6 formas de compartilhar links no Instagram

Veja como gerar tráfego para seu site a partir do seu conteúdo no Instagram.

O Instagram se tornou uma arma poderosa para transmitir mensagens, aumentar a notoriedade da marca e engajar o público. Mas quem precisa divulgar alguma coisa na rede social frequentemente esbarra em um obstáculo: a plataforma não permite links clicáveis nas legendas das publicações do feed.

Contudo, é possível inserir links clicáveis em diversas partes da plataforma como na Bio, nos Stories, nas DMs e nos vídeos do IGTV. Saber como fazer isso é essencial para qualquer estratégia que envolva o Instagram, pois assim você consegue direcionar os usuários para o seu site, para a sua página de compras ou para os textos educativos do seu blog.

Então, se você está procurando maneiras de levar seus seguidores para fora do seu perfil no Instagram, continue conosco e veja essas 6 dicas para compartilhar links na rede social. Boa leitura!

1. Adicionar um link na bio

Vamos começar pelo modo mais simples de colocar um link no Instagram. A biografia do Instagram é o único lugar em que qualquer pessoa, incluindo contas pessoais particulares, pode compartilhar um link clicável.

Pense nisso como o seu home link. Embora haja outras maneiras de compartilhar links clicáveis (que discutiremos em breve), essas rotas são segmentadas para públicos mais específicos. O link na bio está lá para qualquer pessoa que visite seu perfil.

Há marcas que atualizam seu link na bio regularmente, direcionando os seguidores para o conteúdo de suas postagens. Mas há um problema em alterar o link com frequência. Como você gerencia suas postagens antigas? E se alguém encontrar um post intrigante de 6 meses atrás, for à sua biografia para saber mais e encontrar um link diferente?

Por essa razão, é melhor compartilhar links temporários nas stories (se você já atingiu a marca dos 10k seguidores) e, caso você queira manter esse conteúdo disponível, salve as stories nos seus destaques com o link clicável.

2. Usar um serviço de link para exibir vários links

Você também pode usar serviços de link para compartilhar diversos conteúdos em um só. Eles disponibilizam vários recursos de design e facilitam a experiência do usuário.

Um serviço de link clássico é o Linktree, em que você apresenta aos seus seguidores uma lista de botões clicáveis. Esse é o que usamos na Petit.

Escolha um estilo e cores que combinem e sejam consistentes com a estética de suas postagens e stories no Instagram. Se os usuários clicarem e encontrarem algo que pareça muito diferente do que você habitualmente publica, eles perderão a confiança na sua marca.

Uma alternativa aos botões de texto é escolher serviços que apresentem aos usuários uma grade de fotos, bem ao estilo Instagram. Quando eles tocam na foto da postagem que originalmente chamou sua atenção, o serviço de link os direcionam para a página relevante em seu website.

Apenas verifique se o serviço de link escolhido funciona em uma ampla variedade de dispositivos móveis e se todos os links estão funcionando. Em teoria, a experiência deve ser perfeita.

3. Adicionar links nas stories

Uma das melhores maneiras de redirecionar usuários para fora da sua conta no Instagram é compartilhando links nas stories. A notícia triste nesse caso é que apenas quem tem 10 mil seguidores pode usufruir o recurso. Se você já atingiu essa marca, aproveite!

Como as stories são efêmeras, elas são um ótimo modo de compartilhar links para conteúdo novo ou sensível ao tempo. Pense em vendas instantâneas, promoções e brindes por tempo limitado, eventos sazonais ou sessões de perguntas e respostas semanais com seus seguidores.

Uma alternativa a essa fugacidade é salvar suas stories com links na seção de destaques do seu perfil. Como essas publicações ficarão presas em sua grade da bio, elas serão a sua biblioteca de conteúdo evergreen: perguntas frequentes essenciais, produtos mais vendidos e eventos anteriores para mostrar aos novos seguidores o que eles perderam.

Lembre-se de que você tem apenas 15 segundos com seus espectadores, que não têm muito tempo para reagir. Portanto, deixe claro o Call To Action e destaque o link, incentivando os seguidores a deslizar para cima.

O Instagram restringe links nas stories a contas com 10k seguidores, presumivelmente porque quer que você priorize o número de seguidores em seu perfil. Porém, essa métrica nem sempre condiz com os seus objetivos de negócio, não é mesmo?

Há outras maneiras de exibir links nas stories e você precisa ser criativo. Publique stories com links para suas próprias postagens, perfil e IGTV. Você também pode vincular postagens, stories e perfis relevantes de outras pessoas. Lembre-se: se você se juntar a uma promoção com um influenciador ou outra marca, você duplica o número de links ativos à sua disposição.

O Facebook também dá algumas dicas para quem precisa usar o link em suas campanhas, mas não tem os 10k seguidores.

4. Criar links em shoppable posts

Os shoppable posts são outro exemplo de links altamente específicos. Cada tag de compras vincula-se a apenas um produto (e precisa ser um produto físico vendido em um de um seleto grupo de países). As tags de compras são a conversão mais segmentada possível.

Para usar tags de compras, comece criando um catálogo de produtos no Facebook. Depois de ter uma gama completa de produtos carregados — com links de compras, imagens e descrições — você pode começar a adicionar tags de compras às suas postagens no Instagram.

Você também verá uma guia Shopping no seu perfil. A guia Shopping aparece ao lado das guias de grade padrão do seu perfil, fotos individuais e fotos marcadas. Se você clicar nessa guia verá seu catálogo completo de produtos.

Os itens na guia “Shopping” aparecem na mesma forma padrão de grade de fotos, mas os usuários podem clicar para fazer compras. Eles podem salvar itens da mesma forma que salvam postagens, ou clicar para comprar imediatamente.

O Instagram Insights permite que você verifique o envolvimento em publicações de compras individuais ou compare postagens de compras com base em métricas, como engajamento ou salvamentos.

Porém, o Instagram Shopping não adiciona atribuição a links de produtos individuais. Então, uma dica é adicionar tags UTM aos links em seu catálogo de produtos.

5. Pagar para promover links em posts e stories

Com um perfil de negócios do Instagram, você pode pagar para promover postagens e Stories. Isso não apenas ajuda você a segmentar seu público, mas também permite adicionar links clicáveis às legendas de posts promovidos. É isso mesmo: o Instagram permite que você compartilhe links em legendas, contanto que você pague por elas.

Lembre-se de que as mesmas regras para qualquer anúncio se aplicam aqui também. Certifique-se de que seus links sejam absolutamente relevantes para a postagem e o Stories em que aparecem, pois, se os usuários clicarem e depois retornarem, você desperdiçou seu gasto com publicidade.

Portanto, pense na conversão que você está procurando. Você está promovendo uma postagem de compra, educando os usuários sobre sua marca ou atraindo-os com conteúdo interessante? Conversões diferentes exigem designs diferentes. Tente encontrar um equilíbrio entre o atraente design do post e um CTA óbvio.

6. Adicionar links em mensagens diretas

Instagram DMs é um recurso subestimado pelas marcas. Mas fique atento: você deve monitorar sua caixa de entrada diariamente para acompanhar as solicitações de mensagens, as perguntas sobre atendimento ao cliente e as Stories que mencionam sua marca. Responda, compartilhe de novo e crie um bom relacionamento com os seus clientes.

Você pode iniciar uma conversa reagindo à história de um usuário ou entrando em contato para oferecer ajuda. Além disso, você também pode usar DMs como uma ferramenta mais ativa. Como as mensagens no Instagram são particulares, elas são uma forma de comunicação mais pessoal. E os seguidores gostam disso.

Então, que tipo de mensagens você pode entregar? Vamos dar um exemplo: uma mensagem para receber novos seguidores. É claro que você não terá tempo de digitar uma nova mensagem toda vez que alguém entrar na sua comunidade, então, comece configurando respostas rápidas.

Para fazer isso, vá para Configurações e depois para Negócios. Escreva uma mensagem e escolha uma palavra-chave para encontrar a resposta de que precisa rapidamente.

Você pode compartilhar links ativos em suas respostas rápidas e mensagens padrão. Assim, além de compartilhar links específicos em resposta a consultas de clientes, você também pode iniciar uma ação automática de nutrição para cada novo seguidor.

Tente transformar novos seguidores em leads qualificados, solicitando detalhes em seus DMs. Ofereça um incentivo, como um desconto introdutório, para que mais pessoas respondam às suas mensagens.

Conclusões

Um dos maiores desafios que os profissionais de marketing enfrentam é compartilhar links no Instagram. Novos métodos são testados, adicionados e depreciados o tempo todo. Em muitos outros canais, como e-mail ou em seu próprio site, o compartilhamento de links é relativamente simples. Mas não funciona assim no Instagram.

Como é mais difícil incluir links clicáveis, você não pode compartilhar um único CTA em um único espaço. Em vez disso, você precisa criar uma rede de links e sugestões que apoiem uns aos outros. Onde quer que as pessoas acessem sua presença no Instagram, elas devem encontrar um caminho claramente marcado para a conversão.

Parece confuso? Vamos dar um exemplo: adicionando um link na sua biografia. A maioria dos usuários nunca notará esse link se você esperar que eles o descubram por conta própria. Você precisa usar legendas em postagens, botões de perfil, Stories, anúncios e até posts cruzados de outros parceiros para direcioná-los para lá.

É por isso que é tão importante conhecer todas as formas de compartilhar links no Instagram. Você deve usar todos os métodos disponíveis para direcionar os seguidores para a conversão. Em outras palavras, você tem muito mais opções do que pensa.

É importante, também, saber de onde se origina o tráfego que você está recebendo. Isso permite que você perceba o que está e o que não está funcionando com o seu público. Como fazer isso? Criando parâmetros UTMs para cada link compartilhado. Leia o nosso post sobre isso!

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O que são parâmetros UTM e por que você deveria usá-los?

O que são parâmetros UTM e como eles podem melhorar o seu marketing digital?

Alguma vez você já se perguntou de onde vem o tráfego do seu site? Então os parâmetros UTM vão mudar o seu mundo! Isso porque eles são a melhor maneira de conhecer o caminho exato que qualquer pessoa faz dos seus anúncios ou publicações até suas páginas de destino.

Embora você possa ver quem clicou em um link no Facebook, bem como o tráfego que chega ao seu site por meio do Google Analytics, os parâmetros UTM levam isso a um nível totalmente novo. Eles fornecem um contexto valioso sobre os seus visitantes que, por fim, ajuda você a criar campanhas melhores para a sua marca.

Mas o que são, exatamente, parâmetros UTM e como eles podem melhorar o seu marketing digital? Continue conosco e entenda!

O que são parâmetros UTM do Google Analytics?

UTM é o acrônimo para Urchin Traffic Monitor. Urchin é o nome do componente comprado pelo Google no começo dos anos 2000, que levou ao desenvolvimento do Google Analytics. O que realmente nos interessa é que os parâmetros UTM são pequenos fragmentos de texto que você vê algumas vezes no final dos URLs.

Eles são incorporados nos links para rastrear a ação cada vez que uma pessoa clica neles. Dessa forma, eles fornecem ao proprietário desse URL informações sobre qual anúncio, post, botão de CTA etc. foi clicado para direcionar um visitante a uma página específica de um site.

Qual a importância de usá-los?

Todo profissional de marketing sabe da importância de usar ferramentas para medir o andamento e os resultados de campanhas digitais. Entre elas está o Google Analytics, que também fornece informações sobre o tráfego que vem desses mesmos pontos de partida, de forma gratuita.

Contudo, os parâmetros UTM oferecem ao Google Analytics a possibilidade de obter resultados ainda mais precisos. Ou seja, eles são uma opção de rastreamento avançado que permitem que você tenha acesso a informações mais específicas.

Por meio deles, você analisa com mais facilidade de onde vem o tráfego do seu site e, assim, sabe quais ações geram mais cliques. Por exemplo: das pessoas que chegaram em um post do seu blog, você pode saber quantas delas vieram de uma campanha no Facebook ou no Twitter.

Essas informações são extremamente valiosas, pois permitem que você acompanhe os resultados de todos os seus canais de mídia digital e, claro, que você avalie quais ações estão dando certo com o seu público.

Como criar os links com parâmetros UTM?

Muito bem, mas como criar uma URL com parâmetros UTM afinal? Para isso, você pode usar o URL Builder, a ferramenta gratuita do Google.

Veja um exemplo de uma URL com parâmetro UTM:

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

Agora, vamos às variáveis que podem ser utilizadas nos links para você rastrear:

  • URL: é o link original do seu site, o começo do rastreamento

http://nomedosite.com/

  • Campaign Source: é a plataforma que origina o tráfego (Facebook, Twitter, e-mail marketing etc.)

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

  • Campaign Medium: é como o tráfego está chegando a você, seja por meio de uma postagem em rede social, e-mail, e-book etc.

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

  • Campaign Content: nos testes A/B essa variável distingue links que levam o usuário à mesma URL

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

  • Campaign Name: identifica o nome da campanha

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blogpost&utm_term=word

  • Campaign Term: rastreia as palavras-chaves usadas nas campanhas

http://nomedosite.com/?utm_source=twitter&utm_medium=social&utm_content=direct-ongoing&utm_campaign=blog&utm_term=word

Boas práticas para criar links com parâmetros UTM

Criar seus próprios parâmetros UTM exige um profundo conhecimento de sua estratégia de publicidade e marketing. Veja algumas dicas para garantir que você não aumente o seu próprio trabalho, nem que sua equipe crie outros modelos de acompanhamento:

  • você pode usar o encurtador de URL para deixa-la mais amigável;

  • use uma planilha para controlar os parâmetros;

  • não utilize acentos nem caracteres especiais;

  • padronize o formato de cada um dos cinco parâmetros;

  • use uma linguagem simples, de fácil compreensão e que não forneça códigos nem informações confidenciais da empresa;

  • os parâmetros UTM diferenciam maiúsculas de minúsculas, então, é preferível usar letrar minúsculas o tempo todo para não distorcer informações;

  • entenda que o sistema não é perfeito: os usuários podem facilmente excluir longas sequências de informações aparentemente inúteis ao compartilhar conteúdo em suas redes. Isso é o que torna tão difícil acompanhar um dark post. Embora os códigos UTM forneçam contexto adicional, nem sempre são transmitidos quando as pessoas compartilham os artigos diretamente.

Pronto! Agora você já sabe como criar parâmetros UTM para acompanhar o tráfego das suas publicações e campanhas. Uma vez que aquilo que não se mede não pode ser melhorado, utilizar essas ferramentas de rastreamento é uma excelente maneira de avaliar os resultados das suas ações de marketing digital para, então, melhor direcionar as suas campanhas.

Quer ter acesso a mais dicas como estas para melhorar a sua estratégia de marketing? Então passa no nosso blog para ler mais!

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Instagram Ads: como não errar nas suas campanhas?

Conheça os 5 erros mais comuns de Instagram Ads e como escapar deles.

Em poucos anos, o Instagram passou de uma plataforma social primariamente conhecida pelas selfies e imagens de tirar o fôlego para um lugar onde as marcas transmitem mensagens poderosas, contam histórias que estimulam conversas e envolvem consumidores e empresas.

Com 1 bilhão de usuários ativos e 15 vezes mais interatividade que o Facebook, o Instagram é a rede social que mais cresce no mundo — o que o torna uma poderosa arma de marketing digital. Cada vez mais profissionais do marketing recorrem ao Instagram Ads para promover um negócio, mas muitos ainda cometem erros que custam dinheiro e reputação da marca.

Por isso, continue lendo para conhecer alguns dos erros mais comuns cometidos nas campanhas de Instagram Ads e nossas dicas para você escapar deles.

Por que anunciar no Instagram Ads e como usá-lo?

Já não é mais novidade que a internet mudou o comportamento de compra das pessoas, certo? Hoje, mais de 74% dos consumidores brasileiros preferem realizar suas compras online em vez de fazê-las nas lojas físicas. Em 2018, quase 70% das vendas online foram promovidas por meio do Instagram, enquanto apenas 24% ocorreram pelo Facebook.

Esses números são ou não são ótimas razões para uma empresa estar lá?

Para anunciar no Instagram não é preciso ter um perfil na plataforma, mas é necessário ter uma conta no Facebook. Com o Gerenciador de Anúncios você cria e gerencia as suas campanhas.

Contudo, recomendamos que você tenha um perfil para a empresa na rede social para poder usar todos os seus benefícios e engajar mais o seu público. Então, basta baixar o aplicativo do Instagram e seguir as instruções da tela para começar.

Quais são os erros mais comuns no Instagram Ads e como evitá-los?

Bem elaborados, os Instagram Ads têm o poder de aumentar a visibilidade da marca, envolver os consumidores, gerar tráfego, leads e, claro, vendas. Mas anúncios mal feitos resultam em desperdício de recursos e podem, inclusive, afundar uma marca.

A boa notícia é que você pode aprender com esses deslizes e atingir as suas metas de publicidade e maximizar seu ROI, se souber exatamente o que procura.

Erro 1: não ter estratégia focada em metas

O Instagram fornece às marcas uma maneira de usar a narrativa visual por meio de imagens e vídeos, prestando serviços de forma criativa para mostrar produtos e serviços de todos os tipos.

Mas não tem sentido criar anúncios impressionantes se eles não estiverem alinhados com os seus objetivos gerais. As metas da campanha publicitária são tão diversas quanto as marcas que as executam. Para alguns, os anúncios destinam-se a aumentar a notoriedade da marca ou o número de seguidores no Instagram, enquanto outros concentram em direcionar o tráfego para um site, baixar um app ou disponibilizar uma avaliação gratuita, por exemplo.

Como qualquer outra forma de marketing digital, é importante definir claramente as metas de publicidade no Instagram desde o início e criar uma estratégia coesa para que você as alcance.

Sempre considere o conteúdo e o contexto ao formular seus objetivos. Faça a si mesmo perguntas como:

  • o que você deseja que o usuário alcançado faça ao ver o seu anúncio?

  • você está tentando atrair novos clientes ou deseja incentivar os clientes antigos a fazerem negócios com você novamente?

  • você está tentando direcionar o tráfego do web site?

  • em caso afirmativo, quanto tráfego você está visando e em que período de tempo?

Erro 2: Não segmentar o público certo

O Instagram fornece formas amplas pelas quais as marcas podem alcançar seu público-alvo. Mas, para isso, as empresas precisam entender quem é esse público e o que o motiva e o inspira.

Um dos maiores erros dos anúncios do Instagram é não saber quem é o seu cliente ideal. Para identificar seu público, faça o seguinte:

  • analise suas ofertas e obtenha pistas sobre quem é mais provável que esteja interessado em adquiri-las. Pergunte a si mesmo: qual é a necessidade do seu produto, serviço ou conteúdo? Isso resolve algum problema ou reduz as dores do consumidor? Quem tiraria o máximo proveito do que você vende?

  • conheça a concorrência e veja quem eles estão segmentando. Dê uma olhada na sua base de clientes e veja se você pode encontrar uma área do mercado em que eles podem estar faltando e que você poderia se concentrar;

  • entenda a demografia. Públicos-alvo podem ser segmentados por diversos fatores, tais como idade, sexo, renda, localização, comportamento, estilo de vida, interesses e valores. Então você deve ser capaz de responder às seguintes perguntas sobre o seu cliente ideal: quantos anos eles têm? Eles são homens ou mulheres? Onde eles vivem? Eles têm uma educação universitária? Quanto eles ganham? Eles têm filhos? Quais são os seus interesses e hobbies? O que os inspira e os motiva?

  • ouça socialmente. Com a web social agitada 24 horas por dia, sete dias por semana, você pode aprender muito sobre seu público-alvo acompanhando as conversas relevantes para seu setor ou empresa.

Erro 3: falta da marca com o conteúdo do anúncio

Embora seja importante compreender e direcionar efetivamente seu público-alvo, quando se trata de erros do Instagram Ads, a falha no conteúdo do anúncio pode afetar uma estratégia bem planejada.

Para criar anúncios que se conectam com seus clientes em potencial, você deve garantir que eles:

  • reflitam com precisão o posicionamento, os produtos e os serviços da sua marca;

  • não sejam muito vendedores e autopromocionais; em vez disso, forneça inspiração e valor;

  • é essencial não ignorar a importância do texto para ajudar sua mensagem a atingir os clientes.

Para criar bons textos para os anúncios do Instagram, pergunte-se:

  • seu texto combina com ou complementa as imagens do seu anúncio?

  • você está usando as melhores hashtags possíveis?

  • você adicionou algum emoji relevante?

  • você incluiu uma CTA?

Erro 4: apenas pensar em curto prazo

Embora seja excelente criar anúncios com conteúdo que as pessoas lembrem muito depois de sua campanha termina, isso é só um começo.

Como muitos anunciantes do Instagram descobrem, em um mundo impulsionado pela gratificação instantânea e pelos resultados em curto prazo, a construção da marca e o engajamento do público-alvo devem ser estratégias contínuas.

As marcas costumam ter as melhores intenções, mas prejudicam o seu próprio crescimento ao cair na armadilha de tomar decisões de publicidade com rápido retorno à custa do sucesso em longo prazo.

Para não errar, tenha em mente que atingir o crescimento dos negócios no Instagram requer uma mentalidade inovadora com uma abordagem holística que considera a publicidade como um investimento contínuo de sua marca.

Concentrar-se em anúncios que iniciam conversas e criam relacionamentos ao longo do tempo pode levar ao aumento de vendas, à aquisição de novos clientes, a oportunidades de crescimento da marca em longo prazo e ao sucesso duradouro.

Erro 5: não considerar a qualidade da imagem e do vídeo

Tão importante quanto ter uma estratégia de longo prazo, a qualidade do conteúdo visual de suas publicações pode significar a diferença entre uma campanha memorável ou uma totalmente esquecível.

A importância dos recursos visuais está enraizada na maneira como o Instagram funciona.

Os usuários geralmente percorrem uma única linha de stories (ou coluna de imagens), passando rapidamente e olhando para o conteúdo. Eles só diminuem a velocidade e param quando alguma coisa chama a atenção deles.

Isso significa que, quanto mais você se concentrar em produzir imagens e vídeos de alta qualidade para o Instagram, maior será a probabilidade de os usuários interagirem com seus anúncios.

Como as primeiras impressões são importantes, siga estas dicas para ter boas fotos e vídeos:

  • use ferramentas de qualidade para resultados de qualidade. Usando a melhor câmera que você pode pagar, você nunca terá fotos e vídeos sem brilho, especialmente se você tiver a luz certa. Ao fotografar pessoas ou objetos, a luz natural é a melhor opção;

  • mude um pouco as coisas. Ao fotografar, nunca use apenas uma única perspectiva. Dependendo do que você pretende realizar, tente close-ups, tomadas de grande angular e vários filtros para variar e para envolver seu público-alvo.

