O IGTV deve fazer parte da sua estratégia de mídias sociais?

Entenda o que é o IGTV e descubra se ele deve fazer parte da sua estratégia de mídias sociais.

Em junho o Instagram lançou sua nova plataforma de vídeo, o IGTV e, desde então, os usuários têm muitas dúvidas: o que é? para que serve? vale a pena produzir conteúdo para ele?

Nos próximos parágrafos tentarei responder essas perguntas e ajudar você a decidir se o IGTV deve fazer parte da sua estratégia de mídias sociais.

O que é o IGTV?

Nas palavras do próprio Instagram, o IGTV é uma plataforma de vídeo vertical e long-form (com mais de 1 minuto de duração). A ideia da plataforma é que o usuário possa assistir vídeos em tela cheia sem mudar a posição do celular e que os criadores tenham a opção de publicar vídeos com mais de 1 minuto (limite atual do feed do Instagram).

Quando você abre o aplicativo, automaticamente vai ver vídeos de pessoas que você já segue no Instagram e de outros criadores, com base nos seus interesses, e na parte de baixo da tela poderá navegar entre as categorias: Para você; Seguindo; Populares e Continuar Assistindo. Basicamente, o objetivo é assumir um espaço do YouTube e da televisão.

E as pessoas estão usando?

Na semana de lançamento o barulho foi grande em torno do IGTV. As pessoas queriam baixar, testar e descobrir o que ele poderia fazer. Mas parece que logo elas sentiram que o aplicativo não substituiria outras experiências atuais, e o interesse foi se perdendo.

Gráfico das tendências de pesquisa pelo termo "IGTV" no Google, da partir de 01 de junho de 2018.

Nas tendências de pesquisa do Google vemos que, no Brasil, houve um pico de procura pelo termo IGTV no lançamento e, nas semanas seguintes a pesquisa teve uma diminuição gradativa.

Gráfico demonstrando o número de instalações semanais do aplicativo IGTV da partir de junho de 2018.

O número de instalações do aplicativo seguiu uma tendência parecida: teve um pico na primeira semana seguido por uma queda de 66% na semana seguinte e 38% na terceira semana. Desde então, cai um pouquinho a cada período.

Como criar conteúdo para o IGTV?

A resposta simples é: com vídeo vertical com mais de 1 minuto de duração. Mas sempre há um algo a mais escondido, não é?

O grande desafio dos produtores de conteúdo para o IGTV é criar vídeos para uma nova mentalidade. Nos últimos tempos estamos acompanhando um crescimento das Stories do Instagram, com seus 15 segundos e uma criação que envolve vários vídeos de uma ou duas frases apenas.

Com o IGTV é preciso reconquistar o usuário e criar conteúdo criativo o suficiente para fazer com que ele queira assistir um vídeo longo (até porque, quem quer vídeo longo acaba indo para o YouTube).

E dá resultado?

O TechCrunch recentemente apresentou alguns dados de criadores de conteúdo que demonstram que, em alguns casos, o alcance dos vídeos do IGTV é mais alto que o de vídeos publicados no feed do Instagram, mas em outros o alcance é tão pequeno que não valeria o tempo de criar conteúdo exclusivo para a plataforma.

Alguns criadores, inclusive, se posicionaram dizendo que preferem criar para YouTube e caso encerrado. Esta última parte tem a ver com o fato de que o IGTV até agora não apresentou nenhum caminho de monetização do conteúdo e, como todo mundo precisa pagar as contas no fim do mês, este é um fator bastante relevante na escolha da plataforma de publicação.

Minha empresa / meu cliente precisa estar no IGTV?

Sim e não. Esta decisão precisa ser tomada com base nas informações que temos no momento, para que nada seja surpresa no futuro. Vamos rever o que sabemos até agora:

O IGTV é uma plataforma de vídeo vertical com mais de 1 minuto de duração. O conteúdo para ele precisa ser produzido de forma a garantir o interesse do usuário por um tempo maior que o das Stories do Instagram.

O número de usuários da plataforma não parece estar crescendo, mas considerando o lançamento recente e o formato inovador, pode ser que leve um tempo para o público abraçar esta ideia.

Alguns criadores de conteúdo têm experiências positivas com ele, outros nem tanto. É importante conhecer muito bem o seu público, para saber se ele quer consumir seu conteúdo neste formato. Geralmente públicos mais jovens, nativos digitais, têm uma maior chance de abraçar a mudança.

Não vá embora, tem um detalhe novo nessa história!

Se você chegou até aqui, ganhou a cereja do bolo que foi divulgada em 24/09/18: os fundadores do Instagram decidiram sair do Facebook. E como é que essa saída deles afeta o IGTV?

O IGTV é a menina dos olhos de um deles, Kevin Systrom e, na fase de desenvolvimento deste projeto, ele quase foi encerrado porque compete muito de perto com o Facebook Watch, a plataforma de vídeos que o Facebook lançou para tentar tomar o lugar o YouTube.

Então, é possível que muita coisa mude no Instagram nos próximos meses, inclusive pode ser que o IGTV seja descontinuado ou sofra mudanças radicais. Isso faz com que mais um item deva ser acrescentado à lista ali de cima:

– Ser um early adopter pode ser muito positivo se a plataforma crescer, mas traz consigo a realidade de que todo o esforço pode ter sido em vão.


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O que acontece quando você compra seguidores para o Instagram?

Muitas vezes se recorre à compra de seguidores ou uso de automações para fazer crescer o perfil de Instagram. E quando esses seguidores chegam, o que acontece?

Ter mais seguidores no Instagram é um desejo comum entre as empresas e os criadores de conteúdos e, muitas vezes, se recorre à compra deles ou uso de bots para automação na plataforma na tentativa de conquistar um perfil maior, com mais seguidores. E quando esses seguidores chegam, o que acontece?

Por que você gastaria dinheiro com isso?

Há duas principais razões. Uma é a percepção do consumidor: quando o perfil é grande, o público pode ter uma confiança maior naquele produto ou serviço. A outra tem a ver com as funcionalidades liberadas quando o perfil tem mais de 10 mil seguidores, como a possibilidade de inserir links nas Stories.

E como funciona a compra de seguidores?

O processo é relativamente simples e barato, mas antes de mais nada precisamos entender a diferença entre a compra direta de seguidores e o uso de automações para seguir usuários esperando que sigam de volta.

Automação é usar um robô (bot) que vai seguir usuários com base em perfis que eles já seguem, hashtags que usam ou outros parâmetros. Além disso, os bots podem ser configurados para curtir, comentar publicações e interagir com usuários. Essas automações trazem alguns problemas, um são os comentários completamente aleatórios nas publicações, como “Great pic!” ou “I like this picture!”. Além disso, o perfil pode sofrer punições do Instagram, já que várias dessas ferramentas já foram bloqueadas da plataforma e o Instagram se posiciona contra ações automatizadas, que considera como Spam e que vão contra o uso para o qual ele foi criado.

A compra de seguidores, por sua vez, é bem o que o nome indica: você conecta sua conta à plataforma, paga um valor fechado e vê o número de seguidores crescer.

Do outro lado dessa transação estão estruturas automatizadas ou aquelas conhecidas como “Fazendas de Likes”. Nessas fazendas há milhares de celulares, conectados à internet 24 horas por dia e operados por funcionários responsáveis por realizar as ações manualmente nas contas dos contratantes.

Por que você não deveria comprar seguidores?

