar conteúdo que ele realmente quer ver. E só assim você poderá ter tranquilidade e não cair em qualquer modismo alarmante das redes sociais.


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Algoritmo do Instagram: O que você precisa saber em 2021?

O algoritmo do Instagram é um personagem comum quando se fala em criação de conteúdo na plataforma. Ele leva a culpa pelo baixo alcance das publicações e parece ser sempre um mistério. Mas há alguns dias o Adam Mosseri publicou um post no blog do Instagram explicando mais sobre seu funcionamento.

Então, antes que o boato dos 7% de alcance  e o do shadowban revivam das cinzas como uma fênix, vamos atualizar nossas informações sobre o algoritmo do Instagram.

** Post atualizado em julho de 2021. Publicado originalmente em junho de 2018**

Neste post você vai encontrar respostas para as seguintes perguntas:

Então, vamos lá! 🙂

 

O que é o algoritmo do Instagram?

O algoritmo é como se fosse uma fórmula que considera diversos fatores e, como resultado, responde perguntas como: Para quem este post será exibido?

Ele é uma parte importante de todas as plataformas de redes sociais, e a principal razão de existir é que não tem como todos os usuários verem todos os posts de todos os perfis e páginas que seguem, é muita informação e de alguma forma ela precisa ser organizada.

No caso do Instagram, Mosseri explicou que não é apenas um algoritmo, mas “vários algoritmos, classificadores e processos, cada um com um propósito”. E ele segue sua explicação contando que, em 2016,

as pessoas não viam 70% das publicações no Feed e quase metade das publicações de amigos mais próximos. Por isso, desenvolvemos e implementamos um Feed que classifica as publicações com base no conteúdo que você considera mais relevante“.

E uma coisa muy importante que você precisa saber é que  dentre os diferentes algoritmos estão os que classificam nosso comportamento não só em relação ao feed inicial, mas também em relação aos stories, aos reels e à guia de explorar.

Como funciona o algoritmo do Instagram?

Antes dessa atualização de informações de 2021 o que sabíamos é que o Instagram levava em consideração 6 pontos para classificar quais publicações os usuários veriam no topo do seu feed: Interesse, Tempo, Relacionamento, Frequência, Seguidores e Uso.

Em 2021 o cenário é um pouco mais elaborado, quer ver?

Como o algoritmo do Instagram classifica posts no Feed e Stories?

De acordo com Mosseri, o feed é um espaço em que as pessoas esperam encontrar conteúdo de amigos, familiares e pessoas próximas. Assim, o primeiro passo do algoritmo é definir a ordem em que as publicações aparecem para cada usuário, decidindo qual será a publicação que aparece primeiro.

Essa decisão tem por base o que a equipe do Facebook chama de sinais. Os sinais são as informações da publicação, informações sobre quem publicou e informações sobre suas preferências. Falando assim parece super simples, mas a verdade é que milhares de sinais são analisados nessa fase.

Os sinais mais importantes no Feed e no Stories são (em ordem aproximada de importância) as informações sobre a publicação; informações sobre a pessoa que publicou; sua atividade; e seu histórico de interação com alguém. Ou seja, o algoritmo avalia a probabilidade de você ver uma publicação por alguns segundos, fazer um comentário nela, curti-la, salvá-la e tocar na foto do perfil do autor dela.

 

Infográfico com as mesmas informações do parágrafo anterior sobre sinais de classificação do algoritmo do instagram

 

Como o algoritmo do Instagram classifica posts no Explorar?

O Explorar tem uma abordagem um pouco diferente por parte do algoritmo. Como esta seção é dedicada aos conteúdos que podem ser interessantes para você, mas que você ainda não segue, entra em consideração a popularidade das publicações.

