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Categoria: Empreender em Social Media

Como Escolher Um Curso de Mídias Sociais Online?

Como Escolher Um Curso de Mídias Sociais Online?

Como comentei no post sobre o que um social media faz, um curso de mídias sociais online é parte fundamental da formação do profissional de social media. Isso porque muitas faculdades da área não oferecem ainda disciplinas aprofundadas adequadamente para preparar profissionais para o mercado. Mas com tantas ofertas e opções, como você pode escolher um curso de mídias sociais que atenda às suas necessidades e realmente faça diferença no seu currículo?

Se você quer fazer um curso de mídias sociais online e está em dúvida sobre como escolher, vem comigo que vou te contar o que não pode faltar e também vou te apresentar algumas características que precisam te deixar alerta na hora de fazer sua inscrição.

Este post está dividido da seguinte forma:

  1. Curso ou Certificação? O que escolher?
  2. O que você vai aprender em um curso de mídias sociais?
  3. Como saber se o professor é bom?
  4. Quanto custa um curso de mídias sociais?
  5. O certificado é válido?
  6. Alerta! Fuja dessas armadilhas

Vamos lá?!

 

Curso ou Certificação? O que escolher?

Você pode escolher os dois, e estruturar sua formação com cursos e certificações. Entretanto, observe que eles têm finalidades diferentes.

Quando você faz um curso de mídias sociais online, você busca aprender como funciona o processo de gestão de mídias sociais. Em um curso você vai aprender o passo a passo das tarefas de trabalho do social media e, ainda, vai ter contato e entender as plataformas de redes sociais para empresas. Ou seja, o curso está aí para que você aprenda como trabalhar com mídias sociais.

A certificação, por sua vez, está ligada a como você se apresenta para o mercado. Assim, se você quer que as pessoas saibam que você domina uma determinada habilidade, você pode fazer uma certificação que comprove seu conhecimento.

Assim, o indicado é primeiro fazer os cursos para aprender, depois colocar em prática atendendo clientes ou trabalhando em uma empresa, para então estar preparado para fazer uma prova de certificação.

E qual certificação escolher?

O primeiro passo é verificar se as plataformas que você mais domina têm certificações. Atualmente, temos disponíveis as certificações do Facebook (ou da Meta). E, também, as certificações da Twitter Flight School (algumas apenas em Inglês, outras também em Português).

As certificações disponíveis pelo Facebook são:

  • Associado de Marketing Digital – Abrange conceitos de publicidade básica no Facebook, Messenger e Instagram.
  • Marketing Science Certificado pela Meta – Exame de nível profissional sobre o uso de dados, insights e mensuração para fazer recomendações de marketing informadas.
  • Estratégia Criativa Certificado pela Meta – Este exame identifica os candidatos que possuem competência avançada nas habilidades estratégicas necessárias para o desenvolvimento de briefings de criativo orientados por informações, para inspirar e aperfeiçoar o impacto dos criativos móveis e gerar melhores resultados no Facebook, no Messenger e no Instagram.
  • Planejamento de Mídia Certificado pela Meta – Este exame avalia a sua competência na elaboração de uma estratégia de marketing completa da Meta que se alinha aos objetivos de negócios e complementa um plano de marketing holístico.
  • Compra de Mídia Certificado pela Meta – Este exame identifica os candidatos que têm competência avançada nas habilidades, ferramentas, políticas de publicidade e melhores práticas necessárias para comprar anúncios no Facebook, no Instagram e no Messenger.
  • Desenvolvedor de Marketing Certificado pela Meta – Esta certificação avalia a competência na implementação técnica de soluções de marketing. A certificação consiste em duas partes obrigatórias: um exame de múltipla escolha e uma avaliação de programação.
  • Gerente de Comunidade Certificado pela Meta – Este exame identifica candidatos com habilidade de criar, ampliar e manter uma comunidade online por meio de estratégias e ferramentas de criação de comunidades.
  • Spark AR – O exame de certificação Spark AR valida as habilidades que o candidato possui de transformar uma ideia em uma experiência interativa do Spark AR de alta qualidade, incluindo a criação, a publicação e o gerenciamento dessa experiência.

E as certificações disponíveis pelo Twitter são:

  • Introdução ao Twitter – Domínio da configuração de contas do Twitter, navegação na plataforma e definição de presença online.
  • Twitter for Creatives – Domínio das estratégias, ferramentas criativas e práticas recomendadas do Twitter para obter sucesso por meio da criatividade no Twitter.
  • #TwitterFlightSchool Video Badge – Domínio dos tipos de produto de vídeo que o Twitter oferece, e como você pode usar esse tipo de anúncio para mostrar sua mensagem para o mundo.
  • Noções Básicas de Performance – Domínio dos conceitos básicos de publicidade de desempenho e as soluções baseadas em desempenho que o Twitter oferece.
  • Lançamento e Conexão – Domínio de campanhas de lançamento e de campanhas de conexão.
  • Cross-Border Advertising – Domínio das ferramentas de publicidade internacional do Twitter.

Além dessas, que são específicas de mídias sociais, você também pode optar por fazer certificações de áreas relacionadas e outras plataformas de marketing digital, como as certificações do Google.

 

O que você vai aprender em um curso de mídias sociais?

A grade curricular de um curso de mídias sociais vai variar. Alguns cursos são mais generalistas e outros são focados em atividades específicas. Por exemplo, você pode fazer um curso de mídias sociais básico ou pode fazer um curso de anúncios em mídias sociais. O primeiro é generalista e o segundo é específico.

Ao analisar a página de vendas de um curso, você precisa observar a grade curricular para saber quais são os temas abordados nas aulas e se esse conteúdo é o que você precisa. Deixa eu te apresentar 2 exemplos.

O primeiro exemplo é de um curso curto e específico. Aqui está a lista de temas abordados no curso Políticas de Anúncios para conteúdo, criativos e direcionamento, do Facebook Blueprint.

Lendo essa descrição você pode entender que esse curso ajuda a entender o processo de avaliação de anúncios, bem como bloqueios e apelações. E esse conteúdo está dividido em 4 lições, cada uma para cada assunto, com duração de 3 a 5 minutos cada.

Para o segundo exemplo, vamos ver detalhes de um curso mais longo e completo.

As informações de gradu curricular tendem a ser mais elaboradas em cursos completos, que é o que acontece na apresentação da Formação em Social Media. A primeira informação disponível é que o curso começa do básico e aprofunda conhecimentos a cada etapa. Depois disso, você pode entender que são abordados temas como planejamento, conteúdo, anúncios, configurações e relatórios.

Depois disso, você encontra a lista dos 8 módulos que compõem este curso de mídias sociais.

E, se você clicar no nome de cada módulo, você vai encontrar os detalhes e a lista de aulas de cada um.

Assim, leia as especificações e detalhes com cuidado, para entender se o curso ajuda você a dar mais um passo na sua carreira.

 

Como saber se o professor é bom?

Bons professores costumam ter algumas características em comum, como a habilidade de apresentar ideias de forma clara e bem estruturada, além de fazer isso de uma forma agradável e simples de entender. Mas, no caso de um curso de mídias sociais, existem mais alguns fatores que você precisa levar em consideração ao avaliar o professor ou a professora.

Um bom professor de mídias sociais precisa combinar experiência prática com aprofundamento teórico. Uma pessoa que apenas domina a prática talvez não consiga estruturar um curso de forma a fundamentar os conceitos para depois aprofundar cada estratégia. E uma pessoa que domina apenas a teoria, por sua vez, pode ter dificuldade de indicar como aqueles conceitos são aplicados da melhor forma possível na prática.

Dessa forma, procure professores que:

  • sejam formados em áreas relacionadas ao tema que você quer aprender;
  • tenham experiência com ensino; e
  • atuem profissionalmente com mídias sociais.

E, ainda, busque aprender com pessoas que tenham certificações das plataformas e possam, assim, comprovar para você que estão atualizados nos temas que estão ensinando.

 

Quanto custa um curso de mídias sociais?

Você pode encontrar cursos de mídias sociais em preços variados, dos cursos grátis até os cursos com investimento maior. Esses valores variam especialmente em relação à experiência do professor e ao que é entregue em cada curso. Mas eles podem variar, também, de acordo com a estrutura de aulas e atendimento.

O importante é que você saiba que, no caso de cursos pagos, você sempre tem o direito de desistir até 7 dias depois de fazer sua inscrição e receber 100% de reembolso. Isso independentemente de o produtor deixar isso claro na página de vendas ou não.

Esse é o chamado direito de arrependimento, e ele é uma garantia do Código de Defesa do Consumidor (CDC). O art. 49 do CDC deixa claro que “o consumidor pode desistir do contrato, no prazo de 7 dias a contar de sua assinatura ou do ato de recebimento do produto ou serviço, sempre que a contratação de fornecimento de produtos e serviços ocorrer fora do estabelecimento comercial, especialmente por telefone ou a domicílio“. No caso das vendas pela internet, elas são consideradas como vendas fora do estabelecimento comercial.

Ou seja, você pode se inscrever, assistir algumas aulas, entender se aquele é o melhor formato de curso para você e, então, decidir se você quer seguir inscrito ou não.

Além da tranquilidade de saber que você pode desistir em até 7 dias e receber o reembolso, uma outra facilidade das inscrições para cursos de mídias sociais é a possibilidade de parcelar seu pagamento. Em alguns casos, ainda, você pode se inscrever com pagamento parcelado mesmo se não tiver o limite liberado no seu cartão de crédito. Esse é o caso da nossa Formação em Social Media, inclusive.

Então, sempre que olhar o preço de um curso de mídias sociais considere o que está incluído naquele valor:

  • você terá acesso a materiais editáveis para usar depois?
  • as aulas ficam disponíveis por quanto tempo?
  • como é feito o atendimento em caso de dúvidas dos alunos?

Na Formação em Social Media, por exemplo, o investimento é de R$ 766 e nesse valor está incluído:

  • mais de 130 aulas;
  • mais de 25 materiais como templates, guias e planilhas;
  • acesso vitalício;
  • certificado de 30 horas;
  • atendimento diretamente com a professora;
  • aulas com uma professora com mais de uma década de experiência no atendimento de mais de 250 clientes em toda a América Latina, com experiência também em sala de aula e com certificações atualizadas.

Ou seja, menos de R$ 6 por aula (isso sem contar todos os materiais para download), com uma professora que sabe do que está falando e tem experiência didática para ensinar isso de forma clara e simples.

 

O certificado é válido?

Nossas leis federais estabelecem quais tipos de cursos pode ser oferecidos no Brasil e qual é a validade de cada um dos tipos de ensino. Dentre eles estão os cursos livres, e é nessa categoria que estão os cursos online oferecidos por profissionais do mercado.

Os cursos livres são considerados como de educação não-formal de duração variável, destinados a proporcionar ao trabalhador conhecimentos que lhe permitam profissionalizar-se, qualificar-se e atualizar-se para o trabalho.

Ao contrário dos cursos técnicos profissionalizantes e cursos de graduação, os cursos livres não necessitam de prévia autorização para funcionamento nem de posterior reconhecimento do Conselho de Educação competente, conforme a Lei nº. 9394/96, o Decreto nº. 5.154/04 e a Deliberação CEE 14/97 (Indicação CEE 14/97).

Dessa forma, o certificado de um curso livre é válido em todo o território nacional e pode:

  • contar como horas complementares na faculdade;
  • ser inserido no currículo como uma formação de educação profissional.