  • pense no plano de fundo e na periferia. Uma imagem pode ser arruinada por um enquadramento desproporcional, pela desordem de fundo ou por itens ao redor do sujeito que atuam como uma distração;

  • se você não tiver confiança em suas habilidades de fotografia ou videografia, contrate um profissional.

Pergunte a si mesmo: que tipo de mensagem você está enviando quando um usuário vê seu anúncio do Instagram? Se a resposta for “as fotos e os vídeos que faço no meu smartphone parecem melhor do que isso”, é hora de repensar sua estratégia de conteúdo visual.

Embora os usuários do Instagram não necessariamente gostem de imagens excessivamente produzidas, visuais de baixa qualidade prejudicam a reputação de sua marca, são considerados pouco profissionais e deixam as pessoas pensando que sua marca não leva a sério sua imagem (ou empresa).

Esses são apenas alguns dos erros comuns de publicidade que surgem nos anúncios do Instagram. Ao evitar esses 5 erros potencialmente graves do Instagram Ads, você pode se posicionar para atingir suas metas de publicidade.

Em resumo, podemos dizer que as chaves do sucesso para as campanhas do Instagram são:

  • implementar uma estratégia de publicidade vencedora;

  • concentrar-se no público-alvo certo;

  • criar conteúdo atraente;

  • preparar-se para o sucesso em longo prazo;

  • testar e refinar regularmente as suas campanhas.


Você já pensou em aprofundar os seus conhecimentos sobre mídias sociais? Comece com a Formação em Social Media EAD e saiba como ter o melhor proveito de cada uma das plataformas.

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Por que você precisa planejar seu conteúdo de mídias sociais?

Você já não sabe mais como se destacar no feed de notícias do seu público? A solução pode ser mais simples do que você imagina: saiba planejar seu conteúdo.

Alguma vez você já sentiu que estava sem criatividade alguma para criar conteúdo para as mídias sociais? Em meio a tantas ofertas, você já não sabe mais como se destacar no feed de notícias do seu público? A solução para essas questões pode ser simples: saiba planejar seu conteúdo.

Passar todos os dias pensando nas estratégias para publicar interfere na otimização do seu tempo, além de lhe deixar ansioso. Estar presente nas mídias sociais não basta; é preciso entregar conteúdo relevante para a sua audiência, e mais: manter a consistência nas postagens.

Mas como planejar o conteúdo nas mídias sociais? De que forma esse planejamento melhora o engajamento dos clientes? É sobre isso que falaremos a seguir. Vamos lá?

Por que você deve planejar o conteúdo das mídias sociais?

À medida que o alcance orgânico das postagens de empresas diminui — devido às mudanças no algoritmo do Facebook e à competição por visibilidade —, fazer um bom planejamento de conteúdo ajuda você a escapar da preguiça e da desorganização na publicação de posts.

Veja a seguir algumas razões para você planejar seu conteúdo:

Não perder datas importantes

É importante para a sua marca celebrar o Dia Nacional do Café? Um calendário de conteúdo fará com que seus seguidores interajam com você em datas especiais.

Ter um cronograma consistente de publicações

Manter a consistência das postagens nas plataformas sociais é uma das melhores formas de garantir o engajamento do público. Postagens regulares fazem com que seus clientes esperem e se envolvam com o conteúdo, criando um relacionamento longo e duradouro — que leva às vendas.

Encontrar o seu mix de conteúdo ideal

Por meio de testes ao longo do tempo, você encontrará o mix de conteúdo que funciona para o seu público. Mas, para começar, a regra 80/20 ajuda: 80% de conteúdo educacional e divertido, 20% vendendo o seu produto.

Economizar tempo

Planejar o conteúdo futuro dos posts em mídias sociais faz com que você não precise se preocupar com o relógio constantemente.

Distribuir recursos efetivamente

Ótimos posts envolvem redatores, designers, editores de vídeos etc. O trabalho de qualidade requer tempo e as mensagens de última hora tendem a gerar um efeito cascata em toda a organização. A procrastinação é cara.

Evitar erros entre plataformas

Evite parecer tolo e desorganizado para os seus seguidores. Um calendário de conteúdo de mídia social permite que você escreva legendas exclusivas para cada plataforma social com antecedência.

Garantir conteúdo sempre fresquinho

O planejamento é também um registro de tudo o que você já publicou. Verifique se você não está se repetindo.

Descobrir o que funciona

Ter um registro das postagens facilita a avaliação dos resultados. Talvez publicações às quintas-feiras tenham melhor desempenho para a sua marca. Talvez seus seguidores no Instagram gostem de uma postagem por dia, enquanto os do LinkedIn prefiram quatro. Teste até encontrar a programação ideal para você.

 

 

Como organizar o calendário de conteúdo?

Veja, agora, algumas dicas rápidas para organizar o seu calendário:

Comece com uma auditoria de mídia social

A auditoria de mídia social é, basicamente, uma lista dos seus esforços atuais, para compreender o que traz resultados e o que pode ser descartado. Faça perguntas como “quais plataformas você está usando?”, “quais estão tendo melhor desempenho?”, “você deveria continuar publicando para todos eles?”.

Faça uma auditoria de conteúdo

Siga o mesmo trabalho descrito acima com as suas publicações. Algum conteúdo que você pretende publicar está desatualizado? Pode ser atualizado ou deveria ser desfeito? Que tipo de coisas seus concorrentes estão postando?

Familiarize-se com os dados demográficos das redes

Cada rede social fala para um público distinto e isso molda o conteúdo que você deverá compartilhar.

Determine sua frequência de publicação

Se você já fez uma auditoria de mídia social, você sabe quantas vezes está postando em cada rede social. Esse será o plano daqui para frente ou você vai mudar as coisas? Tome uma decisão agora, mesmo que você ajuste mais tarde.

Classifique seu conteúdo

Seu calendário deve ter algum tipo de sistema de categorização de conteúdo. Isso ajuda você a rastrear o tipo de conteúdo que seus seguidores mais gostam.

Configure um arquivo de conteúdo

Organize um banco de dados (uma planilha simples) com todas as partes de conteúdo que você pode facilmente escolher ao criar seu calendário.

Determine as necessidades do seu calendário

Qual nível de detalhe seu calendário exige? Você precisa de uma planilha separada para cada rede ou todas elas podem caber em um?

Insira seu conteúdo (e estabeleça um processo)

Preencha seu calendário com conteúdo incrível, mas certifique-se da organização. Quem é responsável por atualizar o calendário? A mesma pessoa também será responsável por agendar e publicar as postagens? As postagens precisam ser aprovadas por alguém antes de serem publicadas?

Programe seu conteúdo para publicação

Esse é o passo que vai lhe poupar muito tempo, dinheiro e inteligência. Use ferramentas para agendar a publicação do conteúdo que você cuidadosamente criou, para que você não precise pressionar “enviar” 25 vezes por dia.

Ao pensar em planejar o conteúdo para mídias sociais, lembre-se de que “falhar em se preparar é se preparar para falhar”.

Quando estiver com a sensação de falta de criatividade ou conteúdo relevante, lembre-se que seu público quer saber por que você faz o que você faz. Explore conteúdos educacionais, resolva problemas e tire dúvidas frequentes de seus clientes sobre o seu nicho. Revele seus segredos, abrace as suas particularidades e tenha em mente que sempre há uma nova história para contar.

Que tal continuar sua leitura para ter mais insights sobre criação de conteúdo? Acesse o nosso blog e aproveite todas as nossas dicas!

Textos curtos ou longos, o que é melhor para sua estratégia de mídias sociais?

A escolha do tipo de publicação sozinha não basta para ter sucesso, é preciso usar chamadas criativas, educativas ou informativas para engajar seu público.

As mídias sociais permitem que você use variados formatos de publicações e anúncios, e você talvez já saiba que imagens e vídeos são campeões de interação nas redes. Mas a escolha do tipo de publicação sozinha não basta para ter sucesso, é preciso usar chamadas criativas, educativas ou informativas para engajar seu público.

Ao criar as suas chamadas, você já deve ter se perguntado qual é o tamanho ideal do texto: curto ou longo? O número de caracteres das suas publicações em si não é a maior questão a considerar, precisamos levar em conta, também, o equilíbrio entre a qualidade e a quantidade de conteúdo ideal para você maximizar o engajamento das suas publicações.

Considerando que o texto é uma variável importante, podendo ser uma única palavra ou uma breve história, o que é melhor para a sua estratégia nas mídias sociais? Textos longos ou curtos? Trouxemos alguns dados e dicas para ajudar você. Vamos lá?

 

 

Qual é o tamanho ideal de textos para o Facebook?

Jeff Bullas diz que 40 caracteres é o número mágico para chamadas no Facebook. Segundo ele, as taxas de engajamento nesse caso são de 86%. O problema é que isso é muito pouco. Em campanhas de marketing digital, é praticamente impossível criar publicações de qualidade com 40 caracteres.

Quando a chamada aumenta para 80 caracteres, a taxa de engajamento cai para 66% (nada mal, convenhamos). A maioria dos profissionais de marketing acredita que textos curtos obtêm melhores resultados que textos longos. Mas será que eles estão certos?

A AdEspresso realizou um experimento que desafia essa crença. Nele, eles testaram 7 anúncios diferentes para a mesma oferta, em que a única coisa que mudava era a chamada. Aqui está um resumo do teste:

  • variação A: uma frase, versão A (afirmação + dados);

  • variação B: uma frase, versão B (pergunta);

  • variação C: lista;

  • variação D: lista + emojis;

  • variação E: um parágrafo;

  • variação F: 3 parágrafos;

  • variação G: 6 parágrafos.

Se você aposta na variação A, você tem a mesma opinião da maioria dos profissionais que responderam a essa pergunta do AdEspresso. Porém, essa versão não só não venceu como também teve um CPA (Custo Por Ação) muito alto.

Agora veja os resultados de cada teste, com o número de leads gerados e seu respectivo CPA (em dólar):

  • um parágrafo: 32 leads, CPA $ 4.83;

  • 3 parágrafos: 28 leads, CPA $ 5.40;

  • 6 parágrafos: 27 leads, CPA $ 5.44;

  • lista: 25 leads, CPA $ 5.64;

  • lista + emojis: 20 leads, CPA $ 7.38;

  • uma sentença versão A: 13 leads, CPA $ 10.82;

  • uma sentença versão B: 12 leads, CPA $ 11.74.

Como saber qual o melhor tamanho de texto para cada anúncio?

Esses dados apresentados sugerem, então, que você padronize todas as suas campanhas em um formato com um parágrafo de texto? Não necessariamente. No fim das contas, (quase) tudo depende do produto ou serviço oferecido.

Algumas proposições de valor são óbvias e podem ser transmitidas em meia dúzia de palavras, especialmente para marcas ou itens bem conhecidos. Para algo mais complexo, porém, o usuário precisa de mais informações para compreender esse valor.

Além disso, o tamanho do texto também é definido pelo seu público. Conheça muito bem a sua persona para, então, produzir conteúdos de alta qualidade para ela. Por exemplo, se seu público pertencer à geração Baby Boomer, há mais chances de que seus textos sejam lidos por inteiro do que se o público for da Geração Z.

Textos longos têm um histórico de má reputação no marketing digital. As pessoas adoram dizer que ninguém lê online — e isso pode, de fato, ser muito verdadeiro. Mas qualquer copywriter bom em gerar conversões lhe dirá o seguinte: não escreva para as pessoas que não leem online. Escreva para as que leem.

Como descobrir o que funciona para o seu negócio? Não assuma nada de antemão, faça testes! Você pode, por exemplo, inserir perguntas no seu texto para gerar mais engajamento do público com menos caracteres. Quem sabe um bom storytelling em seus anúncios?

E quanto às outras mídias sociais?

Veja, a seguir, o tamanho de textos indicados para outras mídias sociais:

  • Instagram: as legendas proporcionam contexto às imagens e aos vídeos, então, se você quer aumentar o engajamento, mantenha 138-150 caracteres (o Facebook recomenda que sejam 125);

  • Twitter: anúncios com 100 caracteres têm mais comentários e retweets;

  • E-mail marketing: o assunto de um e-mail deve conter de 28 a 39 caracteres;

  • Pinterest: a descrição de uma imagem deve ter até 200 caracteres;

  • Blog post: para a Hubspot, um post de 1600 palavras é o ideal, porém, é imprescindível conhecer o seu público (posts de 500 palavras podem ser mais efetivos para o seu).

Quantas vezes você já ouvir falar que “conteúdo é tudo“? Que clichê! Sim, mas é verdade. Conteúdo é fundamental. O Google, inclusive, avalia com severidade a qualidade dos textos e o quão satisfatório eles são para os usuários. Os dados da Backlinko mostram que textos longos são mais bem ranqueados que textos curtos.

Mas nem sempre os textos longos têm maior qualidade que os textos curtos. A questão é que textos longos tendem a solucionar os problemas das pessoas melhor do que os curtos, e o Google deseja exibir nas primeiras posições os conteúdos que gerem mais satisfação nos seus usuários.

Mas não precisamos nem comentar que você não deve sair criando textos longos, cheios de abobrinhas, apenas para enquadrá-los no número ideal de palavras, não é mesmo? Então, se você quer colher bons frutos em longo prazo, crie conteúdo de qualidade que realmente seja útil para a sua audiência.

Faça pesquisas, testes e análises originais e ofereça informações exclusivas, que seus concorrentes não oferecem. Mas não permita que o calendário de conteúdo de post com texto curto ou post com texto longo dite as regras das suas ações de marketing nas mídias sociais.

Estas foram só algumas dicas de como criar boas campanhas de marketing digital. Há, ainda, uma vastidão de pontos para serem explorados.

Quer se aprofundar no assunto e produzir as melhores estratégias de marketing para o seu negócio ou para os seus clientes? Então, se inscreva no nosso curso de Planejamento de Conteúdo para Mídias Sociais e aprenda a direcionar suas ações para engajar seu público!

Imagem mostra uma máquina de escrever laranja sobre um fundo igualmente laranja. No canto superior esquerdo está o título deste post: Textos curtos ou longos: o que é melhor para usa estratégia de mídias sociais?

Qual é a diferença de anunciar em Mídias Sociais e no Google?

Qual é a melhor opção para suas campanhas?

Quando o assunto é marketing digital, há poucas dúvidas de que o Facebook e o Google dominam a publicidade no meio virtual, tamanha a influência que as empresas exercem sobre as pessoas hoje. Se você quer alcançar o seu público, então essas plataformas são os melhores lugares para você estar.

Há diversos canais de mídias pagas para você rodar suas campanhas e divulgar seus anúncios. Mas, dada a abrangência, os recursos que oferecem e os resultados que garantem, o Facebook e o Google serão nosso foco neste artigo.

A pergunta que não quer calar é: qual deles é a melhor opção para o seu negócio? A seguir, mostraremos alguns dados para que você consiga entender as diferenças entre anunciar entre mídias sociais e no Google para, então, montar a sua estratégia. Vamos lá?

Como funciona o Facebook Ads?

Por que as pessoas estão no Facebook? Elas estão fazendo pesquisas, buscando um meio para resolver um problema? Elas precisam de um encanador? Obviamente não.

O Facebook é uma rede social e isso significa que a maioria dos usuários não está lá para procurar por encanadores ou comprar produtos. (Pelo menos a intenção de compra não é tão alta assim). Contudo, isso não significa que você não deva investir em Facebook Ads.

Com mais de 2 bilhões de usuários ativos por mês, você pode encontrar praticamente qualquer tipo de público-alvo e nicho de mercado na plataforma. Como alcançá-los? No Facebook Ads os anúncios são exibidos para os usuários com base no perfil que você determinou na sua estratégia e no comportamento online deles.

Imagem mostra alguns dados de Facebook. 54% das pessoas entrevistadas pelo Facebook estão fazendo mais compras online por causa de anúncios em stories. 70% dos entrevistados usam stories em três ou mais apps do Facebook pelo menos uma vez por semana. Os compradores que priorizam o uso de dispositivos móveis cresceu em 51,8% de 2016 para 2017.

Quer conhecer mais dados sobre o público do Facebook e Instagram? Visite o QG dos Insights da plataforma.

Dessa forma, uma pessoa pode ver o seu anúncio mesmo que não tenha ativamente demonstrado nenhum interesse no seu produto ainda. Ou seja, você vai alcançar muitas pessoas que estão na fase de descoberta e, para que haja uma real conversão, a oferta que seu anúncio faz precisa ser muito atrativa.

Em resumo, o Facebook Ads é muito eficaz em estratégias que têm como objetivo aumentar o volume de leads, engajar clientes, gerar interesse, posicionar a marca e cosntruir uma boa relação com os usuários — que, no futuro, não serão apenas consumidores, mas também fãs.

O Facebook oferece, basicamente, três formatos de anúncios: imagem + texto, vídeo e título + texto. Eles aparecem no feed de notícias ou na barra lateral, à exceção do vídeo, que só pode ser veiculado no feed.

 

 

Como funciona o Google Adwords?

Bom, agora refazemos a pergunta: por que as pessoas usam o Google? A resposta para essa questão demonstra a principal diferença entre as duas plataformas.

Enquanto o Facebook utiliza a segmentação do público baseado em dados como sexo, idade, localização, profissão, status de relacionamento e interesses pessoais, o Google Adwords segmenta os usuários com base em palavras-chave.

Ou seja, o estágio da jornada em que se encontra o cliente é muito mais avançado aqui. Diferentemente do que acontece nas redes sociais — em que o consumidor ainda não sabe se quer algo, mas por meio da sua campanha será impactado e avançará rumo à aquisição — quem vai ao Google está ativamente procurando por um produto ou serviço.

Geralmente, o usuário busca por informações adicionais, preços e, claro, uma oferta que seja irrecusável. Ou seja, na maioria das vezes, o seu público-alvo no Google Ads está mais bem encaminhado para o ato da compra.

Com impressionantes 100 bilhões de buscas por mês e mais de 2 trilhões durante o ano, o Google é líder na área e oferece diversos formatos de anúncios, além da possibilidade de veiculá-los em diferentes canais, como o YouTube.

Os anúncios em banner podem ter tamanhos diferentes, bem como apresentar somente texto, texto + foto, vídeo e link + texto.

Quanto à estratégia, o Google Adwords é muito eficiente nas campanhas que visam gerar conversões de modo geral — vendas, captação de leads, downloads de aplicativos e e-books, atração de tráfego etc.

E sobre o Instagram?

Muito bem, mas e o Instagram? No que diz repeito aos formatos de anúncios que têm mais sucesso nas redes sociais, o Facebook Ads e o Instagram Ads se assemelham. Isto é, dificilmente algo que deu certo em uma plataforma não responderá bem na outra.

Imagem mostra um exemplo de anúncio no Instagram, com opções de segmentação.

Afinal, tal como o Facebook, o Instagram é uma rede social e seus usuários não buscam ativamente por soluções.

Contudo, é preciso ficar atento às particularidades do Instagram:

  • o smartphone é responsável por 100% do tráfego no Instagram (suas campanhas devem ser responsivas para celular, portanto);
  • as métricas de desempenho nem sempre são iguais às do Facebook (taxas de conversão são, geralmente, menores no Instagram. Muitas vezes por causa da landing page pouco estruturada para smartphones);
  • 90% dos usuários do Instagram têm menos que 35 anos e, por isso, respondem a diferentes CTAs.

Botando na balança, o Facebook, hoje, ainda oferece melhores opções de segmentação e, portanto, os anúncios levam mais vantagem sobre o Instagram.

Como você pôde ver, anunciar em mídias sociais e no Google tem grandes diferenças, não é mesmo? A sua opção deve levar em consideração os objetivos que você quer atingir. Mas acreditamos que essa não seja uma questão de escolher entre uma ou outra plataforma, e sim de usá-las ao mesmo tempo.


Gostou da leitura? Nosso artigo foi interessante para você? Você encontra mais conteúdos como este no nosso blog, toda semana tem um post novo para você! Entre, e fique à vontade. 🙂

Imagem mostra mulher usando um computador tipo notebook. O computador está sobre uma mesa onde também estão um caderno, caneta e uma caneca. Ao centro da imagem está o título do post: Qual é a diferença de anunciar em mídias sociais e no Google?

Como gerar leads em mídias sociais?

Como converter o público-alvo em clientes em potencial? Como atrair e engajar essas pessoas? Em outras palavras, como gerar leads em mídias sociais?

Sejamos diretos: os seus próximos clientes estão nas mídias sociais. Ao encontrá-los — e encantá-los — você pode aumentar o ROI das suas estratégias de marketing digital e levar a sua empresa para outro patamar, acima de seus concorrentes.

Não é à toa que gerar leads é o foco de 66% das marcas. Afinal, quem não deseja ter fãs incondicionais divulgando o nome da empresa e, mais, convertê-los em clientes reais?

A questão é: como converter o público-alvo em clientes em potencial? Como atrair e engajar essas pessoas? Em outras palavras, como gerar leads em mídias sociais? Continue conosco, neste post, trazemos algumas dicas para você.

O que é lead?

Antes de falarmos em como gerar leads, precisamos saber exatamente o que é um lead. De maneira bem simples e direta, lead é aquela pessoa que demonstra um real interesse nos produtos ou serviços que você tem a oferecer. São os seus potenciais clientes.

Um lead demonstra interesse na sua marca ao fornecer seus dados de contato preenchendo um formulário na sua landing page, assinando sua newsletter, baixando um e-book ou se inscrevendo para um curso gratuito, por exemplo. Ou seja, é uma pessoa que, mesmo não tendo comprado seus produtos e serviços, está atenta ao que você faz e deseja saber mais sobre o assunto que você domina.

Ela fornece seus dados de contato em troca de algum benefício que você esteja oferecendo. Dessa forma, ao conseguir o e-mail ou o telefone desse lead, você tem a possibilidade de nutrir uma relação com ele, enviando conteúdos relevantes no momento certo, engajando-o para avançar no funil de vendas para, finalmente, concretizar a venda.

Portanto, é a partir dos leads que a sua marca adquire uma rede de contatos qualificados, leva pessoas a realizarem conversões (compras ou engajamento), amplia os relacionamentos e consegue uma divulgação orgânica para o negócio.

Como gerar leads nas mídias sociais?

Você conhece alguém que gosta de receber ligações de telemarketing ou e-mails aleatórios sobre assuntos e negócios dos quais nunca ouviu falar ou não tem interesse? Provavelmente, sua resposta é não.

Esse tipo de abordagem tende a ser rejeitada ou ignorada em vez de ser aceita com satisfação. E a razão é muito simples: as pessoas não querem ser interrompidas, não querem perder tempo com o que não lhes interessa.

Por isso, as estratégias de inbound marketing — as que buscam interagir com o público em vez de obrigá-lo a consumir uma campanha — têm crescido e revolucionado a maneira como as pessoas adquirem produtos e serviços.

Nessas táticas de engajamento é preciso criar conteúdo rico e coerente, capaz de gerar leads para serem capturados, identificados, nutridos e qualificados.