Quando se compra seguidores o resultado, como você já pode imaginar, é uma inflação nos números que não vai impactar no envolvimento com as publicações. Se é uma conta automatizada ou coordenada em uma fazenda de likes, ela vai fazer apenas aquilo para que foi contratada: seguir seu perfil. E nada a mais, até porque esses perfis não são de pessoas reais, interessadas em consumir o seu produto ou serviço.

E qual é o problema disso?

O problema é que você gera uma situação muito negativa para a marca em médio e longo prazo. Assim como comentei lá no começo, que o consumidor observa o número de seguidores de uma marca, ele também observa as interações das publicações. E imagine que você visita um perfil e ele tem 100 mil seguidores e em cada publicação apenas 10 curtidas e nenhum comentário. É no mínimo estranho.

Como a maioria dos seus seguidores não interage com suas publicações, o algoritmo do Instagram vai começar a compreender que elas não são relevantes para o público e vai exibir para cada vez menos pessoas. Já explicamos por aqui como funciona o algoritmo do Instagram e o alcance das publicações. E essa é uma situação difícil de contornar.

Atualização: Novas ações contra automações no Instagram

Em 19 de novembro de 2018 o Instagram anunciou que tomaria novas atitudes contra o uso de automações na plataforma. De acordo com o comunicado do Instagram, contas que forem identificadas usando serviços de automação serão notificadas de que as curtidas, seguidores e comentários não autênticos serão removidos e será sugerida a troca de senha da conta.

 

 

O que fazer, ao invés de comprar seguidores e automações, então?

O ideal é investir em conteúdo de qualidade e não ter pressa. O segredo é colocar o foco no engajamento das publicações, e não no número absoluto de seguidores do perfil.

O engajamento é a proporção entre as pessoas alcançadas e aquelas que desempenharam alguma ação na sua publicação. Para calcular, siga a fórmula: (número de ações x 100)/(alcance). Nas ações considere as curtidas e os comentários, e pode ainda contar as visitas ao perfil e cliques no link ou nos botões do perfil.

Esta é a métrica que você deve perseguir, é ela que precisa se manter ou ter crescimento, porque ela é um indicativo do quão saudável está a sua presença digital.

Para crescer você vai precisar de um planejamento bem estruturado de metas, para saber onde você quer chegar, quando quer chegar e como vai monetizar cada parte deste processo. De nada adianta ter milhares de seguidores se você não ganhar nada com isso. As ações digitais precisam trazer retorno.

É preciso conhecer a fundo a persona para quem você fala, quem é seu publico e o que faz com que ele queira interagir com marcas em um ambiente digital. Com o trabalho que a marca já faz em outras plataformas, como o Facebook, é possível obter muitos dados sobre o público e construir conteúdo cada vez mais personalizado, o que aumenta a probabilidade de envolvimentos.

Nesse planejamento, vale estruturar testes para descobrir quais são as hashtags que mais trazem engajamento para as publicações e pensar em campanhas que levem suas publicações para públicos interessados de fato em consumir o que você tem a entregar.

Se você quer ter uma conta de Instagram saudável, com alto engajamento e com alta capacidade de conversão vale lembrar que o trabalho em mídias sociais é uma maratona, os resultados não serão imediatos, mas que se você conseguir seguir em um bom ritmo, poderá alcançar a linha de chegada à frente dos demais.

O que é o algoritmo do Instagram e como ele funciona?

**Atualizado em 23/01/2019

Você pode ter recebido um pedido de um cliente para publicar aquele post de Instagram que diz que o alcance está limitado a 7% e que se as pessoas comentarem “Sim” o índice de alcance da conta vai aumentar. Esse tipo de ação volta e meia dá as caras no mundo das mídias sociais. Inclusive, há 2 anos escrevi sobre este exato mesmo assunto e você pode ler aqui.

Mas, como o algoritmo andou mudando, decidi escrever um post novinho para contar como ele está funcionando, verificar essa questão dos 7% e indicar o que você pode fazer para melhorar seus resultados no Instagram.

Mão segurando celular para tirar uma foto.

O que é o algoritmo do Instagram?

O algoritmo é como se fosse uma fórmula que considera diversos fatores e, como resultado, responde a seguinte pergunta: Para quem este post será exibido?

Ele é uma parte importante de todas as plataformas de redes sociais, e a principal razão de existir é que não tem como todos os usuários verem todos os posts de todos os perfis e páginas que seguem, é muita informação e de alguma forma ela precisa ser organizada.

Como funciona o algoritmo do Instagram?

Esta fórmula atualmente leva em consideração 6 pontos: Interesse, Tempo, Relacionamento, Frequência, Seguidores e Uso.

6 fatores de classificação de publicações no Instagram: Interesse, Tempo, Relacionamento, Frequência, Seguidores, Uso.

Vamos entender melhor o que quer dizer cada um desses itens.

Interesse: O algoritmo vai analisar se o usuário se envolve mais com imagens ou vídeos e, ainda, com que tipo de imagens ele tem mais chance de se envolver. Isso tudo graças às ferramentas de reconhecimento de imagem desenvolvidas pelo Facebook e que também estão em uso no Instagram. Assim, se um usuário curte e comenta muitas fotos de praias, é maior a chance de ele receber posts com fotos de paisagens.

Tempo: A chance de o Instagram exibir um post publicado há menos de uma semana é maior do que a de exibir publicações mais antigas.

Relacionamento: Quando um usuário interage frequentemente com um perfil, aumenta a chance de ele ver mais publicações deste perfil. Isso inclui curtidas, comentários, mensagens privadas, marcar um ao outro em fotos, etc.

Frequência: O algoritmo do Instagram vai selecionar os melhores posts desde a última vez em que o usuário abriu o aplicativo, assim, usuários que abrem o aplicativo várias vezes ao dia correm menos risco de ver publicações repetidas.

Seguidores: Quanto mais perfis o usuário seguir, mais variado será o seu feed, porque o Instagram terá mais posts de alta qualidade para exibir.

Uso: O tempo de permanência no aplicativo também é um fator importante. Usuários que usam rapidamente o Instagram verão apenas os melhores posts, e aqueles que ficam mais tempo navegando pelo feed verão publicações mais variadas e, possivelmente, de menor qualidade, quando rolarem o feed durante vários minutos.

E os 7% de alcance?

Não, o alcance do Instagram não é de 7% ao máximo. Se você analisar os resultados dos seus posts do perfil comercial, vai notar que alguns deles têm alcances maiores, outros menores, que alguns podem ter menos que isso e outros podem ultrapassar os 100%.

Antes de eu te apresentar alguns dados, vamos só revisar um item bem importante para esta história que é o Relacionamento: não adianta o usuário comentar “Sim” no seu post hoje e não interagir mais com suas publicações. O relacionamento do usuário com outros perfis precisa ser recorrente, se não for, com o tempo ele deixará de ver suas publicações de qualquer maneira.

**Atualização**

Em 22 de janeiro de 2019 o Instagram se posicionou sobre a questão do alcance em uma série de tweets.

Em tradução livre:

“Notamos um crescimento dos posts sobre a limitação de alcance das publicações do Instagram para 7% dos seguidores e gostaríamos de esclarecer isso.

O que aparece primeiro no seu feed é determinado pelos posts e perfis com os quais você se envolve mais, bem como outros fatores contribuintes, como a data da publicação, a frequência que você acessa o Instagram, quantos perfis você segue, etc.