No LinkedIn você pode incluir seus certificados de cursos livres na área de Licenças e Certificados.

 

Alerta! Fuja dessas armadilhas.

Por fim, para concluir sua análise de uma página de venda de um curso de mídias sociais online, aqui estão alguns pontos que devem ativar um alerta para você. Essas são algumas expressões e estratégias de convencimento que podem estar presentes em diversos tipos de página de venda (até nas minhas), mas elas se tornam problemáticas quando aparecem todas juntas.

Então, se você estiver avaliando um curso de mídias sociais online, e 3 ou mais desses itens aparecerem, cuidado! Você pode estar prestes a cair em um golpe.

  • A grade curricular não está disponível ou não é apresentada de forma clara;
  • Logo de cara você encontra expressões como “Imagine que você…”; “Já pensou…” e outras que remetam a imaginar cenários;
  • O texto traz expressões de “nós contra eles”, como “conheça os segredos de marketing que eles não querem que você saiba”;
  • Metade (ou mais da metade) da página de venda é dedicada a apresentar depoimentos de alunos e não há depoimentos em outras fontes, como avaliações do Google e do Facebook;
  • O curso envolve um método ou uma fórmula;
  • A página de vendas não vende um curso, e sim uma grande promessa que vai acontecer em pouco tempo se você comprar o curso;
  • Valores monetários aparecem em diversos momentos, em frases como “conheça a fórmula que me ajudou a vender mais de R$ 10 milhões” ou “ganhe até R$ 10.000 por mês depois de terminar este curso”;
  • O currículo do professor não é claro, não está disponível facilmente (como um link para o LinkedIn) ou não contém experiências profissionais além de ter criado o método tal;
  • O professor não tem experiência didática anterior, ou seja, esse é o único curso disponível e o currículo não inclui passagens como professor ou palestrante em faculdades, eventos e outros cursos.

Alguns desses itens são mais problemáticos que os outros, mas de forma geral eles podem indicar que o curso oferece promessas que não pode cumprir, como as promessas monetárias. E, ainda, podem indicar que o professor não tem a formação ou experiência necessárias para ensinar os outros, por isso tantos depoimentos e garantias para compensar pelo que falta.

Além disso, podem indicar que algumas coisas estão sendo ocultadas propositalmente, como na seleção de alunos específicos para gravar depoimentos e não ter avaliações em locais públicos, como no Google ou Facebook.

Apenas para deixar claro, não existe uma fórmula ou um método infalível quando se fala de marketing digital. Ações como criação de conteúdo, anúncios e outras dependem de conhecimento técnico aliado a investimento e persistência. Não existe roda para ser reinventada. Não é um anúncio que vai te deixar rico. Não é uma sequência de 5 e-mails isolados que vai fazer você vender muito. Tudo é questão de consistência, seja na construção de tráfego orgânico, seja na otimização de campanhas pagas.

Outro ponto a se observar é a linguagem usada em aulas e webinários gratuitos que você pode acessar antes de fazer sua inscrição.

É possível que você assista uma aula em que o professor apresente um pedacinho do conhecimento como um aperitivo e, ao fim, te diga que para você saber mais, pode se inscrever no curso tal.

Essa estratégia de aulas gratuitas é útil para os professores que ainda não são conhecidos, que não criam conteúdo em vídeo para canais digitais ou que não têm avaliações dos alunos sobre seus cursos. Pode ser, também, uma forma de atrair pessoas indecisas que precisam de um pouco mais de segurança antes de fazer a compra.

Por outro lado, essas aulas podem trazer algumas expressões estranhas e até assustadoras na sua linguagem. Em algumas aulas a gente até encontra palavras e expressões que são associadas a líderes carismáticos e grupos radicais. Em alguns casos, elas são usadas sem segundas intenções. E pode até ser que o professor ali do outro lado tenha aprendido com um guru qualquer que essas estratégias linguísticas são perfeitas para “vender como água no deserto”.

Mas, quando elas são usadas, você precisa prestar atenção.

  • Linguagem carregada de emoção – se tudo for muito incrível ou um segredo, se esta for uma oportunidade única que vai mudar a sua vida, desconfie. Afinal, o que você precisa é apenas de um curso que te ensine o que você precisa saber.
  • Bombardeio de amor – você sempre é lembrado do quanto você é especial por estar assistindo aquela aula gratuita, o professor elogia os alunos por nome quando estão com a câmera aberta, e quem fica até o fim (que geralmente é desenhado para terminar bem tarde) é recompensado com um desconto extra ou uma oportunidade exclusiva.
  • Linguagem exclusiva – o tal método criado pelo professor vira uma sigla, conhecida apenas pelos participantes da aula, e além da sigla, ele usa palavras técnicas específicas, muitas vezes em outras línguas, que indica que apenas os escolhidos conhecem essa linguagem e, por isso, são especiais.
  • Clichês terminadores de raciocínio – quando alguém tem a audácia de questionar, o professor responde com expressões absolutas feitas para encerrar o assunto, ao mesmo tempo em que ele não apresenta uma explicação técnica e plausível para o que ele está ensinando. Alguns exemplos são “confia no método”, “isso é assim mesmo”, “você precisa seguir essa exata estrutura ou então não vai dar certo”, “pense no que eu estou falando e amanhã a gente conversa”, “você está pensando demais, acredita em mim, é só seguir este passo a passo”.

 

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 31/03/202213/02/2023Categorias Como usar as redes sociais, Empreender em Social MediaDeixe um comentário em Como Escolher Um Curso de Mídias Sociais Online?

Pixel do Facebook: ele vai mesmo acabar?

Pixel do Facebook: ele vai mesmo acabar?

Nas últimas semanas você deve ter visto os gurus de marketing tentando te vender um curso porque o Pixel do Facebook vai acabar (ou morrer, ou this is the end my friend). Ou seja, “é o fim do Pixel do Facebook e você pode se preparar comprando este curso por apenas R$ 97”.

Mas será que você precisa de mais um curso?

E, afinal, o que é fato e o que é ficção quando o assunto é o fim do Pixel do Facebook?

Te conto todos os detalhes neste post e você nem precisa pagar por isso. Vamos lá?

 

1. A mudança é muito maior do que você imagina (não é só do Pixel do Facebook)

Sim, vou começar já com as más notícias porque assim a gente tira as dúvidas da mesa e abre espaço para coisas mais importantes, como os cookies. Mas, antes dos cookies, deixa eu te explicar o que está acontecendo.

Desde o começo de 2020 o Google vem anunciando que vai aos poucos remover do seu navegador (o Google Chrome) as funcionalidades que permitem o uso de cookies de terceiros para monitorar o comportamento dos usuários. Em março de 2021, novamente, eles publicaram uma nota dando mais detalhes das razões para essa mudança.

A grande razão, segundo eles, é que os usuários estão cada vez mais preocupados com sua privacidade e, por isso, o Google Chrome não vai mais permitir o monitoramento com cookies de terceiros, agora só vai valer monitoramento por API.

Antes de eu falar sobre a motivação real do Google em cortar os cookies de terceiros, deixa eu te explicar algumas coisas técnicas.

 

Foto de Lisa Fotios no Pexels

2. O que você precisa saber sobre cookies

Adoraria te passar minha receita preferida mas, infelizmente, esses cookies aqui não são de comer.

Um cookie é um pequeno arquivo que é instalado em um site para poder se conectar a cada visitante e, assim, obter informações sobre sua navegação. Os cookies são usados para diferentes finalidades e te explicarei cada uma delas a seguir.

– Técnica

Um cookie ajuda a controlar o tráfego de um site, identificar usuários (é novo? já é cliente?) e armazenar dados básicos de cada visita.

– Personalização

Cookies são parceiros quando você precisa entregar uma experiência personalizada ao visitante, como ajustar o idioma dependendo do país do acesso. E, ainda, adequar imagens e configurações para diferentes navegadores ou outras configurações de navegação.

– Monitoramento

Se você precisa de dados mais aprofundados do comportamento dos visitantes no seu site, um cookie pode te ajudar a entender melhor cada sessão.

– Publicidade

Os anúncios que você cria podem ter resultados melhores quando você usa um cookie para personalizá-los de acordo com o comportamento das pessoas no seu site. E os cookies ainda ajudam você a monitorar as conversões e o retorno das campanhas.

Olhando essas finalidades dá pra entender que elas podem ser mais simples ou mais avançadas, dependendo da necessidade de cada empresa e cada site. É por isso que temos diferentes tipos de cookies, próprios e de terceiros.

• Próprios

Um cookie próprio é aquele pertencente ao próprio site e, geralmente, ele é usado para coletar dados básicos da navegação e ajudar o site a manter seu funcionamento básico em dia.

Quando usamos plataformas como o WordPress e o Wix para criar nossos sites podemos ter acesso a relatórios básicos. Esses relatórios são criados a partir de dados coletados por cookies próprios.

• De Terceiros

Quando tem um terceiro envolvido na conversa quer dizer que esse cookie não é do dono do site. Ele é fornecido por outra empresa para intermediar o monitoramento de ações em conjunto.

Este é o caso das tags do Google Analytics, do Google Ads, do Facebook Ads, do Pinterest Ads e qualquer outra plataforma de anúncios em meio digital.

É aqui que entra o Pixel do Facebook.

 

3. Quando os cookies vão parar de funcionar

A data ainda é incerta. O Google já tinha ameaçado cortar os cookies de terceiros, mas não levou adiante. Por enquanto (estou escrevendo em janeiro de 2022) não há uma data definida publicamente para essa mudança entrar em vigor.

Então, desconfie do guru que te disser que sabe quando é, ok?

 

4. Razões reais e alternativas ao Pixel do Facebook

Eu sei que parece super bonito ler que o navegador mais usado no mundo está preocupado com a sua privacidade. Mas, se você já ouviu meu episódio de podcast sobre os monopólios digitais, você já sabe que não é bem assim.

[sc name=”podcast-episodio01″ ][/sc]

O Google, o Facebook e as demais plataformas de anúncios disputam um mercado de bilhões (trilhões, talvez) de dólares em anúncios. Essa é a principal fonte de renda dessas plataformas e nenhuma delas está pronta para abrir mão do dinheiro.

O Google paga milhões aos fabricantes de celulares para garantir que mais e mais dispositivos tenham como navegador padrão o Google Chrome ou para que o Google seja a plataforma de pesquisa padrão dos dispositivos.

E o Google ganha ao barrar os cookies de terceiros, porque aumenta o custo das campanhas criadas nessas outras plataformas e torna elas menos atraentes para quem anuncia. Por essas e outras razões é que talvez demore um pouco para que os cookies de terceiros deixem de funcionar no Google Chrome.

Também podemos ver alguma batalha judicial relacionada à monopolização.

Mas a boa notícia é que as plataformas de anúncios estão se preparando e algumas até já têm alternativas para o monitoramento das campanhas, que é o caso do Facebook Ads com sua API de Conversões.

 

5. Como você pode se preparar se você usa o Pixel do Facebook atualmente

Se você já trabalha com o Pixel do Facebook em suas campanhas de conversão, você precisa apenas conectar a API de Conversões ao seu site ou aos sites dos seus clientes.

A API de Conversões conecta seu site aos servidores do Facebook de forma direta e permite uma coleta de dados ainda mais precisa que a do Pixel, porque não sofre com a interferência de permissões de intermediários.

Assim, além do Pixel do Facebook, você já pode fazer a implementação da API de Conversões e deixar seu site preparado para quando o Google decidir cortar os cookies de terceiros pela raiz.