Isso significa que existem outras maneiras de aumentar a geração de leads que não apenas direcionando o público para um formulário na landing page. Veja a seguir algumas dicas para isso.

 

 

Ofereça conteúdo gratuito de qualidade

O comportamento dos consumidores mudou e, hoje, as pessoas preferem adquirir mais conhecimento sobre os seus próprios problemas para, então, se aprofundar nas possíveis — e melhores — soluções para eles.

Ao oferecer conteúdos mais extensos e mais completos, você demonstra para sua persona a sua autoridade no seu nicho e estreita a relação com ela. Uma maneira de entregar esse tipo de conteúdo e conseguir os dados de contato do usuário é por meio de conteúdo escondido.

Isso mesmo: compartilhe links com conteúdo escondido que o público só pode ter acesso se fornecer seus dados. Muitas pessoas vão clicar na sua landing page sem acessar o conteúdo (talvez não estejam tão interessadas assim), mas, se o seu conteúdo for relevante e interessante o suficiente, você obterá sucesso.

Esse conteúdo pode ser:

  • e-books;

  • cursos gratuitos;

  • webinários;

  • infográficos;

  • templates;

  • planilhas;

  • checklists;

  • ferramentas.

Encontre quem está procurando você

De nada adianta criar e disponibilizar conteúdo de qualidade se as pessoas não encontram o que você oferece. Utilize as ferramentas da internet a seu favor e seja ativo na busca por quem está perguntando sobre o seu segmento.

Assim, monitore e crie alertas para palavras-chave do seu segmento, menções do nicho, dúvidas, etc.

Invista em SEM (Search Engine Marketing)

Mesmo havendo outros mecanismos de buscas, a maioria esmagadora das pessoas vai recorrer ao Google. Por isso, saiba quais são os seus critérios de ranqueamento e crie seus conteúdos com base em estratégias de SEO (Search Engine Optimization) e links patrocinados.

Anuncie em mídias sociais

As postagens orgânicas são segmentadas até certo ponto e os anúncios direcionados levam sua segmentação a outro nível. Portanto, a capacidade de gerar leads em grupos de clientes potenciais é muito maior. O uso de públicos-alvo altamente específicos para promover um conteúdo exclusivo é uma ótima maneira de manter baixos os custos de publicidade e, além disso, garante que os leads coletados sejam de qualidade.

O marketing de mídias sociais evoluiu para incluir, além da simples segmentação, ferramentas específicas para geração de leads em mídias sociais: formatos de anúncios criados para ajudar os profissionais do marketing a coletar leads diretamente nas redes sociais.

Assim, algumas ferramentas disponíveis são:

Faça uma pesquisa segmentada geograficamente

A maioria das empresas já sabe usar a segmentação geográfica para veicular suas postagens e anúncios nas mídias sociais para alcançar seu público-alvo mais próximo ao seu negócio. Mas poucas marcas aproveitam a pesquisa social segmentada geograficamente para descobrir leads locais.

Por exemplo, você pode usar esse tipo de a pesquisa para rastrear os tweets provenientes do local de uma conferência do setor, independentemente de você estar lá ou não. Assim, você pode entrar em contato com as pessoas que tweetaram do evento com uma oferta personalizada (como uma avaliação do seu aplicativo), ou apenas para dizer olá e estabelecer uma conexão para desenvolver ao longo do tempo.

Aí vão algumas ferramentas para você:

Não subestime o CTA

Não subestime o poder da Chamada para Ação (Call to Action – CTA). Cada conteúdo criado e disponibilizado pela sua marca deve ser pensado a partir de estratégias que atraiam os potenciais clientes e os conduzam no processo decisório. O CTA é uma parte fundamental do seu conteúdo para tornar um visitante um lead e deve, portanto, ser adequado e coerente com o conteúdo, direcionando os usuários a uma ação específica.

Por exemplo, em um post de blog o CTA pode guiar a persona a ler outros conteúdos relacionados. Ou ainda pode levar a assinar uma newsletter, preencher um formulário, ter acesso a um e-book, etc.

Muito bem, aí estão algumas dicas para você investir e gerar leads nas mídias sociais. Lembre-se que, após o contato com o lead, você precisa nutrir essa nova relação para estreitar os laços com o cliente e avançar no funil de vendas.


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Imagem mostra um computador tipo notebook sobre uma mesa. A mão de uma mulher está no teclado. Na mesa também há um caderno, uma caneta e uma xícara. No centro está o título deste post: como gerar leads em mídias sociais.

Pinterest para empresas: o que você precisa saber?

O que o Pinterest tem de especial e por que você deveria pensar em ter um perfil para a sua empresa?

Quando você pensa em marketing digital, quais são as redes sociais que vêm à sua cabeça? Provavelmente o Pinterest não está entre elas, certo? Pois saiba que essa plataforma tem um grande potencial de expandir o seu negócio e ela pode sim entrar para as suas estratégias de alcance em mídias sociais.

Mas o que o Pinterest tem de especial e por que você deveria pensar em ter um perfil para a sua empresa? Neste post, respondemos essas perguntas e trazemos algumas informações que você precisa ter sobre a plataforma. Boa leitura!

O que é o Pinterest?

O Pinterest é uma rede social focada em compartilhamento de imagens e vídeos, que possibilita aos usuários capturar fotos ou links da internet para construir seu quadro de interesses — ou quadro de inspirações.

Criado nos Estados Unidos em 2010, o Pinterest se autodenomina um “catálogo mundial de ideias” e, em 2011, foi citado pela revista Time como um dos melhores websites disponíveis na internet. Hoje, a rede conta com 250 milhões de usuários ativos.

A plataforma permite classificar e gerenciar imagens — chamadas de “pins” — em pastas temáticas (os pinboards), que podem ser compartilhadas em outras redes sociais (Twitter e Facebook), tornando a interação ainda mais ampla entre as comunidades.

Que tipos de publicações podem ser feitas?

As imagens compartilhadas no Pinterest são divididas por temas, portanto, os boards podem ser criados por assuntos como:

  • jogos;

  • hobbies;

  • inspirações;

  • moda;

  • artesanato;

  • decoração;

  • dicas.

As possibilidades são infinitas, não é mesmo?

Imagem mostra um print de tela do perfil da Petit no Pinterest.

Quem está no Pinterest?

Sabe-se que 80% da audiência do Pinterest é composta pelo público feminino. A partir daí, você já consegue imaginar o potencial dessa ferramenta para os negócios que atuam nesse segmento.

Isso faz do Pinterest uma rede excelente para direcionar estratégias de marketing de marcas que tenham produtos e serviços que envolvem moda, cosméticos, decoração e artesanato.

Contudo, a proporção de usuários homens vem aumentando no Pinterest, o que demonstra seu interesse na rede e outros setores para serem explorados.

 

 

Por que sua empresa deveria estar no Pinterest?

O Pinterest é altamente visual e compartilhável, isso faz da rede um ótimo canal para chamar a atenção a uma marca de diversas formas. Além disso, a plataforma promove estilos de vida e conecta empresas a clientes em potencial.

Você já imaginou publicar conteúdos que continuarão criando interações e enviando tráfego para o seu site, mesmo depois de ter passado muito tempo desde as suas publicações? É isso o que o Pinterest proporciona. A vida útil média dos seus pins é 1.680 vezes maior que a de um post no Facebook.

Parece bastante interessante ter um conteúdo aparecendo no feed do Pinterest após 4 ou 5 meses após a publicação, não é mesmo? Enquanto a vida útil de um tweet é de, mais ou menos, 24 minutos e de um post no Facebook de 90 minutos, o pin dura, em média, 151.200 minutos.

Além disso, a GfK EUA informou que 83% dos usuários semanais do Pinterest já fizeram compras depois de visualizar pins de marcas.

Como se destacar no Pinterest?

Mas em meio a tantas opções, como se destacar no Pinterest? Anote algumas dicas rápidas:

1. escolha uma imagem marcante: escolha imagens verticais de alta qualidade. O recomendado é uma proporção 2:3 (1000 x 1500 pixels, por exemplo);

2. chame a atenção para o que você oferece: exiba seu produto ou serviço em primeiro plano e evite imagens que não reflitam o estilo da sua marca;

3. incorpore o contexto da sua solução: escolha imagens que mostrem para os usuários que o seu produto é a escolha certa para eles. Dê preferência a pins com uma pessoa usufruindo o seu produto ou serviço;

4. insira seu logotipo: insira o logotipo da sua marca em todos os pins, de maneira sutil;

5. inclua texto no pin: adicione textos curtos e objetivos para contar uma história e reforçar a mensagem que você quer passar.

Para que você consiga aproveitar ao máximo os recursos do Pinterest, é essencial ter uma conta business. Com ela, você tem acesso a análises melhores e, claro, pode publicar anúncios. Contudo, para isso será necessário esperar um pouquinho mais. O Pinterest Ads está disponível para diversos países e deve chegar ao Brasil em breve.

Por todas essas razões, é altamente indicado que você marque presença no Pinterest. Além do seu amplo alcance, as empresas que chegarem primeiro certamente terão destaque nos ads.

Gostou das nossas dicas? Então, siga nosso perfil no Pinterest e veja tudo o que nos inspira!

Imagem mostra um print de tela do perfil da Petit no Pinterest.

Como calcular o ROI das mídias sociais?

Entenda como calcular o retorno das suas ações em mídias sociais.

Se algo não está na internet, provavelmente não existe. Você já ouviu essa frase por aí? Por mais engraçada ou exagerada que possa parecer, ela tem seu fundo de verdade. Muitos anos depois da popularização da rede, hoje podemos dizer que a marca que não usufrui os poderes das mídias sociais não vai muito longe — ou leva muito tempo para chegar onde deseja.

Há muitas formas de saber se uma empresa está crescendo, e o indicador de desempenho queridinho do mundo dos negócios é, sem dúvida, o ROI — Return Over Investment, em inglês. Ele é a taxa de retorno, é o que mostra a quantia de dinheiro que você ganhou (ou perdeu) ao fazer um investimento.

E nessa correria desenfreada por marcar presença nas mídias sociais, é fácil se perder nas estratégias, não enxergar resultados e, consequentemente, não lucrar nada com o que você tinha certeza de que traria resultados.

Muito bem, mas a questão é como calcular o ROI das mídias sociais? Como saber se a sua tática de marketing está dando certo? Continue conosco, porque neste post a conversa é sobre isso.

O que é ROI?

Nós bem sabemos — e temos visto cada vez mais — o impacto que as mídias sociais exercem sobre as pessoas. Os influenciadores digitais são uma das provas do quanto estamos envolvidos com essa “nova” forma de se comunicar e de fazer negócio.

Mas também sabemos que, nem sempre, a diretoria da empresa (ou seja, o seu cliente) acredita nas estratégias de marketing que você tem proposto. Nada condenável, não é mesmo? Mas para que você consiga convencê-lo da importância do seu trabalho é preciso demonstrar o ROI das mídias sociais.

Se o ROI é o retorno do que foi investido, o ROI das mídias sociais é o retorno do investimento de todas as atuações feitas nesses canais. Dessa forma, isso inclui toda ação realizada visando um lucro futuro como campanhas de marketing, aquisição de softwares de gestão, contratação e treinamento de funcionários, novas estratégias para reter clientes etc.

Mas para não ter erro e escolher de forma certeira os investimentos que a empresa deve fazer, é imprescindível ter metas bem estabelecidas e entender bem quais são as estratégias que trazem resultados — que são eficientes para aproximar o negócio desses objetivos.

Você quer aumentar a taxa de conversão? Aumentar a geração de leads? O engajamento? O tráfego no blog?

Com tantas táticas para atrair e fidelizar clientes, como é possível identificar o que funciona especificamente para a sua empresa? Parece uma tarefa como tiro ao alvo no escuro, mas a resposta é simples: calcule o ROI da estratégia com precisão e aja em cima dele.

Como calcular o ROI?

O marketing digital é muito amplo e o que não falta são métodos e ferramentas para quem deseja fazer negócios na internet. Mas é preciso ter em mente que cada empresa ocupa um nicho no mercado e tem um público-alvo específico, entre outros detalhes.

Isso quer dizer que cada ação de marketing trará resultados diferentes, dependendo das características da empresa. Ou seja, apesar de confiáveis e eficazes, o que funciona para uma pode não trazer muito retorno para outra.

É exatamente por isso que acompanhar o ROI das mídias sociais é tão importante. Ele é um indicador de desempenho fundamental, que ajuda a responder perguntas essenciais sobre o negócio, tais como:

  • Quais as maiores fontes de lucro?

  • Quais os canais de comunicação mais eficientes?

  • O desempenho das campanhas de marketing está como o esperado?

  • O atendimento ao cliente está favorecendo a fidelização?

  • O processo de vendas tem sido eficaz?

Quando você avalia essas questões e encontra respostas claras para elas, fica muito mais fácil decidir quais estratégias valem o investimento e quais precisam ser repensadas, além de otimizar aquelas que já estão dando certo, para que tenham um desempenho ainda melhor.

O cálculo do ROI é muito simples:

ROI = (retorno – investimento)/ investimento

Essa fórmula é bastante abrangente e pode ser utilizada para analisar o andamento do negócio de modo geral, ou para avaliar um projeto específico. Multiplicando o resultado por 100 você tem o resultado em porcentagem, o que facilita na hora de comparar as estratégias.

Assim, o ROI das mídias sociais pode ser calculado nas suas mais diversas áreas como:

Todo mundo quer ter seu lugar ao sol e, sim, há lugar para todo mundo. Mas para encontrar exatamente esse ponto é preciso ter objetivos muito claros. É claro que a maior meta de qualquer empresa é aumentar a receita. Mas quando se trata de mídias sociais é fundamental traçar o caminho para lucrar no futuro.

Os objetivos do marketing de mídias sociais são implicados ou mensuráveis. Os mensuráveis são os de ordem quantitativa e têm ligação com as ações de vendas. Exemplo disso é a quantidade de leads gerados pelas publicações nas redes sociais e que se tornaram consumidores reais.

Já os objetivos implicados são de natureza qualitativa, ou seja, podem não acumular moedas no cofrinho agora, mas fortalecem a marca no mercado digital. Por exemplo, você pode ter como meta aumentar o engajamento da empresa com a sua audiência por meio das redes sociais.

Então, nesse caso, você deve estabelecer alguns indicadores de desempenho como o aumento do número de seguidores, de comentários, de compartilhamentos, de curtidas e de mensagens diretas para saber se está no caminho certo.

Nesse contexto digital, engajamento e maior número de leads podem ser sinônimos de lucro e crescimento.

Depois de bem traçados os objetivos, definidas as métricas que você vai usar, você deve escolher uma ferramenta para medir o ROI das mídias sociais. Alguns exemplos são o Google Analytics, o Hootsuite e o Facebook Insights.

Por fim, no seu relatório de mídias sociais, você poderá apresentar para a diretoria os números das ações nas redes sociais que estão contribuindo para o faturamento da empresa.


Este artigo foi esclarecedor para você? Então não pare por aqui.

Continue aprofundando seus conhecimentos e confira todo o nosso conteúdo especial sobre relatórios e métricas de mídias sociais!

Compartilhe este post com alguém que precisa saber mais sobre ROI.


Imagem mostra uma mesa de trabalho com um laptop, cadernos, mouse, tablet, lápis e vasos pequenos. No canto superior esquerdo está o título deste post: Como calcular o ROI das mídias sociais?

Geração Z e o marketing boca a boca: 11 dados que você precisa conhecer

A Geração Z se apoia na recomendação de amigos no momento de comprar. Aqui estão 11 dados para entender melhor este público e saber como conversar com ele.

A Geração Z é a primeira geração verdadeiramente conectada. A conectividade constante com seus amigos e a infinidade de fontes de informação disponíveis dão a esse grupo demográfico uma variedade extraordinária de opções ao fazer escolhas.

A propaganda boca a boca sempre foi um fator-chave para efetuar compras entre todas as gerações. De fato, 50% de todos os norte-americanos dizem que escolheriam boca a boca se tivessem que escolher apenas uma fonte de informações de compra. E 92% dos consumidores ao redor do mundo afirmam que confiam nas recomendações de amigos e familiares acima de qualquer outra forma de propaganda.

No entanto, relatórios de pesquisa da Convince & Convert Consulting e do Center for Generational Kinetics mostram que o boca a boca é ainda mais poderoso quando a Geração Z decide o que comprar.

Infográfico apresentando conceitos das gerações. Baby Boomers: Nascidos entre 1946 e 1960 (pós guerra). Geração x: nascidos entre 1960 e 1980. Geração Y: nascidos entre 1980 e 2000 (millenials). Geração Z: nascidos depois de 2000 (nativos digitais).

Preparado para os números? Extraídas do Chatter Matters: o Relatório Boca a Boca de 2018 e do Estado da Gen Z: 2018, aqui estão 11 novas estatísticas da Geração Z que demonstram como o marketing boca a boca é vital para essa geração emergente. Acompanhe!

1. 48% da Geração Z fez recomendação boca a boca em segunda pessoa

48% da Geração Z fez essa recomendação, em comparação com 41% dos Millennials e 38% dos Gen X e Baby Boomers.

O “boca a boca em segunda pessoa” é quando um indivíduo faz uma recomendação não por causa de sua experiência pessoal, mas porque um amigo ou membro da família lhes disse algo positivo sobre o produto, serviço, marca ou empresa.

2. 30% da Geração Z já fez uma recomendação boca a boca overheard

30% da Geração Z fez essa recomendação, em comparação com 23% dos Millennials, 16% da Gen X e 13% dos Boomers.

Uma indicação boca a boca overheard é quando um indivíduo faz uma recomendação não por causa de sua experiência pessoal, mas porque estava ouvindo por acaso quando alguém que não conhecia elogiava o produto, o serviço, a marca ou a empresa.

3. 86% da Geração Z lê as avaliações antes de fazer uma compra pela primeira vez

As resenhas são cada vez mais importantes para todos os consumidores, mas a Geração Z consulta opiniões online extensivamente, e mais do que qualquer outra geração.

4. 68% da Geração Z lê três ou mais avaliações antes de fazer uma compra pela primeira vez

A Geração Z não se satisfaz dando uma olhada em apenas uma resenha para fazer uma compra. Eles leem três ou mais críticas antes de tomar a decisão.

5. 21% das mulheres da Geração Z leem 9 ou mais avaliações antes de fazer uma compra pela primeira vez

Essa importância dada pelas mulheres às resenhas é ainda mais interessante, considerando que 11% dos homens da Geração Z leem 9 ou mais avaliações antes de comprar pela primeira vez.

6. Geração Z + Millennials são 99% mais propensos a confiar em avaliações online e mídias sociais quando escolhem um restaurante

Esses jovens consumidores quase nunca selecionam um restaurante sem checar os comentários e as conversas nas mídias sociais. Em comparação com Geração X + Baby Boomers, os grupos Geração Z + Millennials têm 99% mais probabilidade de usar essas fontes de informação.

7. O Instagram é a rede social mais usada pela Geração Z seguir marcas

Na Geração Z 41% seguem marcas no Instagram, com uma porcentagem menor checando empresas via Twitter e outros canais.

8. 52% dos seguidores de marcas da Geração Z estão conectados a pelo menos 3 marcas no Instagram

Entre os membros da Geração Z que estão engajados com marcas no Instagram, 52% deles seguem pelo menos três.

9. Mulheres da Geração Z são mais propensas a seguir marcas no Instagram

48% das mulheres da Geração Z seguem marcas no Instagram, em comparação com 36% dos homens da Geração Z.

10. 46% da Geração Z segue mais de 10 influenciadores nas mídias sociais

Os representantes da Geração Z confiam um no outro e confiam em influenciadores de sua geração que têm público, experiência ou conhecimento incomensuráveis. Quase metade da Geração Z segue mais de 10 influenciadores nas mídias sociais hoje.

11. A Geração Z confia mais nos anúncios do YouTube

Isso em comparação com anúncios em rádio, impressos, televisão, mídias sociais, etc. Os anúncios do YouTube — geralmente estrelando influenciadores — são a forma mais confiável de publicidade entre a Geração Z.

Essas estatísticas e outras pesquisas mostram que a Geração Z não é simplesmente uma continuação dos Millennials. Seus comportamentos são diferentes. Suas expectativas são diferentes. Suas atitudes são diferentes. E, claro, seu jeito de usar o marketing boca a boca também é diferente.

Fundamentalmente, a Geração Z — pelo menos neste momento — depende mais do boca a boca, tanto em seu envolvimento offline quanto online, mais do que qualquer outra geração.

Sendo assim, se sua empresa vende para consumidores jovens, você simplesmente deve investir em uma estratégia de marketing de boca a boca de sucesso.


Como Identificar Influenciadores Digitais Falsos?

Os falsos influenciadores digitais se tornaram uma dor de cabeça para os profissionais de marketing, veja como identificá-los.

Os falsos influenciadores digitais se tornaram uma verdadeira dor de cabeça para os profissionais de marketing. Muito propagados e difíceis de identificar à primeira vista, os falsos influenciadores continuam enganando as marcas e lhes custando milhões em investimentos desnecessários.

Quer evitar ser enganado? Então, descubra como sempre fazer parcerias com os influenciadores certos e, assim, gerar resultados incríveis nas suas campanhas de marketing.

Mas por que isso acontece? Como as marcas são enganadas e, principalmente, como identificar esses perfis nas redes sociais? Criamos este conteúdo para ajudar você a fugir e se manter longe das más influências. Tudo pronto? Então, vamos lá!

O marketing de influenciadores está crescendo

O mercado global de influenciadores digitais cresceu de pouco mais de US$ 1 bilhão em 2017 para US$ 1,6 bilhão em 2018, e espera-se que chegue a US$ 2,4 bilhões em 2019, segundo os dados da Mediakix.

Isso significa que, entre 2017 e 2019, as empresas terão aumentado seus gastos com influenciadores de mídias sociais em cerca de 250%. Não é para menos, visto que eles impactam até 49% dos jovens, e estão em segundo lugar no poder de tomada de decisão para a compra de um produto.

Impressionante, não é mesmo?

Contudo, mesmo que os orçamentos de marketing dos influenciadores estejam aumentando, nem todo o dinheiro está sendo bem gasto.

Na verdade, uma parte considerável dos orçamentos de marketing das empresas vai para os chamados falsos influenciadores de mídia social que, em resumo, são pessoas que compram seguidores falsos para parecerem famosos. Falsos influenciadores também são notórios por criar interesses falsos — algo que discutiremos com detalhes mais adiante.

Infelizmente para as empresas, os falsos influenciadores estão espalhados amplamente por toda a indústria. Keith Weed, o CMO da Unilever, afirmou que aproximadamente 40% dos influenciadores comprou seguidores falsos em algum momento.

Isso significa que as empresas que colaboram com os influenciadores provavelmente estão perdendo dinheiro com usuários com falsos seguidores. E se você está investindo em marketing de influência, corre o risco de ser enganado também.

