Como Otimizar Seu Blog

Veja o passo a passo de como criar posts otimizados para seu blog e seja encontrado no Google.

Você já se perguntou o que pode fazer para otimizar seu blog e alcançar mais pessoas na pesquisa orgânica? Existem alguns pontos importantes que precisam da atenção de quem escreve, vamos ver quais são?

1. Escolha das palavras-chave

A primeira ação que você precisa tomar ao escrever um post para blog é pensar em qual palavra-chave será o foco do seu texto. Essa palavra precisa estar relacionada ao seu produto ou serviço, e deve ser repetida de forma natural no decorrer do texto.

Para ajudar na busca de palavras-chave você pode usar sites como o Planejador do Google AdWords ou o Answer the Public.

Além de aparecer no decorrer do texto, é importantíssimo usar a palavra-chave no primeiro parágrafo, na conclusão, no link, no resumo, nas meta tags e nas alt tags. Assim, as ferramentas de busca poderão localizar o seu post quando se tratar daquela palavra-chave.

Mas, além disso, outros fatores são importantes para otimizar seu blog para a pesquisa. O seu post precisa ter relevância para o leitor, senão ele não clicará no link, não lerá até o fim e as ferramentas de pesquisa vão compreender que ele não é relevante.

2. Escreva para seu leitor

Lembre de sempre escrever para quem está lendo, e não para um público enorme e difuso. Quer ver um exemplo?

Compare as duas frases e responda: qual é mais simpática?

Frase 1: Para que as pessoas tenham uma vida mais saudável é preciso que elas pratiquem pelo menos 30 minutos de atividade física diariamente.

Frase 2: Para você ter uma vida mais saudável, pratique pelo menos 30 minutos de atividade física diariamente.

Por falar diretamente com o leitor, é melhor escolher o segundo caminho e, além disso, faz toda a diferença falar a linguagem do seu público, evitando usar muitas siglas, palavras difíceis de compreender ou em outras línguas. Vá direto ao ponto e veja como aumenta a chance de as pessoas se envolverem com seu post.

3. Cuidado com o tamanho

Quando se trata de otimizar posts de blog tamanho pode ser documento, sim. Existem diversas pesquisas que indicam que posts mais longos e com mais conteúdo prendem mais a atenção do leitor. Mas, calma, isso não quer dizer que você deve escrever um livro para o blog!

Cuide para ficar entre 500 e 2500 palavras, sempre com a preocupação de manter o texto relevante para quem lê.

4. Escreva conteúdo original

Esta aqui é uma regrinha de ouro para blogs. Eu sei que a tentação de copiar um texto de algum lugar, como uma notícia, é grande, mas resista!

Isso porque as plataformas de pesquisa, como o Google, estão atentas à copia de textos. Por isso, você pode até se basear em uma ou várias fontes na sua pesquisa, mas não deve copiar os textos integralmente, porque você pode perder o seu espaço na primeira página de resultados.

5. Revise seu post

Poucas coisas são piores que erros gramaticais em um texto. Antes de publicar faça uma revisão detalhada, usando o corretor ortográfico e gramatical do navegador ou do programa usado para redigir. Verifique acentos, vírgulas e palavras, para que tudo esteja correto.

Minha dica para depois de usar o corretor é ler o texto em voz alta e ver se todas as frases fazem sentido. Você vai ver que terá vários ajustes a fazer.

6. Escreva conteúdo fácil de compreender

Não tenha pressa ao escrever um post, a pressa vai fazer você escrever frases muito extensas, com repetição de ideias ou palavras e que vão acabar não fazendo sentido.

Para otimizar seus posts de blog prefira a voz ativa – “eu assei um pão”, ao invés de “um pão foi assado por mim” – e frases mais curtas.

E, lembra da palavra-chave que comentei lá no começo? Como ela vai ser sua ideia central, não tem porque escrever sobre outros temas em uma só publicação. Mantenha o foco e lembre que com as outras ideias você pode escrever outros posts.

7. Links internos e externos

Usar links internos e externos ajuda as ferramentas de busca a entender melhor o tema do seu blog, além de ajudar o leitor a compreender o que você está explicando, e isso aumenta a chance de ele querer navegar pelo seu blog.

Links internos são aqueles que levam o leitor para outras páginas dentro do seu próprio domínio, e links externos levam o leitor para outros domínios que tenham conteúdo relevante.

8. Escolha categorias e tags certas

As categorias e as tags são ferramentas usadas para organizar o conteúdo do seu blog, e elas serão usadas pelo seu leitor para encontrar outros posts sobre um tema que seja importante para ele. Assim, escolha com cuidado as tags e as categorias ligadas à cada publicação.

Não faz sentido escolher 100 tags para um post se elas não têm a ver com o que foi escrito.

Com esses cuidados simples você poderá otimizar seu blog, buscando um melhor resultado orgânico e mantendo a atenção do seu público ao que você publica.

Então, vamos começar a otimizar?

Se você tiver alguma dúvida pode escrever pra gente na página do Facebook ou pelo email! 🙂

Com Que Frequência Publicar nas Mídias Sociais?

Com que frequência você publica nas suas páginas de Facebook, perfil de Twitter e Linkedin?

Quando se trata de planejar conteúdo para as mídias sociais de empresas, muito se fala a respeito da frequência das publicações. É importante compreender que cada rede social tem um funcionamento diferente, e que quando o público acessa diferentes redes ele tem expectativas diversas, por isso, a necessidade de publicar mais de uma vez ao dia ou apenas algumas vezes na semana varia.

Recentemente o Hubspot analisou publicações de mais de 10 mil empresas, sendo 15 mil posts em LinkedIn, 25 mil posts em páginas de Facebook e quase 60 mil posts no Twitter. Vamos ver o que eles descobriram?

Twitter

Na análise realizada ficou claro que o horário do dia e o dia da semana em que se publica não altera significativamente o alcance e as interações com os tweets.

O que isso quer dizer?

Que você precisa focar na qualidade do conteúdo e não no dia / horário quando se trata dessa rede.

No Twitter o ideal é publicar o máximo de vezes durante o dia. Uma conta com pelo menos 100 seguidores obtém entre 2,5 e 3 cliques por tweet, então vale aproveitar que o feed é um pouco mais cronológico que os das demais redes e publicar conteúdo de qualidade várias vezes ao dia.


LinkedIn

Como o LinkedIn é uma rede profissional, é perfeitamente normal verificar que o número de cliques diminui fora do horário comercial. Mesmo assim, durante o dia não há variação nas interações, ou seja: é mais importante focar na qualidade do conteúdo e não no horário de publicação.

Apesar de perceber que o número de cliques não varia no decorrer do horário comercial, o estudo aponta que nas terças e quartas-feiras acontecem mais interações nas publicações, provavelmente porque nas segundas está todo mundo focado em iniciar a semana colocando o trabalho em dia.

E quantas vezes publicar na semana?

A análise mostra que o envolvimento com as publicações diminui consideravelmente quando se ultrapassa a marca de 5 posts por semana (algo como 1 por dia útil). A principal razão disso provavelmente está ligada ao algoritmo do LinkedIn, programado para não exibir muitos posts de uma mesma empresa para o usuário.

O que isso quer dizer?

Que no LinkedIn você deve publicar conteúdo de qualidade no máximo 1 vez ao dia. Além disso, é importante observar que o máximo de performance nesta rede foi alcançado por páginas com 2 posts por semana, então você pode planejar entre 2 e 5 publicações.

 

 


Instagram

O Instagram é uma rede social com foco em imagem. O algoritmo dele é programado para exibir primeiro as publicações de perfis mais relevantes para o usuário, como explicamos neste post. Assim, mais do que focar na quantidade de publicações por dia, você deve focar na qualidade delas, para aumentar as interações dos seguidores com o seu perfil.

E quantas vezes publicar na semana?

Uma compilação de 14 estudos indica que o recomendado é publicar entre 1 e 2 vezes ao dia, sendo 3 o máximo. Grandes marcas, inclusive, tendem a publicar 1,5 vez ao dia, ou seja: nem todos os dias têm 2 publicações.

O que isso quer dizer?

Que você pode acalmar o coração e não precisa publicar todos os dias e nem publicar várias vezes ao dia. Tenha a certeza de que, se seu público foi construído de forma consistente, ele verá seus posts quando acessar o Instagram.

Um outro detalhe interessante a observar é que, se você tem muitas coisas para contar sobre a marca, pode usar os recursos de Stories e publicação em Carrossel (a versão do álbum para o Instagram). Esses formatos têm sido bem aceitos pelo público e você pode usá-los para não correr o risco de incomodar seus seguidores aparecendo a cada 15 minutos.


Facebook

Neste ponto você vai dizer “Eu já sabia”, mas vamos aos dados.

A maioria dos posts de páginas no Facebook não tem resultados expressivos de forma orgânica, e não se observa uma variação significativa em relação aos dias da semana ou horários do dia para publicar.

O estudo até aponta um possível aumento de resultados no começo da manhã e fim da noite, mas como não há um grande volume de publicações nesses horários não é possível obter dados definitivos. Os domingos parecem ser dias com mais interações, mas vale a pena observar a sessão de Informações da página para saber quando seu público está conectado à plataforma e tentar alcançá-lo nesses momentos.

E quantas vezes publicar na semana?

Na média as publicações feitas por páginas alcançam 0 cliques. Sim, exatamente isso: zero cliques. Apenas as melhores publicações conseguem romper a barreira do algoritmo e conquistar resultados orgânicos.