O caminho mais simples para fazer a instalação é verificar se a plataforma em que você criou ou hospedou seu site permite essa conexão de forma facilitada. WordPress, Shopify, Wix e outras já têm essa integração e você pode seguir um passo a passo e ativar a API de Conversões em poucos minutos.

Ou você pode fazer a implementação por outros caminhos, como pelo Google Tag Manager ou solicitando esse serviço para o desenvolvedor do seu site. Aqui você encontra mais detalhes da integração.

 

6. E se eu não tenho site nem faço anúncios de conversão?

Então você não tem com o que se preocupar neste momento.

O fato é que você possivelmente não precisa comprar um curso para se adequar a esta mudança. Alterações técnicas são recorrentes no marketing digital e, a partir do momento em que você tem uma boa base de conhecimento, você pode seguir as instruções da tela da plataforma e seguir um passo a passo para fazer o que for preciso.

Agora, se você não sente segurança de usar o Pixel do Facebook e quer ter uma boa base, aí eu te convido a conhecer a Formação em Social Media para aprender cada detalhe de como instalar, configurar e usar essas ferramentas de monitoramento.

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 10/01/202213/02/2023Categorias Como usar as redes sociais, Empreender em Social MediaDeixe um comentário em Pixel do Facebook: ele vai mesmo acabar?

Tendências de Marketing de Mídias Sociais 2022

Tendências de Marketing de Mídias Sociais 2022

Quer saber quais são as tendências de marketing de mídias sociais para 2022? Neste post você vai encontrar algumas apostas do que vai ser mais importante no próximo ano.

As tendências de marketing de mídias sociais que vou indicar neste post foram compiladas a partir de pesquisas de três fontes –  Social Media Examiner, Hubspot e Hootsuite.

Ou seja, analisei umas 100 tendências e selecionei as 09 que mais se repetiram.

Assim, você vai ter acesso às previsões mais relevantes sem precisar ler uma centena delas. As fontes da minha pesquisa estão no final do post.

Vamos lá?

  1. O TikTok vai ter seu grande ano em 2022
  2. O público quer comprar via Redes Sociais
  3. Você vai precisar dominar os anúncios em múltiplas plataformas
  4. SAC via site e telefone é coisa do passado
  5. A batalha entre conteúdo curto e longo será ainda maior
  6. A vida das trends será ainda mais curta
  7. As empresas vão encarar criadores de forma diferente
  8. O foco estratégico será essencial para quem quiser se destacar
  9. Conteúdo em pílulas

 

1. O TikTok vai ter seu grande ano em 2022

Não preciso nem dizer que é bom ter cuidado ao decidir investir em uma nova plataforma. Isso porque nem sempre ela é adequada para nosso produto ou não alcança nosso público-alvo.

Mas os dados mostram que o TikTok ultrapassou a marca de 1 bilhão de usuários em setembro de 2021. Assim, ele alcança a posição de 4° plataforma de rede social mais usada no mundo, se excluirmos as redes de mensagens como o WhatsApp e o Facebook Messenger.

Isso poderia não significar nada, mas o fato é que o TikTok cresceu 45% em menos de 1 ano. Em comparação, o Instagram cresceu em 6% 2020.

Por outro lado, de acordo com a pesquisa mais recente do Hootsuite, apenas 38% dos profissionais de marketing digital estimam aumentar seus investimentos em TikTok Ads.

Que ação você precisa tomar?

Essa é uma daquelas tendências para esperar e ver o que acontece. Enquanto isso, vale criar o usuário com o nome da sua marca para não perdê-lo no futuro, se você mudar de ideia e decidir migrar para lá.

2. O público quer comprar via Redes Sociais

Que a pandemia mudou o comportamento do consumidor você já sabe. O que você talvez não saiba é que existe um movimento crescente de vendas que acontecem a partir das redes sociais (via marcação de produtos em posts e stories, loja no Facebook e Instagram, etc.).

Antes da Covid bater às nossas portas, 81% das pessoas usavam redes sociais para descobrir novas marcas e produtos. A diferença é que, agora, as pessoas não só querem ver itens do seu interesse, mas sim poder fazer sua escolha e compra de forma rápida e simples a partir do feed inicial.

Lista de tarefas

Antes de mais nada, se sua empresa ainda não vende online, você deve se preparar para isso. Existem várias plataformas de e-commerce que são prontas para usar de forma simples e com preço acessível.

Crie sua loja, integre-a com as redes sociais e comece a marcar produtos nas suas publicações e a fazer anúncios para pessoas que possam se interessar pelos seus produtos.

E, se você já vende online, o caminho é estruturar sua estratégia de vendas com ainda mais cuidado para 2022.

3. Você vai precisar dominar os anúncios em múltiplas plataformas

Imagino que você já saiba que, quanto mais usuários uma rede social tem, mais difícil vai ser de alguém te ouvir em meio a tanta conversa, né?

Por isso, os anúncios serão indispensáveis no próximo ano se você quiser vender pelas redes sociais. E deixa eu ser sincera. Em 2020 e 2021 você já precisava de anúncios para vender online. Mas a realidade é que muitas pessoas ainda têm receio de ser passadas para trás por profissionais pouco honestos.

Na pesquisa do Hootsuite vemos que 43% dos entrevistados consideram como maior desafio a necessidade de fazer anúncios.

Sabe qual é a solução para não ser passado para trás? Aprender tudo o que você puder sobre anúncios em redes sociais para, assim, poder exigir qualidade de quem presta esse serviço para você.

Como você deve se preparar?

Siga criando o melhor conteúdo que você puder para as redes sociais. Busque otimizar seu alcance orgânico (sem anúncios) ao máximo com o uso estratégico de hashtags, e gerando conversas transparentes com seus seguidores.

Lembre que seus melhores posts orgânicos podem acabar virando seus melhores anúncios, então não existe razão para parar de publicar.

Mas, ao mesmo tempo, estude sobre anúncios em mídias sociais. Existem várias opções e você pode até aprender comigo. É só se inscrever no meu curso de Social Ads.

4 SAC via site e telefone é coisa do passado

Se você pensou que poderia seguir sem responder às mensagens e comentários, sinto muito dizer que você pensou errado.

As pessoas não querem ficar ouvindo uma musiquinha por minutos a fio enquanto o atendente tenta elaborar uma resposta. O que todo mundo quer é poder ser atendido rapidamente, de forma simples e, de preferência, em uma plataforma do dia-a-dia.

Não tem mais como você fugir dos comentários, das mensagens, do WhatsApp e do Telegram.

O que eu devo fazer, então?

Primeiro, respire fundo. Depois, pegue todos o ranço que você tem de dúvidas e reclamações do consumidor em redes sociais e jogue ele no lixo.

Depois disso, faça uma varredura nas suas formas de contato para verificar o que está ativo e para ativar o que não estiver ligado.

Elabore respostas para as perguntas mais frequentes e use os recursos que facilitam a conversa nas mensagens privadas, como as mensagens automáticas do Facebook e do Instagram.

5 A batalha entre conteúdo curto e longo será ainda maior

Uma das tedências de marketing de mídias sociais para 2022 é velha conhecida de quem trabalha no digital há alguns anos. Posts com mais informações, vídeos mais longos e e-mail marketing com conteúdo já são bem conhecidos do público.

A maior mudança, em 2022, deve ser em relação ao formato. Ou seja, possivelmente mais e mais empresas adotarão uma comunicação long-form em áudio. Nosso querido podcast.

(E parece que todo ano é o ano do podcast, né?)

Por outro lado, o crescimento da audiência de vídeos curtos não pode ser ignorada. Ao mesmo tempo em que não podemos nos esquecer que o aumento da duração dos vídeos em Reels (para até 60 segundos) e do TikTok (para até 3 minutos) indicam que o público quer conteúdo um pouco mais longo.

Que confusão, né? Essa promete ser uma das grandes batalhas de 2022, entre conteúdo curto e longo.

De acordo com a pesquisa do Hubspot, o conteúdo longo em áudio, o conteúdo longo em vídeo e o conteúdo curto em vídeo são tendências de marketing de mídias sociais para 2022.

Prepare-se para a luta

Mas não precisa escolher torcer para nenhum dos lados, ok?

O que você precisa fazer é se familiarizar com os diferentes formatos e diferentes durações. Se você já cria conteúdo curto, que tal testar criar para mais minutos? Ou vice-versa.

E, se você nunca usou Reels ou TikTok no seu negócio, que tal reutilizar o conteúdo dos seus posts com maior engajamento em 2021 e criar vídeos curtos e longos?

6 A vida das trends será ainda mais curta

Você não faz ideia do que eu estou falando? As trends são as modas passageiras das redes sociais. Pode ser uma dancinha no TikTok, pode ser um meme no Instagram ou músicas e estéticas específicas.

A Geração Z continuará a dar o tem dessas trends a partir de momentos da cultura popular, com foco em autenticidade, personalidade e relacionabilidade. E, como essa geração está sempre ligada no que está acontecendo, a tendência é que sejam criadas novas trends em intervalos mais curtos.

Essa tendência é um desafio para as empresas?

Sim. As empresas precisam se preparar para ouvir mais os profissionais responsáveis pelas mídias sociais e reduzir o tempo de aprovação dos diferentes conteúdos.

Você não vai querer ficar parecendo a pessoa perdida do rolê que só engaja na trend despois que ela já passou, né?

7 As empresas vão encarar criadores de forma diferente

O Hootsuite estima que mais de 70% das empresas americanas vão usar o trabalho de criadores de conteúdo para expandir seus esforços de conteúdo orgânico.

Já o Hubspot observa que essa tendência é relevante porque o conteúdo menos editado, mais real é o que conecta as pessoas a esses criadores, muitos deles micro ou nanoinfluenciadores.

Essa é, também, uma tendência que cresceu durante a pandemia, e ela se conecta com a necessidade de conexão dos consumidores.

Como você pode aproveitar essa tendência?

Tenha clareza sobre quem é seu público-alvo e quem ele acompanha nas redes sociais, esse é seu primeiro passo.

Busque ativamente por esses criadores e influenciadores e desenvolva uma estratégia bem fundamentada para o conteúdo dos criadores que você pretende contratar.

Lembre que as pessoas seguem determinados influenciadores justamente por causa do conteúdo que eles criam, assim, de nada adianta contratar uma pessoa e depois querer ficar dando pitaco em como ela vai falar sobre seu produto ou serviço.

E, por fim, saiba que o trabalho dos criadores não é de graça e que eles não têm como pagar o aluguel com seus produtos. Ou seja, prepare-se para negociar como gente grande e pagar de forma profissional.

8 O foco estratégico será essencial para quem quiser se destacar

Uma coisa é fato: dezenas de novas ferramentas e plataformas vão surgir em 2022. Mas isso não quer dizer que sua empresa precise usar todas elas. Por isso, é fundamental saber onde sua empresa quer chegar, qual é seu público-alvo e onde ele está presente.

Deixar de lado essas definições pode acabar fazendo você perder tempo e dinheiro para seguir a moda de uma determinada plataforma que, na verdade, não tem como trazer lucros para você.

Prepare-se para essa tendência de marketing de mídias sociais

Você precisa ter um planejamento de marketing bem estruturado. Não tem ele ainda? Ou acha que seu planejamento está desatualizado? Não tem problema, esse é o momento ideal para revisar seu planejamento e se preparar para 2022.

9 Conteúdo em pílulas

No decorrer das tendências que pesquisei e reuni neste post fica claro que o tempo de atenção das pessoas está menor. Consequentemente, você precisa adaptar seu conteúdo para um formato de entrega em pequenas partes ou pílulas. E isso só é ruim se você não estiver pronto para se adaptar.