Então, como ficar longe de falsos influenciadores? O primeiro passo é aprender quem eles são e de onde eles vêm.

A ascensão dos Falsos Influenciadores: Quem, Onde e Como

Vamos dar uma olhada mais de perto em quem são os influenciadores falsos de mídia social. Influenciadores falsos são pessoas ou contas falsas que construíram um grande número de seguidores comprando-os ou usando bots.

Mesmo que comprar seguidores possa parecer um processo caro e complicado, na verdade é mais barato e mais fácil do que você pensa.

Por exemplo, alguns sites oferecem 15.000 seguidores do Instagram com um único clique por pouco mais de R$ 229,90. Você também pode postar uma imagem falsa e comprar likes falsos com pacotes de meros R$ 49,90.

Imagine que você quer se tornar um falso influenciador do Instagram, com 30.000 seguidores e 250 curtidas em cada uma das dez primeiras postagens. Com esses serviços, você pode atingir facilmente a sua meta por apenas R$ 509,70.

No Brasil, um influenciador com mais de 100 mil seguidores recebe entre R$ 5 mil e R$ 10 mil por publicação patrocinada. Esse valor pode aumentar se o influenciador fizer mais de um post, gravar stories e utilizar hashtags.

Essa soma é muito maior do que você investiu na criação do seu perfil — o que explica por que tantas pessoas estão interessadas em se tornar falsas influenciadoras ou em ter perfis falsos de influenciadores.

 

 

Agora, você pode estar se perguntando há quanto tempo esta fraude está acontecendo.

Ela tem acontecido desde que os primeiros serviços de venda de seguidores e likes falsos apareceram, o que já faz bastante tempo. Por um longo tempo, porém, a questão de comprar seguidores e engajamento foi mantida por debaixo dos panos.

Os proprietários de perfis falsos aproveitaram-se da falta de experiência das marcas com o marketing de influenciadores e os enganaram em colaboração paga. Como resultado, muitas empresas acabaram pagando para promover seus produtos ou serviços em contas falsas.

Uma discussão maior sobre falsos influenciadores de mídia social veio à tona no verão de 2018, quando a Unilever anunciou que estava tomando providências para não trabalhar com influenciadores com falsos seguidores e bots. A decisão da empresa colocou essa questão no centro das atenções e fez com que as marcas questionassem a qualidade dos influenciadores com os quais estavam trabalhando.

A conversa em torno de influenciadores falsos aconteceu na hora certa, já que o problema claramente se descontrolou. De acordo com a pesquisa da empresa antifraude Sway Ops, ao analisar um único dia de publicações no Instagram com as hashtags #sponsored ou #ad foram observadas mais de 50% de interações falsas.

Além disso, mais de 15% dos influenciadores que assinam conteúdo patrocinado nunca criaram um post original.

Como isso é possível? E como as marcas ainda caem na armadilha dos falsos influenciadores?

Como os falsos influenciadores criam falsos interesses

Já explicamos como os influenciadores falsos enganam as marcas usando métricas de mídia social distorcidas, como número de seguidores e interações. Mas há mais um truque nas suas mangas que eles usam para enganar as marcas: inventando interesses falsos.

Os falsos influenciadores de mídia social são ótimos na criação de perfis atraentes em torno de interesses específicos. Eles sabem exatamente como criar biografias atraentes usando hashtags relevantes, e postar visuais de alta qualidade abordando tópicos populares, como moda, beleza ou viagem.

A agência de marketing de influência Mediakix criou uma conta falsa no Instagram para demonstrar como é fácil se tornar um falso influenciador digital. Uma olhada no perfil e você pode pensar que a conta é legítima, mas na verdade é completamente falsa.

Como você pode ver, o perfil é limpo e organizado. Isso se deve, em grande parte, ao uso de bancos de imagens, o que é uma prática comum entre os influenciadores falsos. Graças à seleção de imagens gratuitas, eles são capazes de criar perfis com aparência profissional em torno de interesses específicos. Atraindo a atenção das marcas, eles fecham negócios lucrativos facilmente.

Mas isso não é tudo. Há mais uma maneira de os falsos influenciadores usarem interesses falsos para enganar as marcas.

Alguns influenciadores falsos criam perfis em torno de interesses específicos, mas não conseguem gerar engajamento suficiente. Assim, para aumentar artificialmente o volume de interações, os influenciadores falsos publicam conteúdo não relacionado à área usual de interesses, e isso os ajuda a aumentar sua taxa de engajamento.

Como isso funciona na prática?

Por exemplo, um influenciador pode postar conteúdo sobre skateboarding, que não interessa seu público. Então, para ganhar mais interações, o influenciador publica ocasionalmente sobre um jogo de computador recém-lançado, que é um tema quente nas mídias sociais. Como resultado, o volume de interações gerais do influenciador aumenta, fazendo com que as marcas pensem que ele é um influenciador de skate realmente popular.

Evidentemente, alavancar interesses falsos é uma ferramenta poderosa nas mãos de falsos influenciadores de mídia social.

Há ainda outro tipo de falso influenciador de marketing: o de negócios fake.

Muitos influenciadores publicam falsos conteúdos patrocinados usando hashtags características (como #ad e as hashtagas de marcas), embora nunca tenham feito nenhum negócio com as marcas que estão aparentemente promovendo.

Os influenciadores afirmam que seguem essa prática para aumentar seu valor como potenciais parceiros de negócios. Eles acreditam que um grande portfólio de envolvimentos comerciais os ajuda a conseguir mais campanhas que, naturalmente, se traduzem em mais dinheiro.

Mas se os falsos influenciadores estão armados com métricas falsas, interesses e negócios para enganar as marcas, os profissionais de marketing podem contra-atacar? E, se sim, como?

A seguir, vamos dar uma olhada em algumas táticas.

Como identificar falsos influenciadores de mídias sociais

Saber identificar os falsos influenciadores é absolutamente essencial para que o marketing de influência funcione para o seu negócio. Por quê? Isso ajudará você a usar seu orçamento com os influenciadores certos, atender aos objetivos de sua campanha de influenciadores e aumentar o ROI (retorno de investimento).

Aqui estão 7 táticas comprovadas sobre como identificar influenciadores falsos e não errar no Instagram.

1. Meça o volume de engajamento do influenciador em relação ao número de seguidores

Uma das maneiras mais eficazes de identificar influenciadores falsos é calcular sua proporção entre interações e seguidores.

Se um influenciador tem uma grande audiência, mas poucas interações, há uma chance de ele ou ela ter seguidores falsos.

Para poder avaliar o engajamento de um influenciador em relação ao tamanho de seu público, observe o número de interações por 1.000 seguidores. Essa métrica não apenas ajudará você a entender imediatamente a taxa de engajamento de um influenciador, mas também a comparar facilmente a eficácia de diferentes influenciadores.

2. Verifique a robustez dos interesses do influenciador

Como mencionamos, o volume geral de interações não é um indicador confiável de que o influenciador é real ou que ele é um bom match para o seu público.

Para se certificar de que você fazendo parceria com um influenciador legítimo, examine a força dos seus interesses. Em outras palavras, verifique em quais interesses eles estão recebendo a maior parte de seu engajamento.

Digamos que você esteja procurando por um influenciador de viagens. Você encontra um que tenha um grande número de interações, mas apenas em postagens sobre produtos de maquiagem. Tal influenciador certamente não é alguém com quem você deveria trabalhar.

Por quê? Simplesmente porque eles não estão recebendo interações consistentes em tópicos importantes para você, o que significa que não serão eficazes para sua empresa.

Se você quiser aproveitar ao máximo o marketing de influenciadores, escolha sempre os influenciadores que estão gerando interações em interesses relevantes.

3. Olhe para a consistência das publicações do influenciador

Falsos influenciadores digitais costumam publicar várias vezes quando criam seu perfil para torná-lo crível. Depois disso, eles publicam conteúdo em intervalos irregulares ou param de publicar completamente.

Os influenciadores autênticos publicam conteúdo regularmente para envolver e aumentar o público. É por isso que a falta de consistência de postagens no perfil do influenciador é uma grande bandeira vermelha que mostra que eles são pouco profissionais ou falsos.

4. Verifique o crescimento do número de seguidores do influenciador ao longo do tempo

Observar o crescimento do número de seguidores do influenciador ao longo do tempo pode ser muito revelador. Os influenciadores genuínos terão um crescimento constante de seguidores, já que eles consistentemente constroem suas audiências ao longo do tempo.

Os falsos influenciadores, por outro lado, são caracterizados por mudanças incomuns no tamanho do público. Eles podem experimentar enormes surtos de seguidores (ou perder em grande quantidade também) depois de comprar um pacote de seguidores falsos ou usar aplicativos de seguidores em massa.

5. Veja se o influenciador se envolve em conversas com seus seguidores

O principal objetivo dos verdadeiros influenciadores é construir uma comunidade leal e engajada em torno de um interesse compartilhado. É por isso que eles frequentemente conversam com o público e respondem ativamente às perguntas e aos comentários de sua comunidade.

Se um influenciador permanece em silêncio e nunca responde ao seu público, é um sinal de alerta mostrando que ele pode ser falso.

6. Certifique-se de que o influenciador tenha um perfil comercial no Instagram

Se você pretende fazer uma parceria com os influenciadores do Instagram, verifique se eles têm um perfil empresarial.

Por quê? Um perfil do Instagram Business permite que os influenciadores monitorem suas principais métricas, como visitas a perfil e engajamento, e as apresentem às marcas interessadas em colaboração.

Um influenciador que não tem uma conta comercial no Instagram não consegue provar sua eficácia. Além disso, também é provável que eles estejam tentando esconder das marcas seu fraco desempenho. Em qualquer caso, um influenciador que não esteja monitorando seu próprio desempenho não é digno de confiança e é provável que ele seja falso.

7. Pesquise o influenciador no Google

Pesquisar o influenciador no Google é uma ótima maneira de verificar se eles estiveram envolvidos em alguma campanha no passado.

Basta digitar o nome do influenciador na barra de pesquisa e ver que tipo de resultado aparece. Você pode ver suas publicações patrocinadas, artigos descrevendo seu envolvimento em campanhas publicitárias ou entrevistas? Esses são todos os sinais de que o influenciador é provavelmente autêntico.

DICA: Para uma rápida visão geral das marcas que já trabalharam com o influenciador, use ferramentas. Existem aplicativos em que você pode ver todas as empresas que mencionaram o influenciador nas mídias sociais, bem como as marcas mencionadas pelo influenciador. Assim, você pode analisá-lo com um relatório completo em mãos.

Há dois pontos que você precisa prestar atenção ao pesquisar o influenciador no Google.

1. o influenciador pode não aparecer nos resultados da pesquisa se não for famoso ou seguido o suficiente.

2. sempre verifique qualquer informação sobre as campanhas em que o influenciador participou. Isso é crucial, já que o envolvimento comercial anterior não descarta a possibilidade de que um influenciador seja falso. Existem marcas que gastaram muito dinheiro com influenciadores com seguidores falsos.

Em resumo, o Google pode fornecer muitas informações sobre o influenciador. Mas é sempre melhor analisar também as métricas mencionadas acima para verificar suas descobertas.

Como encontrar influenciadores autênticos para o seu negócio

Agora que você sabe quem são os falsos influenciadores de mídia social, como eles funcionam e como identificá-los, é hora de responder à pergunta mais importante: como você encontra influenciadores autênticos para o seu negócio?

Use uma ferramenta de monitoramento de mídias sociais para descobrir influenciadores, acompanhar suas métricas de desempenho e verificar se eles engajam o público-alvo em tópicos relevantes para sua empresa. Com elas, você tem acesso a um amplo banco de dados de perfis de influenciadores que você pode pesquisar por número de seguidores, interesses, localização, idade e gênero.

Você também pode refinar sua pesquisa usando hashtags e menções. Por exemplo, digamos que você é um dono de restaurante que procura trabalhar com influenciadores de gastronomia usando uma hashtag popular. Ao digitar a hashtag na barra de pesquisa, você terá uma visão geral instantânea dos influenciadores que codificam o conteúdo com #comidasaudável, por exemplo.

Depois de filtrar os influenciadores mais adequados às suas necessidades, você verá o perfil deles com as suas principais métricas.

Como você já sabe, essas métricas são especialmente importantes para entender se o influenciador é autêntico ou não. Existem dois critérios que o ajudarão a identificar imediatamente os influenciadores de mídia social falsos: o número de interações por 1.000 seguidores e o número de postagens.

Imagine que, durante a pesquisa do influenciador, você encontrou um perfil que tenha um volume assustadoramente baixo de interações e postagens. É um sinal de que o influenciador é altamente ineficaz ou falso — o que significa que é melhor ignorá-lo e continuar sua busca por influenciadores reais.

Agora, imagine que você encontrou um perfil com uma taxa de numero de seguidores e interações que parecem estar no ponto. A conta pode ser promissora! Mas, sendo o profissional de marketing que você é, você quer verificar se o influenciador é 100% legítimo.

E é aí que o social media analytics entra em cena.

Usar plataformas de verificação de perfis como Hypeauditor, Ig Audit, Socialbakers, FanpageKarma e outras permite acompanhar mais detalhadamente as métricas de desempenho do influenciador. Por exemplo, você pode monitorar o crescimento do número de seus seguidores, a frequência de postagens, a evolução das interações, o conteúdo patrocinado ou as postagens mais bem-sucedidas — e todas essas métricas mostrarão de forma mais completa a atividade e a eficácia do influenciador.

Entretanto, o melhor disso tudo é que a análise lhe dará a confirmação definitiva da autenticidade do influenciador. Ela também permitirá que você invista na parceria com as pessoas certas, para que você não perca tempo e recursos preciosos com os falsos influenciadores de mídia social.

Por último, mas não menos importante, certifique-se de que o influenciador esteja gerando interações no conteúdo em torno dos interesses que são importantes para você. Dessa forma, você pode escolher seu influenciador com confiança e, dessa forma, saber que será bem-sucedido com a sua audiência.

Invista e não desista

O marketing de influência é uma boa estratégia para promover seu negócio para novos públicos. Portanto, não deixe que os falsos influenciadores de mídia social o impeçam de atingir essa meta!

Ao aplicar as táticas discutidas neste artigo — como analisar as métricas de desempenho do influenciador — você pode identificar facilmente os perfis falsos e colaborar com os influenciadores genuínos que trarão resultados concretos para o seu negócio.

Você já teve alguma experiência com influenciadores? Já se deparou com perfis sedutores de falsos influenciadores digitais? Comente e compartilhe a sua história!

 

10 Dicas de Copywriting para Anúncios em Mídias Sociais

O bom copywriting é necessário para qualquer anúncio em mídias sociais ser bem-sucedido, por isso selecionamos 10 dicas para ajudar você a criar textos melhores.

Um bom copywriting é necessário para qualquer anúncio em mídias sociais ser bem-sucedido. Mas quando você tem centenas de tarefas em movimento, pode ser difícil dar ao conteúdo a atenção que ele merece. Mas se você dedicar um tempo para refinar seus textos, você receberá o retorno de melhor engajamento, mais cliques e custos mais baixos.

Pensando nisso, elaboramos 10 dicas de ouro do copywriting para você melhorar o texto dos seus anúncios e se destacar no feed. Boa leitura!

Dicas essenciais de copywriting para seus anúncios em mídias sociais

1. Simplifique

Sempre que possível, simplifique sua escrita. Afinal, você não quer que as pessoas trabalhem mais do que o necessário para interagir com seu anúncio.

Quando as pessoas percorrem o feed, elas nem sempre param e clicam no botão “ver mais” para ler o texto completo. Por isso, em anúncios, busque concentrar a parte mais importante da sua mensagem nos primeiros 90 a 100 caracteres e, quando possível, remova o texto adicional para que o leitor não precise expandir para ver o restante do conteúdo.

Para simplificar ainda mais, elimine adjetivos desnecessários, use os verbos em voz ativa e substitua palavras longas por palavras curtas.

2. Revise e edite (pelo menos duas vezes)

Quando você passa muito tempo escrevendo e reunindo diferentes formatos de anúncios, gastar um tempo para analisar tudo novamente pode parecer um pouco entediante. Mas acredite: você deve resistir à tentação de acreditar que a sua publicação ficará perfeita de primeira.

Seja você um especialista ou um novato, todo mundo comete erros. Ao analisar cuidadosamente seu trabalho, você perceberá inconsistências e deslizes. Uma rápida sessão de revisão pode ser a diferença entre um anúncio ruim e um ótimo.

Se você não tiver tempo de revisar, peça a um colega que revise — um novo olhar é sempre útil quando se trata do processo de edição.

3. Remova o jargão

Quando você executa uma campanha em um tópico complexo, você deve gastar tempo removendo o jargão técnico de seus rascunhos — isso não agrega valor. Na verdade, eles dificultam a leitura do seu texto.

Portanto, troque as expressões técnicas por palavras simples que entregarão sua mensagem claramente ao público.

 

 

4. Escreva para o seu público

Quando você entende quem está segmentando e por quê, é possível entender as experiências e os pontos problemáticos únicos do seu público-alvo e, dessa forma, conversar melhor com a sua audiência.

Por exemplo, você provavelmente usará uma linguagem para um executivo de uma organização de serviços financeiros e outra, muito diferente, para um varejista. É importante que sua linguagem e tom reflitam cuidadosamente o seu público.

5. Teste seu texto do anúncio em uma publicação orgânica

Se algo funciona bem organicamente (sem investimento), há uma boa chance de que ele tenha um bom desempenho como anúncio. É por isso que usamos as publicações orgânicas como forma de testar o copywriting do anúncio.

Então, experimente cabeçalhos, CTAs e imagens diferentes para ver o que funciona melhor. Dessa forma, você não vai pagar por anúncios com os quais já sabe que as pessoas não se envolverão.

6. Considere a experiência de rolagem do feed

Quando você faz o copywriting do anúncio, deve pensar em toda a experiência do usuário, o que, em geral, tem a ver com a rolagem do feed de notícias.

Você não pode pensar em seus anúncios como unidades isoladas, o ideal é considerar como todos os seus anúncios funcionam juntos.

Para manter a experiência de rolagem do seu público em mente, pergunte-se: meus anúncios têm mensagens concorrentes? O texto de diferentes anúncios entrega a mensagem de forma clara, sem repetição? As imagens são complementares o suficiente para as pessoas entenderem que se trata da mesma empresa? As imagens são diferentes o suficiente para chamar a atenção das pessoas?

7. Gaste tempo na chamada para ação

Você deve usar uma linguagem ativa com foco no benefício para o consumidor — o que incentiva mais cliques e interações. Porém, é importante pensar em toda a jornada, e não apenas naquele clique. Para onde esse clique levará? Qual é o objetivo final deste anúncio?

Sua frase de chamada para ação (CTA) deve definir as expectativas do que virá em seguida. Você não quer ser conhecido por usar chamadas caça-cliques que não cumprem a promessa, não é mesmo?

8. Experimente com emojis

Usar emojis é uma maneira divertida de envolver seu público (desde que ele se alinhe à voz da sua marca). Se você estiver executando uma campanha bilíngue, por exemplo, a natureza universal do emoji pode melhorar a mensagem e criar consistência nos anúncios.

Qualquer que seja o cenário em que você escolha usá-los lembre-se de que seu público é fundamental. Portanto, se seu público-alvo não usa emojis, você também não deve usar.

9. Escreva para o formato certo

Cada anúncio deve ser escrito com o formato já em mente. Então, a maneira como você escreve o texto dependerá se você estiver escrevendo para um anúncio com uma imagem, um vídeo ou um carrossel, por exemplo.

Aproveite para se divertir criando e diversificando o posicionamento do texto com outros componentes, como imagens. Você perceberá a diferença que isso faz quando seus anúncios forem veiculados.

10. Teste e revise as campanhas

Não tenha medo de experimentar algumas técnicas novas, mas esteja preparado para refinar seu texto a cada rodada de testes. Você deve sempre olhar para o que funciona bem e por quê.

É interessante dividir os testes (A/B) para avaliar diferentes abordagens. Um teste de divisão pode dizer rapidamente o que está tendo um melhor desempenho e ajuda a tomar decisões mais acertadas com base em dados. Vale lembrar que o tamanho das imagens nos anúncios também influencia significativamente a experiência do usuário nas redes sociais. Para saber mais sobre o assunto, veja o nosso guia completo de tamanho de imagens para Facebook Ads.

Para criar campanhas de anúncios que se destaquem, melhorem a experiência do usuário e aumentem o engajamento do público é preciso levar uma série de fatores em consideração. Por isso, quando você começar a fazer o copywriting para a sua próxima campanha, lembre-se dessas dicas. Elas ajudarão você a refinar seus anúncios em mídias sociais e a produzir melhores resultados.


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Então compartilhe com um amigo que pode aproveitar essas dicas para melhorar o resultado das campanhas. 🙂

Imagem mostra uma mulher digitando em um computador tipo laptop. Ela está sentada no chão, com o computador no colo. No lado direito da imagem está o título deste post: 10 dicas de copywriting para anúncios em mídias sociais.

Métricas de E-mail Marketing: tudo o que você precisa saber

Como você acompanha suas métricas de e-mail marketing? Neste post apresentamos métricas e análises que vão além da taxa de abertura e taxa de cliques.

Como você acompanha suas métricas de e-mail marketing? Muitos profissionais de marketing não percebem que as métricas de e-mail marketing vão além das taxas de abertura, taxas de cliques (CTR) e taxas de cancelamento de inscrição, e manter o foco apenas nesses índices não ajudará você a entender como o e-mail afeta seu desempenho nos negócios.

Neste post, vamos falar sobre tudo o que você precisa saber sobre e-mail analytics. Você aprenderá sobre os principais KPIs de e-mail marketing — os que você acessa pela plataforma de e-mail marketing e os que só podem ser calculados por você — e como avaliar cada um deles de maneira realista e aplicável.

Isso ajudará você a entender melhor o que realmente importa para sua empresa e quais são as melhores conversões para você. Vamos lá?

Saiba como você compara

Se você já trabalhou com análise de métricas de e-mail antes, tenho certeza de que sabe como é difícil obter uma perspectiva mais ampla do cenário.

Mesmo que você saiba como rastrear seus KPIs de e-mail marketing, sem fazer benchmarking você não sabe se seus resultados são realmente bons. 25% é bom para uma taxa média de abertura de email? Ou um clique médio de 4,5% é um resultado satisfatório? Pode ser ou não, dependendo da sua indústria, sua localização e vários outros fatores.

É por isso que, antes de nos aprofundarmos na definição e exploração das métricas de e-mail marketing, sugerimos que você confira este relatório global de estatísticas de e-mail atualizado trimestralmente. Os dados e a análise que ele fornece ajudarão você a tomar uma decisão baseada em dados sobre quando enviar, se deseja personalizar e como ajustar seus e-mails para um melhor engajamento e desempenho.