As publicações que aparecerão por primeiro no Explorar são aquelas que têm maior chance de receberem uma interação sua. A base para essa decisão está nos sinais como as publicações que curtiu, salvou ou que receberam comentários seus. Assim, quando a plataforma encontra um conjunto de fotos e vídeos de que você pode gostar, ela organiza cada item pensando em qual poderá ser mais relevante para você.

As ações mais importantes para uma publicação aparecer no Explorar de alguém são curtidas, salvamentos e compartilhamentos. E os sinais mais importantes (em ordem aproximada de importância) são as informações sobre a publicação; seu histórico de interação com a pessoa que fez a publicação; sua atividade; e informações sobre a pessoa que publicou.

Infográfico com as informações de sinais do Explorar descritas no parágrafo anterior.

 

Como o algoritmo do Instagram classifica posts no Reels?

Mais um posicionamento, mais uma mudança de lógica. No Reels o objetivo é mostrar para você conteúdos que possam ser divertidos. E, assim como no Explorar, o Reels vai ser formado majoritariamente de conteúdos de criadores que você ainda não segue.

O objetivo do algoritmo no Reels é buscar publicações que provavelmente o usuário vai assistir até o fim, curtir, dizer que foi engraçado ou interessante e acessar a página de áudio (um indicador de que você pode ter ficado com vontade de criar o próprio vídeo do Reels).

Os sinais mais importantes são (em ordem aproximada de importância) a sua atividade; seu histórico de interação com a pessoa que fez a publicação; informações sobre o vídeo do Reels; e informações sobre a pessoa que publicou.

 

Infográfico com as informações de sinais do Reels descritas no parágrafo anterior.

 

Mitos do algoritmo: Os 7% de alcance

Você pode ter recebido um pedido de um cliente para publicar aquele post de Instagram que diz que o alcance está limitado a 7% e que se as pessoas comentarem “Sim” o índice de alcance da conta vai aumentar. Esse tipo de ação volta e meia dá as caras no mundo das mídias sociais. Inclusive, já faz alguns anos que escrevo sobre este exato mesmo assunto, como neste post aqui.

E não, o alcance do Instagram não é de 7% ao máximo. Se você analisar os resultados dos seus posts do perfil comercial, vai notar que alguns deles têm alcances maiores, outros menores, que alguns podem ter menos que isso e outros podem ultrapassar os 100%.

Antes de eu te apresentar alguns dados, vamos só revisar um item bem importante para esta história que é o Relacionamento: não adianta o usuário comentar “Sim” no seu post hoje e não interagir mais com suas publicações. O relacionamento do usuário com outros perfis precisa ser recorrente, se não for, com o tempo ele deixará de ver suas publicações de qualquer maneira.

Em 22 de janeiro de 2019 o Instagram se posicionou sobre a questão do alcance em uma série de tweets.

Em tradução livre:

“Notamos um crescimento dos posts sobre a limitação de alcance das publicações do Instagram para 7% dos seguidores e gostaríamos de esclarecer isso.

O que aparece primeiro no seu feed é determinado pelos posts e perfis com os quais você se envolve mais, bem como outros fatores contribuintes, como a data da publicação, a frequência que você acessa o Instagram, quantos perfis você segue, etc.

Nós não fizemos nenhuma mudança recente no ranking do feed, e nunca escondemos publicações de pessoas que você segue – se você continuar rolando o fee, você verá as publicações. Novamente, seu feed é personalizado para você e evolui com o passar do tempo, baseado em como você usa o Instagram”.

Vamos ver alguns exemplos?

Aqui estão os alcances das 9 melhores publicações de 3 perfis nos últimos 3 meses.

O cálculo da taxa de alcance é feito com a seguinte fórmula: Alcance do post x 100 / Número de seguidores.