Um bom exemplo de conteúdo em pílulas é um post em carrossel no Instagram, em que cada card entrega um pedaço da informação. Olhe o post abaixo para entender a ideia.

 

Ver essa foto no Instagram

 

Uma publicação compartilhada por Petit Mídias Sociais (@petitescola)

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Por onde começar?

Minha dica é começar pelos seus conteúdos com maior engajamento deste ano. Analise esses posts de redes sociais e posts de blog e verifique quais deles você pode transformar em um formato pílula, curto e direto ao ponto.

Lembre que quanto mais atrativo visualmente, melhor será seu resultado com esse conteúdo, e use sua criatividade para explorar diferentes posicionamentos para seu conteúdo além do feed, como os Reels, o Pinterest e o TikTok.

E então, depois de ler essas 10 tendências de marketing de mídias sociais para 2022, você está preparado para encarar as mudanças do mercado?

Aqui estão as fontes de tendências de marketing de mídias sociais usadas para desenvolver este post, boa leitura!

Social Media Trends 2022 (hootsuite.com)

Top 9 Social Media Trends to Prepare for in 2022 (hootsuite.com)

10 Social Media Trends Marketers Should Watch in 2022 [Data + Expert Tips] (hubspot.com)

Social Media Marketing Trends for 2022: Predictions From the Pros : Social Media Examiner

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 02/12/202113/02/2023Categorias Como usar as redes sociais, Empreender em Social MediaTags tendências de marketing de mídias sociais, tendências de marketing digital, tendências de mídias sociaisDeixe um comentário em Tendências de Marketing de Mídias Sociais 2022

Como fazer um portfólio de mídias sociais?

Como fazer um portfólio de mídias sociais?

Você encontrou uma vaga de mídias sociais que pede um ‘Portfólio de mídias sociais’ para que você possa se candidatar. Mas você não tem um portfólio e nem sabe por onde começar? Vou te explicar neste post, vem comigo!

 

O que é um portfólio de mídias sociais?

Antes de mais nada, vamos definir o que é um portfólio de mídias sociais. Um portfólio é uma pasta em que se guarda, de forma organizada, as informações que fazem parte de um projeto. Vários profissionais organizam suas criações em portfólios, como arquitetos, fotógrafos e designers.

E se escreve assim mesmo, viu? Portfólio e não portifólio.

Assim, um portfólio de mídias sociais é o conjunto dos trabalhos que você desenvolveu em mídias sociais durante a sua carreira. É claro que não cabe tudo no portfólio e quem recebe nem vai querer olhar quarenta mil trabalhos, né? Então, o que você vai fazer é reunir os seus melhores trabalhos, os que mais trouxeram resultados para seus clientes e, ainda, aqueles que foram reconhecidos pelo mercado, seja por terem viralizado ou por uma premiação da área.

Agora que você já sabe o que é um portfólio de mídias sociais, você pode estar se perguntando em que formato você vai apresentá-lo ao se candidatar a uma vaga.

 

Qual é o melhor formato?

A resposta é: digital. Nós trabalhamos em uma área digital, então não tem muito razão para imprimir seu portfólio. Quando você se candidata para uma vaga de trabalho, a entrega dos documentos solicitados algumas vezes é feita por e-mail e em outras vezes é feita via site da empresa. Sendo assim, você pode ter um link de acesso para seu portfólio ou você pode ter um arquivo em PDF com o seu portfólio. Ambas as opções podem ser entregues no momento da candidatura.

Para fazer seu portfólio online a plataforma mais popular é o Behance. Essa é uma plataforma da Adobe e, portanto, ela é criada para apresentação de criações de design. Então, se o seu trabalho for focado em design, fotografia, ilustração ou vídeo, essa é a plataforma para escolher.

Mas pode ser que você não crie artes nem nada visual. E aí o que é que você faz? Há vários caminhos possíveis, desde criar uma apresentação de slides com seus melhores trabalhos, até criar um site para apresentá-los.

Pessoalmente, prefiro a opção do site porque é fácil de acessar e a apresentação visual pode ser mais dinâmica.

 

Mulher usando computador. Como fazer um portfolio de mídias sociais.Mariana, um site? Eu tô justamente procurando um trabalho que pague melhor, não tenho dinheiro para isso!

Você não precisa investir muito além do seu tempo. Use uma plataforma que tenha opção de criar um site gratuito, como WordPress ou Wix.

Você pode, inclusive, ter um domínio com o seu próprio nome (seunome.com.br, o que custa algo em torno de R$ 50 por ano) e redirecionar para seu site gratuito (que vai ter um domínio seunome.wordpress.com, por exemplo). Use um template pronto, insira todas as informações que já estão no seu currículo e acrescente seus trabalhos.

E não precisa entrar em pânico, criar um site em uma dessas plataformas não tem nada que um profissional de mídias sociais não saiba fazer.

Nesse caminho, você ainda pode colocar em prática habilidades como instalação de pixel do Facebook e tags de Google. Quem sabe até criar um blog para mostrar ao futuro contratante que você domina mesmo a sua área de atuação?

O que não pode faltar?

Agora que você já sabe em que formato pode criar seu portfólio de mídias sociais, vamos falar sobre o que não pode faltar nele. Para começar, você precisa levar em consideração a sua área de atuação nas mídias sociais. Alguns exemplos:

  • Você cria artes, cria textos ou cria os dois? Neste caso seu portfólio será mais visual, com as artes criadas e/ou prints dos textos publicados nas mídias sociais. Em caso de posts de blog você pode inserir um print do cabeçalho do post e inserir o link para leitura.

 

  • Seu trabalho envolve monitoramento de mídias sociais ou performance de campanhas em mídias sociais? Para esses trabalhos o ideal é trabalhar com uma estrutura de estudo de caso – qual era o problema do cliente, qual foi a solução planejada, como essa solução foi executada e qual foi o resultado alcançado.

 

  • “Meio que faço de tudo para cada cliente”. Então escolha a estrutura de estudo de caso de cada cliente, apresente resultados e as artes e textos que você criou.

 

 

Como fazer um portfólio de mídias sociais?

O último passo dessa nossa conversa é falar sobre a estrutura do seu portfólio. A primeira coisa que você precisa fazer é o básico da sua apresentação:

  • Quem você é?
  • Qual é sua formação?
  • Onde você trabalhou e o que você fazia nesses trabalhos?
  • Quais são os cursos que você fez além da sua formação?
  • Quais são suas maiores habilidades?
  • Como você se diferencia dos demais profissionais?
  • Qual é o melhor canal de contato com você?

Se formos pensar em uma estrutura de site, este pode ser a sua página de “Sobre” ou “Quem sou”.

Depois disso, você vai estruturar a apresentação dos seus trabalhos e, para isso, você pode usar diversas formas de organização. Você pode separar por tipo de trabalho – artes aqui e textos ali – ou pode separar por cliente – isso aqui é tudo de melhor que entreguei para o cliente X. E, ainda, você pode apresentar seus trabalhos em ordem cronológica.

Eu, particularmente, gosto da separação por cliente em ordem cronológica, mas faça o que seu coração mandar para apresentar o seu melhor.

E, por fim, comentei ali em cima sobre talvez ter um blog, né?

Sabe o que um blog pode fazer por você? Ajudar na construção de autoridade. Posts de blog ajudam você a demonstrar que você domina suas tarefas de trabalho e, ainda, que você consegue organizar suas ideias em um texto bem escrito sem erros gritantes. Além disso, construir autoridade demonstra que você está no caminho de ser um destaque na sua área de atuação. Você deixa claro que você tem interesse, que está construindo conhecimento e que pode ser uma boa adição à equipe do contratante. E isso tudo com 2 a 4 posts por mês.

Afinal, quer maneira melhor de demonstrar o seu domínio do marketing em mídias sociais do que vender o seu próprio peixe?

 

Alguns avisos importantes

Antes de terminar, preciso apenas pedir sua atenção para um detalhe importantíssimo.

Quando você criar seu portfólio, você precisa de autorização por escrito do cliente antes de inserir suas criações. Ou seja, você precisa apresentar para o cliente um termo em que fique definido o que você pode e o que você não pode falar sobre aquele trabalho.

Por exemplo: a agência em que você trabalhava antes permitiu que você divulgasse as criações como sendo suas? O cliente permitiu que você adicionasse os trabalhos da marca dele no seu portfólio? Você combinou que pode apresentar os posts de mídias sociais, mas e os dados de crescimento do perfil do Instagram, o cliente liberou? Tem permissão para tornar público qual era o problema que você ajudou o cliente a solucionar? Pode divulgar valores de investimento? E o faturamento? Pode tornar público o ROI (retorno do investimento) das campanhas?

No fim, estamos falando sobre informações que muitas vezes são estratégicas, e o cliente é o detentor delas. Por isso você precisa ter cuidado e sempre solicitar autorização. Vale a pena contratar um advogado para redigir um termo de cessão de imagem para você, definindo o que você pode ou não abrir sobre seus trabalhos.

Minha dica final? Crie seu portfolio, divulgue o seu trabalho, faça para você todo o trabalho que você faria para um cliente. E voe mais alto. ❤

Se você ficou alguma dúvida, então escreva um comentário que responderei para você!

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 02/03/202113/02/2023Categorias Empreender em Social MediaTags portfolio de mídias sociais1 comentário em Como fazer um portfólio de mídias sociais?

O Que Mudou no Comportamento Digital do Consumidor Durante a Pandemia?

O Que Mudou no Comportamento Digital do Consumidor Durante a Pandemia?

Muita coisa mudou em 2020, né? Algumas empresas descobriram que dá para vender online e ter bons resultados, outras fecharam, algumas pessoas se redescobriram no isolamento e muita gente aprendeu a fazer pão.

E tudo isso foi compartilhado em tempo real nas redes sociais, então o Twitter compilou uma série de dados da pandemia que nos ajudam a entender o que mudou na vida das pessoas desde março de 2020.

Aqui estão os dados que considerei mais interessantes para compartilhar com você:

– O termo ‘Live’ foi o mais usado nas conversas sobre música de março a abril;

– 17 de março de 2020 foi o dia mais triste da história do Twitter desde que as emoções dos tweets começaram a ser monitoradas em 2009;

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– As conversas sobre saúde mental aumentaram 41% no Twitter desde março;

– A maioria das pessoas acredita que as marcas agora devem ser solidárias, positivas, informativas e atenciosas;

– Só 7% acreditam que o tom da comunicação das marcas não precisa mudar;

– As pessoas estão publicando 50% mais na rede social;

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– 59% das pessoas se sentem inseguras em relação às suas finanças pessoais;

– As menções diárias sobre pão cresceram 37%.

E o que nós, enquanto profissionais das mídias sociais, devemos fazer neste momento?

  1. Procurar formas de se conectar virtualmente com os seguidores abraçando um pouco mais as imperfeições. O importante é transmitir sua mensagem, não precisa ser uma megaprodução.
  2. Nos adaptar às mudanças de emoção do público e entender que o tom de voz das marcas precisa estar em constante evolução.
  3. Buscar formas mais sustentáveis de trabalhar, permitindo que nossa saúde mental seja protagonista da história e não um incômodo.
  4. Ser realmente honesto, se responsabilizar pelos posicionamentos da marca e não só falar sobre os temas do momento por falar.
  5. Entender como as conversas da sua marca podem trazer conhecimento e dicas para as pessoas, com conteúdos autênticos e engajados com todos os grupos.
  6. Incentivar a desaceleração.