Métricas de e-mail marketing para monitorar

Abaixo está uma lista das métricas mais importantes que você deve acompanhar e prestar atenção ao conduzir sua análise de campanha de e-mail.

As fórmulas a seguir são um modo “padrão” de medir o desempenho de suas campanhas de e-mail. Observe que diferentes provedores de serviços de e-mail marketing podem ter suas próprias formas de calcular essas métricas. Por isso, para ter certeza de que você está comparando maçãs com maçãs e não maçãs com bananas, sugerimos que você compare as métricas usando uma única ferramenta ou painel de análise de e-mail.

Métricas de vaidade e métricas acionáveis

Antes de aprofundar as definições, gostaríamos de enfatizar que nem todas as métricas têm o mesmo peso portanto, você não precisa se preocupar com todas elas da mesma maneira.

A diferença mais importante está no impacto que elas têm no desempenho de uma empresa e nas decisões que você pode tomar com base nelas.

Geralmente distinguimos entre métricas de vaidade e métricas acionáveis — as primeiras são boas de se ver, mas você não tem controle sobre elas e elas podem não se traduzir em retorno financeiro. As métricas acionáveis são aquelas que mostram se a sua empresa está indo no caminho certo.

Pegue a receita de vendas, por exemplo — se você sabe quanto custa para você executar uma campanha e quanta receita ela gerou, então, você sabe como está indo.

Mas isso não significa que métricas como o número de seguidores, as taxas de abertura de e-mail ou o que se considera como métricas de vaidade não sejam úteis. O que faz uma métrica acionável ou de vaidade vai depender da situação.

Se o seu trabalho é melhorar suas taxas de abertura de e-mail porque elas são um sinal do alcance de sua campanha de marketing, por exemplo, então a taxa de abertura não será uma métrica de vaidade para você. Além disso, talvez a métrica por si só não signifique muito, mas quando você a coloca junto com outra, ela se torna muito mais importante.

Por exemplo, se você tem baixas taxas de abertura, isso pode significar que sua audiência não está engajada com sua comunicação, mas se você também tiver altas taxas de rejeição, você pode estar tendo problemas com o seu posicionamento na caixa de entrada.

Ao mesmo tempo, se você em um mês conquistou 10.000 novos assinantes na sua lista de e-mails, mas apenas 0,1% deles abriram seus e-mails, o número de novos assinantes pode ser considerado uma métrica de vaidade. Isso certamente faz você se sentir bem, mas você não pode tomar uma boa decisão comercial sem ter mais informações.

A lição aqui é que você deve sempre pensar duas vezes quando estiver colocando alguma métrica em seu relatório, considerando se ela está realmente ajudando você a entender melhor sua empresa e se há uma maneira de controlá-la.

 

 

Principais métricas de marketing por email

1. Taxa de Abertura

O que é isso?

Taxa de abertura de e-mail é simplesmente quantas vezes os assinantes abriram seus e-mails. É mostrada como uma porcentagem e é calculada dividindo o número de e-mails abertos pelo número de e-mails enviados com sucesso (excluindo os que foram rejeitados).

Veja como você pode calcular sua taxa de abertura:

Taxa de abertura de e-mail = (n° de e-mails abertos / n° de e-mails entregues) * 100%

Como é rastreado?

Para acompanhar as aberturas de e-mail, a maioria dos provedores de e-mail marketing incorpora uma pequena imagem transparente ou um pixel de 1×1 em seus e-mails. Em seguida, o servidor host registra o “evento aberto” quando o navegador ou o cliente solicita o download da imagem.

Isso significa que uma “abertura” só conta se o destinatário abrir o e-mail e ativar imagens ou clicar em um link.

Por causa disso, pode ser complicado obter uma taxa realmente precisa, pois algumas pessoas apenas abrem a versão de texto e alguns assinantes bloqueiam imagens por padrão.

Por que isso importa?

Alguns dizem que a taxa de abertura de e-mail é mais importante do que qualquer outra métrica. Ele informa quantas pessoas viram sua mensagem e estão interessadas em sua oferta. Mas alguns profissionais de análise de e-mail dizem que a taxa de abertura é uma métrica de vaidade — é bom de se ver, mas não mostra o impacto final da campanha.

Apesar dos prós e contras, ainda é importante conhecer e prestar atenção à sua taxa de abertura — ela destaca seu alcance e é uma maneira fácil de comparar campanhas, como aquelas enviadas a diferentes segmentos de clientes.

O que é uma boa taxa de abertura?

Muitas coisas podem afetar sua taxa de abertura. E uma taxa “boa” varia entre países, indústrias, empresas e até mesmo campanhas individuais.

Mas existem dois benchmarks que você pode ver:

2. Taxa de cliques (CTR)

O que é isso?

A taxa de cliques do e-mail (CTR) informa quantas vezes os links nos seus e-mails foram clicados.

Ela é expressa como uma porcentagem e é calculada dividindo os cliques registrados pelo número de e-mails enviados com sucesso.

Taxa de cliques por e-mail = (n° de cliques por e-mail / n° de e-mails entregues) * 100%

Como é rastreado?

A maioria dos provedores de e-mail marketing rastreia a CTR com um domínio de rastreamento. Ele é adicionado automaticamente a qualquer e-mail com um link. Quando o assinante clica no link, ele acessa o domínio de rastreamento primeiro e depois é redirecionado para o URL de destino.

Por que isso importa?

A taxa de cliques por e-mail é provavelmente a métrica de e-mail marketing mais importante a ser monitorada. Claro, isso não reflete o valor monetário da sua campanha. Mas é uma boa indicação de envolvimento e pode dizer muito sobre a qualidade da sua campanha.

Lembre-se de que algumas campanhas (como e-mails transacionais ou atualizações de política de privacidade) não foram projetadas para receber muitos cliques, já que não há uma chama de ação muito assertiva. Certifique-se de considerar isso ao medir o resultado das suas campanhas.

O que é uma boa taxa de cliques?

Tal como acontece com as taxas de abertura, muitas coisas influenciam os cliques gerados pela sua campanha.

Às vezes, você verá CTRs de 10 a 20%, especialmente para campanhas enviadas automaticamente em ações instantâneas (como um e-mail de boas-vindas com um botão de download para obter o lead magnet para o qual seu cliente se inscreveu).

Normalmente, as taxas de cliques variam de 2 a 6% em todos os tipos de campanha.

É claro que alguns setores verão taxas mais baixas, mesmo quando as empresas obtêm um ótimo retorno do investimento de suas campanhas. Isso inclui turismo e imóveis, pois as pessoas não entram de férias ou compram casas a cada duas semanas.

Aqui estão as cinco principais indústrias para CTR do relatório de E-mail Marketing Benchmarks (Q2 2018).

 

3. Taxa de rejeição (bounce)

O que é isso?

A rejeição (bounce) é o que acontece quando os e-mails não chegam ao destinatário ou são devolvidos ao remetente. Por que os e-mails são devolvidos? Podem ser filtros restritivos do destinatário, caixa de entrada cheia ou um endereço de e-mail incorreto. Para calcular sua taxa de rejeição, divida número de e-mails devolvidos pelo número de e-mails enviados, ou seja:

Taxa de rejeição = (n° de rejeições / n° de tentativas de envios) * 100%

Existem dois tipos de rejeições:

Um hard bounce acontece quando seu e-mail é permanentemente rejeitado (porque o endereço do destinatário é inválido ou não existe) e é improvável que o servidor algum dia o entregue.

Um soft bounce acontece quando o e-mail chega ao destinatário, mas retorna (talvez porque a caixa de entrada esteja cheia), mas ainda há uma chance de futuros e-mails serem entregues com sucesso.

Por que isso Importa?

Sua taxa de rejeição pode fornecer informações mais detalhadas sobre problemas de capacidade de entrega devido a falhas técnicas, uma má reputação do remetente ou problemas com seu conteúdo ou com sua lista.

O que é uma boa taxa de rejeição?

Sua taxa de rejeição deve ser a mais baixa possível, mas como alguns fatores estão fora do seu alcance (como quando a caixa de entrada do destinatário está cheia), é praticamente impossível atingir 0%.

Às vezes, sua taxa de rejeição aumentará, como quando você altera seu provedor de e-mail sem atualizar seus registros DNS, SPF e DKIM e, de repente, envia grandes volumes por novos IPs. Ou se já faz algum tempo desde que você contatou seus clientes e você decide fazer um grande envio (digamos, mais de um milhão de e-mails em um dia).

Sua taxa de rejeição também pode aumentar se um ISP estiver inativo ou tiver uma falha técnica.

A principal conclusão aqui é que os ISPs têm diferentes filtros anti spam para impedir que os usuários recebam conteúdo não solicitado. Sua reputação de remetente e como os assinantes interagem com seus e-mails também afetarão a capacidade de entrega.

Pense em como você coleta inscrições, gerencia a higiene da lista (como você lida com os usuários que rejeitam, cancelam a inscrição, reclamam ou não participam), além de projetar e enviar suas campanhas. Todos esses elementos podem afetar sua taxa de rejeição.

4. Taxa de cancelamento de inscrição

O que é isso?

Sua taxa de cancelamento informa quantas pessoas clicaram no link “cancelar inscrição” (geralmente encontrado no rodapé) e optaram por não receber novos e-mails.

Normalmente, sua plataforma de e-mail marketing anexará automaticamente o link aos seus e-mails.Quando a mensagem é enviada, o sistema automaticamente altera o código para um único link de cancelamento de assinatura, para que você possa rastrear e remover a pessoa que optar por sair.

Para calcular a taxa de cancelamento de inscrição, basta dividir os cancelamentos de inscrição por e-mails entregues.

Taxa de cancelamento de inscrição = (n° de cancelamentos / n° de e-mails entregues) * 100%

Por que isso importa?

A taxa de cancelamento de inscrição pode ajudar você a entender melhor o desempenho de sua campanha de e-mail e se seus contatos gostam do que recebem.

Alguns provedores de e-mail marketing também oferecem uma “pesquisa de saída” — isso é mostrado para as pessoas após a desativação, para ajudar você a aprender como melhorar seus envios no futuro.

As opções gerais de pesquisa são:

  • Não se aplica a mim

  • Eu não dei minha permissão

  • Recebo muitos e-mails enviados desta lista

  • Recebo muitos e-mails em geral

  • O conteúdo é irrelevante

  • Outros

Você pode usar os dados coletados a partir desse feedback para melhorar seu processo futuro, incluindo frequência de envio, conteúdo ou melhorias no processo de inscrição.

Ao mesmo tempo, isso também pode ajudar seu provedor de e-mail a avaliar suas campanhas e verificar se elas seguem as práticas recomendadas de e-mail marketing — como quando coletam o consentimento.

O que é uma boa taxa?

Sua taxa de cancelamento de inscrição flutuará, pois depende de como você coletou os endereços e quantas vezes você envia campanhas. Dito isto, qualquer coisa acima de 0,5% deve alarmá-lo. Se você identificar níveis incomuns de cancelamento de inscrição, analise as estratégias mais recentes de coleta de leads e a campanha mais recente.

Existem muitas razões pelas quais isso pode acontecer — alguém pode estar adicionando e-mails intencionalmente à sua lista, o que provavelmente provocaria taxas de reclamação mais altas. Ou talvez você tenha lançado uma campanha mais agressiva. Nesse caso, aprofunde-se em sua ferramenta de análise de e-mail e avalie se as conversões e o ROI superam os custos para atrair novos contatos.

5. Taxa de spam

O que é isso?

Também conhecida como denúncia de spam, é quando alguém denuncia um e-mail como spam, clicando no recurso “marque como spam” na caixa de entrada ou entrando em contato diretamente com você.

As plataformas de e-mail marketing rastreiam as reclamações de spam relatadas para ajudar a manter uma reputação de remetente forte e otimizar a capacidade de entrega.

Cada reclamação é processada através do Feedback Loop, que permite saber que o seu e-mail foi marcado como spam.

Veja como calcular sua taxa de spam:

Taxa de spam = (n° de denúncias de spam / n° de tentativas de envios) * 100%

Por que isso Importa?

Sua taxa de spam fornece informações adicionais sobre a qualidade da sua lista, o sistema de aceitação e se os inscritos gostam do seu conteúdo.

É claro que você quer manter essa métrica o mais baixo possível. Mas os dados podem ser úteis.

Você deve verificar se os inscritos que se queixam são imediatamente cancelados da sua lista, para que você cumpra as práticas recomendadas e as leis.

O que é uma boa taxa?

A melhor taxa é a mais baixa possível, mas lembre-se de que ela pode depender do mercado ou do nicho em que você está.

Em alguns países, os clientes tendem a ignorar ou simplesmente cancelar a assinatura do e-mail que não desejam mais. Alguns mercados têm assinantes mais céticos, que são rápidos em marcar e-mails como spam.

De qualquer forma, você pode manter sua taxa baixa convidando os contatos a cancelar a inscrição ou removê-los por conta própria, caso eles não estejam mais engajados.

Não há nada pior do que seguir as práticas recomendadas e depois marcar suas mensagens como spam ou ser encaminhado para serviços anti spam.

6. Taxa de cliques por abertura (CTOR)

O que é isso?

A sua taxa de cliques por abertura (click-to-open rate) é a chave para avaliar a relevância da sua lista e o seu email. Para calculá-lo, basta dividir o total de cliques por total de emails abertos.

Taxa de clique para abrir = (n° de cliques de e-mail /n° de e-mails abertos) * 100%

Por que isso importa?

Você pode usar o CTOR para melhorar muito o desempenho de suas campanhas de e-mail. Se você tem boas taxas de abertura, mas baixas taxas de cliques, seu CTOR também será baixo — isso pode significar que sua linha de assunto foi mais interessante do que o conteúdo, ou foi enganosa.

Essa métrica pode também sugerir que o design do seu e-mail precisa de ajustes, por exemplo, com um botão de CTA mais audacioso ou melhores imagens. Dando um passo além, você pode comparar os resultados em segmentos diferentes de clientes para ver se eles se comportam de maneira diferente.

O mesmo vale para comparar o CTOR para clientes novos e existentes — se sua mensagem é algo que os assinantes já viram antes, seu CTOR provavelmente será menor para esse grupo.

O que é uma boa taxa?

É impossível dizer — idealmente, será 100%, mas isso é improvável, a menos que você ofereça algo em seu e-mail e os destinatários precisem fazer alguma coisa para obtê-lo.

Esteja ciente de que alguns inscritos tendem a abrir tudo o que recebem, porque não podem lidar com e-mails não lidos na caixa de entrada. Isso pode ser um problema, porque apesar de abrir seus e-mails, eles podem não ler a mensagem nem estar com vontade de comprar.

7. Taxa de Conversão

O que é isso?

A taxa de conversão mostra quantas pessoas agem na sua mensagem.

É calculado dividindo as ações tomadas pelos emails entregues:

Taxa de conversão = (n° de ações / n° de e-mails entregues) * 100%

Por que isso importa?

Conversões são críticas, mas também problemáticas. O desafio está em como você define uma conversão.

A conversão pode ser o que você quiser — quantas vezes alguém faz um pedido em seu site ou quantas vezes alguém se registrou para seu seminário online, com que frequência uma pessoa acessa uma landing page e preenche um formulário, etc. Ela é diferente para todos e, no entanto, é importante para todos.

O que é uma boa taxa de conversão?

Novamente, isso depende do que uma conversão é para você, do tipo de campanha que você executa e de sua empresa ou setor.

Se possível, atribua um valor monetário às suas conversões. Você pode, então, decidir se deseja repetir a campanha ou seguir uma rota semelhante no futuro.

8. Taxa de inscrição

O que é isso?

Essa métrica informa quantos visitantes do site se inscreveram na sua lista de e-mail.

É calculado dividindo o total de inscrições pelo total de visitantes.

Taxa de inscrição = (n° de inscrições de e-mail / n° total de visitantes) * 100%

Por que isso importa?

Sua taxa de inscrição mostra o quanto você atrai visitantes para uma landing page e se a página e o formulário de inscrição fazem o trabalho a que se propõem. Ambos podem afetar sua taxa de inscrição, portanto, quando você souber a sua, poderá ver o que deve melhorar.

Por exemplo, sua campanha está atraindo leads de baixa qualidade que não são convertidos?

Talvez você tenha selecionado um público-alvo com um baixo custo por clique, enviando visitantes mobile ao seu site — que você esqueceu que não é compatível com dispositivos móveis. Ou, talvez, você tenha alcançado as pessoas certas, mas seu formulário de cadastro pede informações demais.

É importante medir sua taxa de inscrição estando sempre ciente de todas as coisas que podem influenciá-la.

9. Taxa de desistência (churn)

O que é isso?

A taxa de churn — ou taxa de desistência — é a porcentagem de assinantes que deixam sua lista em um determinado período.

Ela é calculada dividindo a quantidade de pessoas que saem da sua lista (porque cancelam a inscrição, marcam você como spam ou rejeitam) pelo tamanho da sua lista.

Taxa de churn = (n° de inscritos que deixaram sua lista em um determinado período / n° de inscritos que você tem atualmente) * 100%

Por que isso Importa?

Poucos profissionais de marketing que realizam análises de campanhas por e-mail rastreiam a taxa de churn. Mas você deve conhecê-la, mesmo que você a avalie apenas uma vez por ano ou a cada trimestre.

A taxa de churn informa a rapidez com que os assinantes saem da sua lista. Ela também prevê a rapidez com que seu banco de dados perderá a efetividade se você mantiver as coisas como estão. Com esse insight, você pode decidir se deseja ajustar sua estratégia, digamos, enviando e-mails com menos frequência ou aprimorando a maneira como atrai os inscritos.

Esteja ciente de que existem dois tipos de taxas de churn: transparente e opaco.

Churn transparente diz respeito às pessoas que voluntariamente deixam a sua lista, por meio de um link de cancelamento de assinatura, marcando-o como spam ou sendo rejeitados. O churn opaco é um pouco mais complicado, pois inclui pessoas que cancelam sua inscrição emocionalmente. Eles estão na sua lista, mas não veem seus e-mails.

Por que o churn opaco é mais difícil de lidar? Porque as pessoas desengajadas na sua lista podem ter um impacto negativo na sua taxa de entrega.

ISPs, como o Gmail, analisam seu engajamento ao filtrar e-mails. Se você continuar a enviá-lo para pessoas que não respondem, o ISP pode parar de entregar seus e-mails.

Para evitar isso, configure uma campanha de reativação automática e adquira o hábito de reativar ou remover contatos inativos.

O que é uma boa taxa de churn?

Você provavelmente acha que quanto menor a taxa de churn, melhor, mas isso nem sempre é verdade.

Algumas empresas optam por executar campanhas de e-mail mais agressivas — por exemplo, enviam muitos e-mails de acompanhamento em pouco tempo. Eles sabem que isso causa uma taxa mais alta de churn, mas também estão procurando outras métricas, como conversões e o valor da campanha. Se isso gerar lucro suficiente — e compensar o custo de obter novas inscrições — é um sinal verde para continuar.

Então, o que é uma taxa de churn ruim, afinal?

Para descobrir isso, veja quanto custa atrair novos contatos. Isso aumentará com o tempo à medida que a sua audiência diminui? E qual é o valor total das conversões de cada campanha?

E, se você quiser que essa métrica seja mais viável, faça a medição regularmente, digamos mensalmente, e calcule quantos meses sua lista durará, caso você não atraia novos leads.

Apenas tome cuidado ao medir sua taxa de churn. Uma taxa de desistência mensal de 5% pode parecer pequena, mas se ela se repete, pode corresponder a perder mais que metade dos seus contatos em um ano.

10. Taxa de retenção de assinantes

O que é?

A taxa de retenção de assinantes é o oposto da taxa de churn, ela informa a taxa na qual seus contatos ficam com você.

Para calcular, subtraia os descadastrados e as rejeições do número total de inscritos. Em seguida, divida esse número pelo número total de inscritos.

Taxa de retenção = ((n° de assinantes – rejeições – cancelamentos) / n° de assinantes) * 100%

Digamos que, a partir de hoje, você perdeu 100 inscritos: 50 optaram, 45 foram rejeitados e removidos automaticamente e 5 marcaram seu e-mail como spam.

Daqui a um mês, você decide calcular sua taxa de retenção para uma lista com 1.000 contatos. Vamos fazer as contas:

(1.000 – 50 – 45 – 5)/1.000*100% = 90%

Por que isso importa?

Assim como a taxa de churn, vale a pena saber o quão bem você mantém seus contatos.

O que é uma boa taxa?

Depende. Aqui estão algumas coisas que podem influenciá-lo:

  • valor total de conversões: você está gerando lucro suficiente para compensar os custos para encontrar novos contatos?

  • tamanho do seu público-alvo: você ficará sem leads?

  • O quão rápido você pode substituir contatos antigos por novos leads: os custos aumentarão e, eventualmente, superarão seus lucros?

  • como todas essas coisas afetarão sua marca: além de lucros de curto prazo e custos de aquisição de clientes, como sua marca será percebida após as campanhas?

11. Receita média por e-mail enviado

O que é isso?

Isso é fácil: quanta receita você recebe de cada e-mail.

Basta dividir sua receita total pelo número de e-mails enviados em uma campanha ou período definido. Em outras palavras:

Receita média por e-mail enviado = receita total gerada por e-mail / n° de e-mails enviados

Por que isso importa?

A receita média é uma medida útil e acionável, e você deve acompanhá-la em seus relatórios de análise de e-mail.

Ela pode ajudar você a tomar decisões melhores e mais rápidas, especialmente se quiser usar suas campanhas para vender mais produtos. Lembre-se de que nem todos os e-mails foram projetados para gerar receita diretamente. Veja os seus e-mails de boas-vindas ou e-mails de retenção — eles pretendem impulsionar as vendas?

Se você planeja colocar no relatório a receita gerada por e-mail para seu chefe, certifique-se de usar sempre os mesmos conjuntos de dados. Geralmente, é melhor analisar quantos e-mails foram enviados, pois isso deixa pouco espaço para interpretação. Ou seja: esse e-mail foi enviado para impulsionar as vendas ou não?

Também é uma boa ideia segmentar seus resultados por campanha. Você pode descobrir que suas campanhas automatizadas — como mensagens de ativação ou reativação — geram mais vendas do que seus e-mails promocionais semanais.

O que é uma boa taxa?

Isso depende do seu negócio e do preço de seus produtos ou serviços.

Portanto, comece a rastreá-la e faça um benchmark com seus próprios resultados ao longo do tempo. E defina metas inteligentes para ver como você pode melhorar seus resultados.

12. Lucratividade da campanha de e-mail

O que é isso?

Essa métrica também pode fornecer mais informações sobre o valor de sua campanha.

Como em qualquer campanha de marketing, pegue sua receita de vendas e subtraia os custos para executar a campanha e os custos das mercadorias vendidas.