Apesar disso, é possível observar que, assim como no LinkedIn, o segundo post do dia canibaliza o primeiro. A razão é a mesma da outra rede, manter o conteúdo fresco e não repetitivo para o usuário e priorizar conteúdos novos.

No Facebook o ideal é publicar entre 2 e 5 vezes por semana e buscar aumentar o engajamento, visto que o algoritmo dá preferência de exibição para posts de páginas com seguidores ativos.

É hora de desistir do Facebook, então?

Não.

Quando se planeja conteúdo para um cliente em mídias sociais é importante levar em consideração alguns fatores, como as características do público e quais redes sociais ele usa. Não adianta ativar um perfil de Twitter se o consumidor da marca não usa essa rede, por exemplo. O mesmo vale para o LinkedIn, que é usado por pessoas em busca de vagas e aprimoramento profissional e acaba não sendo a melhor mídia social para todos os tipos de produtos e serviços.

Uma outra razão é o fato de muitas pessoas usarem o Facebook para saber o que está acontecendo com uma empresa, como horários de atendimento, novidades de produtos, promoções, etc., o que torna necessário manter uma presença constante e bem formatada na rede.

Apesar da dificuldade de alcançar relevância no Facebook, ele ainda é uma rede social com alto ROI e possivelmente a que tem maior facilidade na criação de campanhas e mensuração de resultados.

Precisamos estar sempre atentos aos resultados dos nossos clientes e às novas possibilidades, como o Instagram, que tem trazidos resultados interessantes para as marcas.

E você, com que frequência publica nas páginas? Deixa um comentário e conta pra gente!

Guia de Instagram para Pequenas Empresas

Ao mesmo tempo em que o Instagram cresce, ele adiciona mais ferramentas para a gestão de contas empresariais, por isso elaboramos este guia, para ajudar você a obter o melhor do seu perfil.

A cada dia que passa o Instagram ganha mais e mais seguidores, na última divulgação já eram mais de 800 milhões de pessoas conectadas (isso em setembro de 2017). Ao mesmo tempo em que o Instagram cresce, ele adiciona mais ferramentas para a gestão de contas empresariais, por isso elaboramos este guia, para ajudar você a obter o melhor do seu perfil.

O que quer o público?

O público do Instagram se conecta à plataforma buscando informação visual. E mesmo se considerarmos que quem está por lá também está no Facebook, Linkedin e Twitter, é preciso lembrar que a expectativa das pessoas muda de acordo com a plataforma.

Ou seja, invista em contar histórias de forma visual.

Cerca de 80% das pessoas seguem marcas no Instagram, e dados indicam que o engajamento das publicações na plataforma pode ser até 58 vezes maior que no Facebook (quem aí não está sofrendo com a queda do alcance orgânico?).

O interessante é observar que cerca de metade das empresas ainda não estão no Instagram, talvez seja por isso que o engajamento ainda é tão alto. Se todas começarem a ter perfis é bem possível que esse panorama se altere, então, se você quiser investir em presença no Instagram, a hora é agora.

E dá resultado?

Bem, se os dados indicam que o engajamento é maior, pode-se entender que há possibilidade de obter bons resultados, tudo vai depender de como você usa a plataforma (já falo mais sobre isso).

Estima-se que 75% dos usuários impactados por um anúncio no Instagram vão acessar o site daquela empresa posteriormente, e que quase 10% seguem marcas para saber de novidades e lançamentos.

Por onde começar?

instagram pequena empresa

1 – Perfil Comercial

Se o seu perfil ainda é pessoal, altere-o para perfil comercial, para poder ter acesso à uma variedade de métricas e campanhas.

Lembre que o lugar para publicar fotos pessoais (aquelas lindas dos filhos brincando na praia ou da sua cafeteria preferida) é o seu perfil pessoal. Para uma gestão profissional da presença e busca de resultados é fundamental fazer essa separação.

2 – Desenvolva sua Imagem

Você precisa escolher uma imagem de perfil (avatar) que seja fácil de reconhecer e de lembrar. A melhor opção é escolher o logo da marca, mas cuide para usar esta imagem em boa qualidade, para não ficar muito pequena ou pixelada.

3 – Configure seu Perfil

O formato de perfil comercial proporciona uma série de configurações e criação de botões de chamada para ação. Então, acesse a área de edição do perfil e as opções da conta para fazer suas escolhas.

É importante também pensar em uma bio chamativa, que deixe claro o que você faz e o que entrega, além de trazer nas pontas dos dedos os contatos da empresa. Você pode usar emojis e pular linhas para construir uma bio que seja, ao mesmo tempo, clara e chamativa.

4 – Interaja com o Público

Agora que você já configurou, é hora de conversar com as pessoas. Lembra que falamos que o público espera um certo comportamento dos perfis do Instagram? A interação é um desses comportamentos.

O que precisa virar hábito é visitar perfis similares e conversar com as pessoas sobre seu produto, além de responder quem comenta nas suas fotos e agradecer quem segue o seu perfil.

E como seguir com o trabalho?

instagram pequenas empresas

1 – Comece a publicar

Em geral as maiores marcas publicam cerca de 5 vezes na semana. Lembre que o Instagram aceita mais publicações diárias que o Facebook, mas não vire o perfil chato que publica uma vez por hora. Se você precisar publicar múltiplas fotos (na cobertura de um evento, por exemplo) opte pelos posts de álbum de fotos e stories.

2 – Não seja muito comercial

Ninguém gosta de alguém que só fala de si mesmo e só quer vender algo. Ao contrário disso, invista em apresentar seu produto ou serviço sem apelar, destacando os pontos fortes e procurando responder à pergunta: Como o meu produto soluciona um problema das pessoas?

Você vai ver que as vendas são um resultado natural de uma comunicação agradável e próxima.

 

 

3 – Transmita a essência da marca

Adote um filtro para as fotos que tenha a ver com a essência da sua marca e o adote de forma consistente nas publicações. Além disso, opte por cores que tenham a ver com a paleta de cores da sua identidade visual.

Adote hashtags que sejam importantes para sua marca e que possam atrair mais consumidores reais e não apenas seguidores de qualquer lugar do mundo. Nós já falamos sobre hashtags aqui, vem ler!

Você sabia?

O filtro Mayfair é o que mais atrai interações, e as fotos com uma cor única predominante geram 17% mais likes.

4 – Invista em fotos reais e de lifestyle

Sabe aquelas fotos de banco de imagem, que apresentam uma pizza linda que não têm nada a ver com a pizza que você faz? Está na hora de aposentá-las.

Um caminho muito mais interessante para quem está em busca de interações reais no Instagram é contratar um fotógrafo e gerar um banco de imagens real do seu produto. O mais interessante dessas fotos é que elas podem não só apresentar o produto em si, mas também podem apresentar pessoas interagindo com ele, o que faz com que o consumidor se identifique com aquela pessoa real e queira consumir para poder viver uma experiência como aquela.


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O que é o Audience Network do Facebook?

Você já notou que há um novo posicionamento disponível para seus anúncios no Facebook? É o Audience Network, que promete aumentar o envolvimento com suas campanhas. Vamos entender o que é e como usar esse posicionamento?

Você já notou que há um novo posicionamento disponível para seus anúncios no Facebook? É o Audience Network, que promete aumentar o envolvimento com suas campanhas. Vamos entender o que é e como usar esse posicionamento?

audience network

Se traduzirmos ao pé da letra, Audience Network quer dizer Rede de Audiência, ou Rede de Públicos. Na prática, este posicionamento exibe anúncios em locais que vão além do feed de notícias e coluna direita do Facebook e feed do Instagram.

Se este posicionamento estiver selecionado o seu anúncio pode ser exibido em um aplicativo, em um site ou em um artigo publicado em formato de Instant Articles.

Basicamente, tudo começa quando o proprietário de um espaço móvel faz seu cadastro na plataforma.

O que vai acontecer com esse usuário é que todas as vezes em que alguém clicar em um anúncio dentro do aplicativo, site ou instant article, o produtor de conteúdo recebe alguns centavos por ter disponibilizado um espaço de divulgação.

Então, quando nós anunciantes criamos um anúncio e selecionamos esta opção, nossa mensagem vai ser exibida nessa rede, além dos espaços tradicionais do Facebook.

E como o anúncio pode ser exibido?

audience network

Ele pode ser otimizado para um formato nativo, definido pelo produtor de conteúdo responsável pelo app ou site, pode ser exibido em tela inteira (intersticial), em formato de banner ou em formato de vídeo, dependendo do objetivo de campanha selecionado.

Em que campanhas posso usar essa rede?

Atualmente a audience network está disponível para os seguintes objetivos de campanha:

Tráfego
Conversões
Instalações do aplicativo
Vendas do catálogo de produtos
Visualizações do vídeo
Alcance
Reconhecimento da marca
Envolvimento

E como eu escolho onde exatamente meu anúncio será exibido?

Você não escolhe exatamente, quem faz isso por você é o Facebook, com base nos interesses e comportamentos que você determinou na segmentação. É o mesmo público quem recebe, só que ele vai ser impactado fora do Facebook.

 

 

Isso parece um pouco preocupante, especialmente para quem está acostumado a ter um certo controle sobre isso ao criar campanhas de Rede de Display no Google, mas ele garante que os produtores de conteúdo cadastrados estão passando por uma análise aprofundada, com o objetivo de evitar que os anúncios sejam exibidos em espaços que atuem de forma contrária às Políticas do Audience Network do Facebook.