Se interessou pelo assunto?

Então baixe o estudo completo do Twitter para ver todos os detalhes (é maravilhoso, recomendo): NovasConversas_Analise_de_Comportamentos_Twitter (2).

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Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 05/10/202015/10/2020Categorias Como usar as redes sociais, Empreender em Social MediaTags comportamento do consumidor, dados sobre usuários das redes sociais, Facebook, Instagram, pandemia, twitterDeixe um comentário em O Que Mudou no Comportamento Digital do Consumidor Durante a Pandemia?

4 Coisas que Você Deve Fazer Depois de Publicar um Novo Post no Seu Blog

4 Coisas que Você Deve Fazer Depois de Publicar um Novo Post no Seu Blog

Manter um blog atualizado é, possivelmente, a melhor forma de gerar tráfego para seu site, e isso vale para qualquer área de atuação. Mas depois de publicar no seu blog há 4 coisas que você precisa fazer ou seu post acabará se perdendo por falta de tráfego.

Um bom blog é importante para melhorar a posição do seu site no Google ou Bing, e ainda, para gerar tráfego de pessoas interessadas nas palavras-chave relacionadas ao seu negócio. E leitores podem virar consumidores, então continue a ler para ver como começar com o pé direito depois de clicar em ‘Publicar’.

1. Solicite a indexação do seu novo post no Google

Se a ideia é ter um blog que gere tráfego, a primeira coisa que você precisa fazer é garantir que o Google faça a indexação do seu post. Para isso, você precisa acessar a guia de Inspeção de URL do Google Search Console, colar a URL do seu post e aguardar a inspeção. Ao terminar, você verá um aviso de que esta página ainda não aparece nos resultados de pesquisa do Google, então clique em Solicitar Indexação.

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O Google Search Console verificará se a nova página tem algum problema e, se estiver tudo certo, fará a indexação dela e você verá todos os elementos cinza ficarem verdes.

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Pronto, seu post está ao vivo e disponível para o mundo. Vamos ao próximo passo?

2. Compartilhe nas redes sociais.

Parece até bobo dizer isso, mas se você precisa gerar tráfego a melhor forma de fazer isso é compartilhar seu link com o público que já conversa com sua marca nas redes sociais.

Antes de compartilhar seu post no Facebook, lembre de inspecionar sua URL no Depurador de Compartilhamento para ter certeza de que a imagem e o título corretos serão exibidos na sua publicação.

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No Instagram você não pode usar um link no texto de descrição do seu post (bem, você até pode, mas ele não será clicável e acaba mais atrapalhando que ajudando), então lembre de pedir aos seus seguidores que cliquem no link que está no seu perfil.

Aproveite para ver nosso post sobre as 6 formas de compartilhar links no Instagram.

Se sua empresa está presente também em Twitter, LinkedIn e outras plataformas de redes sociais, compartilhe seu post por lá também e não esqueça do Pinterest.

O Pinterest  é plataforma muitas vezes deixadas de lado, mas se usado direitinho pode trazer resultados expressivos em Alcance para a marca (especialmente se sua marca estiver dentre as 10 categorias mais pesquisadas no Pinterest – Alimentos e bebidas; Decoração; Turismo; Saúde e Bem-Estar; Moda; Cabelo e Beleza; Faça-Você-Mesmo e Artesanato; Entretenimento; Casamentos; Eventos e Feriados).

Nosso desempenho recente no Pinterest. E o melhor: 100% orgânico.
Nosso desempenho recente no Pinterest. E o melhor: 100% orgânico.

3. Divulgue o post para seus assinantes

Você tem uma lista de assinantes, pessoas que já indicaram que gostariam de receber novidades sobre sua marca? Este é um bom momento para conversar com elas, mas lembre que não pode ser a única ocasião em que você conversa com as pessoas. Dê uma olhada no nosso post sobre Funil de Marketing para entender melhor como o e-mail entra na sua relação digital com consumidores.

4. Mantenha seu post atualizado

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Se você pensa que seu trabalho termina no momento em que o post vai ao ar, está se enganando. Para que seu blog seja uma fonte de tráfego você precisará ter atenção aos sinais que indicam que seu conteúdo precisa ser atualizado.

O próprio Google Search Console pode ajudar você com isso, mas também o Google Analytics e outras ferramentas, como Ubersuggest (quem já fez nosso curso de mídias sociais sabe o quanto essa é uma ferramenta útil) e ClickFlow.

Anotou os 4 passos? Então agora é hora de criar seu novo post e colocá-los em prática!

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 10/08/202013/02/2023Categorias Como usar as redes sociais, Empreender em Social Media, MétricasTags Facebook, Instagram, SEODeixe um comentário em 4 Coisas que Você Deve Fazer Depois de Publicar um Novo Post no Seu Blog

Como criar uma página de vendas que realmente venda?

Como criar uma página de vendas que realmente venda?

Seu site não está trazendo resultados para você? Uma boa página de vendas tem uma anatomia própria, aqui tem um modelo de 8 partes que você pode colocar em prática hoje mesmo.

Parte 1 – Títulos e subtítulos

Você já deve saber que nem todo mundo lê uma página de vendas até o fim. Isso acontece porque algumas pessoas são mais impulsivas que outras.

Quem age por impulso vai ler menos e decidir antes. Quem precisa se sentir 100% seguro na compra, vai precisar de mais estímulo (e mais texto) antes de clicar em Comprar.

É por isso que uma boa página de vendas contempla essas diferentes personalidades. E é por isso que seu título e subtítulo precisam ser impactantes, deixar claro o que é o produto ou serviço, e fazer a pessoa que está do outro lado parar tudo o que está fazendo para ler.

Para isso, você precisa focar em:

  • Qual é o benefício central do seu produto ou serviço?
  • Como você pode despertar alguma emoção no consumidor?

O resultado precisa ser uma frase que diga tudo (os exemplos são extremos, para deixar clara a ideia, não leve muito a sério, ok?), como:

“Você comete estes erros na limpeza da sua pele?” – Poderia ser a chamada para um kit de limpeza, tonificação e hidratação.

“Que hábito você quer mudar em 21 dias?” – Poderia ser a chamada para um curso que ensine a focar em novos comportamentos.

“Seu sorriso branco em 3 semanas” – Poderia ser a chamada para a venda de um serviço de clareamento dental.

Parte 2 – Qual é a maior frustração do seu cliente?

Depois de criar títulos e subtítulos, chegou a hora de começar a escrever seu texto. O melhor caminho a seguir é ter como ponto de partida a maior frustração do seu cliente. Uma boa forma de fazer isso é usando a estrutura de perguntas, como:

“Sua pele perdeu o brilho?”

“Você já tentou fazer algo novo, mas largou a ideia no meio do caminho?”

“Você deixa de sorrir nas fotos por ter vergonha do seu sorriso?”

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Parte 3 – Apresente sua solução

Chegou seu momento de brilhar. Agora você deve apresentar a forma como seu produto ou serviço pode ser a solução para seu cliente. Para isso, apresente benefícios e características, mas mantenha sempre um foco maior nos benefícios.

Tenha o cuidado de descrever tudo em detalhes e sempre deixar claro a importância de cada um dos itens. Por exemplo: se seu curso sobre hábitos incluir uma consultoria individual, explique como ela é um ponto que diferencia seu curso dos demais.

Nesta etapa, poderíamos ter frases como:

“Imagine se você pudesse trazer de volta a vitalidade da sua pele.”

“E se você pudesse desenvolver estratégias para não abandonar novos hábitos?”

“Nós temos a solução que vai trazer de volta seu sorriso.”

Parte 4 – Apresente sua oferta

Chegamos à chamada para ação (ou CTA – call to action). Se você olhar a página da Formação em Social Media verá que a CTA está na parte superior. Isso porque a pessoa do outro lado pode já estar pronta para a venda. Mas você pode (e deve) testar diferentes posicionamentos da CTA na página para entender como seu público reage e o que traz a maior conversão.

O texto do botão que inicia o processo de compra pode ser simples, como: Comprar; Comprar agora; Fazer inscrição. Ou pode ser uma versão um pouco mais elaborada, como: Eu quero!; Quero aproveitar esta oferta; Estou pronta para mudar minha vida.

Importante: esta seção da página precisa trazer informações sobre forma de pagamento, o que está incluído, duração da oferta, enfim, tudo o que pode ser necessário para acabar com qualquer dúvida do comprador.

Passo 5 – Quem é você?

É fundamental se apresentar para seu consumidor. O foco desta apresentação é contar as razões que tornam você a pessoa indicada para fazer esse produto ou serviço dar certo. Estruture uma bio curta, com detalhes da sua formação e experiência, apresentando o que diferencia você ou sua empresa das demais.

E, claro, insira uma foto sua. 🙂 Fotos transmitem ainda mais segurança.

Passo 6 – Selecione seu público

Não interessa o que você esteja vendendo, este produto ou serviço não é adequado para todo o mundo. Então, estruture uma lista de quais são as pessoas que mais podem se beneficiar do seu produto ou serviço.

Para introduzir essa seção, você pode usar frases como:

“Este produto é o certo para você?”

“Quem deve usar este produto?”

Assim, se a pessoa não se encaixar naquelas características, ela poderá seguir adiante e você não terá que se preocupar com reembolsos no futuro.

Passo 7 – Perguntas Frequentes

O que as pessoas deveriam estar se perguntando ao entrar em contato com seu produto? A lista de Perguntas Frequentes é importante para tornar clara alguma dúvida que seus clientes tenham, mas ela é mais importante ainda, para abordar as objeções mais comuns ao seu produto.

Apresente essa seção em formato de perguntas e respostas, de forma a deixar as informações claras e acabar com qualquer dúvida que esteja impedindo a pessoa de finalizar a compra.

Passo 8 – Avaliações

Sabe o que vende mais que a sua página? Outras pessoas.

Ter avaliações publicadas (seja em formato de estrelinhas, seja em formato de depoimentos) é importante para demonstrar que seu produto é real e que ele entrega o resultado oferecido por você no decorrer da página. Além disso, trazer avaliações de outras pessoas faz com que sua oferta seja ainda mais confiável. o que aumenta o desejo do comprador.

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 19/05/202013/02/2023Categorias Empreender em Social MediaTags CopywritingDeixe um comentário em Como criar uma página de vendas que realmente venda?

Checklist para vendas online

Checklist para vendas online

Quem tem uma loja física sentiu mais fortemente os efeitos do distanciamento social, e muitas dessas empresas decidiram começar a vender pela internet. Sua empresa fez essa mudança? Olha esse checklist que vai ajudar você a melhorar a experiência dos seus clientes e aumentar seus resultados.

E continue lendo, porque tem mais alguns detalhes depois da imagem. 😉

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1 – Escolha sabiamente seus canais de venda

Você não precisa estar presente em todas as plataformas, mas quando escolher uma plataforma, você precisa usá-la da melhor forma. Não adianta, por exemplo, ter um perfil no Pinterest se você não tem tempo de atualizar as informações por lá.

Você pode vender apenas pelo Instagram ou WhatsApp, não precisa obrigatoriamente usar todas. Neste caso, menos é mais.


2 – Defina claramente sua política de trocas.

Nas vendas online é fundamental seguir o que diz o Código de Defesa do Consumidor, mas você pode ir além e criar diferenciais nas regras de troca ou devolução. Comece colocando no papel quais são os prazos, qual é o procedimento, em que situações será feita a troca ou a devolução, etc.