Rentabilidade da campanha = receita total gerada por e-mail – custo da campanha – custo das mercadorias vendidas

Por que isso importa?

Essa métrica é muito útil, mas também difícil de avaliar — afinal, você sabe o custo de veicular suas campanhas? Você inclui apenas os custos para criar, testar e enviar seu boletim informativo ou também inclui o preço para comprar sua lista? E quanto às outras despesas, como salários para as pessoas que gerenciam seu marketing ou vendas?

Como você pode ver, há muitos fatores a serem considerados.

Se você decidir medir sua lucratividade, atenha-se a uma abordagem — e deixe seus gerentes saberem o motivo.

O que é uma boa taxa?

De novo, é melhor compará-la com seus próprios resultados — assim, você pode verificar se está indo na direção certa.

É claro que muitas coisas podem afetar sua lucratividade, como seus concorrentes ou a sazonalidade do seu negócio. Tenha esses elementos em mente ao analisar seus resultados.

13. Taxa de entrega

O que é isso?

Sua taxa de entrega diz respeito a quantos e-mails são aceitos pelos servidores dos destinatários.

Ela pode depender de:

  • o domínio de recebimento é válido?

  • o endereço do destinatário existe?

  • seu IP está bloqueado?

  • você está autenticado?

  • sua infraestrutura de envio está configurada de forma adequada e transparente?

Veja como calcular isso:

Taxa de entrega = (n° de todas as mensagens enviadas – mensagens devolvidas) / n° todas as mensagens enviadas) * 100%

Dito isto, os remetentes podem definir a taxa de entrega de forma diferente — eles poderiam basear-se na classificação de rejeições ou quantas mensagens foram realmente enviadas.

14. Deliverability rate

O que é isso?

Também conhecida como posicionamento da caixa de entrada, a taxa de deliverability indica quantas mensagens chegam à caixa de entrada do destinatário ou a uma pasta (exceto a pasta SPAM).

Existem três partes para isso:

  • autenticação: você é um remetente genuíno?

  • reputação: os destinatários respondem bem aos seus e-mails?

  • conteúdo: é relevante? É de alta qualidade ou típico de remetentes suspeitos?

Cada uma dessas partes trabalha em conjunto para pintar uma imagem maior sobre você e as mensagens que você envia aos destinatários.

Em quais KPIs de e-mail marketing você está de olho?

Essas que apresentamos são algumas das métricas mais comuns quando analisamos campanhas de e-mail marketing.

Você pode usar essas ou encontrar outras que melhor se adaptem ao seu negócio — o importante é avaliar qual é a melhor forma de alcançar seus objetivos e garantir que você fique com um conjunto de dados relativos e comparativos para garantir a precisão das métricas.


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Foto de uma mesa vista de cima. Em cima dela há um teclado de computador, um caderno amarelo e uma xícara de café. No lado esquerdo está o título do post: Métricas de e-mail marketing: o que você precisa saber

Como conquistar seguidores no Instagram?

Conheça algumas táticas para conquistar seguidores no Instagram, sem bots e automações.

Você está fazendo marketing no Instagram? Então, você provavelmente está procurando aumentar sua audiência, certo? Conquistar seguidores no Instagram pode parecer difícil, mas temos boas notícias para você: neste post vamos discutir algumas táticas testadas e comprovadas para chegar lá.

Antes de começarmos, fique com algumas dicas:

Já não é mais uma questão de saber se o Instagram precisa fazer parte de sua estratégia de marketing. Agora, é uma questão de descobrir como aproveitar melhor seu tempo e energia gastos na plataforma para alcançar os resultados desejados.

Uma das questões mais intrigantes para trabalhar é como conquistar seguidores no Instagram — sem mendigar pessoas ou pagar por (fake) seguidores.

Tornar-se o garoto popular no ensino médio pode parecer uma tarefa mais fácil do que tentar convencer um grande número de estranhos que não conhecem você a seguir o seu perfil no Instagram, concorda?

Com algumas estratégias básicas (porém inteligentes) que compartilharemos com você neste post, você começará a ver seu público no Instagram crescer.

Antes de nos aprofundarmos em como conquistar mais seguidores no Instagram, vamos estabelecer algumas regras básicas que ajudarão você a ter a mentalidade certa para este trabalho.

Paciência é fundamental. Roma não foi construída em um dia e sua base de seguidores também não será.

Se você quiser conquistar seguidores no Instagram de uma maneira orgânica, saiba que isso exigirá três coisas: sangue, suor e lágrimas. O que estamos falando é de muito trabalho e consistência de esforço. Se você alavancar todos os dias as estratégias que estamos prestes a discutir e manter a paciência em alta, verá que os resultados serão recompensados em alguns meses.

Seja genuinamente curioso sobre outras pessoas.

A maioria dessas estratégias não funcionará se você não tiver interesse verdadeiro em seu possível seguidor. Conhecer seu público-alvo é uma parte essencial do marketing e também metade do trabalho necessário para começar as estratégias descritas abaixo.

Portanto, não tenha medo de arregaçar as mangas e conhecer seus clientes! Fique animado com a oportunidade de fazer uma conexão real com algumas pessoas incríveis no Instagram. Quando você fizer isso, você verá um R.O.T. (retorno do seu tempo).

É isso aí. Esperamos que você esteja na mentalidade certa agora para aprender as táticas para conseguir mais seguidores no Instagram, então vamos lá!

1. Aproveite os influenciadores do Instagram

A primeira estratégia para conquistar seguidores no Instagram é fazer parceria com influenciadores.

Por que você deveria fazer isso?

Assim como em seus velhos tempos do ensino médio, às vezes é bom ficar entre os mais populares, porque isso pode trazer o benefício de muitas (e valiosas) conexões e influências.

A parceria com os influenciadores que têm mais seguidores do que você (especialmente se os seguidores deles são seu público-alvo) pode ser uma grande vitória para sua empresa.

Tudo o que você precisa fazer é desenvolver uma estratégia sólida que permita ao influenciador mostrar sua empresa de maneira convincente por meio do conteúdo do Instagram.

Em troca, você terá que compensar o influencer monetariamente ou com permuta de produtos ou serviços.

Mas será que o investimento compensa?

Se você selecionar os influenciadores certos, compensa. Por meio de campanhas envolventes, você pode chamar a atenção dos seguidores do influenciador e incentivá-los a seguir seu perfil do Instagram.

Você pode contratar muitos níveis diferentes de influenciadores no Instagram — desde contas de micro influenciadores com apenas algumas centenas de seguidores até celebridades conhecidas mundialmente. Dependendo de com quem você fechar negócio, você pode ver o seu número de seguidores aumentar em 24h.

 

 

2. Foque nos micro influenciadores

Colaborar com micro influenciadores (influenciadores com até 1.000 seguidores) é fundamental para construir relacionamentos de qualidade com novos públicos. É, também, uma maneira comprovada de conquistar seguidores no Instagram.

Então, não menospreze os seguidores dos micro influenciadores! Eles realmente têm taxas de engajamento e conversão mais altas devido ao relacionamento mais próximo com o público.

A estreita comunicação e interação com os seguidores é uma prioridade para os micro influenciadores, e é por isso que sua influência é tão valiosa. Micro influenciadores podem ser eficazes em mostrar sua marca de forma a enviar mais seguidores na sua direção.

Novamente, para garantir que sua colaboração com o influenciador resulte em um aumento na contagem de seguidores, é essencial desenvolver uma campanha eficaz.

DICA EXTRA: é melhor criar uma campanha que exija que o influenciador publique várias vezes em um determinado período de tempo. Embora uma postagem feita com uma ótima colaboração possa ajudar você a conquistar novos seguidores, a repetição e o reconhecimento da marca por meio de várias publicações diferentes ajudarão a aumentar suas chances de as pessoas verem você em seus feeds.

3. Use hashtags para melhorar a visibilidade

Um dos aspectos mais exclusivos e funcionais do Instagram são as hashtags.

Ao contrário de seu uso menos popular no Facebook, as hashtags do Instagram têm um propósito claro de vincular sua publicação exatamente ao lugar em que ela deve estar.

Pense em hashtags como palavras-chave que seu possível seguidor digitaria em uma pesquisa no Google. Coloque-se no lugar deles. Do que eles gostam? Quais são os seus interesses? O que eles estão tentando aprender? Como eles querem se divertir no Instagram?

Para aproveitar ao máximo as hashtags do Instagram, primeiro faça um exercício: elabore uma lista de 30 a 50 hashtags que sejam relevantes para o seu conteúdo e para os interesses do seu público. Agora, separe esta lista em grupos menores, com hashtags que se conectem por meio de um tema (por exemplo, se vou publicar sobre uma cafeteria, criarei grupos de hashtags para cada produto ou linha de produtos).

A imagem mostra um print de tela da área de informações da publicação no Instagram. Nela é possível ver o número de pessoas alcançadas por causa do uso das hashtags.

Não use muito mais que 5 hashtags para cada postagem, e certifique-se de combinar tags menores com tags maiores e tags regionais. Dessa forma, você aumentará suas chances de ser descoberto tanto por seu nicho quanto pelo público mais amplo do Instagram.

Para saber se a sua escolha teve resultados, acesse a opção de Ver informações, que fica abaixo da sua publicação no perfil comercial. Ali você encontra os dados de quantas pessoas descobriram suas publicações por causa das hashtags usadas e saberá quantas seguiram você depois da descoberta.

Além de escolher as tags certas, crie sempre o seu melhor conteúdo para que as publicações tenham destaque nos resultados de busca. Quanto mais usuários se conectam com seu conteúdo, maiores são as chances de eles seguirem você.

DICA EXTRA: o uso de hashtags vale também para as Stories. Escolha o sticker #hashtag e insira uma das tags da sua lista para facilitar a descoberta. Para verificar se sua estratégia está funcionando, acesse a seção “Insights” do seu perfil empresarial. Lá, você poderá obter dados sobre impressões, contas alcançadas, seguidores e muito mais para cada um de seus Stories.

4. Direcione seus investimentos para o Instagram

Lembre de direcionar parte da sua verba mensal de campanhas em mídias sociais para o Instagram. As Stories têm sido um bom caminho para conquistar novos seguidores.

Você pode testar usar o objetivo de tráfego na sua campanha, direcionando o público para o link do perfil do Instagram e usar o botão Saiba Mais como chamada para ação. Assim, ao clicar no seu anúncio, a pessoa visitará o perfil e poderá decidir seguir.

Este formato permite rastrear o custo de cada novo seguidor e conquistar seguidores realmente engajados.

5. Saia da página inicial e explore

Esta próxima estratégia de como conquistar mais seguidores no Instagram é um processo orgânico, gratuito, para construir sua base de seguidores.

Muitas empresas que buscam aumentar seu número de seguidores presumem que basta criar um ótimo conteúdo para alcançar as pessoas.

Na realidade, a enorme quantidade de conteúdo publicado no Instagram a cada minuto pode facilmente esconder suas publicações e prejudicar sua visibilidade. Se você quiser reduzir o ruído é preciso entrar em contato e interagir proativamente com a comunidade do Instagram.

A chave nessa estratégia é encontrar, conectar e construir relacionamentos com pessoas que pensam como você no Instagram e que gostariam de fazer parte da sua audiência.

8 etapas para encontrar novos seguidores em potencial e construir relacionamentos com eles

Aqui está um processo simples, mas eficaz, de 8 etapas para encontrar e construir relacionamentos com novos seguidores em potencial. Para não errar no Instagram, se dedique a elas.

Como exemplo, digamos que você seja um agente de viagens interessado em quem compartilha conteúdo sobre planos de viagem ou sonha em conhecer novos lugares.

1. Saia de casa. Vá explorar

Quando você se muda para outra cidade, você só fará novos amigos se sair de casa. O mesmo vale para o Instagram, todo mundo está ocupado e tem muitas opções de conteúdo disponíveis. Você deve se esforçar para deixar o conforto do seu perfil para encontrar pessoas com as quais deseja conversar e conhecer melhor.

2. Clique em Explorar

É aqui que a mágica acontece para ajudar você a descobrir novos seguidores em potencial. Existem mais de um bilhão de usuários ativos mensais no Instagram, o que lhe dá muito espaço para expandir seu público.

Uma das maneiras mais eficazes de descobrir usuários novos e relevantes com os quais você pode se conectar é aproveitar a opção “Explorar”. Para acessar essa seção, abra seu aplicativo Instagram e toque no ícone da lupa na parte inferior.

3. Digite palavras-chave relevantes

Agora, volte à sua lista com suas principais hashtags por interesses que discutimos no tópico 3. Selecione hashtags ou frases curtas relevantes e digite-as na barra de pesquisa, exatamente como faria com o Google.

Para o nosso exemplo, vamos usar “#travelbucketlist”, que pressupõe que uma pessoa tenha aspirações para ver determinados locais do mundo.

4. Siga essa palavra-chave ou hashtag

Depois de ver a lista com os resultados da pesquisa, toque na hashtag mais relevante para você. Como resultado, você acessará um perfil dedicado, com postagens contendo essa hashtag.

Toque na barra “Seguir”. Esse prático recurso coloca as principais postagens com a hashtag escolhida no seu feed do Instagram a cada semana, juntamente com as postagens das pessoas que você já está seguindo.

5. Toque em “Recentes”

Ao alterar sua visualização de “Principal” para “Recente”, você encontrará publicações que acabaram de ser feitas usando aquela hashtag.

Se você se envolver com elas (curtir e comentar – procure não enviar mensagens privadas para quem ainda não segue você), é provável que você encontre a pessoa que publicou ainda esteja online e engaje em uma conversa com você.

Além disso, as publicações “Principais” acumularam muito mais envolvimento, o que significa que seus comentários podem ser perdidos entre as centenas ou milhares de outros usuários postados ao longo do tempo.

6. Clique em um post interessante e se engaje

Selecione de três a cinco postagens de qualidade para curtir e deixe um comentário genuíno e sincero. Gaste pelo menos 30 minutos pesquisando conteúdo e interagindo com ele. Quanto mais personalizados forem seus pensamentos e respostas para as postagens dos usuários, maior será a probabilidade de eles se envolverem com você.

Para se destacar mais e ter a chance de realmente se conectar com a pessoa que acabou de publicar e seus seguidores, não deixe comentários padronizados ou comerciais, apenas converse com aquele usuário deixando um comentário real sobre a publicação

DICA EXTRA: Faça uma pergunta que exija uma resposta (uma dúvida, um pedido de informação sobre algum detalhe da foto, etc.). Ao criar um diálogo, você se destacará dos outros que não estão se esforçando para criar comentários ou que talvez estejam usando comentários automatizados e genéricos gerados por um bot.

7. Siga os perfis que você considera relevantes para seus objetivos

Se você descobrir um usuário que crie publicações interessantes o suficiente para despertarem o seu interesse, siga-o. Há uma cortesia velada comum do Instagram para acompanhar alguém que primeiro o seguiu.

A própria plataforma parece estar encorajando esse comportamento com o botão “Siga de volta” que você pode ver nos perfis que já o seguiram.

8. Repita os passos 6 e 7

Gaste pelo menos 15 minutos por dia interagindo com publicações selecionadas e seguindo os usuários do Instagram. Com o tempo, você cultivará um grupo segmentado de perfis que se conectaram genuinamente com você e seu perfil. Continue a cultivar os relacionamentos e seja consistente com o envolvimento no conteúdo recente dos usuários que você seguiu.

DICA EXTRA: Não siga alguém aleatório na esperança de que ele siga você de volta e deixe de segui-lo depois. Isso desperdiça tempo e esforço e é simplesmente pouco profissional. Semelhante a uma isca, uma pessoa que é seguida por você pode estar ansiosa para construir uma conexão genuína.

Conclusão

Há muitas maneiras de conquistar seguidores no Instagram sem ter que pagar por automações ou seguidores falsos.

Enquanto aumentar o seu público artificialmente por meio da compra de seguidores pode parecer tentador, o resultado é que você coloca em risco o seu engajamento e deixa seus objetivos ainda mais distantes (inclusive, se você quiser saber mais, já falamos sobre a compra de seguidores aqui no blog).

Se você dedicar um tempo para identificar quem deve ser seu seguidor preferido, é muito mais fácil se esforçar para encontrar os membros do público-alvo. Crie conteúdo incrível, alcance a comunidade de uma maneira autêntica e significativa e conquiste seguidores no Instagram com facilidade e rapidez.

Conhece mais alguém que precisa saber dessas dicas? Compartilhe o post!

 

Imagem mostra uma mesa cor-de-rosa fotografada de cima. Sobre a mesa estão um caderno e um telefone celular. No centro da imagem está o título deste post: Como conquistar seguidores no Instagram?

5 Dicas de Copywriting para Mudar seus Resultados em Mídias Sociais

Você quer criar conteúdo ótimo em mídias sociais? Vem ver 5 coisas que você precisa saber sobre Copywriting.

Se você quer ser um ótimo redator de mídia social — especialmente quando está trabalhando para aumentar o arsenal das campanhas de marketing — aprender algumas das noções básicas de Copywriting recompensará você exponencialmente em termos de geração de leads, coleta de conteúdo gerado pelo usuário e engajamento geral.

Pergunte a qualquer escritor e ele lhe dirá: todo e qualquer tipo de escrita exige um conjunto diferente de habilidades. Você não escreve um post no blog como você escreveria um Tweet.

Grandes empresas podem se dar o luxo de ter equipes especializadas de escritores que dominam um tipo específico de escrita. Mas se você é como a maioria das organizações, você e/ou seus escritores têm que usar muitos chapéus. Há um tipo de chapéu que nunca sai de moda no mundo das campanhas de mídia social (não é um Panamá). É uma forma incompreendida e um pouco antiquada, mas que funciona: Copywriting.

Mas o que é Copywriting e como ele pode te ajudar? Continue a leitura, vamos explicar!

O que é Copywriting?

Não existe uma tradução direta para Copywriting em português (em inglês, Conversion Copywriting), mas a técnica pode ser entendida como escrita persuasiva ou, ainda, escrita focada em conversão. O Copywriting usa diversas estratégias e gatilhos — como curiosidade, urgência, escassez e storytelling — para estimular e incentivar a persona a tomar uma decisão. Essa decisão pode ser assinar a newsletter, seguir nas redes sociais ou, até mesmo, realizar uma compra.

Em resumo, é o ato de escrever um texto (chamado de copy) que tem como objetivo aumentar o reconhecimento da marca e, finalmente, convencer uma pessoa a realizar determinada ação.

Quais os segredos do Copywriting?

Aqui estão cinco princípios básicos de Copywriting que colocarão você em vantagem quando estiver executando campanhas de mídia social.

1. Fale a linguagem dos seus fãs

Como você sabe, não há duas empresas com públicos iguais. Mesmo quando elas oferecem produtos similares, as pequenas diferenças são suficientes para atrair segmentos diferentes do público. Cada combinação única de dados demográficos (idade, sexo, localização, interesses, comportamentos) cria um público diferente com prioridades, necessidades e desejos únicos.

A maior dessas prioridades é como eles escolhem gastar seu tempo: se seus produtos são principalmente para profissionais de meia-idade, eles terão tempo ou disposição para participar de sorteios no Instagram? O tipo de campanha em si deve atender às necessidades e habilidades de seus seguidores.

Se você está tentando aumentar sua base de fãs e aumentar o seu alcance com dados demográficos do público-alvo por meio de campanhas sociais, é preciso pensar no quanto a sua mensagem pode ser sugestionável para atingi-los também.

Uma maneira importante de usar esse conhecimento é na sua escolha da linguagem. Os Millennials e a Geração Z não vão gostar de um discurso formal; os Boomers não querem ler sobre como seus produtos são hype (embora sejam totalmente).

Isso vai para como você formata o seu texto também. Quanto mais avançada for a idade do seu público, maior a probabilidade de eles terem a paciência para ler um texto mais longo. Cada palavra do corpo do texto influencia a maneira como os espectadores e leitores interpretam a mensagem que você está tentando transmitir.

Em 1975, pesquisadores da Universidade de Washington queriam estudar a confiabilidade de testemunhas oculares. Os alunos foram convidados a assistir a imagens de um acidente de carro e, em seguida, adivinhar a rapidez com que os carros se moviam quando causavam impacto. Só havia cinco variantes diferentes da questão e cada uma usava um verbo diferente.

Condição 1: “Com que velocidade os carros estavam indo quando se chocaram?”

Condição 2: “Com que velocidade os carros estavam indo quando colidiram um com o outro?”

Condição 3: “Com que velocidade os carros estavam indo quando se esbarraram?”

Condição 4: “Com que velocidade os carros estavam indo quando se bateram?”

Condição 5: “Com que velocidade os carros estavam indo quando entraram em contato?”

Eles descobriram que o verbo usado alterou a estimativa média do acidente.  Veja:

Chocar – 64,4

Colidir – 62,8

Esbarrar – 61,2

Bater – 54,7

Contatar – 49,9

A linguagem é uma ferramenta incrivelmente persuasiva. Saiba o que seus fãs querem e o que eles desejam acreditar sobre você, e apoie esses pensamentos e sentimentos com suas escolhas de palavras.

2. Ofereça uma solução

Por que as pessoas querem o seu produto?

Essa é uma questão 2 em 1. Há uma razão pela qual seus clientes estão no mercado para qualquer tipo de produto que você forneça. Talvez eles precisem lavar suas roupas ou sentir como se estivessem fazendo a diferença no mundo. Mas também há um motivo pelo qual seus fãs escolhem a sua solução para esse problema em vez da solução dos seus concorrentes.

E você pode saber todas as razões pelas quais seus fãs devem comprar seus produtos, mas elas podem não ter nada a ver com a razão pela qual eles escolhem seus produtos em relação à concorrência.

Essas informações são críticas se você deseja criar campanhas de mídia social que motivarão milhares de pessoas a participar. Essa informação não apenas lembrará seus fãs de que você entende de onde eles vêm, mas uma campanha autoconsciente é infinitamente mais compartilhável do que aquela que é lançada para realizar o trabalho.

Seus fãs querem ver sua campanha no feed do Facebook ou do Twitter e dizer “Sim, é exatamente isso que eu preciso“. Ou melhor: “Sim, é exatamente assim que eu penso, mas nunca digo”.

Uma ótima maneira de fazer isso é realmente pensar sobre o quando de suas campanhas de marketing social. As pessoas estão sempre procurando grandes ideias para presentes; as campanhas do Dia das Mães, Dia dos Pais, Natal e Páscoa são populares entre muitos clientes de marketing.

Ou, ainda, você pode ser um varejista com muitos lançamentos de produtos ao longo do ano; seus seguidores verão você como uma empresa que lhes fornece as tendências mais recentes do mercado. Nesse caso, convém conectar suas campanhas a esses lançamentos, para dar aos participantes uma oportunidade ainda mais exclusiva de tê-los em primeiro lugar.