Nós não fizemos nenhuma mudança recente no ranking do feed, e nunca escondemos publicações de pessoas que você segue – se você continuar rolando o fee, você verá as publicações. Novamente, seu feed é personalizado para você e evolui com o passar do tempo, baseado em como você usa o Instagram”.

Vamos ver alguns exemplos?

Aqui estão os alcances das 9 melhores publicações de 3 perfis nos últimos 3 meses.

O cálculo da taxa de alcance é feito com a seguinte fórmula: Alcance do post x 100 / Número de seguidores.

Perfil 1 – 800 seguidores

Exemplo de Dados de Alcance do Instagram

Post 1: 68,37%

Post 2: 66,37%

Post 3: 65,25%

Post 7: 62,75%

Post 8: 62,25%

Post 9: 62,12%

Perfil 2 – 10,7k seguidores

Post 1: 56,99%

Post 2: 50,06%

Post 3: 48,74%

Post 7: 34,26%

Post 8: 33,86%

Post 9: 33,38%

Perfil 3 – 11,5k seguidores

Post 1: 68,79%

Post 2: 63,12%

Post 3: 50,53%

Post 7: 41,97%

Post 8: 39,48%

Post 9: 39,40%

E a sua taxa de alcance, como está? Para descobrir, basta seguir o mesmo cálculo e você vai saber quanto do seu público está alcançando.

O que fazer para melhorar meu resultado?

Algumas coisas podem ser feitas para melhorar o resultado das suas publicações no Instagram e o seu foco precisa estar em melhorar o conteúdo.

Conteúdo: Neste ponto você pode observar o que seus melhores posts têm, isso pode envolver: tipo de imagem ou vídeo; comprimento da legenda; tipo de texto da legenda; dia de publicação; horário de publicação.

Hashtags: Um outro ponto importante é testar hashtags para descobrir quais são as que mais trazem resultados. Isso pode ser visualizado abaixo de cada publicação, no item Ver Informações > Descoberta. No item Impressões desta área ele vai indicar se as pessoas localizaram seus posts por hashtags ou não. Um bom teste é usar uma hashtag única por semana para saber qual é a melhor.

Interação: Há alguns meses o Facebook começou a falar de interações significativas e, ao que tudo indica, para o Instagram isso envolve ter comentários em que as pessoas se marcam umas às outras e comentários com mais de 4 palavras que formem uma frase. Ou seja, volto a dizer: um simples “Sim” não vai significar muita coisa. 😉

Anúncios: Assim como o Facebook, a tendência é que os anúncios tenham um papel cada vez maior no Instagram. Nas últimas semanas, inclusive, já passou a ser possível usar publicações do perfil do Instagram em campanhas pagas criadas diretamente pelo Gerenciador de Anúncios do Facebook. Vale a pena aprender a criar campanhas no Instagram e começar a investir por lá, também.

Por fim, vale lembrar que, como tudo em marketing digital, não existe uma fórmula mágica. O segredo é entender o seu público e investir em entregar conteúdo que ele realmente quer ver. E só assim você poderá ter tranquilidade e não cair em qualquer modismo alarmante das redes sociais.


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Algoritmo do Instagram: O que você precisa saber em 2021?

O algoritmo do Instagram é um personagem comum quando se fala em criação de conteúdo na plataforma. Ele leva a culpa pelo baixo alcance das publicações e parece ser sempre um mistério. Mas há alguns dias o Adam Mosseri publicou um post no blog do Instagram explicando mais sobre seu funcionamento.

Então, antes que o boato dos 7% de alcance  e o do shadowban revivam das cinzas como uma fênix, vamos atualizar nossas informações sobre o algoritmo do Instagram.

** Post atualizado em julho de 2021. Publicado originalmente em junho de 2018**

Neste post você vai encontrar respostas para as seguintes perguntas:

Então, vamos lá! 🙂

 

O que é o algoritmo do Instagram?

O algoritmo é como se fosse uma fórmula que considera diversos fatores e, como resultado, responde perguntas como: Para quem este post será exibido?

Ele é uma parte importante de todas as plataformas de redes sociais, e a principal razão de existir é que não tem como todos os usuários verem todos os posts de todos os perfis e páginas que seguem, é muita informação e de alguma forma ela precisa ser organizada.

No caso do Instagram, Mosseri explicou que não é apenas um algoritmo, mas “vários algoritmos, classificadores e processos, cada um com um propósito”. E ele segue sua explicação contando que, em 2016,

as pessoas não viam 70% das publicações no Feed e quase metade das publicações de amigos mais próximos. Por isso, desenvolvemos e implementamos um Feed que classifica as publicações com base no conteúdo que você considera mais relevante“.

E uma coisa muy importante que você precisa saber é que  dentre os diferentes algoritmos estão os que classificam nosso comportamento não só em relação ao feed inicial, mas também em relação aos stories, aos reels e à guia de explorar.

Como funciona o algoritmo do Instagram?

Antes dessa atualização de informações de 2021 o que sabíamos é que o Instagram levava em consideração 6 pontos para classificar quais publicações os usuários veriam no topo do seu feed: Interesse, Tempo, Relacionamento, Frequência, Seguidores e Uso.

Em 2021 o cenário é um pouco mais elaborado, quer ver?

Como o algoritmo do Instagram classifica posts no Feed e Stories?

De acordo com Mosseri, o feed é um espaço em que as pessoas esperam encontrar conteúdo de amigos, familiares e pessoas próximas. Assim, o primeiro passo do algoritmo é definir a ordem em que as publicações aparecem para cada usuário, decidindo qual será a publicação que aparece primeiro.

Essa decisão tem por base o que a equipe do Facebook chama de sinais. Os sinais são as informações da publicação, informações sobre quem publicou e informações sobre suas preferências. Falando assim parece super simples, mas a verdade é que milhares de sinais são analisados nessa fase.

Os sinais mais importantes no Feed e no Stories são (em ordem aproximada de importância) as informações sobre a publicação; informações sobre a pessoa que publicou; sua atividade; e seu histórico de interação com alguém. Ou seja, o algoritmo avalia a probabilidade de você ver uma publicação por alguns segundos, fazer um comentário nela, curti-la, salvá-la e tocar na foto do perfil do autor dela.

 

Infográfico com as mesmas informações do parágrafo anterior sobre sinais de classificação do algoritmo do instagram

 

Como o algoritmo do Instagram classifica posts no Explorar?

O Explorar tem uma abordagem um pouco diferente por parte do algoritmo. Como esta seção é dedicada aos conteúdos que podem ser interessantes para você, mas que você ainda não segue, entra em consideração a popularidade das publicações.

As publicações que aparecerão por primeiro no Explorar são aquelas que têm maior chance de receberem uma interação sua. A base para essa decisão está nos sinais como as publicações que curtiu, salvou ou que receberam comentários seus. Assim, quando a plataforma encontra um conjunto de fotos e vídeos de que você pode gostar, ela organiza cada item pensando em qual poderá ser mais relevante para você.

As ações mais importantes para uma publicação aparecer no Explorar de alguém são curtidas, salvamentos e compartilhamentos. E os sinais mais importantes (em ordem aproximada de importância) são as informações sobre a publicação; seu histórico de interação com a pessoa que fez a publicação; sua atividade; e informações sobre a pessoa que publicou.

Infográfico com as informações de sinais do Explorar descritas no parágrafo anterior.