Então não tem como eu me proteger?

Sim, tem. Uma das formas é criar listas de bloqueio, nas quais você pode, por exemplo, bloquear o domínio do seu maior concorrente e evitar alguma saia justa, ou definir que você não quer sua marca associada a um determinado aplicativo ou página de Facebook.

audience network

E você pode, ainda, selecionar a opção Excluir categorias, como: questões sociais controversas, conteúdo adulto, tragédia e conflito, sites ou apps de namoro e relacionamento e jogos de azar.

E o seu controle meio que acaba por aí.

E dá resultado?

Eu rodei vários testes com a audience network, especialmente com o objetivo de Tráfego, e o resultado é, de certa forma, interessante.

audience network

Observe que o maior número de Impressões, Alcance e Visualizações da Página de Destino veio da Audience Network. Mas vale a pena notar, também, que o engajamento dos posicionamentos com maior resultado não foi tão distante assim:

Audience Network: 1,32%

Feed Desktop: 1,04%

Feed Móvel: 0,7%

A única coisa que notei em relação à tudo isso é que a taxa de conversão não é necessariamente maior. Nas campanhas que rodei em outubro e estou rodando em novembro a conversão ainda vem mais dos anúncios visualizados no feed desktop e móvel.

Mas, é claro, isso é o caso das campanhas que estou rodando para meus clientes. O que eu sugiro que você faça é testar este posicionamento em campanhas diferentes e observar o resultado. O que você precisa ter em mente é qual é o seu objetivo comercial e, a partir daí, verificar se os resultados são positivos para você. Se eles forem satisfatórios, siga em frente. Se forem ruins, opte por não usar este posicionamento por um tempo.


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Este post foi uma sugestão da Cris Paim, nossa aluna na Formação em Social Media. Se você quiser propor algum tema, escreve pra cá: escola@petitmidiassociais.com.

Hashtags no Facebook: O que você precisa saber em 2020?

Post atualizado em agosto de 2020

Você tem dúvidas sobre usar hashtags nas suas publicações no Facebook? Já parou para refletir se elas trazem, de fato, algum retorno importante para o alcance ou engajamento de uma publicação? Chegou a hora de acabar com as dúvidas. Continue lendo para conhecer alguns dados que ajudarão você a entender até que ponto faz sentido usar tags nas publicações.

Este post foi publicado originalmente em 2017 mas há algumas semanas, em plena pandemia de 2020, usuários começaram a ser impactados pela sugestão de usar hashtags ao criar publicações nas suas páginas de Facebook. E voltamos a nos perguntar sobre as hashtags no Facebook.

Por isso, atualizamos os dados e trazemos este post atualizado para você saber o que precisa sobre hashtags no Facebook em 2020!

Para que usar hashtags?

Hashtags no Facebook em 2020: o que você precisa saber

No Twitter (onde, inclusive, a primeira hashtag da história foi usada) e no Instagram as hashtags são usadas para categorizar as publicações, então se você publica uma foto do Rio de Janeiro vai usar #RiodeJaneiro para sua foto ser categorizada junto das demais. Ou se você está em casa assistindo TV pode usar #MasterChefBR para entrar na conversa sobre o programa.

E no Facebook? Será que o funcionamento é o mesmo?

As hashtags podem ser usadas no Facebook desde 2013. Na época, a plataforma estava lançando o Graph Search, que buscava tornar a rede mais aberta e mais simples para pesquisas, mas os usuários do Facebook não queriam isso (e o Graph Search acabou não tendo vida longa). De qualquer forma, o uso de hashtags era incentivado para que as marcas unificassem sua presença em mídias sociais dentro deste contexto.

Entretanto, parece que os usuários não estavam tão dispostos assim a usar hashtags no Facebook ou usá-las para pesquisa na plataforma. E, assim, em 2017 chegamos a um cenário que indicava que o melhor era não usá-las.

Em um estudo atualizado com dados de 2017, estão dados que dizem que no Facebook as publicações sem hashtags alcançam mais pessoas que aquelas com #.

E, ainda, que quanto maior o número de hashtags usadas no Facebook, menor é o número de interações.

Uma outra pesquisa, que analisou 1 bilhão de posts de 30 milhões de páginas chegou à mesma conclusão: o uso de hashtags diminuia o engajamento.

E, claro, com uma amostra tão grande assim é possível confiar na conclusão de que hashtags no Facebook não são uma boa ideia.

E em 2020, o que mudou?

 

 

Talvez o mais chamativo em relação ao uso das hashtags no Facebook tenha sido o pedido da própria plataforma para que as páginas usem hashtags.

Um exemplo disso é que, quando foi criado o sticker de Instagram para apoiar empresas locais, também foi criada uma hashtag no Facebook.

 

 

 

 

Além disso, surgiram relatos de criação de desafios, como já acontece no Tik Tok.

E também relatos de sugestão de pesquisa de hashtags.

E aí você me pergunta: Devo usar hashtags no Facebook ou não?

E eu respondo que, assim como em todas as mudanças relacionadas às plataformas de redes sociais, é preciso testar. As regras de etiqueta seguem sendo as mesmas do Instagram:

  • Menos é mais;
  • Use uma hashtag própria;
  • Se seu negócio funciona no Brasil, prefira as tags em português;
  • Faça testes com diferentes grupos de tags e observe qual combinação traz os melhores resultados.

Já falamos lá no nosso Instagram sobre como escolher as hashtags para cada caso.

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E no YouTube também publicamos um vídeo sobre isso.

Já tem bastante material para você revisar, não é? Mas antes de ir embora, dê uma olhada nessa lista de possíveis razões para os usuários do Facebook nunca terem sido muito adeptos das hashtags:

1. #Lembra #quando #as #pessoas #legendavam #seus #posts #assim?

O uso incorreto das hashtags pode ter levado o público em geral a vê-las como uma tentativa extrema e de baixa qualidade para chamar a atenção do público.

2. Se não tem limite, vou usar muitas

O Facebook não limita o número de hashtags que podem ser usadas em uma publicação, o que leva alguns usuários a inserirem 30, 40 tags em um post. Novamente entramos na questão da tentativa de chamar a atenção a qualquer custo, que acaba afastando as pessoas.

3. O mesmo post está no Facebook, no Twitter e no Instagram

O ato de replicar as publicações também pode afastar o usuário, que vê o mesmo conteúdo em diversos canais e acaba não sabendo qual é a melhor forma de interagir com ele.

4. É vírus?

Apesar de muitos nativos digitais estarem nas redes sociais, ainda há muitos usuários que não têm intimidade com a tecnologia e, especialmente por não serem usuários de Twitter, não compreendem para que serve aquela palavra depois de um sustenido, podendo até pensar que se trata de um vírus.

Se você quiser seguir estudando, aqui tem um post sobre erros comuns no Instagram e como escolher as hashtags para suas publicações.

 

Guia Básico para Campanhas de Facebook e Instagram

Você está clicando nos botões azuis que aparecem na sua página para criar campanhas? Aqui está um pequeno guia de como fazer suas campanhas de forma profissional.

Há duas razões pelas quais você precisa criar campanhas em Facebook e Instagram: a primeira delas é o fato de essas serem as duas redes sociais mais usadas pelo público e, a segunda é o algoritmo, que está configurado para privilegiar publicações de família e amigos no feed de notícias, diminuindo o alcance das marcas.

Mas você está clicando nos botões azuis que aparecem na sua página para criar campanhas? Aqui está um pequeno guia de como fazer suas campanhas de forma profissional.

Primeiro Passo

Acesse o Gerenciador de Anúncios – www.facebook.com/ads/manager – e clique em +Criar Campanha ou Criar Anúncio.

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Este é o momento de selecionar o objetivo da sua campanha, e você tem 14 opções para escolher, tudo vai depender do que você precisa que o usuário faça quando receber esse anúncio.

Já escrevemos um post sobre todos os objetivos de campanha, você pode ler todos os detalhes aqui.

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Detalhe importante: o objetivo vai determinar quem vai receber os anúncios. Se você indicar que precisa que as pessoas acessem seu site, por exemplo, o Facebook vai buscar dentro da segmentação aquelas pessoas que tenham a maior propensão a clicar em anúncios de sites. O mesmo funciona para qualquer objetivo e é a garantia de que você vai ter o melhor resultado pelo menor custo possível.

É por isso que não adianta promover uma publicação se você precisa de cliques ou quer que as pessoas comprem no seu e-commerce.

Sobre o nome da campanha, sugiro sempre escrever: Nome da página – Mês – Objetivo, por exemplo: Petit – Outubro – Tráfego. Assim, quando você for fazer o relatório do mês pode pesquisar pelas campanhas de forma bem específica.

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Segundo Passo

Depois de selecionar o objetivo da campanha você vai acessar a etapa de criação do conjunto de anúncios. Agora é hora de definir o público-alvo da campanha, a verba e a duração dela. Esta etapa é cheia de pequenos detalhes, vamos ver alguns deles:

Nome do conjunto: Como você pode criar mais de um conjunto em cada campanha, é legal pensar em como você pode identificar facilmente cada um deles. Eu gosto de usar: Dia da criação – Palavra ou frase que diferenciem o conjunto. Por exemplo: 04.10 – Curso de AdWords Porto Alegre.