A coisa mais importante a destacar no design e na mensagem da sua campanha é deixar claro que esta campanha oferece uma solução melhor do que qualquer um dos seus concorrentes. Seus produtos ou serviços devem ser descritos como os mais incríveis; as campanhas de engajamento devem oferecer a maneira mais direta e poderosa de influenciar o futuro do seu negócio.

Em campanhas de marketing de mídia social, a percepção é realidade.

 

 

3. Escreva ativamente

Quer se conectar com os clientes de uma maneira que você nunca fez antes? Quer fazer o caso mais atraente para as pessoas se envolverem com a sua marca e optarem por comprar de você em vez de qualquer um dos seus rivais?

Quando você leu isso, você pensou “sim”? É a alma do Copywriting e, se você quiser que seus seguidores escolham entrar em suas campanhas, uma pequena pitada disso pode trazer grandes resultados.

Para começar, não escreva pomposamente. O Copywriting focado em conversões pode ser informal, mas nunca descontraído. Não há “se” na cópia de conversão. Escrever só deve ser na primeira ou segunda pessoa (eu, nós ou você, não ele/ela). É fundamental que você não escreva em voz passiva.

A escrita ativa não deixa espaço para dúvidas. A escrita passiva retira o poder da escrita ao negar que isso seja necessário. A voz ativa é essencial para o texto da sua campanha e também para o título.

Escrever o título da campanha em voz ativa é uma ótima maneira de comunicar instantaneamente o benefício e lembrar seus seguidores de que isso é algo para eles participarem ativamente.

Essa é a razão pela qual muitos títulos de campanha têm um verbo como a primeira palavra, como “Confira”, “Veja”, “Siga” ou “Compartilhe”. Abrir com o verbo também define o ponto de vista de todo o texto na segunda pessoa. Com o título definindo o tom, você descobrirá que a maior parte corpo do texto de marketing social informa o que você precisa saber.

Quando você usa a redação ativa em seu texto de marketing social, seus fãs lerão ativamente e estarão mais propensos a interagir com sua campanha.

4. Implique escassez

Seus fãs estão ocupados e facilmente distraídos com milhares de outras coisas que eles podem acessar nas redes sociais. Se você não se envolver com eles agora com suas campanhas de mídia social, eles poderão encontrar um concorrente que o faça.

Para fazer alguém agir agora, você tem que insinuar que haverá consequências se escolherem esperar. A sua campanha é a única maneira de os participantes terem a chance de comprar seu produto com um desconto? É uma oportunidade que não durará para sempre?

Nenhuma campanha de mídia social dura para sempre. Portanto, enfatizar que suas campanhas de marketing são temporárias impulsiona os visitantes a participarem enquanto podem.

Outra maneira de implicar escassez é enfatizar quantas pessoas gostariam do que você está oferecendo. As pessoas gostam de fazer o que outras pessoas estão fazendo e não querem ser as últimas a fazer isso.

Um exemplo:

Muitas vezes você verá esse tipo de escrita de conversão na divulgação de webinars. O texto dará a entender que se você assistir ao webinar ao vivo terá uma chance única na vida de aprender como os especialistas exercem seu ofício. Se deixar para assistir ao vídeo depois que ele é publicado no YouTube da empresa, você estará apenas tendo acesso ao que inúmeros espectadores já estão praticando em seus negócios.

As consequências não têm que parecer terríveis — elas não são terríveis. Os mafiosos não vão até a casa de um fã hesitante e ameaçam quebrar seus joelhos. Uma maneira de sugerir as consequências de ignorar a campanha sem ser agressivo é enfatizar realmente os benefícios do produto e como o seguidores apenas poderá ter acesso a essas vantagens se fizer a compra agora.

5. Dê-lhes mais

Não deve haver apenas consequências para os seguidores que ignorarem suas campanhas — mas deve haver um incentivo extra para os seguidores que clicarem agora. Você pode oferecer uma oferta exclusiva para sua loja online, se for um varejista, por exemplo. Se sua organização tiver patrocinadores ou parceiros, descubra se eles gostariam de colaborar com você em algo especial e oferecer brindes.

Você não precisa gastar horas lendo blogs ou em centenas de cursos de Copywriting caros. Essas cinco dicas ajudarão você a começar a maximizar a conversão de suas campanhas.

Acha que tem algo que nos esquecemos de mencionar?

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A imagem mostra uma mesa de trabalho e sobre ela um caderno, um óculos e um telefone celular. No canto superior esquerdo está o título do post: 5 dicas de copywriting para mudar seus resultados em mídias sociais.

Como integrar mídias sociais e e-mail marketing?

Veja como combinar as estratégias de mídias sociais e e-mail marketing para amplificar resultados.

As mídias sociais e o e-mail marketing podem ser usados como estratégias independentes na sua empresa ou com os clientes da sua agência. Contudo, eles podem andar de mãos dadas, e aproveitá-los em conjunto por meio da integração de mídias sociais e e-mail marketing ajudará você a ampliar o alcance de suas campanhas, reconhecer os clientes fiéis e obter mais assinantes para a sua lista de e-mail.

O e-mail marketing continua a ser uma ferramenta valiosa quando se trata de aquisição de clientes e geração de leads. No entanto, se você quiser reinventar oportunidades de marketing e levar sua empresa a novos patamares, considere a possibilidade de incorporar as mídias sociais em suas campanhas de e-mail.

Quer saber como combinar as estratégias de mídias sociais e e-mail marketing e aproveitar a parceria entre eles? Então, continue conosco, porque vamos te explicar!

 

Quais são os benefícios da integração de mídia social e e-mail marketing?

Aqui estão 6 razões pelas quais a integração de mídia social e e-mail marketing pode ser benéfica para sua marca.

1. Melhora as métricas de marketing

A aplicação dos princípios do marketing de mídia social nos seus e-mails permite que os leitores compartilhem o e-mail com mais facilidade e aumenta a probabilidade de visitarem seu site por meio dos hiperlinks. Isso, por sua vez, aumenta a taxa de conversão de suas campanhas de marketing por e-mail.

2. Obtém mais inscritos para a sua newsletter

Se as pessoas falarem sobre seus e-mails ou postarem sobre eles nas mídias sociais, isso aumentará a publicidade boca a boca da sua marca. Mais pessoas terão a chance de aprender sobre seus e-mails e, assim, você terá uma chance maior de aumentar a sua lista de assinaturas de e-mail.

3. Reconhece os influenciadores em potencial

Com base nos dados de análise das suas campanhas de e-mail marketing, você pode determinar a consistência dos seus leitores assíduos e suas conversões. Esses dados podem ser usados para aproveitar o poder desses assinantes e enviar campanhas exclusivas para que se sintam especiais.

4. Apresenta uma nova plataforma para interação de assinantes

O uso de diversas plataformas oferece novas oportunidades para alcançar seus clientes e clientes em potencial e interagir com eles. Informe aos assinantes que você está ativo nas redes sociais e peça que eles sigam você para acompanhar as suas últimas atualizações, ofertas e lançamentos de produtos.

5. Dá opções aos seus assinantes de e-mail

Você precisa estar onde o seu público está, certo? É bem possível que seus inscritos estejam mais ativos nas redes sociais do que em e-mails, mas é importante disponibilizar diversos canais de comunicação. O e-mail não deve ser o seu único canal de marketing, pelo contrário, deve ser mais uma opção para o seu público, deixando-o livre para escolher a plataforma mais confortável para interagir com você.

6. Amplifica o alcance potencial da sua mensagem

Quando você integra a mídia social aos seus e-mails, você melhora o alcance do seu e-mail nos diferentes canais de marketing.

Tendo discutido as vantagens da integração de mídia social e email marketing, vamos nos aprofundar em como você pode fazer isso da maneira correta.

Como integrar as mídias sociais à estratégia de e-mail marketing?

1. Convide seus seguidores de mídias sociais para se inscrever em sua lista de e-mail marketing e vice-versa

À medida que os algoritmos continuam a evoluir, torna-se cada vez mais difícil alcançar e engajar clientes em potencial nas mídias sociais. Consequentemente, você pode perder seguidores e ter que lutar para se reconectar com eles mais tarde.

Você pode convidar seus seguidores para serem assinantes de seus e-mails. Assim, você fortalece seu relacionamento com sua comunidade de mídia social — em grande parte porque o e-mail permite que você crie uma comunicação mais personalizada, feita sob medida para assinantes individuais.

Além disso, o e-mail tem um valor maior de tempo de vida do cliente (LTV, Lifetime Value) em comparação ao marketing de mídia social. É por isso que, se você deseja obter o melhor dos dois mundos, deve considerar a integração de mídia social e e-mail marketing.

2. Experimente a estratégia de marketing baseada em incentivos

O marketing baseado em recompensas sempre funciona melhor para atrair possíveis clientes. Convença seus assinantes de e-mail a fazer com que seus amigos ou familiares curtam sua página no Facebook e o sigam no Instagram para ganhar incentivos e descontos incríveis.

3. Inclua uma chamada para ação nos seus e-mails

Destaque um conteúdo interessante em sua campanha de e-mail com uma chamada para ação “Compartilhe isto” para incentivar seus inscritos a promover suas campanhas.

4. Incorpore um formulário de inscrição por e-mail no Facebook

Incentive seus fãs e seguidores a se inscreverem na sua lista de e-mails, disponibilizando o link de inscrição com frequência.

5. Adicione feed de mídia social ao vivo em seus e-mails

Uma das formas mais eficazes de integrar mídias sociais e e-mails é adicionar um feed de mídia social ao vivo em seus e-mails. Usando plataformas de integração, como o Zapier, que permitem que você automatize os trabalhos de mídia social e inclua facilmente feeds ao vivo do Twitter e do Instagram em seus e-mails.

O feed é atualizado automaticamente quando o tweet ou post no Instagram é publicado. Por exemplo, se um e-mail for enviado na noite de terça-feira, o feed do Twitter ao vivo buscará o tweet mais recente publicado naquele momento. É por isso que, se um assinante abrir o e-mail no sábado, ele poderá ver o último tweet (a partir daquele dia) no e-mail.

Clicar no feed redirecionará o assinante para a respectiva conta, essa é uma ótima maneira de obter seguidores e um envolvimento mais orgânico no Twitter e no Instagram.

Essa é uma excelente forma de aproveitar os recursos dos feeds das plataformas sociais para direcionar os leitores para os seus canais de mídias sociais.

6. Construa uma comunidade social especial para os assinantes VIP da sua lista de e-mail

O FOMO – Fear of Missing Out ou medo de ficar de fora – é um instinto humano que pode beneficiar o seu negócio. As pessoas costumam ter um desejo por exclusividade e você pode entregar ainda mais conteúdo exclusivo para elas criando um grupo de Facebook exclusivo para assinantes, por exemplo.

Outro aspecto interessante dessa ideia é que você pode criar uma comunidade VIP com um alto e significativo engajamento. Isso ocorre porque os grupos fechados tendem a ter menos conteúdo de spam e mais conversas relevantes mas quais as pessoas desejam participar.

7. Segmente campanhas em mídias sociais para seus assinantes

Uma das formas mais inteligentes de garantir uma estratégia de marketing multicanal é combinar a intenção e o interesse dos clientes em potencial com anúncios segmentados.

Você pode usar suas listas de assinantes como segmentação para anúncios em mídias sociais. Ao fazer isso, você pode alcançar especificamente os clientes em potencial qualificados, o que torna sua estratégia muito mais econômica.

8. Ofereça brindes para novos inscritos

Nós todos amamos brindes e presentes — e seus assinantes não são diferentes. Oferecer presentes pode ser o método perfeito para transformar seus seguidores de mídias sociais em assinantes de e-mail.

Durante ações como essa, você pode solicitar o nome e o endereço de e-mail dos participantes, bem como o consentimento deles para receber e-mails promocionais. Apenas tenha em mente as diretrizes declaradas no GDPR ao elaborar os formulários, se sua marca atuar em mercados além do brasileiro. Caso contrário, você pode ter problemas e acabar sendo multado.

9. Use o e-mail para fortalecer sua presença em mídias sociais

Se nada parece funcionar para sua marca, campanhas exclusivas podem vir em seu socorro. Caso você ainda não tenha seguidores suficientes em redes sociais, envie e-mails solicitando aos assinantes que curtam sua página no Facebook ou que sigam você no Twitter e no Instagram.

Para encerrar

Lembre que usar apenas e-mail ou marketing de mídia social pode se tornar restritivo. É por isso que você deve aproveitar a integração de mídia social e e-mail marketing para otimizar o uso dos dois canais, trazendo melhores resultados para suas campanhas e suas vendas. Apenas certifique-se de ser contextual, responsivo e relevante, para que seus seguidores e inscritos aproveitem sua mensagem, independentemente da plataforma que você está usando.

Você tem outras ideias para integrar mídias sociais e e-mails?

Deixe seu comentário e compartilhe sua experiência!

Imagem mostra um computador laptop sobre uma mesa e, na tela, uma plataforma de leitura de e-mails. No lado esquerdo da imagem está o título deste post: Como integrar mídias sociais e e-mail marketing?

Posicionamento de Anúncios de Facebook e Instagram Ads: Tudo o que você precisa saber

Neste post abordaremos tudo o que você precisa saber sobre posicionamento de anúncios de Facebook e Instagram Ads, incluindo todas as suas diferentes opções, os prós e contras de cada um, o que todos eles significam e como escolher o que é certo para você.

Os anúncios de Facebook e Instagram Ads parecem ser a terra das opções ilimitadas. O mundo é sua ostra, como diria Shakespeare, e você o tem em suas mãos. Você pode criar vários tipos de anúncios e pode até mesmo alcançar pessoas que estão fora do Facebook. Isso pode ser uma grande vantagem, mas também pode ser um pouco assustador porque é muita coisa para lidar, sabemos disso.

Uma das dúvidas que recebemos dos nossos alunos é: “Por que meu anúncio está aparecendo em tal lugar? Só queria que ele aparecesse no Facebook!” ou, ainda, “Como faço para meu anúncio aparecer em tal lugar?”. Calma. Neste post abordaremos tudo o que você precisa saber sobre posicionamento de anúncios de Facebook e Instagram Ads, incluindo todas as suas diferentes opções, os prós e contras de cada um, o que todos eles significam e como escolher o que é certo para você.

Tudo pronto? Então, vamos lá!

Posicionamentos de anúncios no Facebook: quais são minhas opções?

Os posicionamentos dentro do Facebook são, na verdade, uma parte bastante direta do sistema de anúncios da plataforma e, desde que você tenha as informações certas disponíveis, você pode tomar decisões estratégicas inteligentes sem muitos riscos envolvidos. Isso nem sempre é verdade com outras partes do sistema de anúncios, portanto, veja isso como uma área em que você tem um pouco mais de controle. Então, vamos nos aprofundar!

Seus canais no Facebook designarão, é claro, onde seu anúncio realmente será exibido e em quais plataformas. Isso, por sua vez, afetará vários outros fatores, como o formato que seu anúncio pode ter em diferentes plataformas, o volume de texto que você pode ter e até o custo do anúncio. De acordo com essa pesquisa detalhada da Hootsuite, os canais escolhidos podem afetar os custos em até US$ 0,90.

Vamos dar uma olhada em cada um dos canais de anúncios disponíveis para você, os prós e contras de cada um deles e como decidir se eles são adequados para suas campanhas.

Facebook

Cada um dos seguintes posicionamentos será exibido no Facebook, pelo site para computador ou no aplicativo. Nem todas as veiculações estarão disponíveis para celular, nem todas estarão disponíveis para computadores.

Eles incluem:

A imagem mostra um print do Gerenciador de Anúncios do Facebook, na área de seleção dos posicionamentos de anúncios.

Feeds. Esses anúncios são os que você vê com mais frequência e aparecem no feed do site no computador ou no feed do aplicativo no celular. Eles são o formato de anúncio padrão e geralmente apresentam títulos, texto de anúncio, imagem ou vídeo e um CTA (botão de call to action – chamada para ação). Os usuários podem comentar, curtir, compartilhar essas postagens e, em caso de campanhas de tráfego, ao clicar, eles são levados para uma landing page ou website de sua escolha.

Instant Articles. Os artigos instantâneos parecem semelhantes às publicações de feed, mas são artigos publicados por editores de mídia, jornais e revistas. Quando os usuários clicam, eles são levados para o artigo e seus anúncios aparecem lá.

Vídeos in-stream. Pense nesses anúncios como um intervalo comercial. Os usuários que assistem a determinados conteúdos de alto valor podem ter seus vídeos interrompidos em um breve intervalo, em que será exibido seu vídeo. Esses anúncios em geral têm sido relativamente pouco populares com os usuários, e há uma boa chance de que, se eles não estiverem envolvidos o suficiente com o vídeo original, o anúncio faça eles abandonarem o vídeo.

Coluna da direita. Esses anúncios existem desde os primórdios do Facebook e aparecem na coluna direita do site do Facebook no computador, como pequenas campanhas de publicidade fáceis de usar, com apenas um pouco de texto e uma imagem única. Esses anúncios não são tão dinâmicos quanto você espera e, na verdade, eles podem custar mais do que os feeds de área de trabalho mais atraentes.

Vídeos sugeridos. Quando os usuários terminam de assistir a um vídeo, eles verão uma lista de “vídeos sugeridos”, tal como você veria no YouTube. Você pode pagar para que seu vídeo apareça como uma dessas sugestões em vídeos relevantes. Uma vantagem para esse posicionamento é que, se o usuário clicar, seu interesse já será despertado.

Imagem mostra como os anúncios aparecem entre as publicações do Marketplace do Facebook.

Marketplace. Agora você pode exibir anúncios no Marketplace, que é a “venda de garagem” online do Facebook. As pessoas lá já estão procurando comprar, então isso pode ser uma boa maneira de vender. O posicionamento no Marketplace é novo, por isso ainda não temos muitos dados sobre ele, mas vale a pena testá-lo, desde que a sua segmentação seja forte.

Stories. Os stories do Facebook são a imagem de tela cheia otimizada para dispositivos móveis e vídeos de menos de 15 segundos serão exibidos aos usuários enquanto assistem ao feed de seus stories. Essas campanhas têm taxas de engajamento altas no geral e são excelentes para reconhecimento da marca.

Instagram

O Instagram tem dois posicionamentos para exibir seus anúncios: feeds e stories. Veja o que você precisa saber.

A imagem mostra um print do Gerenciador de Anúncios do Facebook, na área de seleção dos posicionamentos de anúncios.

Feeds. Esses anúncios aparecerão no feed de um usuário e podem incluir imagens, anúncios no carrossel e/ou vídeos. Quando o usuário passa pelo anúncio o botão de CTA fica visível, incentivando-o a clicar. Esses anúncios são a única maneira de obter links clicáveis (fora das postagens com marcação de produtos) no conteúdo do feed.

Stories. Os anúncios de stories oferecem a opção de adicionar links “deslize para cima para ver mais”, mesmo que você não os tenha organicamente (eles são liberados organicamente apenas para perfis com mais de 10 mil seguidores). Lembre-se de que você só tem 15 segundos para chamar atenção, então você precisa pensar em anúncios muito criativos para chamar a atenção. Os anúncios de stories costumam ter um ótimo engajamento para as marcas.

Audience Network

O Audience Network é composto de aplicativos e sites que permitem que anúncios do Facebook apareçam nas suas plataformas. O site que publica é pago, o Facebook é pago e você paga para que seu anúncio seja exibido para os membros relevantes do público-alvo, mesmo quando eles não estão no Facebook ou no Instagram.

Aqui estão os posicionamentos de anúncios que se enquadram nessa categoria:

A imagem mostra um print do Gerenciador de Anúncios do Facebook, na área de seleção dos posicionamentos de anúncios.

Nativo, banner e intersticial. Esses anúncios aparecerão essencialmente em diferentes locais com outros aplicativos e sites para celular. Eles podem ser ajustados para atender às necessidades de um site.

Vídeos in-stream. Esse posicionamento funciona da mesma forma que nos feeds, porém os vídeos estão sendo exibidos fora do Facebook.

Vídeos com incentivo. Esse posicionamento não é para todos. Ele é projetado para aplicativos de jogos com jogos ativos para mostrar como é a aparência do jogo. Os usuários podem testá-lo no anúncio antes de ver um CTA para fazer o download do jogo.

A essência do Audience Network é que você pode obter bons resultados, mas com CPCs mais baixos do que os que vai pagar por outros posicionamentos. O engajamento e os cliques não são tão altos nesses posicionamentos, porque os usuários estão em outros sites com a intenção de usá-los, em vez de apenas navegar no Facebook, mas obter conversões de baixo custo acaba ajudando a reduzir os custos gerais com anúncios.

 

 

Messenger

Por último, mas não menos importante, temos os posicionamentos no Messenger. Veja o que temos:

A imagem mostra um print do Gerenciador de Anúncios do Facebook, na área de seleção dos posicionamentos de anúncios.

Caixa de entrada. Os usuários que navegam na sua caixa de entrada do Messenger podem ver um anúncio completo da sua marca, assim como no feed. Se os usuários estiverem focados em conversas, eles podem até não clicar, mas, como há menos conteúdo na tela, seu anúncio pode se destacar um pouco mais aqui.

Stories. Os stories aqui são os mesmos que você viu nas outras seções.

Mensagens patrocinadas. Atualmente, isso está disponível apenas com o objetivo “mensagens” e incentiva o usuário a enviar uma mensagem diretamente a você. O anúncio será exibido como uma mensagem na caixa de entrada, como se a marca tivesse entrado em contato com você. Pense no Inmail patrocinado no LinkedIn. Quando o usuário abre a mensagem, ele vê uma mensagem e um CTA para executar uma ação. Como você está indo direto para a caixa de entrada dele, você tem praticamente a garantia de que será lido. O usuário pode agir ou não de acordo com o CTA, depende unicamente da qualidade e criatividade do anúncio.

Esses posicionamentos são relativamente novos no grande esquema dos Facebook Ads, então você não os vê com tanta frequência, mesmo que eles têm tido ótimos usos. É possível se dar bem com os anúncios de mensagens patrocinadas, mas apenas quando usados corretamente e quando o texto está no ponto.

Devo selecionar apenas alguns posicionamentos de anúncios?

Quando você veicula suas campanhas de anúncios, percebe que praticamente todos os posicionamentos estão ativados logo de cara. Às vezes, está tudo bem deixar a maioria dos posicionamentos ativados. Em outros casos, é bom que apenas alguns sejam selecionados.

Se você realmente deseja se concentrar no engajamento na plataforma com o objetivo de reconhecimento social da sua marca, por exemplo, faz sentido desativar as campanhas do Audience Network ou do Messenger.

E se você está criando campanhas exclusivamente com stories em mente, é interessante ter apenas o posicionamento de stories ativado, já que esse conteúdo costuma ser muito diferente dos que você apresentaria em outros lugares como seus feeds ou em outros locais.