 

Como o algoritmo do Instagram classifica posts no Reels?

Mais um posicionamento, mais uma mudança de lógica. No Reels o objetivo é mostrar para você conteúdos que possam ser divertidos. E, assim como no Explorar, o Reels vai ser formado majoritariamente de conteúdos de criadores que você ainda não segue.

O objetivo do algoritmo no Reels é buscar publicações que provavelmente o usuário vai assistir até o fim, curtir, dizer que foi engraçado ou interessante e acessar a página de áudio (um indicador de que você pode ter ficado com vontade de criar o próprio vídeo do Reels).

Os sinais mais importantes são (em ordem aproximada de importância) a sua atividade; seu histórico de interação com a pessoa que fez a publicação; informações sobre o vídeo do Reels; e informações sobre a pessoa que publicou.

 

Infográfico com as informações de sinais do Reels descritas no parágrafo anterior.

 

Mitos do algoritmo: Os 7% de alcance

Você pode ter recebido um pedido de um cliente para publicar aquele post de Instagram que diz que o alcance está limitado a 7% e que se as pessoas comentarem “Sim” o índice de alcance da conta vai aumentar. Esse tipo de ação volta e meia dá as caras no mundo das mídias sociais. Inclusive, já faz alguns anos que escrevo sobre este exato mesmo assunto, como neste post aqui.

E não, o alcance do Instagram não é de 7% ao máximo. Se você analisar os resultados dos seus posts do perfil comercial, vai notar que alguns deles têm alcances maiores, outros menores, que alguns podem ter menos que isso e outros podem ultrapassar os 100%.

Antes de eu te apresentar alguns dados, vamos só revisar um item bem importante para esta história que é o Relacionamento: não adianta o usuário comentar “Sim” no seu post hoje e não interagir mais com suas publicações. O relacionamento do usuário com outros perfis precisa ser recorrente, se não for, com o tempo ele deixará de ver suas publicações de qualquer maneira.

Em 22 de janeiro de 2019 o Instagram se posicionou sobre a questão do alcance em uma série de tweets.

Em tradução livre:

“Notamos um crescimento dos posts sobre a limitação de alcance das publicações do Instagram para 7% dos seguidores e gostaríamos de esclarecer isso.

O que aparece primeiro no seu feed é determinado pelos posts e perfis com os quais você se envolve mais, bem como outros fatores contribuintes, como a data da publicação, a frequência que você acessa o Instagram, quantos perfis você segue, etc.

Nós não fizemos nenhuma mudança recente no ranking do feed, e nunca escondemos publicações de pessoas que você segue – se você continuar rolando o fee, você verá as publicações. Novamente, seu feed é personalizado para você e evolui com o passar do tempo, baseado em como você usa o Instagram”.

Vamos ver alguns exemplos?

Aqui estão os alcances das 9 melhores publicações de 3 perfis nos últimos 3 meses.

O cálculo da taxa de alcance é feito com a seguinte fórmula: Alcance do post x 100 / Número de seguidores.

Perfil 1 – 800 seguidores

Exemplo de Dados de Alcance do Instagram

Post 1: 68,37%

P2: 66,37%

P3: 65,25%

P7: 62,75%

P8: 62,25%

P9: 62,12%

 

Perfil 2 – 10,7k seguidores

Post 1: 56,99%

P2: 50,06%

P3: 48,74%

P4: 34,26%

P5: 33,86%

P6: 33,38%

 

Perfil 3 – 11,5k seguidores

Post 1: 68,79%

P2: 63,12%

P3: 50,53%

P4: 41,97%

P5: 39,48%

P6: 39,40%

 

E a sua taxa de alcance, como está? Para descobrir, basta seguir o mesmo cálculo e você vai saber quanto do seu público está alcançando.

 

Mitos do algoritmo: Shadowban

A grande novidade do anúncio publicado por Adam Mosseri foi que, pela primeira vez, temos uma posição do Instagram a respeito do polêmico e temido shadowban.

Você não sabe o que é isso? Te explico.

Algumas pessoas, diante de resultados insatisfatórios das suas publicações, culpam o algoritmo por não entregar seus conteúdos. E mais: essas pessoas também acusam o algoritmo de banir suas publicações de algumas hashtags. 🤦‍♀️

De acordo com Mosseri,

Reconhecemos que nem sempre fizemos o suficiente para explicar o motivo da remoção e da recomendação ou não de determinados conteúdos, além de como o Instagram funciona de maneira geral. Sabemos que isso leva as pessoas a tirarem as próprias conclusões sobre a experiência que tiveram, e elas podem se sentir confusas ou injustiçadas.

[…]  Não podemos prometer que todas as publicações sempre alcançarão o mesmo número de pessoas. Na verdade, a maior parte dos seus seguidores não verá o que você compartilha, pois a maioria deles olha menos da metade do que aparece no Feed. Porém, podemos ser mais transparentes em relação ao motivo da remoção de determinado conteúdo, reduzir a incidência de erros e corrigi-los o mais rápido possível, além de explicar melhor como funcionam os nossos sistemas.

Ou seja, depende de você criar conteúdos que sejam relevantes para os seguidores, assim como depende de você criar conteúdos que não tenham razões para serem banidos e escolher hashtags adequadas para suas publicações.

O que me leva à última parte deste post. Afinal, o que você pode fazer para melhorar seus resultados orgânicos no Instagram?

 

O que fazer para melhorar seus resultados no Instagram?

Algumas coisas podem ser feitas para melhorar o resultado das suas publicações no Instagram e o seu foco precisa estar em melhorar o conteúdo.

Conteúdo: Neste ponto você pode observar o que seus melhores posts têm, isso pode envolver: tipo de imagem ou vídeo; comprimento da legenda; tipo de texto da legenda; dia de publicação; horário de publicação.

Hashtags: Um outro ponto importante é testar hashtags para descobrir quais são as que mais trazem resultados. Isso pode ser visualizado abaixo de cada publicação, no item Ver Informações > Descoberta. No item Impressões desta área ele vai indicar se as pessoas localizaram seus posts por hashtags ou não. Um bom teste é usar uma hashtag única por semana para saber qual é a melhor.

Interação: Há alguns meses o Facebook começou a falar de interações significativas e, ao que tudo indica, para o Instagram isso envolve ter comentários em que as pessoas se marcam umas às outras e comentários com mais de 4 palavras que formem uma frase. Ou seja, volto a dizer: um simples “Sim” não vai significar muita coisa. 😉

Anúncios: Assim como o Facebook, a tendência é que os anúncios tenham um papel cada vez maior no Instagram. Nas últimas semanas, inclusive, já passou a ser possível usar publicações do perfil do Instagram em campanhas pagas criadas diretamente pelo Gerenciador de Anúncios do Facebook. Vale a pena aprender a criar campanhas no Instagram e começar a investir por lá, também.

Por fim, vale lembrar que, como tudo em marketing digital, não existe uma fórmula mágica. O segredo é entender o seu público e investir em entregar conteúdo que ele realmente quer ver. E só assim você poderá ter tranquilidade e não cair em qualquer modismo alarmante das redes sociais.


Por que as pessoas deixam de seguir marcas nas redes sociais?

Você já deve ter observado flutuações nos números de seguidores nas redes sociais. Entenda o que leva as pessoas a deixarem de seguir uma marca.