3 – Descreva seus produtos nos mínimos detalhes.

Quanto mais você explicar seus produtos, menores serão as dúvidas dos seus clientes. Quanto menores as dúvidas, maior a chance de fazer a venda.
Para alimentos, indique listas de ingredientes, tabela nutricional, adequação a possíveis restrições alimentares, peso, tamanho, etc. Para vestuário, indique as medidas, explique como a cliente deve se medir, dê detalhes de acabamentos, indique como as peças devem ser lavadas.

4 – Facilite o pagamento.

É claro que o pagamento por depósito bancário tem custos reduzidos, mas é um processo de pagamento que leva um dia para ser confirmado, exige que o comprador envie comprovantes e não dá a opção de parcelamento.
Pesquise as taxas de plataformas de pagamento e, ao invés de enviar dados do seu banco, envie um link para que o cliente escolha como quer pagar, se quer parcelar ou pagar à vista.

São 4 passos simples que podem turbinar seu resultado de vendas online. Bora colocar em prática?

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Publicado originalmente aqui.

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 14/05/202003/03/2022Categorias Como usar as redes sociais, Empreender em Social MediaTags Facebook, Instagram, WhatsAppDeixe um comentário em Checklist para vendas online

O que faz um Social Media?

O que faz um Social Media?

Parece legal a ideia de passar o dia nas redes sociais, observando os memes do momento. E talvez até seja mesmo, mas se você é um Social Media (ou profissional das mídias sociais) você não fará isso em um dia de trabalho.

Mas então o que faz um social media?

A profissão é nova (comparando com as profissões do marketing que existem desde o século 19) e, na verdade, não tem uma graduação específica até agora. Quando comecei a trabalhar com isso, há uma década, não existia toda a estrutura que temos hoje de plataformas para negócios, de ferramentas e recursos que podem ser usados para fazer uma empresa vender algo nas redes sociais.

Ou seja, quando cheguei aqui tudo era mato.

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A pessoa que trabalha com mídias sociais pode trabalhar em uma área específica ou pode combinar saberes de duas ou mais áreas. Eu, por exemplo, sou em primeiro lugar uma estrategista de mídias digitais, mas também entendo de copywriting e monitoramento.

Se você está em dúvida sobre trabalhar com mídias sociais, aqui está um checklist de habilidades desejadas:

– Saber muito sobre marketing;
– Dominar a língua portuguesa;
– Não ter medo de números;
– Saber usar planilhas (Excel e afins);
– Ter conhecimento de informática;
– Ter noções de estética;
– Ter visão estratégica;
– Entender pessoas e ter empatia;
– Acompanhar notícias e atualidades;
– Estar sempre aberta e curiosa para aprender o que você ainda sabe.

Além dessas, é preciso conhecer as plataformas de redes sociais de forma aprofundada. Hoje temos plataformas diversas, e para todas elas o profissional deve saber:

– Regras e Políticas de uso;
– Uso de plataformas profissionais (as plataformas business de cada rede);
– Possibilidades de compra de mídia digital;
– Configurações gerais e específicas de páginas, perfis comerciais, contas de anúncios, etc.;
– Como coletar dados para analisar o resultado do trabalho;
– Comportamento do usuário de cada plataforma;
– Melhores formatos de conteúdo para cada uma;
– Como monitorar o que as pessoas falam da sua marca;
– O que é mito e o que é realidade no universo do marketing digital.

Você possivelmente não vai usar todas essas habilidades ao mesmo tempo, mas certamente terá que tomar decisões que envolvam esses conhecimentos. Assim, podemos dizer que o dia a dia do Social Media gira em torno de usar as plataformas de redes sociais para estabelecer comunicação entre a marca e as pessoas, levando à venda.

Sim, você precisa fazer seu cliente ganhar dinheiro. Sim, você será fortemente cobrada pelos seus resultados.

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Uma pessoa que estude Marketing, Administração, Publicidade, Jornalismo, Relações Públicas e afins vai aprender um pouco de tudo isso na faculdade, com mais ou menos aprofundamento dependendo da formação. Por isso dizemos que essas áreas são as preferenciais para se trabalhar com mídias sociais, mas nada impede uma pessoa de outra área de estudar e fazer um bom trabalho.

Quais habilidades e conhecimentos você já tem?

Quais você quer desenvolver?

Me conta!

 

Publicado originalmente aqui.

 

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 07/05/202027/10/2020Categorias Como usar as redes sociais, Empreender em Social MediaDeixe um comentário em O que faz um Social Media?

O que é o Funil de Marketing Digital? Parte 1

Quer entender melhor como o Funil de Marketing Digital funciona?

O que é o Funil de Marketing Digital? Parte 1

A maneira como as pessoas experienciam o mundo ao seu redor está sempre em movimento, isto é, o comportamento social e cultural da população não é algo estanque e inerte. Quando se trata de marketing, as mudanças foram surpreendentemente marcadas pela internet e o acesso ilimitado às informações.

Antes, as empresas utilizam técnicas invasivas para apresentar o produto aos consumidores e levá-los à compra. Uma programação na televisão é interrompida para forçar o telespectador a assistir a uma propaganda, por exemplo. É claro que esse tipo de abordagem ainda traz resultados, mas fica muito aquém do potencial do Inbound Marketing.

E para atrair, envolver e fazer com que o cliente chegue até você — por interesse próprio — é preciso saber o que é o Funil de Marketing Digital. A partir daí, você pode lançar estratégias para atingir o seu público de maneira certeira.

Quer entender melhor como o Funil de Marketing Digital funciona? Então, continue conosco, pois é sobre isso que falaremos a seguir!

O que é o Funil de Marketing Digital?

A definição do Funil de Marketing Digital é: uma estrutura para ajudar a definir, entender e acompanhar os diferentes estágios pelos quais os compradores passam durante o ciclo de vida do cliente.

Tradicionalmente, o funil era caracterizado como uma jornada linear — os compradores previsivelmente passavam por um estágio de cada vez:

  1. Consciência;

  2. Interesse;

  3. Desejo;

  4. Ação.

Hoje, as estratégias de Inbound Marketing — as quais focam na necessidade e na experiência do cliente em vez de focar no produto — levam o público-alvo até a sua empresa, atraídos pela mensagem que você transmitiu.

Esse conceito, que cria uma relação saudável com o consumidor, leva em conta a etapa em que ele se encontra no funil de vendas — que, hoje se sabe, não é linear, mas sim uma jornada cheia de voltas e reviravoltas:

  1. Consciência;

  2. Consideração — juntamente com o ciclo de pesquisa e descoberta;

  3. Compra;

  4. Experiência pós-compra e o ciclo de fidelidade.

O Funil de Marketing (ou vendas) é o modelo que representa a jornada do seu público, desde o momento em que acontece o primeiro contato com a sua empresa até a compra — e, até mesmo, o pós-venda.

E, mesmo com uma jornada superfluida como apresentamos acima, ter consciência desse modelo é essencial para o profissional do marketing criar estratégias mais certeiras, com táticas direcionadas especialmente para os potenciais clientes em cada etapa do funil.

Isso porque em cada fase do funil, o consumidor tem um nível diferente de interesse. Quem trabalha com marketing sabe que quanto menos genérica for a mensagem, maior é a sua eficiência.

Por exemplo, propor uma oferta de compra para um lead que ainda não está no momento de compra fará com que ele tenha uma percepção negativa da marca. Da mesma forma, não fazer essa oferta para um lead já qualificado e pronto para efetivar a compra é uma oportunidade desperdiçada, concorda?

Quais são os níveis do Funil de Marketing?

O Funil de Marketing é dividido em três níveis: topo, meio e fundo. Cada uma dessas partes tem sua particularidade e necessita de conteúdos e ações específicas para que o marketing seja eficiente.

Topo de Funil — Aprendizado e descoberta

No primeiro estágio do funil de marketing os potenciais clientes ainda não estão buscando contratar uma empresa, nem sabem ao certo que tipo de empresa procurar. Na verdade, aqui, a maioria das pessoas nem sabe que tem um problema, de forma que o objetivo dessa fase é identificar esse problema e incentivar a busca pela sua solução.

Nesse mesmo passo, o publico pode já estar interessado em resolver o problema — ou satisfazer alguma necessidade — e, por isso, buscam se informar e se educar sobre algum mercado.

Meio de Funil — Consideração e intenção

No topo do funil a sua marca atinge um grande número de potenciais clientes, mas nem todos eles se interessarão pelas soluções propostas por você. Contudo, aquelas que foram — de fato — atraídos e acessaram os seus conteúdos começarão a ter mais dúvidas quanto ao problema que enfrentam e buscarão solucioná-lo.

Por isso, essa etapa é considerada a de consideração e intenção. A persona ainda não está pronta para comprar, mas após um bom trabalho aqui, é provável que ela dê um grande passo na sua direção. Em resumo, o objetivo de meio de funil é transformar os visitantes em leads e filtrar os leads bons dos ruins.

Fundo de Funil — Avaliação e decisão

Depois de gerar muitos leads e nutrir essa relação com conteúdos de qualidade, as pessoas que fazem parte do seu funil finalmente entendem qual é a melhor solução para o seu problema. No entanto, eles ainda precisam descobrir qual é a empresa que melhor solucionará o seu problema, aquela que apresenta a melhor oferta.

Aqui, o seu papel é mostrá-los que a sua empresa não somente tem a solução ideal, mas também é a empresa que deve ser contratada, ou seja, você deve apresentar o que você tem a oferecer e colocar a sua marca em evidência para a decisão de compra.

 

 

Que tipo de conteúdo criar para o topo de funil?

Muito bem, uma vez entendidas as etapas da jornada do cliente e as fases do Funil de Marketing Digital, você precisa elaborar estratégias para cada um desse momentos da sua persona.

Como dissemos, no topo de funil as pessoas nem sempre sabem quais são os seus problemas, nem sequer que têm um problema. Por isso, não adianta criar conteúdo muito aprofundado, nem oferecer propostas comerciais.

Essa fase é a de aprendizado e descoberta, em que a persona vai tirar dúvidas comuns que a ajudem a conhecer e a esclarecer o tema que está pesquisando. Além disso, ela também descobrirá que encontrou apenas a ponta do iceberg, e que há muito mais por trás do seu problema — e perceberá que uma busca superficial não será suficiente.

Desse modo, o topo de funil deve ter conteúdo que foque exclusivamente em sanar essas dúvidas, sem propor nenhuma oferta de compra. Ou seja, você não deve mencionar seu produto ou serviço, visto que a persona ainda não está pronta para comprar.

Nessa fase é importante que você otimize seus esforços para ter um grande alcance e audiência, já que ao atrair o máximo de pessoas possível você consegue nutri-los e classificá-los até que se tornem clientes reais. Por isso, quando estiver elaborando a estratégia para este estágio, lembre-se das ações que têm maior alcance:

  • blog posts (com grande foco em SEO);

  • campanhas em mídias e redes sociais;

  • outros formatos de fácil compartilhamento como vídeos, infográficos.

Lembre-se de que o seu potencial cliente ainda não está acostumado com o seu produto ou seu serviço e, por isso, você deve evitar criar material muito aprofundado ou usar termos muito técnicos (e, se precisar, sempre educar a persona explicando os conceitos).

Sendo assim, todo o conteúdo produzido para o topo de funil deve ser geral, ter linguagem fácil de compreender e, ainda, que ajude o leitor a identificar um problema, bem como visualizar as oportunidades de uma solução. Com materiais fáceis de consumir e compartilhar, você educa o seu público a aprender o suficiente para ele querer mais.