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Público: Defina sua segmentação de acordo com as características do público que você quer alcançar. Você tem centenas de possibilidades de escolha, além das exclusões e limitações.

Posicionamentos: Você pode escolher se quer que seus anúncios sejam exibidos no Facebook, no Instagram, na Rede de Públicos ou no Messenger. O padrão é exibir em todas elas e deixar que o sistema busque o melhor resultado em cada uma, mas é possível criar campanhas específicas para cada rede.

É o caso de criar campanhas para serem exibidas nas stories do Instagram: este posicionamento está disponível apenas para o objetivo de tráfego e, quando você seleciona ele, não tem como marcar nenhum outro, devido à especificidade de design do formato.

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Você pode, ainda, definir se a campanha será exibida apenas em dispositivos móveis ou desktop, se será exibida apenas para quem estiver conectado ao Wi Fi e, ainda, pode escolher o sistema operacional de quem recebe os seus anúncios, o que é muito útil para criar campanhas de aplicativos.

 

 

Orçamento e Programação: aqui você define quanto vai gastar e por quanto tempo a campanha vai ficar no ar. Você pode definir uma verba para cada dia ou escolher uma verba vitalícia e deixar o sistema direcionar a verba em cada dia da campanha.

Clicando em Mostrar opções avançadas você libera mais uma série de opções, que podem ser mantidas no padrão ou podem ser alteradas. Uma das mais interessantes é a opção de Veicular anúncios de acordo com uma programação.

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Ela está disponível apenas para verbas vitalícias, e o que você pode fazer é definir dias e horários específicos para a exibição dos seus anúncios. Assim, se você é um restaurante de almoço, por exemplo, pode impactar as pessoas no horário em que elas estão decidindo onde almoçar hoje.

Terceiro Passo

Feitas as opções do conjunto, chega a hora de definir o criativo do anúncio. Uma ferramenta bem útil para este momento é o Guia de Anúncios do Facebook, que traz todos os formatos possíveis para cada objetivo, com especificações técnicas.

A primeira decisão é se você vai criar um anúncio novo ou se vai usar uma das publicações da página para sua campanha. Criando um anúncio novo ele vira um dark post, e já explicamos tudo sobre dark posts aqui.

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Se você decidir criar seu anúncio, vai notar que para cada objetivo aparecem opções diferentes.

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O que é legal neste ponto é a possibilidade de usar o banco de imagens gratuito do Facebook para criar os anúncios.

Um bom anúncio:

– Entrega uma solução para o consumidor e deixa claro os benefícios do produto ou serviço;

– Tem um texto curto (o Facebook recomenda não usar mais que 90 caracteres);

Não tem texto na imagem ou tem no máximo 20% da imagem coberta por texto – o Facebook tem uma ferramenta de verificação de texto na imagem que ajuda a descobrir se sua imagem está ok;

– Está de acordo com as regras de publicidade do Facebook.

24 horas depois

Depois de criada a campanha, feche o Gerenciador de Anúncios e vá fazer outras coisas. Sim, sei que é difícil não ficar ali cuidando o que acontece, mas você precisa deixar sua campanha viver por pelo menos 24 horas para verificar se está tudo bem com ela ou se precisa de algum ajuste.

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Depois de criada é possível fazer alterações no público, na verba, na duração e no criativo. Basta selecionar o anúncio e clicar em Editar.

Ao fim da campanha

Quando sua campanha encerrar, você pode exportar um relatório. Aqui entra a importância de criar as campanhas com nomes padronizados. Pesquise as campanhas por palavras do nome e você terá a possibilidade de exportar um relatório de todas as campanhas de um determinado mês.

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E é possível, ainda, personalizar os campos do seu relatório, acessando o botão Colunas.

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5 Passos Para Criar Campanhas Melhores

Suas campanhas de Facebook e Instagram não estão dando o retorno que você gostaria? Vem ver essas dicas para criar campanhas mais eficientes.

Suas campanhas de Facebook e Instagram não estão dando o retorno que você gostaria? Vem ver essas dicas para criar campanhas mais eficientes.

 

1 Escute o público

Será que as pessoas realmente querem ver essa campanha que você criou? Quando se pensa em melhorar a pontuação de relevância de um anúncio esse é um fator que a maioria das pessoas esquece de analisar. Um caminho mais seguro é, antes de criar a campanha, entender o que o seu público mais gosta e, com base nessas informações, criar a mensagem que você quer transmitir.

Uma forma de fazer isso é observar:

– quais são suas publicações com maior alcance orgânico?

– o que os consumidores trazem como problemas ou preocupações quando entram em contato com a marca?

– o que eles comentam nas publicações?

– quem eles marcam nos comentários?

– o que as pessoas falam dos produtos / serviços da sua área em outras redes sociais, blogs e fóruns de discussão?

2 Converse com alguém mais experiente

Não é vergonha nenhuma admitir que você não tem certeza do melhor caminho a seguir, pelo contrário, isso é um sinal de amadurecimento e de que você está preocupado com os resultados do seu cliente.

É fundamental para o crescimento profissional ter contato com um profissional mais experiente que possa atuar como consultor ou mentor, e que possa dar o suporte necessário para você delinear os melhores caminhos para seu trabalho.

3 Converse com um consumidor

Isso pode ser feito via pesquisa ou durante uma vivência na empresa ou onde o consumidor entra em contato com o produto. Esses minutos de conversa darão para você a real opinião das pessoas em relação ao produto ou serviço.

4 Aprenda com os inovadores

Quem são os profissionais de marketing que você mais admira? O que eles têm feito de interessante? Como eles abordam problemas? Qual é o fluxo de trabalho que eles usam para gerenciar a presença digital dos clientes? É importante ler entrevistas, ouvir podcasts, participar de congressos e eventos que aproximem você dos maiores nomes do mercado.

5 Teste

Não tenha medo de rodar testes para compreender melhor o que funciona bem com seu público. Aqui estão alguns exemplos de testes que você pode fazer:

– criar mais de um conjunto de anúncios para testar o resultado dos anúncios com diferentes públicos – neste caso você vai usar a mesma combinação de imagem e texto para diferentes públicos e descobrir quem reage melhor à esta combinação.

– dentro de um conjunto de anúncios criar múltiplos anúncios para descobrir que tipo de criativo aumenta sua pontuação de relevância e, consequentemente, melhora seus resultados. Sugiro testar:

*um mesmo texto com 3 a 6 imagens diferentes, para descobrir o melhor estilo de imagens.

* uma imagem com 3 a 6 textos diferentes, para descobrir que tipo de texto impacta mais o público – ao criar textos diferentes você pode pensar em: 1 positivo (Conheça nossas novidades); 1 negativo (Não perca este lançamento); 1 comercial (Garanta hoje mesmo, com desconto especial); e 1 institucional (Estamos lançando…).

Em termos de testes o céu é o limite para todas as possibilidades, então, mãos à obra!

O caminho para criar boas campanhas não é necessariamente simples, mas com estas dicas fica mais simples de seguir adiante.


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Como melhorar resultados orgânicos em redes sociais sem investir mais

Você está vendo seu alcance orgânico despencar nos últimos meses e está pensando em alternativas para buscar melhores resultados sem ter que pedir para o cliente aumentar a verba de campanhas? Estamos juntos.
Veja algumas ideias para buscar melhores resultados orgânicos.

Você está vendo seu alcance orgânico despencar nos últimos meses e está pensando em alternativas para buscar melhores resultados sem ter que pedir para o cliente aumentar a verba de campanhas? Estamos juntos.

Essa é uma grande preocupação de quem trabalha com social media, porque parece cada vez mais difícil buscar resultados orgânicos com a forma como estão configurados os algoritmos das redes sociais.

Mas existem algumas estratégias que você pode testar para buscar melhores resultados orgânicos, e vou apresentar algumas delas:

 

Publique em tempo real

Redes sociais como o Twitter e o Instagram propiciam o compartilhamento de informações em tempo real, e estas costumam atrair muito a atenção dos usuários. No Instagram use o recurso das Stories para fazer cobertura de eventos especiais ou mesmo o cotidiano da empresa. No Twitter incentive os consumidores a falarem da sua marca ou produto, usando uma hashtag própria.

O Facebook também tem opções para quem quer compartilhar algo em tempo real, o formato de vídeo ao vivo está disponível para páginas e grupos e costuma trazer alto alcance e engajamento, quando o vídeo apresenta o que os consumidores da marca mais gostam.

A questão aqui é se preocupar um pouco menos com a forma do conteúdo e mais com a mensagem. Lembre que para fazer ao vivo você acaba tendo um pouco menos de controle de edição, por exemplo, então investir em um celular com uma boa câmera pode ajudar no processo.

 

Compartilhe conteúdo criado pelos usuários

Pode ser que você não tenha conteúdo para todos os dias da semana, mas será que os consumidores da marca ou os funcionários da empresa não têm algo legal a dizer sobre seu produto?

Usar conteúdo real, criado por pessoas reais pode trazer um aumento nos seus resultados. Uma pesquisa recente indica que conteúdos compartilhados por funcionários de empresas podem ter até 8 vezes mais engajamento e 25 vezes mais compartilhamentos.

O mesmo vale para conteúdos criados pelo consumidor. Quando uma marca compartilha uma foto de produto feita por uma pessoa real, a chance de ter um aumento no engajamento cresce, especialmente porque não é a marca quem está dizendo que o produto é bom, e sim um consumidor.