Perfil 1 – 800 seguidores

Exemplo de Dados de Alcance do Instagram

Post 1: 68,37%

P2: 66,37%

P3: 65,25%

P7: 62,75%

P8: 62,25%

P9: 62,12%

 

Perfil 2 – 10,7k seguidores

Post 1: 56,99%

P2: 50,06%

P3: 48,74%

P4: 34,26%

P5: 33,86%

P6: 33,38%

 

Perfil 3 – 11,5k seguidores

Post 1: 68,79%

P2: 63,12%

P3: 50,53%

P4: 41,97%

P5: 39,48%

P6: 39,40%

 

E a sua taxa de alcance, como está? Para descobrir, basta seguir o mesmo cálculo e você vai saber quanto do seu público está alcançando.

 

Mitos do algoritmo: Shadowban

A grande novidade do anúncio publicado por Adam Mosseri foi que, pela primeira vez, temos uma posição do Instagram a respeito do polêmico e temido shadowban.

Você não sabe o que é isso? Te explico.

Algumas pessoas, diante de resultados insatisfatórios das suas publicações, culpam o algoritmo por não entregar seus conteúdos. E mais: essas pessoas também acusam o algoritmo de banir suas publicações de algumas hashtags. 🤦‍♀️

De acordo com Mosseri,

Reconhecemos que nem sempre fizemos o suficiente para explicar o motivo da remoção e da recomendação ou não de determinados conteúdos, além de como o Instagram funciona de maneira geral. Sabemos que isso leva as pessoas a tirarem as próprias conclusões sobre a experiência que tiveram, e elas podem se sentir confusas ou injustiçadas.

[…]  Não podemos prometer que todas as publicações sempre alcançarão o mesmo número de pessoas. Na verdade, a maior parte dos seus seguidores não verá o que você compartilha, pois a maioria deles olha menos da metade do que aparece no Feed. Porém, podemos ser mais transparentes em relação ao motivo da remoção de determinado conteúdo, reduzir a incidência de erros e corrigi-los o mais rápido possível, além de explicar melhor como funcionam os nossos sistemas.

Ou seja, depende de você criar conteúdos que sejam relevantes para os seguidores, assim como depende de você criar conteúdos que não tenham razões para serem banidos e escolher hashtags adequadas para suas publicações.

O que me leva à última parte deste post. Afinal, o que você pode fazer para melhorar seus resultados orgânicos no Instagram?

 

O que fazer para melhorar seus resultados no Instagram?

Algumas coisas podem ser feitas para melhorar o resultado das suas publicações no Instagram e o seu foco precisa estar em melhorar o conteúdo.

Conteúdo: Neste ponto você pode observar o que seus melhores posts têm, isso pode envolver: tipo de imagem ou vídeo; comprimento da legenda; tipo de texto da legenda; dia de publicação; horário de publicação.

Hashtags: Um outro ponto importante é testar hashtags para descobrir quais são as que mais trazem resultados. Isso pode ser visualizado abaixo de cada publicação, no item Ver Informações > Descoberta. No item Impressões desta área ele vai indicar se as pessoas localizaram seus posts por hashtags ou não. Um bom teste é usar uma hashtag única por semana para saber qual é a melhor.

Interação: Há alguns meses o Facebook começou a falar de interações significativas e, ao que tudo indica, para o Instagram isso envolve ter comentários em que as pessoas se marcam umas às outras e comentários com mais de 4 palavras que formem uma frase. Ou seja, volto a dizer: um simples “Sim” não vai significar muita coisa. 😉

Anúncios: Assim como o Facebook, a tendência é que os anúncios tenham um papel cada vez maior no Instagram. Nas últimas semanas, inclusive, já passou a ser possível usar publicações do perfil do Instagram em campanhas pagas criadas diretamente pelo Gerenciador de Anúncios do Facebook. Vale a pena aprender a criar campanhas no Instagram e começar a investir por lá, também.

Por fim, vale lembrar que, como tudo em marketing digital, não existe uma fórmula mágica. O segredo é entender o seu público e investir em entregar conteúdo que ele realmente quer ver. E só assim você poderá ter tranquilidade e não cair em qualquer modismo alarmante das redes sociais.