Você já deve ter observado flutuações nos números de seguidores no Facebook, Instagram e outras redes sociais. É esperado que haja sempre alguma variação porque as pessoas podem desativar seu perfil naquela rede social ou porque não estão mais interessadas no que a marca tem a dizer. Isso geralmente resulta em 1 a 2 seguidores a menos a cada 2 ou 3 dias – este número varia entre marcas.

Mas e quando o número é muito maior que este?

A sproutsocial fez uma pesquisa e descobriu algumas das razões que levam as pessoas a deixar de seguir marcas nas redes sociais, olha o que pode ser:

Infográfico: Por que as pessoas deixam de seguir marcas nas redes sociais? 46% - muitos posts comerciais. 41,1% - posts pouco relevantes. 29,9% - uso de gírias. 17,9% - a marca é muito quieta. 15,3% - não responde mensagens. 71,3% das pessoas deixam de seguir marcas por vergonha alheia

 


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6 Dados do Instagram Para Ajudar a Aumentar Seu Engajamento

Selecionamos 6 dicas apoiadas por dados para você colocar em prática nas suas contas de Instagram e aumentar seu engajamento

Conhecer estratégias bem-sucedidas sempre é uma boa inspiração, por isso selecionamos 6 dicas apoiadas por dados para você colocar em prática nas suas contas de Instagram e aumentar o engajamento.

1. Posts com localização têm 79% mais engajamento

Com a possibilidade de encontrar posts e stories no resultado da pesquisa do Instagram, fica mais fácil encontrar seu público a partir de uma localização.

imagem com exemplos de posts com localização no Instagram

Dica: considere testar localizar seus posts com o endereço do seu negócio, com a localização do bairro e da cidade onde você está. Assim, você descobre qual delas mais atrai pessoas para sua empresa.

2. 80% dos usuários seguem pelo menos uma marca no Instagram
Conforme as marcas vão sendo mais ativas na rede, mais pessoas se mostram abertas a se conectar com elas.

Dica: estude seu público e, se ele for ativo no Instagram, considere produzir conteúdo visual e chamativo para o Instagram.

3. A combinação de foto + texto atrai 41% mais interações

Não estamos falando de publicar um textão em formato de imagem, mas sim de inserir alguma legenda junto da sua foto para facilitar a interação do usuário com o conteúdo.

gráfico demonstrando que publicações de foto com texto recebem mais interações

Dica: sempre que fizer sentido, publique alguns posts no formato foto + texto com legendas mais curtas.

exemplo de post de instagram de foto com legenda: foto mostra comparativo de imagem retocada digitalmente e original em foto de mulher, no topo da imagem lê-se uma descrição de que uma rede de farmácias vai começar a avisar consumidores quando as fotos de embalagens forem retocadas

4. Fotos têm 36% mais engajamento que vídeos

A tendência é que nos próximos meses os vídeos sejam cada vez mais presentes nos feeds das mídias sociais, mas no Instagram as fotos ainda geram mais engajamento.

Dica: ao planejar seu conteúdo, faça uma mesclagem de fotos e vídeos para o Instagram, e lembre de inserir legendas nos vídeos para aumentar visualizações de pessoas que não ligam o áudio.

5. Rostos geram 38% mais envolvimentos
Há tempo se fala que o conteúdo de marca precisa ter um toque de humanização para trazer resultados, e os dados demonstram que os usuários do Instagram gostam de ver pessoas compartilhando suas experiências.

Dica: considere inserir no seu planejamento o regram (com autorização, é claro) dos seus consumidores, além de contar mais sobre a história da sua marca e de quem faz ela acontecer.

6. 70% das hashtags usadas são de marcas

O engajamento com marcas no Instagram é maior que em outras redes sociais, por isso as marcas apostam em criar hashtags próprias para organizar a conversa em torno de seus produtos ou serviços.

Dica: incentive o público a usar suas hashtags próprias e aproveite os dados gerados para mensurar suas campanhas.

E você, o que faz nas suas contas de Instagram para aumentar as interações? Deixa um comentário no nosso post no Facebook ou no Instagram. 🙂


Guia de Instagram para Pequenas Empresas

Ao mesmo tempo em que o Instagram cresce, ele adiciona mais ferramentas para a gestão de contas empresariais, por isso elaboramos este guia, para ajudar você a obter o melhor do seu perfil.

A cada dia que passa o Instagram ganha mais e mais seguidores, na última divulgação já eram mais de 800 milhões de pessoas conectadas (isso em setembro de 2017). Ao mesmo tempo em que o Instagram cresce, ele adiciona mais ferramentas para a gestão de contas empresariais, por isso elaboramos este guia, para ajudar você a obter o melhor do seu perfil.

O que quer o público?

O público do Instagram se conecta à plataforma buscando informação visual. E mesmo se considerarmos que quem está por lá também está no Facebook, Linkedin e Twitter, é preciso lembrar que a expectativa das pessoas muda de acordo com a plataforma.

Ou seja, invista em contar histórias de forma visual.

Cerca de 80% das pessoas seguem marcas no Instagram, e dados indicam que o engajamento das publicações na plataforma pode ser até 58 vezes maior que no Facebook (quem aí não está sofrendo com a queda do alcance orgânico?).

O interessante é observar que cerca de metade das empresas ainda não estão no Instagram, talvez seja por isso que o engajamento ainda é tão alto. Se todas começarem a ter perfis é bem possível que esse panorama se altere, então, se você quiser investir em presença no Instagram, a hora é agora.

E dá resultado?

Bem, se os dados indicam que o engajamento é maior, pode-se entender que há possibilidade de obter bons resultados, tudo vai depender de como você usa a plataforma (já falo mais sobre isso).

Estima-se que 75% dos usuários impactados por um anúncio no Instagram vão acessar o site daquela empresa posteriormente, e que quase 10% seguem marcas para saber de novidades e lançamentos.

Por onde começar?

instagram pequena empresa

1 – Perfil Comercial

Se o seu perfil ainda é pessoal, altere-o para perfil comercial, para poder ter acesso à uma variedade de métricas e campanhas.

Lembre que o lugar para publicar fotos pessoais (aquelas lindas dos filhos brincando na praia ou da sua cafeteria preferida) é o seu perfil pessoal. Para uma gestão profissional da presença e busca de resultados é fundamental fazer essa separação.

2 – Desenvolva sua Imagem

Você precisa escolher uma imagem de perfil (avatar) que seja fácil de reconhecer e de lembrar. A melhor opção é escolher o logo da marca, mas cuide para usar esta imagem em boa qualidade, para não ficar muito pequena ou pixelada.

3 – Configure seu Perfil

O formato de perfil comercial proporciona uma série de configurações e criação de botões de chamada para ação. Então, acesse a área de edição do perfil e as opções da conta para fazer suas escolhas.

É importante também pensar em uma bio chamativa, que deixe claro o que você faz e o que entrega, além de trazer nas pontas dos dedos os contatos da empresa. Você pode usar emojis e pular linhas para construir uma bio que seja, ao mesmo tempo, clara e chamativa.

4 – Interaja com o Público

Agora que você já configurou, é hora de conversar com as pessoas. Lembra que falamos que o público espera um certo comportamento dos perfis do Instagram? A interação é um desses comportamentos.

O que precisa virar hábito é visitar perfis similares e conversar com as pessoas sobre seu produto, além de responder quem comenta nas suas fotos e agradecer quem segue o seu perfil.