Vale destacar que essa é uma boa fase para coletar dados dos consumidores para que você entre em contato e envie mais materiais relevantes para eles. Além disso, esteja sempre atento a buscar informações que o auxiliem a segmentar o seu público, conforme as suas necessidades.

Um dos pontos positivos do topo de funil de marketing é que, ao atrair uma grande audiência, aos poucos a sua marca se torna referência no seu nicho de mercado.

Entender o que é Funil de Marketing Digital e aplicar o conceito em suas estratégias é algo que está diretamente relacionado com o aumento da conversão e, claro, com a geração de lucro e a formação do nome da sua empresa como referência no seu setor.

Esta é a primeira parte do nosso artigo sobre Funil de Marketing, em breve publicaremos a parte 2, com dicas para criar conteúdo para meio e fundo de funil. Quer ficar atento para quando publicarmos? Então, siga nosso perfil no Instagram e fique sempre atualizado com as novidades do marketing digital!

Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 11/10/201913/02/2023Categorias Como usar as redes sociais, Empreender em Social MediaTags funildemarketing

Checklist de Mídias Sociais

Para ajudar a organizar seu trabalho, confira este checklist com algumas atividades que não podem faltar no seu dia, semana, mês e trimestre.

Checklist de Mídias Sociais

Você também sente que às vezes o dia (ou a semana) não rendeu como esperado? Por aqui essa sensação batia de vez em quando, até eu começar a planejar meu dia a dia de trabalho em mídias sociais. E, pode até parecer muito simples, mas um bom planejamento pode mudar a sua relação com o trabalho.

Para ajudar você a organizar seu trabalho, confira este checklist com algumas atividades que não podem faltar no seu dia, semana, mês e trimestre (use um checklist para cada cada cliente, se você atender mais que um, ok?).

Quer baixar uma versão para imprimir? Clique aqui.


Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 03/10/201813/02/2023Categorias Empreender em Social MediaTags Empreendedorismo, Marketing Digital, Mídias Sociais

5 Tipos de Clientes Difíceis e Como Atendê-los

Vamos conhecer alguns tipos comuns de clientes que podemos encontrar pelo caminho e como lidar com eles para tentar manter a relação positiva e produtiva?

5 Tipos de Clientes Difíceis e Como Atendê-los

Você já teve algum atrito com um cliente? Se a resposta for sim, saiba que esta situação não é rara.

A relação entre agência e cliente ou freelancer e cliente pode ser super tranquila ou de amor e ódio. Em alguns casos, pode chegar ao ponto de um não se conseguir mais trabalhar um com o outro, e este pode ser o momento de encerrar o contrato.

Vamos conhecer alguns tipos comuns de clientes que podemos encontrar pelo caminho e como lidar com eles para tentar manter a relação positiva e produtiva?

O Futurista

Este tipo de cliente tenta construir a relação sempre com um foco no futuro. Ele pede para que você trabalhe sem pagamento agora, em troca de um grande futuro com a empresa dele, depois que ela crescer. Geralmente há uma promessa de parceria, sociedade ou trabalho com a equipe de marketing da empresa, se você apresentar bons resultados ou ainda promessa de indicações para amigos que são envolvidos com grandes marcas.

Como lidar?

O resultado de um bom trabalho em um projeto trará mais projetos e indicações, este é o caminho natural em uma relação profissional. O que é importante lembrar é que seu trabalho tem um custo fixo – ou você não paga as contas de internet, luz, aluguel mensalmente? – e um custo variável – ferramentas necessárias para aquele projeto, por exemplo – e que o seu tempo de trabalho também tem um custo.

Ou seja, é possível oferecer seu serviço por um valor menor, que cubra os custos e tenha um valor de hora reduzido, mas trabalhar em troca de promessas e visibilidade pode não ser o melhor caminho. Se quiser muito trabalhar para o cliente, ofereça uma proposta reduzida e cuide em elaborar um contrato em que todas as condições ofertadas estejam bem descritas.

O Comunicativo

Inseguro, não consegue aguardar a finalização das etapas de um projeto e, por isso, precisa estar em contato com você o tempo todo. Se você não responder o email recebido dentro de 10 minutos, receberá um telefonema avisando que há um email não lido. Se não atender este telefonema, ele repetirá a ligação mais 4 vezes até que você atenda.

Como lidar?

Este tipo de cliente pode tornar o relacionamento cansativo, por demandar o tempo todo e nunca estar satisfeito por estar inseguro com a possibilidade do resultado de um projeto. É importante, desde o começo, deixar tudo o mais claro possível, estabelecendo datas e prazos (e cumprindo eles, claro), de forma a diminuir a ansiedade. Além disso, estabeleça canais de comunicação que tenham boas capacidades de armazenamento e pesquisa, como o e-mail, e evite finalizar qualquer negociação por telefone ou alguma ferramenta que não armazene dados ou não tenha uma boa pesquisa.

Se você quiser manter contato com este tipo de cliente via telefone ou WhatsApp, sempre escreva um email para registrar qualquer decisão tomada, para não correr o risco da mudança de ideia no meio do caminho.

O Desorganizado

“Amanhã te envio este material”, “Vou falar com a Fulana e te aviso as datas”, são frases comuns do cliente que não tem organização. Ele tem dificuldade de seguir um plano, porque não tem as informações necessárias, não tem ideia do que está fazendo, é centralizador ou não dá conta de tudo o que precisa fazer em um dia. Na minha opinião este é um dos casos mais complicados, porque as informações que ele não consegue ou demora para transmitir acabam prejudicando o projeto em si e o atendimento dos demais clientes, porque todo o trabalho vai se embrulhando em uma bola de dúvida e confusão.

Como lidar?

Este cliente precisa de um plano, um calendário e cobrança para que o trabalho possa ser desenvolvido corretamente. Assim como no caso do Comunicativo, é importante deixar tudo muito claro desde o começo, com projeto, datas e prazos e mantê-lo informado do que ele perde quando não compartilha as informações necessárias. Um caminho pode ser tentar definir com ele caminhos alternativos para busca de dados, por exemplo, se você pode falar diretamente com alguém do escritório ao invés de esperar que ele converse com a equipe e faça a coleta do que é preciso para o projeto seguir adiante.

O Caçador de Descontos

Ele se vale da amizade ou grau de parentesco para dar uma choradinha e tentar conseguir um desconto ou até um serviço de graça. Geralmente ele chega pedindo para tirar uma dúvida e acaba começando a solicitar serviços sem nem comentar sobre o pagamento.

Como lidar?

Este é o seu trabalho, esta é a sua fonte de sustento, você tem custos mensais envolvidos na prestação de serviço e precisa lembrar de tudo isso para estabelecer que não é possível atender sem receber uma contrapartida. Assim como no caso do Futurista, verifique a possibilidade de oferecer o serviço com desconto, se você quiser ajudar esta pessoa, mas fuja da prestação de serviço sem pagamento.

O Sabe-Tudo

Ele acredita que sabe tudo o que você sabe, acredita que o seu trabalho não tem importância, não respeita sua expertise na sua área de atuação e tem certeza de que poderia fazer tudo por conta própria, mas não quer perder tempo nisso. Ele corrige o seu trabalho com base em algo que leu em algum lugar, traz ideias ineficazes para o negócio e nunca está satisfeito.

Como lidar?

Corra. Se o cliente não compreende a importância do que você faz, para começo de conversa, ele não está preparado para entrar em um projeto. Se ele se sente superior a você sem ter uma razão para isso, a relação acaba ficando negativa muito rapidamente e a carga de atender um cliente assim pode trazer improdutividade para todos os seus clientes.

E vice-versa

É possível invertermos todas as situações descritas acima, porque elas também são comuns dentre as agências ou freelancers. Minha dica: não seja nenhuma dessas pessoas. Se você sentir que está agindo de acordo com algum desses padrões, respire fundo e tente avaliar a razão de tal comportamento.

Precisamos estar saudáveis para poder oferecer o melhor que temos e buscar resultados para nossos clientes.


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Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 02/05/201816/12/2020Categorias Empreender em Social MediaTags cursodem

Como elaborar uma proposta comercial?

Então você decidiu ser freela ou abrir sua própria agência, mas tem dúvidas sobre como apresentar uma proposta comercial? Sem problemas, a gente te ajuda!

Como elaborar uma proposta comercial?

Então você decidiu ser freela ou abrir sua própria agência, mas tem dúvidas sobre como apresentar uma proposta comercial? Não tem problema, neste post vou te ajudar a elaborar uma proposta profissional.

Forma

Você pode tanto elaborar sua proposta em folha A4, preferencialmente timbrada com a sua marca, quanto em slides (também timbrados com a sua marca). O importante é que a proposta não seja muito extensa e traga todas as informações necessárias para que o cliente possa fazer a escolha.

Se você optar por usar A4, tente não passar de 3 páginas. Se for trabalhar com slides, 5 a 6 são suficientes. Eu prefiro o formato A4, por falar nisso.

Conteúdo

Basicamente a proposta será formada por: Introdução, Serviços oferecidos, Cronograma, Considerações gerais, Investimento, Contato.

Na introdução você vai rapidamente explicar o que é este material e a razão da elaboração dele, algo como: Conforme combinado em reunião no dia tal (via e-mail, em conversa por telefone, etc.), esta proposta tem como objetivo detalhar os serviços oferecidos, prazo para realização e investimento para a realização do projeto.

Não precisa nomear esta parte como Introdução, você pode apenas escrever um parágrafo que inicie a proposta, ok?

Na segunda parte você vai descrever os serviços envolvidos no projeto. Em se tratando de mídias sociais, aqui tem uma lista com alguns dos serviços que podem fazer parte do trabalho de social media:

– Diagnóstico de presença digital

– Elaboração de planejamento de comunicação digital

– Curadoria de conteúdo

– Elaboração de pauta quinzenal / semanal

– Agendamento e publicação das postagens

– Monitoramento de redes sociais

– Gestão de comunidade da página, perfil – Community Management

– Análise dos dados das publicações

– Criação, gestão e otimização de campanhas de Facebook Ads / Instagram Ads / Twitter Ads / LinkedIn Ads

– Elaboração de relatório mensal / quinzenal

 

 

Depois disso, você vai apresentar um cronograma para realização do projeto, que pode estar ligado à duração do contrato. Pessoalmente sugiro não oferecer contratos com menos de 3 meses, porque é necessário ter tempo para poder alcançar algum resultado.

No caso de contratos de curta duração, como o de 3 meses, cuidado ao elaborar o planejamento, pode acontecer de você formatar um planejamento anual e o cliente não renovar o contrato. Por mais antiético que possa parecer, acontece de o cliente usar o planejamento para seguir o trabalho depois de encerrado o contrato.

As considerações gerais podem ser usadas para detalhes importantes, como deixar claro o que não está contemplado no escopo do projeto, a frequência e o formato da entrega dos trabalhos, recomendações de serviços extra que o cliente pode precisar, enfim, o que for necessário para finalizar a proposta com transparência e clareza.

Então, é só encerrar com a descrição do investimento e seu contato. Você pode chamar o investimento de fee mensal, pode chamar de investimento mensal, como ficar mais simples para o cliente compreender. E há, ainda, a possibilidade de apresentar o preço total do projeto e o valor da parcela mensal durante a duração do contrato.

No vídeo que acompanha este post eu trago 3 dicas para elaborar propostas melhores, e tem uma dica que envolve esta última parte da proposta.