7 erros que você pode estar cometendo no Instagram

Conheça alguns erros comuns que impedem você de construir uma presença sólida no Instagram.

O Instagram é uma dessas ferramentas que têm uma carinha super simples e que nós pensamos ser super simples de gerenciar porque a usamos na nossa vida pessoal, mas se você quer construir presença sólida no Instagram precisa ter atenção a alguns erros comuns que podem colocar seu esforço por água abaixo.

Erro 1 – Sua conta é pessoal e privada

Assim como o Facebook tem a separação de perfil e página, o Instagram tem a separação de perfil pessoal e perfil comercial. Para quem está em busca de seguidores e está trabalhando com uma estratégia de divulgação de marca, produtos ou serviços o melhor caminho é usar o perfil comercial, que permite uma gestão profissional da conta e mantém todas as suas publicações públicas, afinal, o consumidor merece saber o que você está publicando para poder decidir clicar no Seguir ou não.

O perfil comercial permite que você analise dados para conhecer melhor o seu público, saber qual é o melhor horário para publicar, qual tipo de conteúdo traz melhores resultados e ainda libera a opção de criar campanhas pagas de Instagram Ads. Isso não é possível no perfil pessoal.

Erro 2 – Você publica fotos em baixa qualidade

O Instagram é a rede social destinada ao compartilhamento de conteúdo visual, quando o usuário acessa esta rede ele espera ser impactado por vídeos e imagens impressionantes, já falamos disso anteriormente. Então, fotos granuladas, sem cuidado com enquadramento e iluminação precisam fazer parte do passado do seu perfil. A mesma coisa vale para a foto do avatar da sua conta, ela precisa ser chamativa e em boa qualidade.

Se você quer causar impacto no Instagram, vale investir em um smartphone com uma boa câmera e em uma boa ferramenta de edição de imagens. Se seu foco é criar vídeos, vale a mesma regra: uma boa câmera e um bom software de edição.

Erro 3 – Você usa muitas (ou poucas) hashtags

Quantas hashtags você usa? Como você escolhe quais delas usar para cada publicação?

No Instagram é possível publicar até 30 hashtags por vez, mas isso não quer dizer que você deve usar todas elas. Uma pesquisa do BuzzSumo analisou 1 bilhão de posts de Facebook em 2016 e descobriu que o uso de hashtags diminui consideravelmente o engajamento, os materiais do Twitter, berço da hashtag, indicam que duas são o máximo a se usar.

Isso é um alerta para entender que o consumidor pode não gostar de posts com tantas tags, pode achar que parece um desespero de quem publicou e precisou usar tantas # para chamar atenção.

Apesar disso, usar hashtags é uma maneira de aumentar o alcance das suas publicações, mas elas precisam ser escolhidas a dedo, levando em consideração alguns fatores:

– Elas estão em português? (Se estiverem em Inglês você pode atrair várias curtidas estrangeiras e nenhuma de alguém que pode ir, de fato, consumir na empresa)

– Elas são regionalizadas? (Quais são as hashtags usadas pelas pessoas na sua cidade ou região?)

– Quantas são? (Tente não passar de 5)

– Uma delas é uma hashtag exclusiva do perfil?

 

 

Erro 4 – Você não otimiza seu perfil

Seu perfil de Instagram precisa fazer sentido para o usuário, quando falamos disso ainda falamos sobre o impacto visual que as imagens precisam causar. Para isso, há várias técnicas que podem ser usadas, você pode escolher usar molduras diferentes a cada mês, ou paletas de cores específicas para um período (uma estação do ano, por exemplo), temas relacionados à acontecimentos da vida ou aqueles que você cria (aniversário, chegada aos 10 mil seguidores, etc.).

O importante é lembrar que não é necessário publicar uma foto assim que o momento acontecer, o planejamento precisa falar mais alto quando se trata de um perfil comercial. Ou você acredita mesmo que aquela influenciadora que você ama passa uma semana inteira vestindo a mesma cor?