E como seguir com o trabalho?

instagram pequenas empresas

1 – Comece a publicar

Em geral as maiores marcas publicam cerca de 5 vezes na semana. Lembre que o Instagram aceita mais publicações diárias que o Facebook, mas não vire o perfil chato que publica uma vez por hora. Se você precisar publicar múltiplas fotos (na cobertura de um evento, por exemplo) opte pelos posts de álbum de fotos e stories.

2 – Não seja muito comercial

Ninguém gosta de alguém que só fala de si mesmo e só quer vender algo. Ao contrário disso, invista em apresentar seu produto ou serviço sem apelar, destacando os pontos fortes e procurando responder à pergunta: Como o meu produto soluciona um problema das pessoas?

Você vai ver que as vendas são um resultado natural de uma comunicação agradável e próxima.

 

 

3 – Transmita a essência da marca

Adote um filtro para as fotos que tenha a ver com a essência da sua marca e o adote de forma consistente nas publicações. Além disso, opte por cores que tenham a ver com a paleta de cores da sua identidade visual.

Adote hashtags que sejam importantes para sua marca e que possam atrair mais consumidores reais e não apenas seguidores de qualquer lugar do mundo. Nós já falamos sobre hashtags aqui, vem ler!

Você sabia?

O filtro Mayfair é o que mais atrai interações, e as fotos com uma cor única predominante geram 17% mais likes.

4 – Invista em fotos reais e de lifestyle

Sabe aquelas fotos de banco de imagem, que apresentam uma pizza linda que não têm nada a ver com a pizza que você faz? Está na hora de aposentá-las.

Um caminho muito mais interessante para quem está em busca de interações reais no Instagram é contratar um fotógrafo e gerar um banco de imagens real do seu produto. O mais interessante dessas fotos é que elas podem não só apresentar o produto em si, mas também podem apresentar pessoas interagindo com ele, o que faz com que o consumidor se identifique com aquela pessoa real e queira consumir para poder viver uma experiência como aquela.


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Hashtags no Facebook: O que você precisa saber em 2020?

Post atualizado em agosto de 2020

Você tem dúvidas sobre usar hashtags nas suas publicações no Facebook? Já parou para refletir se elas trazem, de fato, algum retorno importante para o alcance ou engajamento de uma publicação? Chegou a hora de acabar com as dúvidas. Continue lendo para conhecer alguns dados que ajudarão você a entender até que ponto faz sentido usar tags nas publicações.

Este post foi publicado originalmente em 2017 mas há algumas semanas, em plena pandemia de 2020, usuários começaram a ser impactados pela sugestão de usar hashtags ao criar publicações nas suas páginas de Facebook. E voltamos a nos perguntar sobre as hashtags no Facebook.

Por isso, atualizamos os dados e trazemos este post atualizado para você saber o que precisa sobre hashtags no Facebook em 2020!

Para que usar hashtags?

Hashtags no Facebook em 2020: o que você precisa saber

No Twitter (onde, inclusive, a primeira hashtag da história foi usada) e no Instagram as hashtags são usadas para categorizar as publicações, então se você publica uma foto do Rio de Janeiro vai usar #RiodeJaneiro para sua foto ser categorizada junto das demais. Ou se você está em casa assistindo TV pode usar #MasterChefBR para entrar na conversa sobre o programa.

E no Facebook? Será que o funcionamento é o mesmo?

As hashtags podem ser usadas no Facebook desde 2013. Na época, a plataforma estava lançando o Graph Search, que buscava tornar a rede mais aberta e mais simples para pesquisas, mas os usuários do Facebook não queriam isso (e o Graph Search acabou não tendo vida longa). De qualquer forma, o uso de hashtags era incentivado para que as marcas unificassem sua presença em mídias sociais dentro deste contexto.

Entretanto, parece que os usuários não estavam tão dispostos assim a usar hashtags no Facebook ou usá-las para pesquisa na plataforma. E, assim, em 2017 chegamos a um cenário que indicava que o melhor era não usá-las.

Em um estudo atualizado com dados de 2017, estão dados que dizem que no Facebook as publicações sem hashtags alcançam mais pessoas que aquelas com #.

E, ainda, que quanto maior o número de hashtags usadas no Facebook, menor é o número de interações.

Uma outra pesquisa, que analisou 1 bilhão de posts de 30 milhões de páginas chegou à mesma conclusão: o uso de hashtags diminuia o engajamento.

E, claro, com uma amostra tão grande assim é possível confiar na conclusão de que hashtags no Facebook não são uma boa ideia.

E em 2020, o que mudou?

 

 

Talvez o mais chamativo em relação ao uso das hashtags no Facebook tenha sido o pedido da própria plataforma para que as páginas usem hashtags.

Um exemplo disso é que, quando foi criado o sticker de Instagram para apoiar empresas locais, também foi criada uma hashtag no Facebook.

 

 

 

 

Além disso, surgiram relatos de criação de desafios, como já acontece no Tik Tok.

E também relatos de sugestão de pesquisa de hashtags.

E aí você me pergunta: Devo usar hashtags no Facebook ou não?

E eu respondo que, assim como em todas as mudanças relacionadas às plataformas de redes sociais, é preciso testar. As regras de etiqueta seguem sendo as mesmas do Instagram:

  • Menos é mais;
  • Use uma hashtag própria;
  • Se seu negócio funciona no Brasil, prefira as tags em português;
  • Faça testes com diferentes grupos de tags e observe qual combinação traz os melhores resultados.

Já falamos lá no nosso Instagram sobre como escolher as hashtags para cada caso.

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E no YouTube também publicamos um vídeo sobre isso.

Já tem bastante material para você revisar, não é? Mas antes de ir embora, dê uma olhada nessa lista de possíveis razões para os usuários do Facebook nunca terem sido muito adeptos das hashtags:

1. #Lembra #quando #as #pessoas #legendavam #seus #posts #assim?

O uso incorreto das hashtags pode ter levado o público em geral a vê-las como uma tentativa extrema e de baixa qualidade para chamar a atenção do público.

2. Se não tem limite, vou usar muitas

O Facebook não limita o número de hashtags que podem ser usadas em uma publicação, o que leva alguns usuários a inserirem 30, 40 tags em um post. Novamente entramos na questão da tentativa de chamar a atenção a qualquer custo, que acaba afastando as pessoas.

3. O mesmo post está no Facebook, no Twitter e no Instagram

O ato de replicar as publicações também pode afastar o usuário, que vê o mesmo conteúdo em diversos canais e acaba não sabendo qual é a melhor forma de interagir com ele.

4. É vírus?

Apesar de muitos nativos digitais estarem nas redes sociais, ainda há muitos usuários que não têm intimidade com a tecnologia e, especialmente por não serem usuários de Twitter, não compreendem para que serve aquela palavra depois de um sustenido, podendo até pensar que se trata de um vírus.

Se você quiser seguir estudando, aqui tem um post sobre erros comuns no Instagram e como escolher as hashtags para suas publicações.

 

7 erros que você pode estar cometendo no Instagram

Conheça alguns erros comuns que impedem você de construir uma presença sólida no Instagram.

O Instagram é uma dessas ferramentas que têm uma carinha super simples e que nós pensamos ser super simples de gerenciar porque a usamos na nossa vida pessoal, mas se você quer construir presença sólida no Instagram precisa ter atenção a alguns erros comuns que podem colocar seu esforço por água abaixo.