Compartilhar conteúdos criados por pessoas reais ajuda a criar laços com sua comunidade, fidelizar e se posicionar como uma marca aberta ao diálogo.

Mas como fazer isso? O melhor caminho é incentivar o uso de uma hashtag da marca e prestar atenção aos resultados dela, não só para encontrar as melhores publicações, mas também para localizar possíveis problemas e acabar com uma crise antes mesmo que ela comece. E lembre de sempre conversar com o dono da publicação e pedir autorização para usar a imagem, ok?

 

Gerencie sua comunidade

Se o consumidor está investindo seu tempo em deixar uma avaliação, um comentário ou uma mensagem, por que não responder? A gestão da comunidade é meio caminho andado para a construção de uma presença digital sólida.

E aqui vale pensar não só nas redes sociais em si, mas também em outros espaços onde seu consumidor pode vir a se manifestar, como fóruns especializados (o TripAdvisor é um exemplo), Google Meu Negócio e outros.

Outra alternativa é criar um grupo de Facebook vinculado à sua página – veja como fazer – para conversar ainda mais de perto com seu público, oferecer informações exclusivas, novidades em primeira mão, tirar dúvidas e mais.

Dependendo do volume de interações, você pode revisar as redes sociais a cada 2 ou 4 horas para responder o quanto antes for possível e não deixar ninguém sem resposta.

 

Se inspire em bons exemplos

Benchmarking é importante também nas mídias sociais. Busque bons exemplos de resultados na sua área de atuação e em outras, e entenda o que eles fazem de diferente de você. Siga marcas relevantes em diferentes redes sociais para buscar os melhores casos.

Mas atenção: só vale se inspirar em quem tem resultados melhores que o seu, se o resultado for inferior você pode estar se inspirando em um erro e não em uma boa estratégia.

 

Abrace o desconhecido

Talvez o melhor conselho que posso dar para você é: faça testes. Quando se trata de mídias sociais sempre tem alguma novidade surgindo, uma nova ferramenta ou a atualização de uma antiga, um novo formato de publicação, novas estratégias e mais.

O importante é manter a mente aberta para conhecer todas as opções e testá-las. Algumas trarão resultados surpreendentes, outras serão uma decepção, mas se você não testar não tem como saber, não é?


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5 Métricas Fundamentais para Relatórios de Mídias Sociais

Com as mudanças de algoritmo e cada vez mais marcas ocupando seu espaço nas redes sociais é preciso, também, repensar como medimos o resultado no fim do mês. Para te ajudar no próximo relatório fiz uma lista de 5 métricas fundamentais para observar e inserir nos relatórios.

Com as mudanças de algoritmo e cada vez mais marcas ocupando seu espaço nas redes sociais é preciso, também, repensar como medimos o resultado no fim do mês. Para te ajudar no próximo relatório fiz uma lista de 5 métricas fundamentais para observar e inserir nos relatórios.

metricas midias sociais

1. Engajamento

O alcance e o número de impressões podem parecer métricas valiosas porque, teoricamente, quanto mais pessoas souberem da sua marca, produto ou serviço melhor, certo? Sim e não. Se, por um lado, é importante expandir a marca, por outro é necessário observar quantas pessoas consideraram aquela publicação importante a ponto de se envolver com ela.

O cálculo de engajamento nos traz exatamente esse dado, na verdade, ainda melhor: ele calcula a relação entre o número de pessoas alcançadas e as ações de envolvimento realizadas na publicação. Afinal, vale muito mais alcançar 1.000 pessoas e ter 100 delas interagindo conosco do que alcançar 5.000 e não passar das 100 interações.

Como calcular?

Há várias formas de calcular o engajamento. Sugiro adotar uma delas e manter para sempre. A mais comum envolve somar as ações no post, multiplicar por 100 e dividir pelo alcance:

(Reações + Comentários + Compartilhamentos + Cliques no link) x 100 / Alcance.

2. CPC / CPM

Como você paga pelas campanhas nas redes sociais, por clique (CPC) ou por impressões (CPM)? Seja qual for a sua escolha, é importantíssimo analisar o custo por ação nas suas campanhas, até porque quanto melhor for o índice de engajamento, menor será o custo.

3. Conversões

Calcular o retorno do investimento (ROI) é fundamental, e é esse resultado que fará o cliente perceber que fez a escolha certa em contratar você. O caminho do cálculo do ROI começa pelas conversões, que basicamente respondem à pergunta: quantas vendas foram trazidas pelas redes sociais?

4. Compartilhamento

Sim, eu sei que o compartilhamento já está contabilizado no cálculo do engajamento, mas ele é tão importante que mereceu um item a parte. Fazer com que as pessoas compartilhem o seu conteúdo é um desafio, porque geralmente as pessoas vão preferir compartilhar um post de um bebê dançando que o post de uma marca. O grande desafio é justamente pensar em como seu conteúdo pode ter valor o suficiente para que ele seja compartilhado.

Isso impacta o desempenho em diversos níveis, como o fato de que pessoas confiam em indicações de outras pessoas e, ainda, de que os algoritmos das redes sociais levam muito em consideração os compartilhamentos no momento de decidir quais publicações terão maior alcance orgânico.

Entender o que faz seu público compartilhar é fundamental.

5. Customização de Métricas

Quando se fala de métricas temos as mais comuns e mais importantes, como as que comentei acima. Mas é fundamental lembrar que, apesar de muitas coisas nas mídias sociais serem padronizadas, não quer dizer que uma empresa não possa necessitar de customizações, de algo pensado especialmente para ela.

Pode ser que o mais importante para seu cliente seja o número de telefonemas feito para a empresa, e não as visitas ao site. Pode ser que para seu cliente o tempo de duração das visitas ao site seja mais importante que o número de pessoas que compartilharam a publicação, e aí por diante.

O importante é conversar com o cliente e compreender o que é mais importante para ele e como você vai poder demonstrar o seu valor.

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5 Métricas Fundamentais para Relatórios de Mídias Sociais

Com as mudanças de algoritmo e cada vez mais marcas ocupando seu espaço nas redes sociais é preciso, também, repensar como medimos o resultado no fim do mês. Para te ajudar no próximo relatório fiz uma lista de 5 métricas fundamentais para observar e inserir nos relatórios.

Com as mudanças de algoritmo e cada vez mais marcas ocupando seu espaço nas redes sociais é preciso, também, repensar como medimos o resultado no fim do mês. Para te ajudar no próximo relatório fiz uma lista de 5 métricas fundamentais para observar e inserir nos relatórios.

1. Engajamento

O alcance e o número de impressões podem parecer métricas valiosas porque, teoricamente, quanto mais pessoas souberem da sua marca, produto ou serviço melhor, certo? Sim e não. Se, por um lado, é importante expandir a marca, por outro é necessário observar quantas pessoas consideraram aquela publicação importante a ponto de se envolver com ela.

O cálculo de engajamento nos traz exatamente esse dado, na verdade, ainda melhor: ele calcula a relação entre o número de pessoas alcançadas e as ações de envolvimento realizadas na publicação. Afinal, vale muito mais alcançar 1.000 pessoas e ter 100 delas interagindo conosco do que alcançar 5.000 e não passar das 100 interações.

Como calcular?

Há várias formas de calcular o engajamento. Sugiro adotar uma delas e manter para sempre. A mais comum envolve somar as ações no post, multiplicar por 100 e dividir pelo alcance:

(Reações + Comentários + Compartilhamentos + Cliques no link) x 100 / Alcance.

2. CPC / CPM

Como você paga pelas campanhas nas redes sociais, por clique (CPC) ou por impressões (CPM)? Seja qual for a sua escolha, é importantíssimo analisar o custo por ação nas suas campanhas, até porque quanto melhor for o índice de engajamento, menor será o custo.

3. Conversões

Calcular o retorno do investimento (ROI) é fundamental, e é esse resultado que fará o cliente perceber que fez a escolha certa em contratar você. O caminho do cálculo do ROI começa pelas conversões, que basicamente respondem à pergunta: quantas vendas foram trazidas pelas redes sociais?

4. Compartilhamento

Sim, eu sei que o compartilhamento já está contabilizado no cálculo do engajamento, mas ele é tão importante que mereceu um item a parte. Fazer com que as pessoas compartilhem o seu conteúdo é um desafio, porque geralmente as pessoas vão preferir compartilhar um post de um bebê dançando que o post de uma marca. O grande desafio é justamente pensar em como seu conteúdo pode ter valor o suficiente para que ele seja compartilhado.

Isso impacta o desempenho em diversos níveis, como o fato de que pessoas confiam em indicações de outras pessoas e, ainda, de que os algoritmos das redes sociais levam muito em consideração os compartilhamentos no momento de decidir quais publicações terão maior alcance orgânico.

Entender o que faz seu público compartilhar é fundamental.

5. Customização de Métricas

Quando se fala de métricas temos as mais comuns e mais importantes, como as que comentei acima. Mas é fundamental lembrar que, apesar de muitas coisas nas mídias sociais serem padronizadas, não quer dizer que uma empresa não possa necessitar de customizações, de algo pensado especialmente para ela.

Pode ser que o mais importante para seu cliente seja o número de telefonemas feito para a empresa, e não as visitas ao site. Pode ser que para seu cliente o tempo de duração das visitas ao site seja mais importante que o número de pessoas que compartilharam a publicação, e aí por diante.

O importante é conversar com o cliente e compreender o que é mais importante para ele e como você vai poder demonstrar o seu valor.