Erro 5 – Você não interage

Uma palavra interessante quando descrevemos o Instagram é ‘social’. Esta ferramenta é uma rede social, e precisamos agir de acordo com esta proposição. Não adianta nada criar um perfil (e o mesmo vale para página de Facebook, perfil de Twitter, etc.) se você não vai interagir com as pessoas.

Um dos fatores para melhorar o seu engajamento e, consequentemente, posicionamento das suas publicações no feed dos usuários, é responder os comentários deles, tirar dúvidas que possam surgir, interagir quando alguém envia uma mensagem privada e por aí vai.

Marcas que não interagem eventualmente cairão no esquecimento. Marcas que desejam construir uma presença digital sólida focam seus esforços nas interações.

Erro 6 – Você não cria histórias

As stories do Instagram são uma ferramenta poderosa para engajar o público, e há usuários que tem verificado cada vez mais o feed das histórias e menos o feed de publicações da rede. Apesar do formato diferente do usual – 1080 x 1920 px – elas podem ser usadas para publicação de foto ou vídeo.

O objetivo aqui pode ser de, literalmente, contar uma história ou ainda de aproveitar o alto índice de engajamento do formato para chamar as pessoas para verem sua mais nova publicação do perfil. Recomendo dar uma olhada no perfil e stories da Cuplover.

Erro 7 – Você não cria conteúdo exclusivo para Instagram

Como já falei anteriormente, cada rede social serve um propósito, e o propósito do Instagram é ser uma rede social voltada para o lado mais criativo do nosso cérebro. Sendo assim, não faz sentido criar um post para o Facebook e replicar no Instagram, porque o público vai interagir de forma diferente com a publicação, por exemplo, sem poder clicar no link que você escreveu no texto. Outra questão é o tamanho das imagens: apesar do Instagram aceitar imagens horizontais, a ferramenta ainda está pensada para a exibição do formato quadrado (800 x 800 px), que é diferente do formato do Facebook (1200 x 900 px).

Uma outra situação é o oposto: querer conectar a conta de Instagram com a do Facebook e replicar o conteúdo nessa via. Isso também é um problema, por exemplo, por causa das hashtags que são mal aceitas no Facebook, mas também por que o público do Facebook está muito mais aberto para clicar em links e porque o formato ideal da publicação é diferente.

É importante escolher as redes sociais para uma marca com base nas características da marca e de seu público, mas levando em consideração a capacidade de investimento de tempo e dinheiro da empresa.


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O Instagram tem 45 milhões de contas ativas no Brasil. Como você vai falar com estas pessoas?

Recentemente o Facebook divulgou que o Instagram chegou à marca de 700 milhões de usuários ativos no mundo e 45 milhões de usuários ativos no Brasil. De acordo com a publicação, 60% dos Instagrammers dizem que já descobriram produtos e serviços no Instagram e 75% afirmam já ter tomado uma atitude depois de serem inspirados por um post no Instagram, segundo a pesquisa com usuários da plataforma em novembro de 2015.

Por outro lado, cresce também o número de anunciantes – já passa dos 200 mil – e aumenta o desafio de quem quer usar a rede como apoio para divulgação de produtos e serviços, afinal como destacar seus posts em meio às 95 milhões de fotos publicadas diariamente?

O segredo está em se conectar ao público-alvo da sua marca, entender o que as pessoas esperam da sua marca e o que faz elas interagirem com suas publicações. O contínuo do sucesso tem dois extremos: fazer rir e emocionar, e os melhores posts são os que estão nestes extremos.

Além disso, é fundamental selecionar a segmentação correta para ativar campanhas com o melhor resultado na rede. As opções são variadas e avançadas, possibilitando chegar às pessoas certas.

Como você se comunica com seu público-alvo?


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