Erro 1 – Sua conta é pessoal e privada

Assim como o Facebook tem a separação de perfil e página, o Instagram tem a separação de perfil pessoal e perfil comercial. Para quem está em busca de seguidores e está trabalhando com uma estratégia de divulgação de marca, produtos ou serviços o melhor caminho é usar o perfil comercial, que permite uma gestão profissional da conta e mantém todas as suas publicações públicas, afinal, o consumidor merece saber o que você está publicando para poder decidir clicar no Seguir ou não.

O perfil comercial permite que você analise dados para conhecer melhor o seu público, saber qual é o melhor horário para publicar, qual tipo de conteúdo traz melhores resultados e ainda libera a opção de criar campanhas pagas de Instagram Ads. Isso não é possível no perfil pessoal.

Erro 2 – Você publica fotos em baixa qualidade

O Instagram é a rede social destinada ao compartilhamento de conteúdo visual, quando o usuário acessa esta rede ele espera ser impactado por vídeos e imagens impressionantes, já falamos disso anteriormente. Então, fotos granuladas, sem cuidado com enquadramento e iluminação precisam fazer parte do passado do seu perfil. A mesma coisa vale para a foto do avatar da sua conta, ela precisa ser chamativa e em boa qualidade.

Se você quer causar impacto no Instagram, vale investir em um smartphone com uma boa câmera e em uma boa ferramenta de edição de imagens. Se seu foco é criar vídeos, vale a mesma regra: uma boa câmera e um bom software de edição.

Erro 3 – Você usa muitas (ou poucas) hashtags

Quantas hashtags você usa? Como você escolhe quais delas usar para cada publicação?

No Instagram é possível publicar até 30 hashtags por vez, mas isso não quer dizer que você deve usar todas elas. Uma pesquisa do BuzzSumo analisou 1 bilhão de posts de Facebook em 2016 e descobriu que o uso de hashtags diminui consideravelmente o engajamento, os materiais do Twitter, berço da hashtag, indicam que duas são o máximo a se usar.

Isso é um alerta para entender que o consumidor pode não gostar de posts com tantas tags, pode achar que parece um desespero de quem publicou e precisou usar tantas # para chamar atenção.

Apesar disso, usar hashtags é uma maneira de aumentar o alcance das suas publicações, mas elas precisam ser escolhidas a dedo, levando em consideração alguns fatores:

– Elas estão em português? (Se estiverem em Inglês você pode atrair várias curtidas estrangeiras e nenhuma de alguém que pode ir, de fato, consumir na empresa)

– Elas são regionalizadas? (Quais são as hashtags usadas pelas pessoas na sua cidade ou região?)

– Quantas são? (Tente não passar de 5)

– Uma delas é uma hashtag exclusiva do perfil?

 

 

Erro 4 – Você não otimiza seu perfil

Seu perfil de Instagram precisa fazer sentido para o usuário, quando falamos disso ainda falamos sobre o impacto visual que as imagens precisam causar. Para isso, há várias técnicas que podem ser usadas, você pode escolher usar molduras diferentes a cada mês, ou paletas de cores específicas para um período (uma estação do ano, por exemplo), temas relacionados à acontecimentos da vida ou aqueles que você cria (aniversário, chegada aos 10 mil seguidores, etc.).

O importante é lembrar que não é necessário publicar uma foto assim que o momento acontecer, o planejamento precisa falar mais alto quando se trata de um perfil comercial. Ou você acredita mesmo que aquela influenciadora que você ama passa uma semana inteira vestindo a mesma cor?

Erro 5 – Você não interage

Uma palavra interessante quando descrevemos o Instagram é ‘social’. Esta ferramenta é uma rede social, e precisamos agir de acordo com esta proposição. Não adianta nada criar um perfil (e o mesmo vale para página de Facebook, perfil de Twitter, etc.) se você não vai interagir com as pessoas.

Um dos fatores para melhorar o seu engajamento e, consequentemente, posicionamento das suas publicações no feed dos usuários, é responder os comentários deles, tirar dúvidas que possam surgir, interagir quando alguém envia uma mensagem privada e por aí vai.

Marcas que não interagem eventualmente cairão no esquecimento. Marcas que desejam construir uma presença digital sólida focam seus esforços nas interações.

Erro 6 – Você não cria histórias

As stories do Instagram são uma ferramenta poderosa para engajar o público, e há usuários que tem verificado cada vez mais o feed das histórias e menos o feed de publicações da rede. Apesar do formato diferente do usual – 1080 x 1920 px – elas podem ser usadas para publicação de foto ou vídeo.

O objetivo aqui pode ser de, literalmente, contar uma história ou ainda de aproveitar o alto índice de engajamento do formato para chamar as pessoas para verem sua mais nova publicação do perfil. Recomendo dar uma olhada no perfil e stories da Cuplover.

Erro 7 – Você não cria conteúdo exclusivo para Instagram

Como já falei anteriormente, cada rede social serve um propósito, e o propósito do Instagram é ser uma rede social voltada para o lado mais criativo do nosso cérebro. Sendo assim, não faz sentido criar um post para o Facebook e replicar no Instagram, porque o público vai interagir de forma diferente com a publicação, por exemplo, sem poder clicar no link que você escreveu no texto. Outra questão é o tamanho das imagens: apesar do Instagram aceitar imagens horizontais, a ferramenta ainda está pensada para a exibição do formato quadrado (800 x 800 px), que é diferente do formato do Facebook (1200 x 900 px).

Uma outra situação é o oposto: querer conectar a conta de Instagram com a do Facebook e replicar o conteúdo nessa via. Isso também é um problema, por exemplo, por causa das hashtags que são mal aceitas no Facebook, mas também por que o público do Facebook está muito mais aberto para clicar em links e porque o formato ideal da publicação é diferente.

É importante escolher as redes sociais para uma marca com base nas características da marca e de seu público, mas levando em consideração a capacidade de investimento de tempo e dinheiro da empresa.


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Vídeo, foto ou carrossel: qual é o formato mais popular no Instagram?

O carrossel do Instagram aceita vídeos e fotos, mas será que este formato traz mais engajamento que vídeos e fotos únicas?

Em fevereiro de 2016 o Instagram liberou o formato de carrossel para as publicações.

O formato, que aceita vídeos e fotos, logo conquistou o mercado, que buscou formas cada vez mais criativas de contar histórias. Mas, alguns meses depois do lançamento, será que este formato traz mais engajamento que vídeos e fotos únicas?

Nesta semana o SocialBakers divulgou alguns dados sobre o uso e resultado dos 3 formatos de publicação do Instagram, quer saber quem tem melhor performance? Publicações com foto única.

É isso mesmo, o bom e velho formato de publicação ganha em termos de engajamento do público. E ainda é interessante observar que os vídeos têm a menor performance dos três formatos, o que traz um pouco de paz para as pequenas empresas, que frequentemente não têm verba para a criação de vídeos, mas podem organizar carrosséis com múltiplas imagens.

 

 

O que isso quer dizer?

Em se tratando de estratégia, é importante observar o resultado das publicações do perfil da sua marca para compreender o que o seu público mais gosta de ver no seu Instagram.

Para descobrir isso, basta acessar a área de análise da sua conta comercial, clicando no ícone de gráfico que aparece no menu superior da conta.

Nesta aba é possível verificar quais posts tiveram mais interações, os horários em que o público mais interagiu com o conteúdo publicado e ainda outros dados das publicações e stories.

Analisando esses dados cada conta consegue descobrir qual é a melhor estratégia a seguir, lembrando que as estratégias precisam ser renovadas com frequência.