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Como funciona o algoritmo do Facebook? (E como usá-lo a nosso favor?)

Entenda como o algoritmo funciona, para buscar melhorar o resultado orgânico das suas publicações no Facebook.

Talvez você já tenha ouvido falar que o Facebook define o ranking de exibição das publicações usando um algoritmo. Neste post vou explicar para você como ele funciona, para que você possa trabalhar para melhorar o resultado orgânico das suas publicações por lá.

O algoritmo é uma fórmula, é um conjunto de passos para solucionar um problema. E o problema, no caso, é selecionar o que os usuários verão no seu feed de notícias e em que ordem isso será exibido. Essa fórmula está dividida em 4 etapas: Inventário, Sinais, Previsão e Pontuação.

Inventário
A primeira etapa inicia quando o usuário abre seu Facebook. Neste momento o algoritmo faz um inventário, uma lista de tudo o que as páginas e amigos publicaram na rede.

Sinais
Feito o inventário, ele passa a tomar uma decisão sobre o que exibir para o usuário, usando dados que o Facebook chama de ‘Sinais’. Milhares de dados são usados para fazer o ranking do conteúdo neste momento, como quem publicou a história, qual é o dispositivo de conexão do usuário, qual é a qualidade da conexão, horário do dia e muito mais.

Basicamente o Facebook usará as informações já fornecidas pelo usuário em relação ao seu conteúdo preferido, como as páginas que ele decide curtir, seguir ou deixar de seguir. E, além disso, entram também sinais relacionados à quem publica e ao conteúdo em si, como:

– com que frequência aquela página publica?
– esta página já teve feedback negativo?
– quanto tempo as pessoas passam, em média, interagindo com o conteúdo desse autor?
– qual é o engajamento médio das publicações desse autor?
– algum amigo do usuário comentou a publicação?
– as informações da página estão completas?
– quão informativa é a publicação?

Previsões
O Facebook usa os sinais para fazer previsões e calcular probabilidades, por exemplo:

– qual é a chance de aquele usuário comentar, clicar, compartilhar uma história?
– qual é a chance de o usuário achar este conteúdo informativo?
– o conteúdo parece ser clickbait?
– qual é qualidade do site de destino?

Pontuação
Depois de calcular as probabilidades, o Facebook passa a atribuir uma pontuação de relevância, que é um número que representa o quanto o Facebook pensa que você pode estar interessado em uma determinada publicação.

Esse processo vai se repetir todas as vezes que o usuário abrir seu Facebook.

Como otimizar seu conteúdo para o Algoritmo do Facebook?
A primeira coisa a considerar é que o seu conteúdo precisa ser relevante, interessante e acrescentar valor para o público da página. Ele precisa trazer um resultado para o tempo que o usuário investe nele, além de ser compartilhável e incentivar as pessoas a clicarem e comentarem. Se ele não trouxer essas características é possível que as pessoas não se interessem.

E também é importante que o conteúdo seja criado para minimizar o feedback negativo dos usuários e trazer feedback positivo da audiência, como comentários positivos, curtidas e reações positivas, como amar, rir ou se espantar.

Você deve, ainda, manter um fluxo constante de publicações e se preocupar em construir uma audiência real e engajada com o seu produto ou serviço, para isso é possível usar a ferramenta de Informações do Público e criar uma boa segmentação para suas campanhas.

A questão central do conteúdo é responder: como seu produto ou serviço resolve o maior problema do seu consumidor? Tendo isso em mente fica mais simples entender como entregar este conteúdo.


Se você gostou deste post continue construindo conhecimento por aqui:

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Afinal, o que é um Dark Post?

Você já ouviu falar em dark post? Vem ver o que é, como criar, quando usar e como publicá-lo na página de Facebook.

Você já ouviu falar em dark post? Talvez não, mas pode ser que você já tenha criado uma campanha para promover o envolvimento com uma publicação e ao chegar lá no fim do processo tenha percebido que aquele post não apareceu na sua página. Vamos desvendar este mistério?

O que é um dark post (ou ghost post)?

Um dark post é um post não publicado. Ele é uma publicação que foi criada em uma campanha de anúncios do Facebook ou do Instagram e não usou uma publicação já feita na página. O dark post será exibido apenas para o público que você selecionar na segmentação para aquela campanha.

O Dark Post é uma forma de publicar conteúdo nas mídias sociais que não aparece na sua linha do tempo. É uma técnica de marketing digital amplamente utilizada por empresas e profissionais de marketing para promover suas marcas e produtos de forma direcionada a um público específico, sem a preocupação de poluir a linha do tempo com publicações irrelevantes ou repetitivas.

Dark Posts são publicações de anúncios que são criadas dentro do Gerenciador de Anúncios do Facebook e são direcionadas a um público-alvo específico, em vez de serem compartilhadas publicamente em sua linha do tempo. Isso significa que só as pessoas que você seleciona serão capazes de ver essa publicação, tornando-a muito mais eficaz do que uma publicação convencional.

Com a capacidade de segmentar seu público-alvo com precisão, você pode criar campanhas altamente personalizadas e direcionadas, que só são vistas por aqueles que realmente importam. Além disso, você pode testar diferentes versões de sua campanha de anúncios para ver qual funciona melhor, antes de compartilhá-la amplamente com sua base de seguidores.

Outra vantagem do uso de Dark Posts é a capacidade de medir e ajustar sua campanha de anúncios ao longo do tempo. Com acesso a relatórios detalhados sobre o desempenho de sua campanha, você pode ver exatamente o que está funcionando e o que precisa ser ajustado, ajudando você a obter o máximo retorno sobre seu investimento.

Como criar um dark post?

Se você quiser criar um dark post, você precisará criar uma campanha paga. Selecione o seu objetivo, público, gasto e duração da campanha e, na hora de definir o anúncio, você terá duas opções: Criar novo anúncio ou Usar publicação existente.

 

O que é um dark post?

 

Se você selecionar a primeira opção estará criando um dark post. Se selecionar a segunda poderá usar na campanha uma das publicações da página.

Quando é uma boa ideia usar dark posts?

A grande vantagem do dark post é que ele permite criar testes para descobrir e entender melhor o que dá resultado com seu público. Você pode (e deve) criar múltiplas variações de anúncios para uma mesma campanha e analisar a pontuação de relevância dos anúncios. Dessa forma, você saberá quais fazem com que o público se envolva com a publicação, clique nos seus links ou compre produtos na sua loja.

Algumas sugestões de variações para deixar suas campanhas mais inteligentes:

  • 1 texto com 4 ou 6 imagens diferentes – Para descobrir que tipo de imagem tem melhor performance.
  • 1 imagem com 4 ou 6 textos diferentes – Para descobrir que tipo de texto tem melhor performance. Você pode usar: texto comercial, institucional, positivo, negativo, com humor, com urgência, vale a criatividade para testar.

Criei um dark post, posso publicá-lo na minha página?

SIM! Para isso, você precisa acessar o menu do seu Gerenciador de Negócios e abrir a ferramenta Publicações da Página.

 

 

Na guia Publicações de Anúncios você encontrará todos os seus dark posts. Basta selecionar o que você quiser publicar e no botão Ações decidir se você quer publicar agora ou programar para o futuro.

 

 

Ah, e um detalhe importante: só é possível publicar um dark post na página de Facebook, essa operação não é permitida para o Instagram.

Em resumo, o uso de Dark Posts é uma técnica valiosa para você promover sua marca e produtos de forma eficaz e direcionada. Além de ser ótimo para aumentar o engajamento e o alcance de sua campanha, ele também oferece flexibilidade e controle de público-alvo e conteúdo.

Então, ficou mais claro o que é um dark post?

Como saber se seu site está no Google

É muito comum os clientes questionarem se seu site está realmente nos resultados do Google. Vamos entender o que precisa ser feito para um site aparecer por lá?

É muito comum que os clientes questionem se seu site está realmente nos resultados do Google, principalmente se já há conhecimento de que o site precisa passar por melhorias de estrutura e de SEO ou se é um site novo.

É muito importante entender que o Google tem mecanismos automáticos que “leem” periodicamente os sites disponíveis na web e indexam estes sites, ou seja, arquivam estas páginas no índice do Google para que apareçam no resultado das pesquisas. Esta busca acontece automaticamente de tempos em tempos, mas é possível incluir um site manualmente nestes índices.

Vamos entender um pouco de como o Google rastreia uma página e como ela aparece – posteriormente – nos resultados?

Agora que você já entende melhor como funciona o mecanismo, a primeira tarefa é verificar se seu site está no índice do Google: Entre na página principal do Google e digite: “site: + url do seu site”.

Exemplo: uma pesquisa por “site:petitmidiassociais.com” vai entregar estes resultados.

Ao fazer a pesquisa acima você vai conseguir enxergar todas as páginas do seu site que estão indexadas e aparecem nos resultados de pesquisa.

Porque meu site não está no Google?

Embora o Google faça este rastreamento com frequência e passe por bilhões de páginas, pode acontecer de algum site não ser encontrado pelo mecanismo e isto ocorre por alguns motivos:

  • O site não está bem conectado à outros sites na web: Como os mecanismos navegam de um link para o outro, se não houver nenhum link apontando para seu site o bot não consegue chegar até sua página para indexa-la.

  • Você acabou de lançar um novo site: Pode ser que Google ainda não teve tempo de “ver” que sua página existe e por este motivo você ainda não está nos resultados de busca.