Tenha em mente que, apesar de alguns posicionamentos de anúncios de Facebook e Instagram custarem mais do que outros, você não quer eliminá-los automaticamente.

Alguns posicionamentos pode ter custos mais altos, mas podem gerar resultados mais altos também. Equilibrar posicionamentos de anúncios de alto e baixo custo pode ajudar você a alcançar o número máximo de membros da sua audiência com os seus investimentos com publicidade.

Como posso saber quais posicionamentos de anúncios estão funcionando para mim?

Faz sentido que, ao exibir suas campanhas, você deseje ver quais posicionamentos estão obtendo os melhores resultados, incluindo quais estão gerando mais cliques ou conversões e a que custo. Isso ajudará você a tomar melhores decisões (e definir melhores lances!).

É preciso elaborar relatórios detalhados que permitam que você veja o desempenho do anúncio por vários ângulos, incluindo seus posicionamentos. Esses dados podem ser localizados no Gerenciador de Anúncios, no botão de Detalhamento.

Print de tela do Gerenciador eciador de Anúncios, mostrando a aparência do botão de Detalhamento.

Com esses relatórios em mãos, você pode avaliar com facilidade quais posicionamentos geraram os melhores resultados e quais fizeram isso com o melhor preço.

Conclusão

Embora os posicionamentos de anúncios do Facebook e do Instagram pareçam um pouco complicados no começo, eles são fáceis de resolver quando você entende o sistema. Saber quando usar cada um deles permite que você crie uma combinação de posicionamentos para cada anúncio a fim de maximizar os resultados no nível de custo do anúncio que você deseja manter, ajudando você a alcançar o maior número possível de usuários a um preço ideal. Para entender melhor como o sistema todo funciona, conheça nosso curso de Formação em Social Media.

E nas suas campanhas? Quais posicionamentos de anúncios no Facebook e Instagram ajudam você a obter melhores resultados? Há algum que você tente evitar? Compartilhe suas experiências e perguntas nos comentários abaixo!

 

Imagem mostra um laptop aberto sobre uma mesa. Ao fundo, há 4 livros empilhados e acima deless um vaso com uma planta tipo suculenta, verde. Ao centro está o título do post: Posicionamento de anúncios de Facebook e Instagram Ads: tudo o que você precisa saber.

WhatsApp Business, um ano depois: o que tem de novo?

Tem mudanças no WhatsApp Business para comemorar o 1° ano da ferramenta, vem ver!

Um ano após o lançamento do WhatsApp Business, a empresa anunciou novidades. Nós acompanhamos tudo isso de perto e vamos te mostrar o que vem por aí. Vamos lá?

Os aplicativos de mensagens dominam as redes sociais em números de usuários e, por causa dessa forte presença, eles são um terreno fértil para o marketing. Nesse meio, enquanto o Messenger domina o ambiente de mensagens nos mercados ocidentais, o WhatsApp, que também é de propriedade do Facebook, abrange praticamente qualquer outro lugar.

Um ano de WhatsApp Business

O aplicativo tem mais de 1,5 bilhão de usuários ativos mensalmente e compartilha mais de 60 bilhões de mensagens por dia, uma quantidade enorme de atividades na plataforma. O problema para o Facebook, no entanto, assim como no Messenger, é que a troca de mensagens é mais difícil de gerar receita. Você não pode simplesmente inserir anúncios no estilo de feed em fluxos de mensagens particulares e esperar que os usuários fiquem bem com isso.

Mas o Facebook não fica para trás e já deu seus primeiros passos para converter essa atenção em dinheiro. Em janeiro de 2018, o WhatsApp lançou o aplicativo WhatsApp Business, que permite que usuários corporativos “interajam facilmente com clientes usando ferramentas para automatizar, classificar e responder rapidamente a mensagens”.

Um ano depois — e com mais de 5 milhões de empresas usando o aplicativo — para marcar o primeiro aniversário de seu lançamento, o WhatsApp está estendendo alguns recursos do WhatsApp Business para desktop e mobile web.

Conforme o próprio WhatsApp:

“Para ajudar a celebrar o primeiro ano do WhatsApp Business, estamos anunciando que alguns dos nossos recursos mais populares agora podem ser usados no WhatsApp web e no computador.

Esses recursos incluem:

  • Respostas rápidas – São mensagens frequentes para responder a perguntas comuns. Simplesmente pressione o “/” no seu teclado para selecionar uma resposta rápida e enviar.

  • Marcadores – Organize seus contatos ou bate-papos com marcadores para que você possa encontrá-los facilmente novamente.

  • Filtragem de Lista de Chat – Gerencie facilmente seus bate-papos com filtros para classificar por mensagens não lidas, grupos ou listas de transmissão. “

A expansão facilitará que mais empresas utilizem as ferramentas de negócios do aplicativo dentro do fluxo regular de atendimento ao cliente, o que certamente levará mais marcas a adicionarem o WhatsApp às suas opções de comunicação.

E definitivamente vale a pena considerar — como dissemos, o WhatsApp é extraordinariamente popular e domina o mercado em muitas regiões. Se você já está usando o Messenger, não é muito difícil expandir essa atividade para o WhatsApp e, com essas novas ferramentas, será mais fácil gerir os dois em um stream.

O crescimento das mensagens é inegável e, embora possa ser mais trabalhoso para as plataformas incorporarem comunicação via mensagem, os benefícios do atendimento ao cliente podem ser significativos.


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3 táticas para otimizar suas campanhas de Facebook Ads

Quer saber como melhorar o desempenho das suas campanhas de Facebook Ads? Leia nossas 3 dicas.

O resultado da comunicação digital em Facebook depende em grande parte do funcionamento do algoritmo dele, por isso, você não pode simplesmente criar uma campanha de qualquer jeito e esperar que seu anúncio tenha sucesso e alcance o público-alvo certo. Nos últimos anos, gerenciando campanhas de diversos clientes, aprendemos algumas coisas e queremos compartilhar com você algumas delas. Quer saber como melhorar o desempenho das suas campanhas de Facebook Ads? Continue lendo, aqui estão três dicas sobre como fazer exatamente isso.

1. Alcance seu público-alvo mais lucrativo

Imagine que você está olhando seu feed do Facebook e, de repente, aparece o anúncio de uma marca que você nunca viu, querendo te vender alguma coisa. A não ser que o produto seja muito alinhado com as suas necessidades, a chance de você nem clicar é grande. A sua ação de não clicar por não se atrair pela marca indica que você é faz parte de um público-alvo frio, ou seja, que não interagiu com aquela marca anteriormente.

A principal questão com o público-alvo frio é que ele requer muito tempo e dinheiro e, geralmente, entrega resultados de baixa qualidade.

Por que não simplesmente anunciar para um cliente ideal que levante a mão e diga que ele está interessado? Isso pode parecer óbvio demais para funcionar, mas na verdade produz uma audiência de alta qualidade por apenas uma fração do custo. O segredo é criar anúncios com base em publicações da sua página e, então, reter como público-alvo aqueles que interagiram com essas publicações.

Mas como fazer isso?

Vamos imaginar que seu cliente venda maquiagem mineral. O seu caminho começa publicando sobre as toxinas presentes nas marcas de maquiagem comuns e alcançando pessoas interessadas em assuntos relacionados ao universo do cuidado pessoal. Posteriormente, você criará uma campanha apresentando os produtos da marca e usará como público alvo aquelas pessoas que interagiram com a publicação.

Para reter este público, você pode usar os recursos de Públicos Personalizados do Facebook.

Print de tela exibindo a ferramenta de criação de públicos personalizados do Facebook.

Com estas ferramentas, você pode criar públicos com base em clientes que já compraram da sua loja, pessoas que interagiram com seu Facebook e Instagram, e pessoas que visitaram seu site.

2. Otimize seu lucro vendendo para o tráfego quente

A triste verdade é que a maioria das pessoas que visitam um site pela primeira vez não compram. Os profissionais do marketing sabem disso, mas ainda assim tentam enviar esse tráfego frio para uma página de produtos ou vendas. E isso não funciona.

Há duas coisas muito importantes que você precisa fazer com o tráfego frio: educar e entreter. E você precisa fazer as duas coisas o tempo todo, no seu conteúdo orgânico e nas campanhas.

O objetivo do conteúdo pensado para esse estágio inicial é estabelecer autoridade, desenvolver confiança e criar uma conexão pessoal com seu público. Esses esforços podem gerar dados úteis e muito valiosos baseados no comportamento de quem interage com o conteúdo. Dessa forma, esses dados ajudam a configurar as próximas campanhas para o sucesso.

Por exemplo, se sua meta final é registrar pessoas para um curso sobre como criar podcasts, comece a exibir conteúdo para educar e entreter, como: “Dicas de editores de áudio para podcasts”. Esse conteúdo oferece ao consumidor algo de graça e gera confiança. Então, depois de criar essa conexão, direcione novas campanhas para essas pessoas, sugerindo que elas se inscrevam no seu curso. Percebeu como, dessa forma, seu tráfego é quente, interessado, e não frio?

O tráfego frio deve ser visto como um investimento e não como uma despesa — mesmo que você não venda nada para esse público, esse investimento criou um conjunto valioso de leads para redirecionar o seu tráfego. O redirecionamento é onde você colherá todas as recompensas, como se fosse o redirecionamento de um carrinho de compras abandonado.

Estenda a mão para aqueles que abandonam seu carrinho com uma oferta especial, mas não com um desconto — em vez disso, agregue valor para treinar o cliente a pagar o preço total do seu serviço ou produto, como um brinde de R$ 5,00 sobre a compra ou frete grátis. Você precisa conduzir com valor, não com descontos.

Certifique-se de conectar o catálogo de produtos de sua loja ao seu pixel do Facebook e configure campanhas com objetivo de venda desses produtos, criando assim o Santo Graal do redirecionamento do carrinho abandonado. No próprio anúncio, estará anunciado o produto que o público abandonou no carrinho. Isso personaliza a abordagem e aumenta muito a chance de uma conversão.

 

 

3. Domine os custos crescentes de anúncios

O custo das campanhas tende a ir apenas em uma direção: para cima. Por causa disso você pode se concentrar em seu ativo mais valioso: os clientes já existentes. Direcionar campanhas no pós-venda é uma das chaves para melhorar o retorno das campanhas, porque, se você oferece um bom produto, é fácil conseguir que alguém que já comprou de você compre novamente. Isso também aumenta o valor da vida útil do cliente, que deve ser uma das suas principais métricas de desempenho.

O início desta ação deve focar na fidelização do cliente. Os sites com grande tráfego podem até dividir os consumidores em dois grupos, “compradores pela primeira vez” e “compradores recorrentes”, e criar campanhas diferentes para eles. Um exemplo dessa tática é veicular uma campanha de agradecimento pela compra, mas sem pensar nela como uma oportunidade para vender qualquer coisa. O objetivo neste momento é construir lealdade e, dessa forma, maximizar os lucros de compras futuras.

No caso de e-commerce com produtos variados, após a primeira compra é possível redirecionar os consumidores para upsell ou cross-sell e oferecer outras opções do seu catálogo.

Por fim, solicite resenhas, depoimentos em vídeo e outros conteúdos gerados pelo consumidor sobre o seu produto. Eles podem ser usados para melhorar o desempenho do tráfego frio e das campanhas de redirecionamento pré-venda.

Quando bem implementadas essas estratégias podem ser altamente eficazes. Especialmente para as pequenas empresas é decisivo saber como alcançar seu público-alvo no Facebook e no Instagram com o menor custo possível e os melhores resultados. Portanto, verifique se você está trabalhando de maneira mais inteligente e otimizada nas suas campanhas.


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Foto mostra um mesa de trabalho. Nela se vê 2 bloquinhos, uma caneta vermelha e um notebook. Na parte inferior está escrito: 3 Táticas para Otimizar Suas Campanhas de Facebook Ads

WhatsApp Marketing: um guia para começar

Um guia para começar a fazer WhatsApp Marketing.

Quando você pensa em mídia social, sites como o Facebook e o Twitter provavelmente vêm à sua mente imediatamente. Mas os aplicativos de mensagens realmente conquistaram as redes sociais em termos de usuários e cada vez mais esses apps são usados para marketing.

Os números mostram, claramente, que esse tipo de penetração de mercado não pode ser ignorado. Como todas as fronteiras relativamente inexploradas, os riscos e as recompensas são igualmente balanceados. Mas como você pode, efetivamente, fazer WhatsApp marketing? Continue conosco, pois aqui está o nosso guia de marketing para o WhatsApp.

O que é o WhatsApp?

O WhatsApp é um aplicativo gratuito para dispositivos móveis que usa a conexão de internet do seu telefone para permitir que você converse com outros usuários do WhatsApp, sem cobranças por SMS. O aplicativo também permite compartilhar arquivos e imagens e suporta chamadas de voz e vídeo gratuitas.

Seu suporte a uma ampla gama de telefones tornou-o especialmente popular em áreas com altas taxas de SMS, incluindo o Brasil — onde quase 60% da população usa o WhatsApp. Na verdade, ele é a alternativa mais popular para SMS em 109 países, ou 55,6% do mundo.

O Facebook adquiriu o WhatsApp por US$ 19 bilhões em fevereiro de 2014; contudo, ele opera como uma entidade separada desde então e ainda não tem os mesmos recursos de marketing como o Facebook Messenger.

Como usar o WhatsApp

O WhatsApp possui versões para iPhone e Android. Há também versões para web e aplicativos desktop para Mac ou Windows. Mas é necessário instalá-lo primeiro no seu celular, pois cada conta do WhatsApp está vinculada diretamente a um único número de telefone.

O WhatsApp usa os números de telefone da lista de contatos para mostrar um diretório atualizado de usuários do WhatsApp que você já conhece. Qualquer pessoa que tenha o seu número de telefone na agenda de contatos do celular também verá os seus dados automaticamente, e poderá compartilhar mensagens, arquivos, fotos e vídeos com você de três maneiras básicas:

Bate-papo particular

Assim como em outros programas de bate-papo, você pode bater papo diretamente com outro usuário que esteja na lista de contatos do seu telefone. Você também pode ligar ou fazer uma chamada de vídeo ou até mesmo gravar áudios para eles.

Listas de transmissão

As listas de transmissão podem ser construídas com contatos que você tenha salvo no seu celular e que também tenham o seu número salvo. Quando você envia uma mensagem para uma lista de transmissão, ela é enviada como uma mensagem normal, semelhante à função Cco (com cópia oculta) do e-mail. Se as pessoas responderem, ela aparecerá para você como uma mensagem normal, privada, de um para um na tela de bate-papos e a resposta das pessoas não será enviada para ninguém nessa lista de transmissão. As listas de transmissão estão limitadas a 256 contatos.

Grupos

Os bate-papos em grupo permitem que você envie mensagens com até 256 pessoas ao mesmo tempo, compartilhando mensagens, fotos e vídeos. Todos no bate-papo em grupo podem interagir e conversar, bem como ver as respostas de todos os outros integrantes do grupo.

O WhatsApp Business

O WhatsApp conta, também com uma versão para negócios, o WhatsApp Business que, segundo eles, “foi criado pensando no proprietário da pequena empresa”. O aplicativo é gratuito para download e, atualmente, está disponível apenas para dispositivos Android. Ele permite que as empresas interajam facilmente com os clientes usando ferramentas para automatizar, classificar e responder rapidamente às mensagens.

Por exemplo, você pode salvar e reutilizar mensagens enviadas com frequência e usar essas respostas rápidas para responder a perguntas comuns com mais eficiência. Você também pode definir uma mensagem de ausência para quando não puder responder imediatamente e deixar seus clientes cientes de quando esperar uma resposta. Uma mensagem de saudação também pode ser configurada para dar as boas-vindas os clientes na sua empresa.

Como o WhatsApp não oferece nenhuma outra ferramenta de negócios ou uma API, as campanhas em pequena escala são a melhor estratégia. Para começar a interagir com as pessoas, você precisa que elas adicionem seu número à lista de contatos do telefone delas, certo? O WhatsApp fornece uma maneira de adicionar um link para iniciar um bate-papo ao seu website, enviar um e-mail ou acessar páginas de mídia social que facilitam o início de conversa das pessoas com sua marca.

Tenha em mente que a expectativa nas mensagens é de respostas quase instantâneas. Portanto, verifique se você tem os recursos (pessoas e tempo) para gerenciar os bate-papos. Até existem ferramentas e serviços de terceiros que oferecem o uso de várias contas e grupos do WhatsApp para profissionais de marketing, mas usá-los pode fazer com que você seja bloqueado temporariamente ou banido totalmente do app. Além disso, as mensagens em massa nesse tipo de ambiente podem causar danos à imagem da sua marca.

Por que você deve usar o WhatsApp para negócios?

A melhor razão para usar o WhatsApp para os negócios é que muitos de seus clientes provavelmente já estão usando o aplicativo. Mais de 65 bilhões de mensagens são enviadas pelo WhatsApp todos os dias.

Surpreendentemente, os usuários do WhatsApp estão dispostos a se envolver com as empresas. É cada vez maior o número de usuários que esperam usar mais o bate-papo para se comunicar com as empresas e que se sentem mais inclinados a fazer compras com uma empresa que possam contactar diretamente.

Além disso, aplicativos de mensagens como o WhatsApp têm taxas de engajamento chamativas: 98% das mensagens móveis são abertas e lidas, com 90% delas sendo abertas em até três segundos após o recebimento.

Outro fator importante é a migração da interação de pessoas com marcas de ambientes públicos, como o Facebook, para ambientes privados, conhecido como dark social e que engloba e-mail, aplicativos de bate-papo (WhatsApp, Messenger, Mensagens Diretas do Instagram) e outras comunicações diretas. Uma grande parte dos compartilhamentos on-line — 84% pra ser mais preciso — ocorre em canais privados, como aplicativos de mensagens. Por isso, mesmo que você não use o WhatsApp para divulgar a sua empresa, é provável que seus clientes em potencial estejam usando-o e ampliando o seu alcance.

Estratégias e dicas de marketing do WhatsApp

Visto que o WhatsApp não vende espaço publicitário nem tem nenhum recurso específico de negócios (ainda), você precisa inovar em sua abordagem de marketing.

Mesmo o WhatsApp tendo um diferencial em seu alcance e seus recursos quando comparado a outros aplicativos de mensagens, é importante que você desenvolva sua estratégia do WhatsApp juntamente com a sua estratégia geral de marketing.

Existem algumas limitações que você precisa abordar ao desenvolver sua estratégia de WhatsApp marketing. Em primeiro lugar, sua conta comercial enfrenta as mesmas limitações que qualquer outro usuário. O WhatsApp já anunciou que está testando ferramentas exclusivas para empresas, mas, até lá, você precisa adequar sua estratégia aos entraves do app.

Como cada conta do WhatsApp está vinculada diretamente a um único número de celular — e você só pode enviar mensagens para até 256 usuários de uma só vez — ela não é uma boa opção para o marketing one-to-many (marketing de grande escala). Dessa forma, suas chances de sucesso são maiores quando você usa essas limitações a seu favor.

Assim como outros serviços de mensagens para celular, parte do poder do WhatsApp é que ele está ligado aos nossos telefones, que tendem a parecer mais pessoais para nós do que nossos computadores: eles não são compartilhados e os levamos para todos os lugares. Portanto, qualquer campanha de marketing que você criar deve refletir (e respeitar) o aspecto pessoal. É aqui que os consumidores interagem com os amigos, por isso a confiança e a criatividade são essenciais.

Não é surpresa, portanto, que alguns dos melhores exemplos de campanhas eficazes de WhatsApp marketing vêm de regiões em que a sua penetração é maior, incluindo a América do Sul. Veja a seguir alguns estudos de caso de marcas que causaram impacto usando o WhatsApp para marketing.

Sven, o leão-de-chácara

Quando a Absolut Vodka lançou sua coleção de garrafas Absolut Unique da Limited Edition na Argentina, o WhatsApp foi um lugar natural para criar um burburinho, já que 84% dos usuários de telefones celulares do país estavam no aplicativo na época.

Para o lançamento da linha, decidiram realizar uma festa muito exclusiva. A pegada? Havia apenas dois convites disponíveis ao público. Qualquer um que quisesse ganhar esses ingressos tinha que usar o WhatsApp para entrar em contato com um leão de chácara imaginário chamado Sven e convencê-lo a deixá-los entrar.

A campanha gerou mais de 1.000 imagens únicas, vídeos e mensagens de áudio que as pessoas criaram para convencer Sven, criando um reboliço na comunidade.

Ofereça ajuda individual para inspirar novos usos para um produto

A Hellmann’s no Brasil queria inspirar as pessoas a pensarem na maionese como ingrediente culinário, não apenas como condimento. Então, eles convidaram os visitantes do site a enviarem seus números de telefone junto com uma foto do conteúdo das suas geladeiras.

Eles foram, então, conectados por meio do WhatsApp com chefs reais, que criaram uma receita usando Hellmann’s e outros ingredientes que estavam nas suas geladeiras. Os chefs ensinaram aos usuários como preparar a refeição por meio de fotos, vídeos e outros recursos do WhatsApp.

O resultado? Um total de 13.000 participantes passou uma média de 65 minutos interagindo com a marca, e 99,5% deles aprovaram o serviço. A marca ficou tão feliz com os resultados da campanha brasileira, que foi para Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai.

Ofereça aconselhamentos discretos e serviços a clientes de alto valor

A marca de lingerie britânica Agent Provocateur vem usando o WhatsApp já há algum tempo para oferecer atualizações de lançamentos e eventos nas lojas da marca para os seus melhores clientes. E esses clientes especiais também podem pedir conselhos sobre produtos da marca, do conforto de seu WhatsApp.

A abordagem foi tão popular entre os VIPs que a Agent Provocateur lançou uma ação chamada Ménage à Trois, para todos os clientes no Natal de 2016. Os usuários do WhatsApp poderiam convidar um personal shopper para uma conversa em grupo com o seu parceiro para discutir o que desejavam para o Natal. A equipe de consultores de estilo da Agent Provocateur respondia às perguntas manualmente, interagindo com cada casal. Embora tenha sido uma campanha pequena — com 112 conversas acontecendo — 31% dos bate-papos resultaram em visitas à loja e 61% foram convertidos em tráfego no site.

Embora o WhatsApp não seja tão rico em recursos quanto o Facebook Messenger para o marketing, ele está indo nessa direção. Os profissionais de marketing que criam campanhas que trabalham com — e não contra — as características exclusivas do WhatsApp terão uma vantagem. A falta de publicidade e de presença corporativa no WhatsApp significa que os primeiros adeptos podem realmente se destacar — se você fizer tudo certo.

As mídias sociais evoluem rapidamente e acompanhar essa taxa de mudança — novas plataformas e mudanças nas melhores práticas — é fundamental para alcançar um espaço de confiança tão valioso do seu público.


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A foto mostra uma mulher sentada em um café usando o celular. No canto superior direito está escrito WhatsApp Marketing: um guia para começar.