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Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 09/08/201713/02/2023Categorias Empreender em Social MediaTags cursodem, cursodesocialmedia

O que (não) esperar de um profissional de mídias sociais

Nas últimas semanas tenho notado o crescimento de anúncios de vagas de trabalho com o título de Mídias Sociais (Assistente, Analista, Gerente, etc.) que trazem descrições um pouco fora da realidade do que é o trabalho do profissional da área. Para ajudar a turma do RH a abrir vagas melhores, vou contar um pouco o que você pode, ou não, esperar de um profissional de mídias sociais.

O que (não) esperar de um profissional de mídias sociais

Nas últimas semanas tenho notado o crescimento de anúncios de vagas de trabalho com o título de Mídias Sociais (Assistente, Analista, Gerente, etc.) que trazem descrições um pouco fora da realidade do que é o trabalho do profissional da área. Para ajudar a turma do RH a abrir vagas melhores, vou contar um pouco o que você pode, ou não, esperar de um profissional de mídias sociais.

O mito do heavy user de redes sociais

É 2017 e ainda tem vaga para pessoas que sejam heavy users de redes sociais. Pensa aqui comigo: um heavy user é uma pessoa que usa muito as redes sociais, certo? Sabe aquela sua tia, que passa a tarde compartilhando posts aleatórios no Facebook, manda bom dia no WhatsApp e mais 10 mensagens motivacionais por dia? Então, ela é heavy user de redes sociais, você contrataria ela?

Não, né. Isso porque o que faz um bom profissional de redes sociais não é o fato de ele ser heavy user de redes sociais, e sim o fato de ele ter conhecimento técnico de como funciona cada rede, como criar conteúdo para cada uma, como compreender as características do público, como elaborar e otimizar campanhas para atingir os objetivos comerciais de uma empresa. É interessante lembrar que, atualmente, com o advento do Gerenciador de Negócios do Facebook, o profissional nem precisa acessar seu feed pessoal para trabalhar.

Volta e meia ouço alguém dizer que “minha experiência com contratação de profissionais de mídias sociais sempre foi negativa”, mas será que isso não acontece porque você está procurando pela pessoa errada?

O que faz um profissional de mídias sociais?

Primeiro é preciso entender que alguns profissionais são especialistas em uma das áreas das mídias sociais, eles até entendem de todas as partes, mas decidem se aprofundar em uma delas – é o meu caso, que optei por atuar em planejamento e campanhas.

Mas há, também, os profissionais com perfil mais generalista, que podem atuar de forma quase global, solicitando consultoria apenas quando for necessário aprofundar alguma atividade. O importante é reconhecer quando é preciso contratar alguém de fora, além de ter consciência de que o seu orçamento para esta vaga vai interferir no perfil do contratado – quanto menor o salário, maior a chance de contratar um profissional júnior, por exemplo.

Sobre salários

Quer saber se o salário que você tem a oferecer está adequado à sua necessidade? Em sites como Love Mondays e Catho você pode pesquisar as médias salariais da vaga.

Não vale abrir vaga de estágio esperando contratar um Analista Sênior, ok?

Seja no perfil de especialista, seja no perfil de generalista, o que um social media pode fazer por você é:

– Planejamento de Conteúdo

– Produção de Conteúdo

– Gestão de páginas de Facebook, perfis de Instagram, Twitter e outras redes sociais

– Gestão da comunidade das redes sociais

– Planejamento de campanhas pagas em redes sociais

– Criação, Gestão e Otimização de campanhas pagas

– Análise dos dados para otimização do planejamento

– Monitoramento de redes sociais

– Elaboração de relatórios

 

 

Que características diferenciam um bom profissional de mídias sociais?

Já que ser um heavy user está fora de cogitação, há outras características que são fundamentais para um bom profissional da área:

– Curiosidade

– Vontade de aprender

– Adaptabilidade

– Pensamento estratégico

– Não ter medo de se arriscar

E, sim, inglês é um diferencial.

Como o estado da arte da área de mídias sociais é norte-americano, fica um pouco difícil se destacar de verdade quando se consome a informação depois que ela chega aqui, já mastigada e com o viés de quem fez a tradução. Isso sem contar que há diversos softwares de ponta que não têm tradução para o português. Não pode ser obrigatório o inglês, mas faz diferença.

Cursos, certificações e formações

Há uma infinidade de formações para profissionais de mídias sociais, cada uma com um foco específico. Nossa Formação em Social Media, por exemplo, tem foco no aprofundamento técnico das mídias sociais. Aqui estão alguns cursos e certificações que demonstram que o candidato se aprofundou em alguma área:

– Conteúdo: Hubspot e Rock Content

– Campanhas: Google AdWords e Facebook Ads

– Marketing Digital: Nanodegree de Marketing Digital Udacity

– Facebook e Instagram: Blueprint

– Twitter: Twitter Flight School

E, então, ficou mais claro de entender o que esperar de um profissional de mídias sociais? Em caso de dúvida, pode escrever para mim: escola@petitmidiassociais.com.


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Avatar de DesconhecidoAutor Mariana KleinPublicado em 27/07/201713/02/2023Categorias Empreender em Social MediaTags cursodem

Como responder quando dizem que o seu serviço é caro

Veja 3 sugestões de resposta para quando um cliente em potencial disser que o seu serviço de social media é caro.

Como responder quando dizem que o seu serviço é caro

É muito comum meus alunos trazerem dúvidas sobre como lidar com a prospecção de clientes para o serviço de mídias sociais e, por experiência própria, sei que este é um momento delicado. É como se fosse um tango dançado pelo freelancer ou agência e o cliente em potencial.

Por isso, reuni algumas dicas para ajudar neste processo, com 3 sugestões de como responder o cliente que diz que o serviço de mídias sociais é muito caro.

1 A objeção pode ser um sinal positivo de que o cliente considerou a sua proposta

Não desanime se você enviar as propostas e o cliente não se der nem o trabalho de responder. Esse comportamento é comum, mas nos abre uma porta quando compreendemos que o cliente que responde o seu email considerou a sua proposta e pode estar aberto para negociação.

Então, quando você receber uma resposta tendendo para o lado negativo ou solicitando negociação, abrace a oportunidade e negocie!

2 Nem todo mundo valoriza o bom serviço de mídias sociais

A área de mídias sociais é muito nova, no Brasil temos uma história de um pouco mais de uma década de prestação de serviços de social media, isso já explica em grande parte porque o empresário não compreende o que fazemos.

Por outro lado, há pessoas que trabalham com mídias sociais que simplesmente criam posts para o Facebook e não se preocupam com toda a parte de métricas, geração e análise de dados, e isso acaba não trazendo resultados comerciais para o cliente. E, para ser sincera, se você não traz resultados, realmente o seu serviço é bem caro.

Lembre que o cliente sempre vai querer que o investimento retorne com um acréscimo de lucro.

Se você quiser que o mercado entenda o valor do seu serviço, você precisa prestar o melhor serviço para trazer resultados e talvez você precise ler mais, estudar mais, praticar mais antes de poder cobrar mais.

3 Você pode oferecer um serviço reduzido ou acrescentar valor à sua oferta

A negociação de uma proposta não precisa ser o fim do caminho, ela faz parte de empreender e precisa ser vista sempre como uma possibilidade.

O que você precisa se questionar neste momento é: o que eu posso cortar para diminuir o preço, que serviços posso acrescentar pelo mesmo preço, como eu poderia ajustar essa proposta para que ela faça sentido para mim e para o cliente?

4 Talvez ele não seja mesmo o seu cliente ideal

Nesses mais de 5 anos empreendendo em social media um comportamento me chama muito a atenção: quem quer pagar menos é sempre quem vai exigir mais. E não que o cliente não deva exigir do profissional, o cliente deve exigir para obter resultados, mas em alguns casos a situação chega a um ponto insustentável que deixa todos os envolvidos em maus lençóis.

O caso mais comum é o cliente não ter nenhuma estrutura de marketing (porque ele sempre achou que isso tudo era uma bobagem) e procurar um freelancer ou uma agência quando sua empresa está já em processo de declínio. Para quem não lembra das aulas de Marketing I, as empresas passam por um ciclo de vida, a saber: Introdução – Crescimento – Maturidade – Declínio.

Se há uma estrutura de marketing na empresa acompanhando este processo desde o começo é natural que, aos primeiros sinais de declínio haja uma reinvenção ou correção de trajeto para retomar o crescimento. Mas isso é um processo, e é muito difícil (e tem um custo muito alto) decidir iniciar o trabalho de marketing apenas quando a fase de declínio já iniciou.

Um outro caso é o pagamento em forma de exposição, isso já é mais comum nas empresas em fase de Introdução, que prometem que se você prestar o serviço receberá muita exposição porque a marca será gigante e você terá feito parte do processo. E quando você aceita, terá nas mãos toda a responsabilidade de fazer essa empresa dar certo, sem receber nada por isso (me contem como faz para usar a exposição para pagar o supermercado).

Vamos ver então, algumas ideias para responder estes clientes em potencial?

Opção de Resposta 1 – Para quem não compreende o valor do serviço

Explique que você entende que pode parecer um grande investimento, mas que você garante que o serviço que você entrega é de alta qualidade e é superior à entrega das opções de baixo custo. Para reforçar o seu caso, conte alguns resultados alcançados pelos seus clientes e explique que você não vai apenas criar publicações para a página de Facebook dele, mas que vai gerar dados, desenvolver análises e usar toda essa informação para ajudá-lo a alcançar os objetivos comerciais dele.

É uma boa opção finalizar explicando que você entende caso ele não tenha como fazer o investimento neste momento, mas que você fica à disposição para oportunidades futuras.

Opção de Resposta 2 – Se você quiser propor alterações para a proposta

Comece explicando que você entende que pode parecer um grande investimento, mas que pensando na possibilidade de orçamento do cliente você elaborou uma nova proposta, que ainda entrega o serviço x e y, mas sem alguns detalhes para se manter dentro da possibilidade do cliente.

Você pode, ainda, usar a opção de apresentar uma proposta em que ofereça um serviço a mais dentro do mesmo valor inicial. Ou pode modificar a proposta para que a cada mês entregue apenas uma parte do serviço (diminui o preço, mas no primeiro mês entrega o planejamento, no segundo inicia as publicações em uma rede social, no terceiro mês ativa a segunda rede combinada, e por aí vai até fechar 6 meses de contrato, por exemplo).

Explique que a qualquer momento esses detalhes que foram retirados podem ser acrescentados e o preço pode ser ajustado. Se a sua entrega for positiva, o cliente tem grandes chances de fazer essa alteração depois dos 3 primeiros meses.

Opção de Resposta 3 – Se você desconfia que esse cliente vai trazer problemas

Comece explicando que você compreende que pode parecer um grande investimento, e que talvez não seja o momento apropriado para vocês trabalharem em conjunto.

Finalize dizendo que, no futuro, vocês podem conversar novamente se o cliente tiver o orçamento disponível para o serviço.

Importante: Todo serviço prestado precisa ter contrato. Para a área de mídias sociais o ideal é que o cliente tenha um contrato de pelo menos 6 meses para que possam ser apresentados resultados, mas é uma prática comum no mercado trabalhar com contrato mínimo de 3 meses.

Espero ter ajudado você a pensar melhor nas propostas e negociações.

Qual é sua dúvida sobre empreender em social media? Me manda pelo email escola@petitmidiassociais.com para eu poder analisar e transformar em um post por aqui! 🙂


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