  • O design do seu site dificulta o rastreamento efetivo do conteúdo dele pelo Google: É preciso que seu site esteja bem escrito, que as imagens tenham descrições e Tag Alt e evitar sites em flash, tudo isto ajuda na hora do bot verificar os conteúdos disponíveis na sua página e classificá-los.

  • O Google recebeu um erro ao tentar entrar/rastrear seu site.

Como aparecer nos resultados de pesquisa do Google

Como eu faço para meu site aparecer nos resultados de pesquisa?

Separei abaixo algumas questões que você deve levar em consideração antes, durante e depois de criar seu site e que vão te ajudar a aparecer nos resultados de pesquisa.

1. O conteúdo é de alta qualidade?

Pense que a prioridade zero do Google é sempre entregar resultados relevantes e com a melhor qualidade, então garanta que os usuários vão ter a melhor experiência possível no seu site. Crie textos e informações que sejam realmente valiosas e interessantes.

2. Sua empresa está aparecendo no Google Meu Negócio?

Se sua empresa ainda não tem um cadastro na ferramenta, considere a possibilidade de criá-lo. É um perfil gratuito que permite incluir várias informações sobre seu negócio e tem um espaço de direcionamento para seu website.

3. O conteúdo é amigável para todos os dispositivos?

Em 2015 o Google passou a priorizar na entrega de resultados – nas pesquisas feitas a partir de dispositivos móveis – sites que são otimizados, junte isto ao fato de que a maior parte das pesquisas são realizadas em dispositivos móveis e você vai entender porque isto é tão importante. Se você tem dúvida sobre a qualidade mobile do seu site dá uma espiada no Test My Site e confere o que é preciso melhorar 😉

4. Seu site é seguro?

A maior parte dos sites pede algum tipo de informação, seja ela simples (como endereço de e-mail) ou mais complexa (como dados cadastrais pessoais para efetuar uma compra). Mostre ao seu usuário que seu site é seguro através da utilização do HTTPS ou de garantias como Site Blindado, etc.

E se mesmo assim meu site ainda não aparecer?

Se você quer que seu site seja encontrado mais rapidamente pelos motores de busca é possível fazer uma inclusão manual no index do Google através de uma ferramenta chamada Search Console.

Ela é uma ferramenta simples e gratuita que permite incluir – manualmente – seu site em uma lista para o Google indexar mais rapidamente, além de conseguir analisar resultados super legais sobre pesquisas orgânicas, cliques, impressões, etc.

Se você ficou interessado e quer saber um pouco mais, é legal levar em consideração as diretrizes que o Google disponibiliza para ajudar na criação de sites.

Aproveite e até breve =)

Regi Santos – Google Specialist


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7 erros que você pode estar cometendo no Instagram

Conheça alguns erros comuns que impedem você de construir uma presença sólida no Instagram.

O Instagram é uma dessas ferramentas que têm uma carinha super simples e que nós pensamos ser super simples de gerenciar porque a usamos na nossa vida pessoal, mas se você quer construir presença sólida no Instagram precisa ter atenção a alguns erros comuns que podem colocar seu esforço por água abaixo.

Erro 1 – Sua conta é pessoal e privada

Assim como o Facebook tem a separação de perfil e página, o Instagram tem a separação de perfil pessoal e perfil comercial. Para quem está em busca de seguidores e está trabalhando com uma estratégia de divulgação de marca, produtos ou serviços o melhor caminho é usar o perfil comercial, que permite uma gestão profissional da conta e mantém todas as suas publicações públicas, afinal, o consumidor merece saber o que você está publicando para poder decidir clicar no Seguir ou não.

O perfil comercial permite que você analise dados para conhecer melhor o seu público, saber qual é o melhor horário para publicar, qual tipo de conteúdo traz melhores resultados e ainda libera a opção de criar campanhas pagas de Instagram Ads. Isso não é possível no perfil pessoal.

Erro 2 – Você publica fotos em baixa qualidade

O Instagram é a rede social destinada ao compartilhamento de conteúdo visual, quando o usuário acessa esta rede ele espera ser impactado por vídeos e imagens impressionantes, já falamos disso anteriormente. Então, fotos granuladas, sem cuidado com enquadramento e iluminação precisam fazer parte do passado do seu perfil. A mesma coisa vale para a foto do avatar da sua conta, ela precisa ser chamativa e em boa qualidade.

Se você quer causar impacto no Instagram, vale investir em um smartphone com uma boa câmera e em uma boa ferramenta de edição de imagens. Se seu foco é criar vídeos, vale a mesma regra: uma boa câmera e um bom software de edição.

Erro 3 – Você usa muitas (ou poucas) hashtags

Quantas hashtags você usa? Como você escolhe quais delas usar para cada publicação?

No Instagram é possível publicar até 30 hashtags por vez, mas isso não quer dizer que você deve usar todas elas. Uma pesquisa do BuzzSumo analisou 1 bilhão de posts de Facebook em 2016 e descobriu que o uso de hashtags diminui consideravelmente o engajamento, os materiais do Twitter, berço da hashtag, indicam que duas são o máximo a se usar.

Isso é um alerta para entender que o consumidor pode não gostar de posts com tantas tags, pode achar que parece um desespero de quem publicou e precisou usar tantas # para chamar atenção.

Apesar disso, usar hashtags é uma maneira de aumentar o alcance das suas publicações, mas elas precisam ser escolhidas a dedo, levando em consideração alguns fatores:

– Elas estão em português? (Se estiverem em Inglês você pode atrair várias curtidas estrangeiras e nenhuma de alguém que pode ir, de fato, consumir na empresa)

– Elas são regionalizadas? (Quais são as hashtags usadas pelas pessoas na sua cidade ou região?)

– Quantas são? (Tente não passar de 5)

– Uma delas é uma hashtag exclusiva do perfil?

 

 

Erro 4 – Você não otimiza seu perfil

Seu perfil de Instagram precisa fazer sentido para o usuário, quando falamos disso ainda falamos sobre o impacto visual que as imagens precisam causar. Para isso, há várias técnicas que podem ser usadas, você pode escolher usar molduras diferentes a cada mês, ou paletas de cores específicas para um período (uma estação do ano, por exemplo), temas relacionados à acontecimentos da vida ou aqueles que você cria (aniversário, chegada aos 10 mil seguidores, etc.).

O importante é lembrar que não é necessário publicar uma foto assim que o momento acontecer, o planejamento precisa falar mais alto quando se trata de um perfil comercial. Ou você acredita mesmo que aquela influenciadora que você ama passa uma semana inteira vestindo a mesma cor?

Erro 5 – Você não interage

Uma palavra interessante quando descrevemos o Instagram é ‘social’. Esta ferramenta é uma rede social, e precisamos agir de acordo com esta proposição. Não adianta nada criar um perfil (e o mesmo vale para página de Facebook, perfil de Twitter, etc.) se você não vai interagir com as pessoas.

Um dos fatores para melhorar o seu engajamento e, consequentemente, posicionamento das suas publicações no feed dos usuários, é responder os comentários deles, tirar dúvidas que possam surgir, interagir quando alguém envia uma mensagem privada e por aí vai.

Marcas que não interagem eventualmente cairão no esquecimento. Marcas que desejam construir uma presença digital sólida focam seus esforços nas interações.

Erro 6 – Você não cria histórias

As stories do Instagram são uma ferramenta poderosa para engajar o público, e há usuários que tem verificado cada vez mais o feed das histórias e menos o feed de publicações da rede. Apesar do formato diferente do usual – 1080 x 1920 px – elas podem ser usadas para publicação de foto ou vídeo.

O objetivo aqui pode ser de, literalmente, contar uma história ou ainda de aproveitar o alto índice de engajamento do formato para chamar as pessoas para verem sua mais nova publicação do perfil. Recomendo dar uma olhada no perfil e stories da Cuplover.

Erro 7 – Você não cria conteúdo exclusivo para Instagram

Como já falei anteriormente, cada rede social serve um propósito, e o propósito do Instagram é ser uma rede social voltada para o lado mais criativo do nosso cérebro. Sendo assim, não faz sentido criar um post para o Facebook e replicar no Instagram, porque o público vai interagir de forma diferente com a publicação, por exemplo, sem poder clicar no link que você escreveu no texto. Outra questão é o tamanho das imagens: apesar do Instagram aceitar imagens horizontais, a ferramenta ainda está pensada para a exibição do formato quadrado (800 x 800 px), que é diferente do formato do Facebook (1200 x 900 px).

Uma outra situação é o oposto: querer conectar a conta de Instagram com a do Facebook e replicar o conteúdo nessa via. Isso também é um problema, por exemplo, por causa das hashtags que são mal aceitas no Facebook, mas também por que o público do Facebook está muito mais aberto para clicar em links e porque o formato ideal da publicação é diferente.

É importante escolher as redes sociais para uma marca com base nas características da marca e de seu público, mas levando em consideração a capacidade de investimento de tempo e dinheiro da empresa.


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Vídeo, foto ou carrossel: qual é o formato mais popular no Instagram?

O carrossel do Instagram aceita vídeos e fotos, mas será que este formato traz mais engajamento que vídeos e fotos únicas?

Em fevereiro de 2016 o Instagram liberou o formato de carrossel para as publicações.

O formato, que aceita vídeos e fotos, logo conquistou o mercado, que buscou formas cada vez mais criativas de contar histórias. Mas, alguns meses depois do lançamento, será que este formato traz mais engajamento que vídeos e fotos únicas?