Qual é o formato de maior sucesso na sua conta de Instagram?


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Facebook, Instagram, Twitter, Linkedin ou todas: Como escolher a melhor rede social para sua empresa?

Vamos descobrir as principais semelhanças e diferenças entre as redes sociais para escolher qual delas usar?

O Facebook e o Instagram dominam a cena quando o assunto é rede social. Ambas as redes são do Facebook, o que facilita em muitos sentidos a vida de quem cria conteúdo, mas elas são muito diferentes em uso e finalidade. Além delas, temos ainda outras redes sociais (são centenas, na verdade, mas escolhemos apenas algumas delas) e todas merecem atenção na hora de selecionar onde publicar.

Vamos descobrir as principais semelhanças e diferenças que ajudam a escolher qual delas usar?

Finalidade

Qual é o objetivo da sua marca nas redes sociais?

Algumas empresas oferecem produtos e serviços mais técnicos, como escritórios de advocacia, de engenharia ou de tecnologia da informação. Outras oferecem produtos e serviços imprescindíveis para o dia a dia e que nos remetem a momentos felizes, como bolos, roupas, viagens.

No primeiro caso, estamos falando de uma orientação mais voltada para disseminação de informações, discussão de melhores práticas, compartilhamento de notícias, bem analítica. Quando se fala de redes com um comportamento mais analítico, se fala de Facebook, Twitter e Linkedin.

No segundo caso, temos uma orientação mais criativa, pessoal, com foco nas imagens, bem visual. E quando se fala de redes mais visuais, se fala de Twitter e Pinterest, por exemplo.

Uso

É preciso entender o que o usuário busca em cada uma das redes para entender que tipo de conteúdo deve ser entregue em cada uma delas.

Facebook: Interação, novidades, fazer parte da comunidade.
Instagram: Novidades, inspiração, desenvolver criatividade.
Linkedin: Interações profissionais, recolocação no mercado.
Twitter: Novidades em tempo real, interação, fazer parte da comunidade.
Pinterest: Inspiração, desenvolver criatividade.

A pergunta a se fazer neste momento é: qual desses itens sua marca quer desenvolver?

Olhando a imagem abaixo, gerada a partir de dados do SocialBakers fica claro a diferença das duas principais redes: o Facebook é a rede da informação e comunidades, enquanto o Instagram é a terra das celebridades e marcas.

Facebook versus Instagram

Este slide faz parte desta apresentação.

Público

Qual é o momento de vida da sua empresa? É de expansão de marca, vendas ou fidelização? para compreender melhor em qual rede o público estará mais aberto à receber sua mensagem.

De acordo com dados do Facebook, a rede tem mais de 102 milhões de usuários só no Brasil. O Instagram tem mais de 35 milhões de usuários no país. E o Linkedin passa dos 25 milhões. O Twitter e o Pinterest não divulgam quantos usuários têm por aqui, apenas os mais de 319 milhões de usuários globais para o primeiro e mais de 100 milhões para o segundo.

Assim, vendo os dados abertos, fica mais simples compreender que, se a marca está em momento de expansão, o foco deveria estar nas redes com maior possibilidade de alcance: Facebook e Instagram. Mas calma que tem mais alguns detalhes.

O público do Facebook é bem alinhado com a demografia da nossa população, basta perguntar para seu sobrinho de 13 anos e para sua tia de 65 se eles estão na rede.

Já o Instagram e o Twitter têm uma tendência mais jovem e ligada à tecnologia, é um público que faz parte de todos os acontecimentos e usa sua criatividade para pertencer à comunidade.

O Linkedin, com seu perfil profissional, conta com um público adulto (25 – 44) na maioria.

E o Pinterest traz uma demografia variada mas muito conectada a tendências e viciada em imagens marcantes.

 

 

Conteúdo

Que conteúdo sua marca pode criar?

Não há sentido em querer ativar uma segunda ou terceira rede social se a empresa não está em um momento que propicie investimentos. É importante pensar, também, nisso: a empresa tem como investir em uma boa criação de conteúdo para as redes sociais? Muitas vezes pode ser melhor apostar em apenas uma rede, para começar, e depois diversificar – é o caso de pequenas empresas que adotam o Instagram como primeira rede e só depois movem para outras.

Além do investimento, é preciso pensar no DNA da marca. Não faz sentido fugir da sua proposta de valor e objetivo comercial só para poder criar posts criativos para o Instagram, por exemplo (e o público vai sentir que é conteúdo forçado e não vai interagir).

O Facebook, com a possibilidade de publicar links, é a rede social para quem tem muitos detalhes para contar. A empresa pode compartilhar links para seu próprio blog, pode ativar uma rede de influenciadores da área que também compartilharão os conteúdos, é possível coletar leads, publicar vídeos e imagens chamativas.

O Instagram e o Pinterest são as redes focadas nas imagens. Se a imagem não for chamativa, não vai fazer o usuário parar para ver. O Pinterest possibilita o compartilhamento de links, mas o Instagram não. Por outro lado, o Instagram permite que a marca conte sua história de forma humanizada, sem forçar a amizade e tentar vender a todo o custo. O caminho das redes visuais é encantar primeiro e converter depois.

O Twitter é uma ferramenta importante para a geração de tráfego, além de ser fundamental para um SAC 2.0 bem estruturado. As pessoas usam o Twitter para contar o que amam, mas principalmente o que odeiam.

E o Linkedin tem uma ferramenta muito legal para publicação de artigos, além de ter foco no compartilhamento de links. É a rede social que todo profissional de RH deveria saber usar para fazer conexões com profissionais, ofertar vagas e buscar o melhor time para a empresa.

Por conta de todas essas peculiaridades, fica uma dica de ouro: Não replique conteúdo.

Cada rede é tão diferente da outra que o conteúdo precisa ser igualmente diferente e exclusivo para chamar a atenção do público da forma como ele espera ser impactado naquele espaço. Não faz sentido copiar o post do Facebook e publicar no Instagram. Não faz sentido copiar do Facebook e colar no Twitter.

Agora, sabendo de todas essas características, me diz: qual rede social mais combina com a sua empresa?


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O Instagram tem 45 milhões de contas ativas no Brasil. Como você vai falar com estas pessoas?

Recentemente o Facebook divulgou que o Instagram chegou à marca de 700 milhões de usuários ativos no mundo e 45 milhões de usuários ativos no Brasil. De acordo com a publicação, 60% dos Instagrammers dizem que já descobriram produtos e serviços no Instagram e 75% afirmam já ter tomado uma atitude depois de serem inspirados por um post no Instagram, segundo a pesquisa com usuários da plataforma em novembro de 2015.

Por outro lado, cresce também o número de anunciantes – já passa dos 200 mil – e aumenta o desafio de quem quer usar a rede como apoio para divulgação de produtos e serviços, afinal como destacar seus posts em meio às 95 milhões de fotos publicadas diariamente?

O segredo está em se conectar ao público-alvo da sua marca, entender o que as pessoas esperam da sua marca e o que faz elas interagirem com suas publicações. O contínuo do sucesso tem dois extremos: fazer rir e emocionar, e os melhores posts são os que estão nestes extremos.

Além disso, é fundamental selecionar a segmentação correta para ativar campanhas com o melhor resultado na rede. As opções são variadas e avançadas, possibilitando chegar às pessoas certas.

Como você se comunica com seu público-alvo?


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