Nesta semana o SocialBakers divulgou alguns dados sobre o uso e resultado dos 3 formatos de publicação do Instagram, quer saber quem tem melhor performance? Publicações com foto única.

É isso mesmo, o bom e velho formato de publicação ganha em termos de engajamento do público. E ainda é interessante observar que os vídeos têm a menor performance dos três formatos, o que traz um pouco de paz para as pequenas empresas, que frequentemente não têm verba para a criação de vídeos, mas podem organizar carrosséis com múltiplas imagens.

 

 

O que isso quer dizer?

Em se tratando de estratégia, é importante observar o resultado das publicações do perfil da sua marca para compreender o que o seu público mais gosta de ver no seu Instagram.

Para descobrir isso, basta acessar a área de análise da sua conta comercial, clicando no ícone de gráfico que aparece no menu superior da conta.

Nesta aba é possível verificar quais posts tiveram mais interações, os horários em que o público mais interagiu com o conteúdo publicado e ainda outros dados das publicações e stories.

Analisando esses dados cada conta consegue descobrir qual é a melhor estratégia a seguir, lembrando que as estratégias precisam ser renovadas com frequência.

Qual é o formato de maior sucesso na sua conta de Instagram?


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4 ferramentas gratuitas do Facebook que você precisa conhecer

Conheça as ferramentas gratuitas do Facebook que deixarão o seu trabalho ainda mais profissional.

O Facebook está sempre lançando alguma novidade, seja uma mudança de algoritmo, seja uma nova ferramenta para profissionalizar ainda mais o trabalho do social media. Dentre elas estão 4 ferramentas gratuitas, que são disponibilizadas no Gerenciador de Negócios do Facebook, vamos conhecê-las?

Como acessar

Para acessar estas ferramentas você deve abrir o seu Gerenciador de Negócios do Facebook, e então localizá-las no menu superior.

1. Informações do Público

Não sabe como segmentar o público das suas campanhas de Facebook e Instagram Ads? Sem problemas, a ferramenta de Informações do Público te ajuda a compreender as pessoas que podem se interessar pelo seu produto ou serviço.

Também conhecida como Audience Insights, a ferramenta de Informações do Público permite que você conheça a sua audiência com base em dados demográficos (idade, gênero, relacionamento, nível educacional e cargo), dados de curtidas na página (que páginas o seu público curte? pelo que ele se interessa?), localização e atividade (seu público está mais propenso a clicar em links ou interagir com vídeos? ele curte páginas ou interage com publicações?).

O mais interessante do Informações do Público é obter insights não apenas para campanhas, mas também para a criação de conteúdo com alto poder de engajamento.

2. Central de Criativos

A Central de Criativos é um hub de inspiração e funcionalidades importantes na hora de criar conteúdo e campanhas para Facebook e Instagram.

Com esta ferramenta você é possível:

– conhecer os melhores exemplos de como usar cada formato de publicação e anúncio do Facebook e do Instagram

verificar se sua imagem tem mais ou menos que 20% de texto

– criar modelos de publicações que podem ser compartilhados com o cliente ou outras pessoas da equipe – sabe quando o cliente não tem ideia do que é o Carrossel de que você está falando? agora você pode mostrar para ele sem ter que criar nada mirabolante no Photoshop.

3. Pixel

O Pixel do Facebook é um trecho de código que pode ser inserido em um site, landing page ou e-commerce, e que rastreia a atividade das pessoas onde for instalado.

Você pode configurar o pixel para diversos eventos, como visualizações de página, inserção de produtos no carrinho, preenchimento de formulário de cadastro, compras e muito mais. Assim, é possível rastrear quanto do retorno comercial (ROI) obtido foi resultado das ações realizadas em Facebook e Instagram.

Esses dados podem ser usados, ainda, para a criação de públicos personalizados para a realização de campanhas de remarketing.

4. Analytics

O Analytics é a ferramenta mais recente do Gerenciador de Negócios, e foi desenhada para acompanhar os dados de páginas, pixels e apps vinculados ao Facebook.

Com ele você pode criar acompanhar a atividade comercial de um pixel, criando um funil de vendas, verificando características de público, receita e vendas geradas pelo seu e-commerce. E, ainda, pode criar painéis com os dados coletados, gerando gráficos que podem ser compartilhados em tempo real com seu cliente ou outros membros da equipe.

Quer saber mais?

Para aprender a criar o Gerenciador, configurar, associar páginas, pessoas e contas de anúncios à ele e, ainda, aprender a usar estas ferramentas, faça sua inscrição em nossa aula!


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Como montar um relatório de mídias sociais?

Você já teve dificuldade em elaborar um relatório de mídias sociais para seus clientes? Todos nós já passamos por isso, então vamos compartilhar dois modelos que você pode usar e deixar seus relatórios muito mais profissionais.

Este é o segundo post da série sobre Métricas. O primeiro está aqui.

Você já teve dificuldade em elaborar um relatório de mídias sociais para seus clientes? Todos nós já passamos por isso, então vamos compartilhar dois modelos que você pode usar e deixar seus relatórios muito mais profissionais.

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Modelo Básico – Relatório em PowerPoint

Vamos começar com um modelo básico de relatório, que pode ser montado em PowerPoint, Google Drive ou Libre Office e usa os dados fornecidos diretamente pelas redes sociais. Você pode começar seu relatório pela rede social mais relevante para a marca, e repetir a operação para cada uma das redes utilizadas.

1. Resumo

Depois da capa, é sempre bom trazer um resumo dos principais indicadores do período. No post anterior comentei que, em alguns casos, o cliente pode se interessar apenas por esta primeira parte e pela proposta de ação para o período seguinte.

Se você quiser deixar esta primeira parte ainda mais chamativa e profissional, pode inserir gráficos com o comportamento dos dados nos últimos 3 ou 6 meses.

2. Apresentação de dados e análises

Na sequência, você vai aprofundar as informações de cada um dos indicadores apresentados.

O objetivo das análises é justamente explicar qual foi o papel de cada um dos envolvidos nos resultados apresentados.

O que você fez para chegar a esta melhoria? Como o departamento de marketing do cliente se envolveu para participar? Teve alguma ação especial? Foi feito algo de diferente, algum teste?

Isso tudo deve aparecer na análise. E lembre-se de sempre indicar se foi feita alguma campanha que impactasse na atividade.

3. Melhores publicações

Ao apresentar as publicações que tiveram melhor resultado no período, é sempre bom inserir também os dados de quais tipos de posts tiveram melhor desempenho.

Uma reclamação recorrente de quem trabalha com mídias sociais é que o cliente não quer investir em fotos melhores ou vídeos ou em um site melhor. Isso se resolve apresentando resultados.

Se o seu cliente perceber que vídeos ou fotos próprias aumentam as vendas, é possível que ele pense melhor antes de descartar a contratação de uma equipe especializada para isso.

Para apresentar os 3 melhores posts, você tem 3 caminhos para escolher:

– você pode apresentar os posts com maior engajamento: [(reações + comentários + compartilhamentos + cliques) x 100)/Alcance]

– você pode apresentar os posts com maior alcance

– você pode apresentar os posts com maior número de ações (reações, comentários, compartilhamentos e cliques).

Sugiro usar o engajamento, por que leva em consideração todas as variáveis envolvidas e não foca apenas em métricas de vaidade, que é o caso do alcance e das ações, quando apresentadas de forma isolada.

4. Conclusão

Para terminar, você pode fazer uma análise global de todas as ações desenvolvidas no mês e como elas impactaram o desempenho da marca nas redes sociais. E, como já foi comentado anteriormente, este é o momento de propor novas ações para o mês seguinte.

O objetivo é indicar o que será feito com todas essas informações que foram levantadas no decorrer do relatório, explicando como melhorias podem ser feitas, quem precisará se envolver, como os objetivos serão alcançados de forma mais sustentável.

Relatório em Excel

Se você quiser levar seu relatório de Facebook para um outro nível, você pode usar o Excel para desenvolver uma planilha de cálculo e criar gráficos de fácil compreensão.

Infelizmente, até o momento, são poucas as redes sociais que nos permitem fazer o download dos dados brutos, e o Facebook é uma delas. Isso acaba trazendo uma limitação quando você precisa fazer um relatório para um cliente que tem presença em Facebook e Instagram, por exemplo.

Se este for o seu caso, eu recomendo que você use os dados brutos do Facebook e crie seus próprios gráficos para analisar o desempenho desta rede, e use o recurso de print de tela para as demais redes, unindo todas essas informações em um relatório em slides (PowerPoint).

Localizando os dados brutos da sua página de Facebook

Na sua página há alguns relatórios com dados detalhados. Estes dados são entregues em planilhas, o que permite que criemos nossas próprias planilhas de análise, cálculos de KPIs e criação de gráficos.

Além disso, analisar estes dados pode trazer insights importantes, que não são possíveis quando analisamos os gráficos prontos da aba de Informações.

Para fazer o download dessas planilhas, basta clicar em Exportar dados.

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Depois, você delimita a data de início e fim do relatório, indica se deseja baixar dados de página, de publicação ou de vídeo e que tipo de layout de relatório quer obter.

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E estão aí todos os dados da sua página!

O mais legal desta planilha é que ela traz vários dados, e todos estão explicadinhos na primeira linha. Meu detalhe preferido é poder analisar o número de usuários únicos que realizaram ações nas nossas publicações.

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